Questões de Concurso Sobre radiologia
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No sistema de avaliação postal atual desenvolvido pelo PQRT, obtém-se a avaliação da dose no ponto de referência no eixo central, dose no eixo central em campo retangular, dose no eixo central em profundidade, índice de qualidade do feixe e outros fatores dosimétricos importantes.
O Programa de Qualidade em Radioterapia (PQRT) pode ser considerado um aliado de informações a distância na obtenção dos fundamentos sobre a radioterapia, levando-se em conta que o INCA disponibiliza em seu sítio para download diversas publicações, resultados de trabalhos realizados, entre outros.
Aplicando-se a metodologia da calibração cruzada, o fator de calibração da câmara de placas paralelas é obtido pela igualdade entre os valores de dose absorvida na água, medidas em um mesmo ponto de referência. Para isso, é preciso assegurar o posicionamento correto de ambas as câmaras, ou seja, tanto da câmara cilíndrica de referência, com fator de calibração de dose na água conhecido, quanto da câmara de placas paralelas a ser calibrada.
A calibração cruzada permite o cálculo do fator de calibração da câmara de placas paralelas em termos de dose absorvida na água, a partir do fator de calibração da câmara cilíndrica em acordo com o IAEA/TRS 398 para energia de elétrons acima de 16 MeV.
A avaliação da dose utilizando-se dosímetros fotográficos, com filmes radiológicos, é feita comparando-se a densidade ótica do filme após a revelação com a densidade ótica de outros filmes que foram irradiados com doses conhecidas.
Em um detector a gás, a probabilidade de interação da radiação com o gás varia com o campo elétrico aplicado ao gás dentro do volume sensível.
Um leitor ou leitora de TLD é um instrumento utilizado para avaliar a dose em função da luz emitida pelo cristal TLD quando este é exposto a um aquecimento controlado. Simplificadamente, uma válvula fotomultiplicadora transforma o sinal luminoso em um sinal elétrico amplificado e um sistema de processamento transforma esse sinal elétrico em um valor de dose.
Sulfato de cálcio dopado com disprósio e sulfato de cálcio dopado com manganês são substâncias utilizadas como materiais termoluminescentes em dosímetros termoluminescentes.
Detectores portáteis do tipo gama-câmara de ionização usam pilhas como bateria para o seu funcionamento. Por isso, é importante verificar o estado dessas pilhas, pois, ocorrendo o funcionamento inadequado das mesmas, não é possível gerar diferença de potencial entre a casca metálica e o eletrodo central nesse tipo de detector.
O protocolo IAEA/TRS 398 se aplica à utilização de câmaras de ionização de placas paralelas.
No protocolo IAEA/TRS 277, o ponto de referência de uma câmara de ionização de placas paralelas é considerado como sendo a superfície interna da parede frontal da câmara.
Na determinação da dose absorvida de feixes clínicos de fótons de alta energia, utilizando-se o protocolo IAEA/TRS 398, quando a câmara apresenta um efeito de polarização não desprezível, é necessário o uso de um fator de correção de polaridade. Este, por sua vez, considera a soma das médias das leituras obtidas com o eletrômetro em polarização positiva e em polarização negativa, dividindo-se essa soma por duas vezes a média da leitura obtida com a polarização de rotina do eletrômetro.
Conforme o protocolo IAEA/TRS 398, o ponto de referência da câmara de ionização cilíndrica está no eixo central da câmara, no centro do volume da cavidade.
O valor do stopping power ou taxa de perda de energia por unidade de comprimento transferida por um íon em um meio material é de importância significativa com o uso do protocolo IAEA/TRS 277.
O protocolo IAEA/TRS 398 trouxe uma mudança conceitual em relação ao formalismo utilizado no protocolo IAEA/TRS 277, tendo em vista que passou a ter como base o fator de calibração em termos de dose absorvida no ar e não mais em termos de kerma na água, como anteriormente.
O uso de câmara de placas paralelas para dosimetria de elétrons de alta energia é recomendado para a implementação de um programa de controle de qualidade em radioterapia com feixes externos. O protocolo IAEA/TRS 381 pode ser utilizado nesse caso.
Com as inovações tecnológicas recentes, a precisão na dosimetria da dose absorvida nos tecidos-alvo aumentou para ± 6%.
O dosimetrista tem como alguns de seus atributos realizar a calibração dos feixes de Co-60 nas unidades de tratamento e avaliar a resposta e morbidade do tratamento.
Nos testes de controle de qualidade dos lasers utilizados em salas com equipamentos teleterápicos, há uma tolerância de erro de até 5 mm.
Não é recomendado o uso de intercomparações postais como um tipo de auditoria de qualidade, tendo em vista que os equipamentos irradiados podem ser danificados na sua movimentação entre a unidade de radioterapia e o laboratório credenciado para dosimetria.