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Em livro de Biologia a descrição morfológica de uma organela dizia: “é constituído por um material amorfo no qual estão colocados 27 microtúbulos. Esses microtúbulos dispõem-se em 9 feixes, cada um deles com 3 microtúbulos paralelos. Os 3 microtúbulos de cada feixe são presos entre si.”
Essa descrição refere-se a qual organela?
Considerando os estudos sobre fertilização in vitro realizados no ouriço-do-mar, analise as proposições:
I – O primeiro bloqueio à poliespermia ocorre quando o primeiro espermatozoide perfura a camada vitelínica e encosta na membrana plasmática do ovo, desencadeando uma despolarização.
II – O segundo bloqueio, este definitivo, se dá por um processo de exocitose dos grânulos corticais liberados entre a membrana celular e a membrana vitelínica, esse processo é chamado de reação cortical, ocorre em toda a superfície do ovo, e desencadeia uma série de eventos que garantem o bloqueio à poliespermia.
III – A entrada do espermatozoide é facilitada pela micrópila, depois da penetração do primeiro espermatozoide ela se fecha e os outros espermatozoides não conseguem mais penetrar, devido a uma alteração nas proteínas da membrana do ovo, com a qual se ligam.
É correto o que se afirma somente em:
Julgue se são falsas ou verdadeiras as afirmativas a seguir, assinale V para verdadeira e F para falsa e depois marque a alternativa que contém a sequência correta.
( ) Visando à institucionalização de mecanismos de informação sobre a educação em espaços de privação de liberdade, com vistas ao planejamento e controle social, os órgãos responsáveis pela educação nos Estados e no Distrito Federal deverão tornar público, por meio de relatório anual, a situação e as ações realizadas para a oferta de Educação de Jovens e Adultos, em cada estabelecimento penal sob sua responsabilidade (Art. 4º, inciso I).
( ) Os planos de educação da União, dos Estados, do Distrito Federal e Municípios deverão incluir objetivos e metas de educação em espaços de privação de liberdade que atendam as especificidades dos regimes penais previstos no Plano Nacional de Educação.
( ) As ações educativas devem exercer uma influência edificante na vida do interno, criando condições para que molde sua identidade, buscando, principalmente, compreender-se e aceitar-se como indivíduo social; construir seu projeto de vida, definindo e trilhando caminhos para a sua vida em sociedade.
( ) Desde setembro de 2005, quando foi firmado um Protocolo de Intenções entre os Ministérios da
Educação e da Justiça, com o objetivo de conjugar esforços para a implementação de uma política
nacional de educação para jovens e adultos em privação de liberdade, foram desenvolvidas várias
atividades no sentido de estruturar tal política, destacando-se entre elas: [1] as Resoluções do Programa
Brasil Alfabetizado que incluíram a população prisional dentre o público de atendimento diferenciado das ações de alfabetização; [2] a parceria com a UNESCO e o Governo do Japão para a realização de cinco
seminários regionais e do primeiro Seminário Nacional sobre educação nas prisões, que culminaram na
elaboração de uma proposta de Diretrizes Nacionais para a oferta de educação no sistema penitenciário;
[3] a inclusão da educação como uma das metas do Programa Nacional de Segurança Pública com
Cidadania; [4] a inclusão da educação nas prisões no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e das
matrículas nos estabelecimentos penais no censo escolar.
[...] “a necessidade de definição de Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica está posta pela emergência da atualização das políticas educacionais que consubstanciem o direito de todo brasileiro à formação humana e cidadã e à formação profissional, na vivência e convivência em ambiente educativo”.
(Fonte: Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013)
Essas Diretrizes têm por objetivos, exceto:
Luciane Maria Schlindwein, no artigo Prática de ensino e pesquisa na pedagogia: a favor da centralidade da prática de ensino na formação docente (Revista Brasileira de Pesquisa Sobre Formação de Professores – Disponível em http://formacaodocente.autenticaeditora.com.br), afirma: “Em nossos estudos vimos discutindo e problematizando a importância da articulação entre a prática de ensino e a pesquisa na formação dos novos professores. Em trabalhos realizados em diferentes instituições de ensino e com currículos igualmente diversos temos nos desafiado a articular a prática de ensino, realizada no estágio supervisionado, com a prática da pesquisa, vivenciada enquanto um princípio educativo a ser incorporado na profissionalidade docente”.
À luz do referido artigo, analise os itens seguintes e marque a alternativa que faz a afirmação correta.
1. “A prática docente carrega em si marcas de todo tipo de tradições pedagógicas que têm origem em diferentes momentos históricos”.
2. “O estágio curricular deve proporcionar ao estagiário uma reflexão contextualizada, conferindo-lhe condições para que se forme como autor de sua prática, por meio da vivência institucional sistemática, intencional”.
3. “A prática metodológica de uma investigação científica supõe uma dinâmica constituída, basicamente, por quatro diferentes polos: epistemológico, teórico, técnico e morfológico”.
4. “Os sentidos mais aguçados permitem a efetivação de aprendizagens que superam a dimensão técnica, mas que investem nas dimensões conceituais e humanas, transpassadas pela ética”.
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foi criado pelo Governo Federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.
São vários os objetivos dessa iniciativa. Avalie os itens abaixo quanto aos objetivos do programa:
I – Expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio e de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional presencial e a distância;
II – Construir, reformar e ampliar as escolas que ofertam educação profissional e tecnológica nas redes estaduais;
III – Aumentar as oportunidades educacionais aos trabalhadores por meio de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional;
IV – Aumentar a quantidade de recursos pedagógicos para apoiar a oferta de educação profissional e tecnológica;
V – Melhorar a qualidade do ensino médio.
Correspondem aos objetivos do programa:
Depois de criar uma tabela no Excel 2010, as ______________ se tornarão disponíveis e a guia _______ será exibida.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
NO MUNDO DA LUA
Certos escribas são capazes de produzir tolices por ignorar coisas elementares como a diferença entre estrelas e planetas ou entre o anu e a garça
É o seguinte o curioso trecho da resenha do filme alemão "Inferno", de 2012, sobre o destino do homem na Terra depois de terríveis tempestades solares:
"Em futuro não muito distante, as guerras não serão o maior inimigo da humanidade, mas um velho conhecido de todos, a maior estrela do nosso sistema solar: o Sol."
Terá o sistema solar outras estrelas além do Sol? Que ideia fará do sistema solar o inventivo resenhista brasileiro? Saberá ele a diferença entre estrelas e planetas? Entre planetas e satélites? Entre constelações e galáxias? Entre o anu e a garça?
Ou é escriba muito distraído ou terá faltado às parcas aulas de astronomia que costumavam preceder estudos elementares de geografia física; nessas aulas, e nas de física, os estudantes de primeiro e segundo grau aprendiam que a Terra gira em torno de uma estrela ― o Sol ―, com outros sete planetas; todos eles nesta ordem em relação ao Sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, fora corpos menores, como Plutão. Aprendiam também que estrelas têm luz e calor próprios, e os planetas, não.
Aprendia-se além disso que esse equilibrado conjunto compõe o sistema solar, um dos bilhões em movimento na Via Láctea, que é uma dos bilhões de galáxias do universo. O escriba não terá aprendido, além disso, que o Sol, a óbvia única estrela do sistema, é a fonte de luz e calor que sustenta a vida neste planeta desolado a caminho da escuridão. É preciso lembrar que o Sol, grande ameaça, segundo o filme e o articulista, no fim vai-se aquecer muito mais, dilatar-se e absorver a Terra. Bem antes, nosso planeta perdido e mal-amado talvez já se tenha tornado uma bolota de gelo sem vida no espaço. Deve demorar algum tempo: alguns bilhões de anos. Muito antes disso, o autodestrutivo ser humano terá ido para o beleléu, com o resto da vida que houver por aqui. Não sobrarão nem formas inferiores de vida, como baratas e políticos de baixo extrato ― 97,63% deles.
Enfim, e sem saudosismo, pelo jeitão da coisa e do grau de conhecimento de alguns escribas em ação em jornais, revistas e outros meios de comunicação, tem-se a vaga impressão de que o sistema educacional brasileiro, incluindo as escolas de jornalismo, já teve melhores dias.
MACHADO, Josué. Revista Língua Portuguesa. Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/blogJosue/no-mundo-da-lua-319197-1.asp. Acesso em 15 jul 2014.
NO MUNDO DA LUA
Certos escribas são capazes de produzir tolices por ignorar coisas elementares como a diferença entre estrelas e planetas ou entre o anu e a garça
É o seguinte o curioso trecho da resenha do filme alemão "Inferno", de 2012, sobre o destino do homem na Terra depois de terríveis tempestades solares:
"Em futuro não muito distante, as guerras não serão o maior inimigo da humanidade, mas um velho conhecido de todos, a maior estrela do nosso sistema solar: o Sol."
Terá o sistema solar outras estrelas além do Sol? Que ideia fará do sistema solar o inventivo resenhista brasileiro? Saberá ele a diferença entre estrelas e planetas? Entre planetas e satélites? Entre constelações e galáxias? Entre o anu e a garça?
Ou é escriba muito distraído ou terá faltado às parcas aulas de astronomia que costumavam preceder estudos elementares de geografia física; nessas aulas, e nas de física, os estudantes de primeiro e segundo grau aprendiam que a Terra gira em torno de uma estrela ― o Sol ―, com outros sete planetas; todos eles nesta ordem em relação ao Sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, fora corpos menores, como Plutão. Aprendiam também que estrelas têm luz e calor próprios, e os planetas, não.
Aprendia-se além disso que esse equilibrado conjunto compõe o sistema solar, um dos bilhões em movimento na Via Láctea, que é uma dos bilhões de galáxias do universo. O escriba não terá aprendido, além disso, que o Sol, a óbvia única estrela do sistema, é a fonte de luz e calor que sustenta a vida neste planeta desolado a caminho da escuridão. É preciso lembrar que o Sol, grande ameaça, segundo o filme e o articulista, no fim vai-se aquecer muito mais, dilatar-se e absorver a Terra. Bem antes, nosso planeta perdido e mal-amado talvez já se tenha tornado uma bolota de gelo sem vida no espaço. Deve demorar algum tempo: alguns bilhões de anos. Muito antes disso, o autodestrutivo ser humano terá ido para o beleléu, com o resto da vida que houver por aqui. Não sobrarão nem formas inferiores de vida, como baratas e políticos de baixo extrato ― 97,63% deles.
Enfim, e sem saudosismo, pelo jeitão da coisa e do grau de conhecimento de alguns escribas em ação em jornais, revistas e outros meios de comunicação, tem-se a vaga impressão de que o sistema educacional brasileiro, incluindo as escolas de jornalismo, já teve melhores dias.
MACHADO, Josué. Revista Língua Portuguesa. Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/blogJosue/no-mundo-da-lua-319197-1.asp. Acesso em 15 jul 2014.
Analise as proposições e assinale a alternativa correta.
I – No dia a dia estamos conscientes dos processos que determinam nossa percepção.
II – Qualquer um de nós pode olhar para um objeto, ouvir uma voz ou saborear um alimento e receber essas sensações sem projetar nelas algumas facetas de experiências anteriores.
III – Casos de sensação pura nas ciências humanas são muito frequentes.
IV – Embora os mecanismos ou a fisiologia de recepção dos estímulos sejam diferentes de um indivíduo para outro, nossa interpretação destes estímulos dificilmente diverge.
V – Em nossas percepções temos a propensão a organizar os estímulos ao longo de linhas de certas tendências naturais, as quais podem estar relacionadas a funções organizadoras e estruturadoras do cérebro.