Questões de Concurso Público Câmara de São José do Egito - PE 2024 para Vigilante
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Os vigilantes devem saber identificar os diferentes tipos de construções e ocupações detalhados no plano de emergência, para melhor coordenação em situações de risco.
Os vigilantes podem ignorar os treinamentos e simulações de evacuação, pois essas atividades são apenas para os funcionários administrativos.
Somente edificações comerciais de grande porte precisam se adequar às normas de prevenção e combate a incêndios, excluindo-se as edificações residenciais e pequenas empresas.
O vigilante deve estar pronto para usar medidas adequadas, como uma arma de choque elétrico, para parar ameaças e proteger a segurança dos clientes. Por exemplo, se um agressor armado com uma faca tentar atacar um cliente, o vigilante pode usar a arma de choque elétrico para imobilizá-lo e evitar ferimentos graves.
Em casos de fratura exposta, o vigilante deve tentar realinhar o osso antes de imobilizar a área afetada.
Em sistemas de segurança eletrônica, é aceitável que a instalação de eletrodutos rígidos metálicos seja realizada sem a utilização de luvas e buchas, desde que a fixação seja firme.
Os vigilantes devem estar familiarizados com a planta de risco do plano de emergência, que deve ser colocada em local visível e acessível para facilitar a evacuação durante uma emergência.
A obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é obrigatória para a regularização de edificações junto aos órgãos competentes, sendo imprescindível para a emissão do alvará de funcionamento, a contratação de seguros prediais e a realização de eventos públicos, mas não é exigida para a obtenção de financiamentos.
A legislação brasileira permite que o vigilante utilize técnicas de imobilização em situações de legítima defesa, desde que respeitados os limites da necessidade e da proporcionalidade.
A Constituição de 1988, no Art. 5º, assegura a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, princípios que devem orientar a atuação do vigilante na prevenção e combate a incêndios.
Em casos de queimaduras, o vigilante deve aplicar água corrente fria na área afetada por pelo menos 10 minutos para reduzir a dor e o risco de danos mais graves.
O vigilante deve sempre utilizar luvas descartáveis ao prestar os primeiros socorros, independente de haver ferimentos abertos ou não, para evitar contaminações e proteger tanto a si mesmo quanto a vítima.
A legislação brasileira exige que todas as edificações comerciais possuam um projeto de combate a incêndio, independentemente do seu tamanho.
A instalação de sistemas de combate a incêndio deve ser planejada de acordo com o tipo de ocupação e uso da edificação, visando garantir a eficácia das medidas de proteção.
Segundo a Constituição de 1988, Art. 5º, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, incluindo no atendimento pelo vigilante.
Ao prestar primeiros socorros para uma pessoa que está inconsciente, mas que está respirando, o vigilante deve imediatamente iniciar a RCP (ressuscitação cardiopulmonar).
Vigilantes podem tomar medidas punitivas diretamente contra indivíduos suspeitos de praticar violência psicológica contra idosos no local de trabalho.
Os vigilantes têm a autoridade para realizar investigações detalhadas sobre suspeitas de violência patrimonial contra pessoas idosas, incluindo a análise de documentos financeiros pessoais.
Em uma situação na qual um cliente é suspeito de furtar produtos de uma loja, é correto afirmar que a revista pessoal deve ser conduzida em um local apropriado e discreto, garantindo a privacidade do indivíduo.
A instalação de câmeras de CFTV (Circuito Fechado de Televisão) em áreas estratégicas deve considerar o alcance da câmera e a iluminação do local monitorado.