Questões de Concurso
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I - Difteria. II - Poliomielite. III - Tétano. IV - Toxoplasmose. V - Sarampo. VI - Coqueluche. VII - Caxumba. VIII - Tuberculose. IX - Febre Amarela. X - Meningite. XI - HPV. XII - Rubéola.
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa correta:
I - Fibroblasto.
II - Plaqueta.
III - Endométrio.
IV - Pele.
V - Endocárdio.
VI - Aorta.
VII - Homeostase.
VIII - Glucagon.
Visando reduzir o risco de infecções relacionadas à
assistência nos serviços de saúde, entre outros objetivos,
faz-se necessário o processamento de Produtos para a
Saúde (PPS) através de processos como a esterilização ou
desinfecção. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº
15/2012 dispõe sobre requisitos de boas práticas para
processamento de PPS e dá outras providências. Essa
RDC assegura que
O Caderno de Atenção Básica 37 do Ministério da Saúde,
publicado em 2013, discorre sobre estratégias para o
cuidado da pessoa com Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS).
Para estabelecer o diagnóstico de HAS, há algumas
condições padronizadas para a medida da pressão arterial.
De acordo com o Caderno 37 (2013), para aferir a pressão
arterial das pessoas, o profissional de saúde deverá
A Resolução do Conselho Federal de Enfermagem nº
543/2017 atualiza e estabelece parâmetros para o
dimensionamento do quadro de profissionais de Enfermagem
nos serviços/locais em que são realizadas atividades de
Enfermagem. O dimensionamento do quadro de profissionais
de enfermagem deve basear-se em características relativas.
Nesse contexto, a resolução estabelece que
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil instituiu em 2013 o
Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNPS),
que, através da Portaria GM/MS nº 1.377/2013 e Portaria
nº 2.095/2013, instituiu protocolos básicos para a segurança
do paciente em serviços de saúde. Dentre estes protocolos, o
Protocolo de Prevenção de Quedas tem como finalidade
reduzir a ocorrência de queda de pacientes nos pontos de
assistência e o dano dela decorrente, por meio da
implantação/implementação de medidas que contemplem a
avaliação de risco do paciente, garantam o cuidado
multiprofissional em um ambiente seguro e promovam a
educação do paciente, familiares e profissionais. Como
exemplo de medida de avaliação do risco de quedas, as
escalas preditoras de risco são ferramentas auxiliares
utilizadas para avaliar o risco de um paciente sofrer uma
queda. São exemplos de escalas preditoras de risco de
queda a
Na assistência de enfermagem na Atenção Primária à
Saúde (APS), é atribuição específica do enfermeiro
supervisionar as ações do auxiliar de enfermagem, do técnico
de enfermagem e do Agente Comunitário de Saúde (ACS).
Desse modo, o enfermeiro deve
A Resolução nº 736/2024 do Conselho Federal de
Enfermagem (COFEN) dispõe sobre a implementação do
Processo de Enfermagem (PE) em todo o contexto
socioambiental onde ocorre o cuidado de enfermagem. De
acordo com a resolução, o PE organiza-se em cinco etapas
inter-relacionadas, interdependentes, recorrentes e cíclicas. A
quarta etapa do PE é denominada Implementação de
Enfermagem, compreendendo a realização das intervenções,
ações e atividades previstas no planejamento assistencial,
pela equipe de enfermagem. É exemplo de intervenção de
Enfermagem que faz parte dos padrões de cuidados de
Enfermagem, de acordo com a Resolução 736/2024:
Leia o caso clínico a seguir.
A.N.S.S, sexo masculino, 36 anos, admitido no Pronto Socorro
devido a dor abdominal e vômitos há 4 dias. Notou-se que a
dor abdominal se iniciou na fossa ilíaca direita, sem
associação com ingestão alimentar. Percebeu-se ainda
poliúria, polidipsia e polifagia há 11 dias. O paciente nega
tabagismo e ingestão etílica. Ao exame físico: paciente em
regular estado geral, orientado em tempo e espaço,
desidratado (++/4+), ansioso, agitado e apresentando fácies
de dor. Dor à palpação da fossa ilíaca direita. Exames
complementares apontaram glicemia de 424 mg/dL; pH
venoso= 7,1; bicarbonato sérico= 13 mEq/L; cetonemia= 5
mmol/L; cetonúria (++). Sinais vitais: PA= 130x70 mmHg; FC=
110 bpm; FR= 30 irpm. O(a) enfermeiro(a) presta assistência a
pessoas que convivem com Doenças Crônicas não
Transmissíveis (DCNT), como o Diabetes Mellitus (DM), por
exemplo. No caso acima, é descrita uma complicação aguda
do DM em que uma das intervenções de Enfermagem é
manter acesso venoso pérvio para garantir hidratação
endovenosa.
Qual complicação do DM o caso descreve?
Leia o texto a seguir.
Um dos rostos escondidos pelos equipamentos de proteção individual (EPI) nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) era o do enfermeiro Marcos Cavalcanti [...]. Ele atua na UTI em um hospital particular de Natal e conta que o momento mais impactante que vivenciou foi quando um jovem paciente em preparação para uma intubação pediu para “ver a família pela última vez” [...]. “Saíamos do plantão, mas ele não saía de nós. Seguíamos imaginando como aqueles pacientes ficaram. “Será que pioraram ou melhoraram?”, pensávamos [...]. Para o enfermeiro, era “impossível” não colocar-se no lugar do outro. “Víamos nos olhos dos pacientes o medo de simplesmente mudar o decúbito, porque existia medo de cansar.
Portal de Notícias da Globo. Guerreiros da Saúde: Enfermeiro relata impacto ao ouvir paciente pedir para ver a família pela última vez. Disponível em:
<https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/guerreiros-dasaude/noticia/2021/10/20/guerreiros-da-saude-enfermeiro-relata-impacto-aoouvir-paciente-pedir-para-ver-a-familia-pela-ultima-vez.ghtml>. Acesso em: 10 fev. 2024.As teorias de Enfermagem direcionam a prática profissional e subsidiam a assistência de enfermagem e o atendimento integral das necessidades de saúde dos indivíduos. No texto acima, lê-se o relato de um enfermeiro durante sua atuação em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Nesse relato, destacam-se fragmentos da relação entre o enfermeiro, profissional de saúde, e o paciente, indivíduo que necessita de cuidados. Há na enfermagem uma teoria interacionista e explicativa, centrada na relação interpessoal entre o(a) enfermeiro(a) e o paciente, no processo de cuidar. Essa teoria é a
A Portaria nº 1.944/2009 instituiu, no âmbito do Sistema
Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção
Integral à Saúde do Homem (PNAISH). Na atenção à saúde
do homem, o profissional enfermeiro apresenta papel
fundamental para as práticas essenciais de prevenção e
promoção à saúde. Nesse contexto, de acordo com a
Portaria nº 1.944 e a PNAISH, deve-se