Questões de Concurso Público Câmara Municipal de Itatiba - SP 2015 para Fotógrafo
Foram encontradas 50 questões
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Provas:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Auxiliar Administrativo
|
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Assistente de Gabinete e Assistente Legislativo |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Analista de Recursos Humanos |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Almoxarife |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Técnico em Informática |
Q534639
Português
Leia a charge.
(agazetadoacre.com/noticias/charge-04-02-2015. Acessado em 15.04.2015)
É correto afirmar que o efeito de humor se deve à
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Provas:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Auxiliar Administrativo
|
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Assistente de Gabinete e Assistente Legislativo |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Analista de Recursos Humanos |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Almoxarife |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Técnico em Informática |
Q534640
Português
Texto associado
Leia o texto para responder à questão.
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Os papos (e as brigas) daqueles almoços de domingo em família agora continuam nas redes sociais ou no aplicativo WhatsApp.
O químico João Henrique Nunes, 25, pediu para sair de um grupo do WhatsApp com mais de 30 familiares.“Eu recebia mensagens incessantes de bom dia, fotos de bebês, correntes e vídeos motivacionais com mais de cinco minutos que acabavam com a minha internet 3G."
Apesar de dar um basta no grupo familiar, João coleciona diálogos engraçados com a mãe, Maria, e os publica no Facebook. Em uma das conversas expostas na rede, ele pergunta: Mãe, de que cor é esse vestido?", e envia uma foto do vestido azul e preto que no fim de fevereiro virou “meme" * na internet. A mãe não entende nada e diz: “Que vestido é esse?? João Henrique, vira homem!".
Os mal-entendidos que fazem sucesso na internet são causados por um choque de gerações, segundo Regina de Assis, consultora em educação. “Há diferenças no jeito de se relacionar. Os mais velhos ainda entendem que a relação olho no olho é insubstituível", afirma ela.
Isso leva a inevitáveis conflitos, afirma a terapeuta Juliana Potter. “Cada um pensa que seu jeito de usar a internet é o certo. Os adolescentes acham ridícula a forma como as mães usam as redes sociais, e os adultos não entendem como estar conectado é realmente importante para os jovens.
Um exemplo é o caso de Diogo, 10, filho da economista Mariana Villar, 42. “Ele inferniza a minha vida pedindo um aparelho com acesso ao WhatsApp cinquenta vezes por dia", diz ela. “Eu digo que ele não precisa, que não tem maturidade para isso, mas não adianta. Ele acha um absurdo ser o único da turma que não tem o aplicativo."
Recentemente, ela deixou o menino acessar o aplicativo do celular dela. “Ele me colocou no grupo dos amigos e eles não gostaram, reclamaram, porque eu ficava vendo as conversas. O papo é assim: um diz “oi" e todos respondem. Por que precisa de um telefone para conversar isso?"
No outro lado, os jovens riem com as dificuldades tecnológicas dos mais velhos.
“Quando minha mãe tem uma dúvida no WhatsApp, eu tento ajudar. Ela se atrapalha com os comandos mais simples. Às vezes até discutimos, porque o que parece muito simples para mim é, para ela, muito difícil de aprender, então acabo não tendo muita paciência", afirma a estudante Taís Bronca, 23.
Taís, porém, enxerga um ponto positivo no uso da internet por outras gerações.
“A minha geração tem o costume de achar que tudo que mãe e pai fazem é brega. Às vezes é implicância, às vezes eles dão motivo – como quando chamam o WhatsApp de ZapZap. Mas é vantajoso que a gente se comunique e que eles treinem a mente para aprender algo novo."
“Os jovens não podem viver em um mundo em que não há a contribuição dos mais velhos. Por outro lado, não há como impedir os mais novos de usar as redes sociais. O que precisa ser feito é não deixar os jovens se fecharem na realidade virtual", afirma um psicólogo.
(www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/04/1613570-grupos-de-familia--no-whatsapp-levam-conflito-de-geracoes-para-a-internet.shtml.Joana Vines. Adaptado. Acessado em 08.04.2015)
* meme = o termo é usado para descrever um conceito que se espalha via internet.
De acordo com o texto, um dos motivos pelo qual o químico João Henrique Nunes não quis continuar no grupo familiar do WhatsApp foi
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Provas:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Auxiliar Administrativo
|
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Assistente de Gabinete e Assistente Legislativo |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Analista de Recursos Humanos |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Almoxarife |
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Técnico em Informática |
Q534641
Português
Texto associado
Leia o texto para responder à questão.
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Os papos (e as brigas) daqueles almoços de domingo em família agora continuam nas redes sociais ou no aplicativo WhatsApp.
O químico João Henrique Nunes, 25, pediu para sair de um grupo do WhatsApp com mais de 30 familiares.“Eu recebia mensagens incessantes de bom dia, fotos de bebês, correntes e vídeos motivacionais com mais de cinco minutos que acabavam com a minha internet 3G."
Apesar de dar um basta no grupo familiar, João coleciona diálogos engraçados com a mãe, Maria, e os publica no Facebook. Em uma das conversas expostas na rede, ele pergunta: Mãe, de que cor é esse vestido?", e envia uma foto do vestido azul e preto que no fim de fevereiro virou “meme" * na internet. A mãe não entende nada e diz: “Que vestido é esse?? João Henrique, vira homem!".
Os mal-entendidos que fazem sucesso na internet são causados por um choque de gerações, segundo Regina de Assis, consultora em educação. “Há diferenças no jeito de se relacionar. Os mais velhos ainda entendem que a relação olho no olho é insubstituível", afirma ela.
Isso leva a inevitáveis conflitos, afirma a terapeuta Juliana Potter. “Cada um pensa que seu jeito de usar a internet é o certo. Os adolescentes acham ridícula a forma como as mães usam as redes sociais, e os adultos não entendem como estar conectado é realmente importante para os jovens.
Um exemplo é o caso de Diogo, 10, filho da economista Mariana Villar, 42. “Ele inferniza a minha vida pedindo um aparelho com acesso ao WhatsApp cinquenta vezes por dia", diz ela. “Eu digo que ele não precisa, que não tem maturidade para isso, mas não adianta. Ele acha um absurdo ser o único da turma que não tem o aplicativo."
Recentemente, ela deixou o menino acessar o aplicativo do celular dela. “Ele me colocou no grupo dos amigos e eles não gostaram, reclamaram, porque eu ficava vendo as conversas. O papo é assim: um diz “oi" e todos respondem. Por que precisa de um telefone para conversar isso?"
No outro lado, os jovens riem com as dificuldades tecnológicas dos mais velhos.
“Quando minha mãe tem uma dúvida no WhatsApp, eu tento ajudar. Ela se atrapalha com os comandos mais simples. Às vezes até discutimos, porque o que parece muito simples para mim é, para ela, muito difícil de aprender, então acabo não tendo muita paciência", afirma a estudante Taís Bronca, 23.
Taís, porém, enxerga um ponto positivo no uso da internet por outras gerações.
“A minha geração tem o costume de achar que tudo que mãe e pai fazem é brega. Às vezes é implicância, às vezes eles dão motivo – como quando chamam o WhatsApp de ZapZap. Mas é vantajoso que a gente se comunique e que eles treinem a mente para aprender algo novo."
“Os jovens não podem viver em um mundo em que não há a contribuição dos mais velhos. Por outro lado, não há como impedir os mais novos de usar as redes sociais. O que precisa ser feito é não deixar os jovens se fecharem na realidade virtual", afirma um psicólogo.
(www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/04/1613570-grupos-de-familia--no-whatsapp-levam-conflito-de-geracoes-para-a-internet.shtml.Joana Vines. Adaptado. Acessado em 08.04.2015)
* meme = o termo é usado para descrever um conceito que se espalha via internet.
Segundo o texto, a resposta dada pela mãe à pergunta feita pelo filho João Henrique a respeito do vestido azul e preto
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q613994
Português
Texto associado
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Os papos (e as brigas) daqueles almoços de domingo em
família agora continuam nas redes sociais ou no aplicativo
WhatsApp.
O químico João Henrique Nunes, 25, pediu para sair
de um grupo do WhatsApp com mais de 30 familiares.“Eu
recebia mensagens incessantes de bom dia, fotos de bebês,
correntes e vídeos motivacionais com mais de cinco minutos
que acabavam com a minha internet 3G."
Apesar de dar um basta no grupo familiar, João coleciona
diálogos engraçados com a mãe, Maria, e os publica
no Facebook. Em uma das conversas expostas na rede, ele
pergunta: Mãe, de que cor é esse vestido?", e envia uma foto
do vestido azul e preto que no fim de fevereiro virou “meme" *
na internet. A mãe não entende nada e diz: “Que vestido é
esse?? João Henrique, vira homem!".
Os mal-entendidos que fazem sucesso na internet são
causados por um choque de gerações, segundo Regina de
Assis, consultora em educação. “Há diferenças no jeito de
se relacionar. Os mais velhos ainda entendem que a relação
olho no olho é insubstituível", afirma ela.
Isso leva a inevitáveis conflitos, afirma a terapeuta Juliana
Potter. “Cada um pensa que seu jeito de usar a internet é o
certo. Os adolescentes acham ridícula a forma como as mães
usam as redes sociais, e os adultos não entendem como estar
conectado é realmente importante para os jovens."
Um exemplo é o caso de Diogo, 10, filho da economista
Mariana Villar, 42. “Ele inferniza a minha vida pedindo um
aparelho com acesso ao WhatsApp cinquenta vezes por dia",
diz ela. “Eu digo que ele não precisa, que não tem maturidade
para isso, mas não adianta. Ele acha um absurdo ser o único
da turma que não tem o aplicativo."
Recentemente, ela deixou o menino acessar o aplicativo
do celular dela. “Ele me colocou no grupo dos amigos e eles
não gostaram, reclamaram, porque eu ficava vendo as conversas.
O papo é assim: um diz “oi" e todos respondem. Por
que precisa de um telefone para conversar isso?"
No outro lado, os jovens riem com as dificuldades tecnológicas
dos mais velhos.
“Quando minha mãe tem uma dúvida no WhatsApp,
eu tento ajudar. Ela se atrapalha com os comandos mais
simples. Às vezes até discutimos, porque o que parece muito
simples para mim é, para ela, muito difícil de aprender,
então acabo não tendo muita paciência", afirma a estudante
Taís Bronca, 23.
Taís, porém, enxerga um ponto positivo no uso da internet
por outras gerações.
“A minha geração tem o costume de achar que tudo que
mãe e pai fazem é brega. Às vezes é implicância, às vezes
eles dão motivo – como quando chamam o WhatsApp de
ZapZap. Mas é vantajoso que a gente se comunique e que
eles treinem a mente para aprender algo novo."
“Os jovens não podem viver em um mundo em que não
há a contribuição dos mais velhos. Por outro lado, não há
como impedir os mais novos de usar as redes sociais. O que
precisa ser feito é não deixar os jovens se fecharem na realidade
virtual", afirma um psicólogo.
(www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/04/1613570-grupos-de-familia-
-no-whatsapp-levam-conflito-de-geracoes-para-a-internet.shtml.Joana Vines.
Adaptado. Acessado em 08.04.2015)
*meme = o termo é usado para descrever um conceito que se espalha
via internet.
Assinale a alternativa em que, na frase adaptada do
texto, a vírgula está empregada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q613995
Português
Texto associado
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Os papos (e as brigas) daqueles almoços de domingo em
família agora continuam nas redes sociais ou no aplicativo
WhatsApp.
O químico João Henrique Nunes, 25, pediu para sair
de um grupo do WhatsApp com mais de 30 familiares.“Eu
recebia mensagens incessantes de bom dia, fotos de bebês,
correntes e vídeos motivacionais com mais de cinco minutos
que acabavam com a minha internet 3G."
Apesar de dar um basta no grupo familiar, João coleciona
diálogos engraçados com a mãe, Maria, e os publica
no Facebook. Em uma das conversas expostas na rede, ele
pergunta: Mãe, de que cor é esse vestido?", e envia uma foto
do vestido azul e preto que no fim de fevereiro virou “meme" *
na internet. A mãe não entende nada e diz: “Que vestido é
esse?? João Henrique, vira homem!".
Os mal-entendidos que fazem sucesso na internet são
causados por um choque de gerações, segundo Regina de
Assis, consultora em educação. “Há diferenças no jeito de
se relacionar. Os mais velhos ainda entendem que a relação
olho no olho é insubstituível", afirma ela.
Isso leva a inevitáveis conflitos, afirma a terapeuta Juliana
Potter. “Cada um pensa que seu jeito de usar a internet é o
certo. Os adolescentes acham ridícula a forma como as mães
usam as redes sociais, e os adultos não entendem como estar
conectado é realmente importante para os jovens."
Um exemplo é o caso de Diogo, 10, filho da economista
Mariana Villar, 42. “Ele inferniza a minha vida pedindo um
aparelho com acesso ao WhatsApp cinquenta vezes por dia",
diz ela. “Eu digo que ele não precisa, que não tem maturidade
para isso, mas não adianta. Ele acha um absurdo ser o único
da turma que não tem o aplicativo."
Recentemente, ela deixou o menino acessar o aplicativo
do celular dela. “Ele me colocou no grupo dos amigos e eles
não gostaram, reclamaram, porque eu ficava vendo as conversas.
O papo é assim: um diz “oi" e todos respondem. Por
que precisa de um telefone para conversar isso?"
No outro lado, os jovens riem com as dificuldades tecnológicas
dos mais velhos.
“Quando minha mãe tem uma dúvida no WhatsApp,
eu tento ajudar. Ela se atrapalha com os comandos mais
simples. Às vezes até discutimos, porque o que parece muito
simples para mim é, para ela, muito difícil de aprender,
então acabo não tendo muita paciência", afirma a estudante
Taís Bronca, 23.
Taís, porém, enxerga um ponto positivo no uso da internet
por outras gerações.
“A minha geração tem o costume de achar que tudo que
mãe e pai fazem é brega. Às vezes é implicância, às vezes
eles dão motivo – como quando chamam o WhatsApp de
ZapZap. Mas é vantajoso que a gente se comunique e que
eles treinem a mente para aprender algo novo."
“Os jovens não podem viver em um mundo em que não
há a contribuição dos mais velhos. Por outro lado, não há
como impedir os mais novos de usar as redes sociais. O que
precisa ser feito é não deixar os jovens se fecharem na realidade
virtual", afirma um psicólogo.
(www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/04/1613570-grupos-de-familia-
-no-whatsapp-levam-conflito-de-geracoes-para-a-internet.shtml.Joana Vines.
Adaptado. Acessado em 08.04.2015)
*meme = o termo é usado para descrever um conceito que se espalha
via internet.
Nas frases adaptadas do texto, a concordância está de
acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q613996
Português
Texto associado
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Os papos (e as brigas) daqueles almoços de domingo em
família agora continuam nas redes sociais ou no aplicativo
WhatsApp.
O químico João Henrique Nunes, 25, pediu para sair
de um grupo do WhatsApp com mais de 30 familiares.“Eu
recebia mensagens incessantes de bom dia, fotos de bebês,
correntes e vídeos motivacionais com mais de cinco minutos
que acabavam com a minha internet 3G."
Apesar de dar um basta no grupo familiar, João coleciona
diálogos engraçados com a mãe, Maria, e os publica
no Facebook. Em uma das conversas expostas na rede, ele
pergunta: Mãe, de que cor é esse vestido?", e envia uma foto
do vestido azul e preto que no fim de fevereiro virou “meme" *
na internet. A mãe não entende nada e diz: “Que vestido é
esse?? João Henrique, vira homem!".
Os mal-entendidos que fazem sucesso na internet são
causados por um choque de gerações, segundo Regina de
Assis, consultora em educação. “Há diferenças no jeito de
se relacionar. Os mais velhos ainda entendem que a relação
olho no olho é insubstituível", afirma ela.
Isso leva a inevitáveis conflitos, afirma a terapeuta Juliana
Potter. “Cada um pensa que seu jeito de usar a internet é o
certo. Os adolescentes acham ridícula a forma como as mães
usam as redes sociais, e os adultos não entendem como estar
conectado é realmente importante para os jovens."
Um exemplo é o caso de Diogo, 10, filho da economista
Mariana Villar, 42. “Ele inferniza a minha vida pedindo um
aparelho com acesso ao WhatsApp cinquenta vezes por dia",
diz ela. “Eu digo que ele não precisa, que não tem maturidade
para isso, mas não adianta. Ele acha um absurdo ser o único
da turma que não tem o aplicativo."
Recentemente, ela deixou o menino acessar o aplicativo
do celular dela. “Ele me colocou no grupo dos amigos e eles
não gostaram, reclamaram, porque eu ficava vendo as conversas.
O papo é assim: um diz “oi" e todos respondem. Por
que precisa de um telefone para conversar isso?"
No outro lado, os jovens riem com as dificuldades tecnológicas
dos mais velhos.
“Quando minha mãe tem uma dúvida no WhatsApp,
eu tento ajudar. Ela se atrapalha com os comandos mais
simples. Às vezes até discutimos, porque o que parece muito
simples para mim é, para ela, muito difícil de aprender,
então acabo não tendo muita paciência", afirma a estudante
Taís Bronca, 23.
Taís, porém, enxerga um ponto positivo no uso da internet
por outras gerações.
“A minha geração tem o costume de achar que tudo que
mãe e pai fazem é brega. Às vezes é implicância, às vezes
eles dão motivo – como quando chamam o WhatsApp de
ZapZap. Mas é vantajoso que a gente se comunique e que
eles treinem a mente para aprender algo novo."
“Os jovens não podem viver em um mundo em que não
há a contribuição dos mais velhos. Por outro lado, não há
como impedir os mais novos de usar as redes sociais. O que
precisa ser feito é não deixar os jovens se fecharem na realidade
virtual", afirma um psicólogo.
(www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/04/1613570-grupos-de-familia-
-no-whatsapp-levam-conflito-de-geracoes-para-a-internet.shtml.Joana Vines.
Adaptado. Acessado em 08.04.2015)
*meme = o termo é usado para descrever um conceito que se espalha
via internet.
Considere as seguintes frases:
I. Recentemente, ela deixou que o menino acessasse o aplicativo do celular dela.
II. … não há como impedir os mais novos de usar as redes sociais.
III. … como quando chamam o WhatsApp de ZapZap.
Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, as expressões em destaque por pronomes e atende às regras de colocação estabelecidas pela norma-padrão da língua portuguesa.
I. Recentemente, ela deixou que o menino acessasse o aplicativo do celular dela.
II. … não há como impedir os mais novos de usar as redes sociais.
III. … como quando chamam o WhatsApp de ZapZap.
Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, as expressões em destaque por pronomes e atende às regras de colocação estabelecidas pela norma-padrão da língua portuguesa.
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q613997
Português
Texto associado
Grupos de família no WhatsApp levam conflito
de gerações para a Internet
Os papos (e as brigas) daqueles almoços de domingo em
família agora continuam nas redes sociais ou no aplicativo
WhatsApp.
O químico João Henrique Nunes, 25, pediu para sair
de um grupo do WhatsApp com mais de 30 familiares.“Eu
recebia mensagens incessantes de bom dia, fotos de bebês,
correntes e vídeos motivacionais com mais de cinco minutos
que acabavam com a minha internet 3G."
Apesar de dar um basta no grupo familiar, João coleciona
diálogos engraçados com a mãe, Maria, e os publica
no Facebook. Em uma das conversas expostas na rede, ele
pergunta: Mãe, de que cor é esse vestido?", e envia uma foto
do vestido azul e preto que no fim de fevereiro virou “meme" *
na internet. A mãe não entende nada e diz: “Que vestido é
esse?? João Henrique, vira homem!".
Os mal-entendidos que fazem sucesso na internet são
causados por um choque de gerações, segundo Regina de
Assis, consultora em educação. “Há diferenças no jeito de
se relacionar. Os mais velhos ainda entendem que a relação
olho no olho é insubstituível", afirma ela.
Isso leva a inevitáveis conflitos, afirma a terapeuta Juliana
Potter. “Cada um pensa que seu jeito de usar a internet é o
certo. Os adolescentes acham ridícula a forma como as mães
usam as redes sociais, e os adultos não entendem como estar
conectado é realmente importante para os jovens."
Um exemplo é o caso de Diogo, 10, filho da economista
Mariana Villar, 42. “Ele inferniza a minha vida pedindo um
aparelho com acesso ao WhatsApp cinquenta vezes por dia",
diz ela. “Eu digo que ele não precisa, que não tem maturidade
para isso, mas não adianta. Ele acha um absurdo ser o único
da turma que não tem o aplicativo."
Recentemente, ela deixou o menino acessar o aplicativo
do celular dela. “Ele me colocou no grupo dos amigos e eles
não gostaram, reclamaram, porque eu ficava vendo as conversas.
O papo é assim: um diz “oi" e todos respondem. Por
que precisa de um telefone para conversar isso?"
No outro lado, os jovens riem com as dificuldades tecnológicas
dos mais velhos.
“Quando minha mãe tem uma dúvida no WhatsApp,
eu tento ajudar. Ela se atrapalha com os comandos mais
simples. Às vezes até discutimos, porque o que parece muito
simples para mim é, para ela, muito difícil de aprender,
então acabo não tendo muita paciência", afirma a estudante
Taís Bronca, 23.
Taís, porém, enxerga um ponto positivo no uso da internet
por outras gerações.
“A minha geração tem o costume de achar que tudo que
mãe e pai fazem é brega. Às vezes é implicância, às vezes
eles dão motivo – como quando chamam o WhatsApp de
ZapZap. Mas é vantajoso que a gente se comunique e que
eles treinem a mente para aprender algo novo."
“Os jovens não podem viver em um mundo em que não
há a contribuição dos mais velhos. Por outro lado, não há
como impedir os mais novos de usar as redes sociais. O que
precisa ser feito é não deixar os jovens se fecharem na realidade
virtual", afirma um psicólogo.
(www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/04/1613570-grupos-de-familia-
-no-whatsapp-levam-conflito-de-geracoes-para-a-internet.shtml.Joana Vines.
Adaptado. Acessado em 08.04.2015)
*meme = o termo é usado para descrever um conceito que se espalha
via internet.
Nos trechos – Recentemente, ela deixou o menino acessar
o aplicativo do celular dela. – e – Às vezes é implicância,
às vezes eles dão motivo – os termos em destaque
expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q613998
Português
Texto associado
Chicungunha
Como se a dengue fosse pouco, bate à porta o vírus chicungunha, transmitido pelo mesmo mosquito.
No Brasil, o Ministério da Saúde contabilizou 337 casos no dia 11 de outubro, número que saltou para 824 em duas semanas, distribuídos principalmente entre Oiapoque, no Amapá, Feira de Santana e Riachão do Jacuípe, na Bahia.
A disseminação rápida é atribuída à ausência de imunidade na população e à distribuição dos mosquitos- -vetores capazes de transmitir o vírus: Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos da dengue.
O nome chicungunha veio da língua Kimakonde, com o significado de “homem que anda arqueado", referência às dores articulares da enfermidade.
Como a história da dengue e da febre amarela, a do chicungunha é indissociável do comportamento humano. O aquecimento e a seca que assolaram o norte da África há 5000 anos forçaram espécies ancestrais dos mosquitos a adaptar-se_________ ambientes___________ os homens armazenavam água.
A febre chicungunha, que emergiu na África, chegou__________ Ásia e______________ Américas.
O chicungunha já é uma ameaça para nós, como demonstra a velocidade de disseminação na Bahia e no Amapá.
(Folha de S.Paulo, 15 nov. 2014. Adaptado)
Leia as frases:
Como a história da dengue e da febre amarela, a do chicungunha é indissociável do comportamento humano. (5º parágrafo)
O chicungunha já é uma ameaça para nós, como demonstra a velocidade de disseminação na Bahia e no Amapá. (7º parágrafo)
As expressões em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de
Como a história da dengue e da febre amarela, a do chicungunha é indissociável do comportamento humano. (5º parágrafo)
O chicungunha já é uma ameaça para nós, como demonstra a velocidade de disseminação na Bahia e no Amapá. (7º parágrafo)
As expressões em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q613999
Português
Texto associado
Chicungunha
Como se a dengue fosse pouco, bate à porta o vírus chicungunha, transmitido pelo mesmo mosquito.
No Brasil, o Ministério da Saúde contabilizou 337 casos no dia 11 de outubro, número que saltou para 824 em duas semanas, distribuídos principalmente entre Oiapoque, no Amapá, Feira de Santana e Riachão do Jacuípe, na Bahia.
A disseminação rápida é atribuída à ausência de imunidade na população e à distribuição dos mosquitos- -vetores capazes de transmitir o vírus: Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos da dengue.
O nome chicungunha veio da língua Kimakonde, com o significado de “homem que anda arqueado", referência às dores articulares da enfermidade.
Como a história da dengue e da febre amarela, a do chicungunha é indissociável do comportamento humano. O aquecimento e a seca que assolaram o norte da África há 5000 anos forçaram espécies ancestrais dos mosquitos a adaptar-se_________ ambientes___________ os homens armazenavam água.
A febre chicungunha, que emergiu na África, chegou__________ Ásia e______________ Américas.
O chicungunha já é uma ameaça para nós, como demonstra a velocidade de disseminação na Bahia e no Amapá.
(Folha de S.Paulo, 15 nov. 2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que é correto completar a frase
com a forma verbal há, assim como em – O aquecimento
e a seca que assolaram o norte da África há 5000 anos
forçaram espécies ancestrais…
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614000
Português
Texto associado
Chicungunha
Como se a dengue fosse pouco, bate à porta o vírus chicungunha, transmitido pelo mesmo mosquito.
No Brasil, o Ministério da Saúde contabilizou 337 casos no dia 11 de outubro, número que saltou para 824 em duas semanas, distribuídos principalmente entre Oiapoque, no Amapá, Feira de Santana e Riachão do Jacuípe, na Bahia.
A disseminação rápida é atribuída à ausência de imunidade na população e à distribuição dos mosquitos- -vetores capazes de transmitir o vírus: Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos da dengue.
O nome chicungunha veio da língua Kimakonde, com o significado de “homem que anda arqueado", referência às dores articulares da enfermidade.
Como a história da dengue e da febre amarela, a do chicungunha é indissociável do comportamento humano. O aquecimento e a seca que assolaram o norte da África há 5000 anos forçaram espécies ancestrais dos mosquitos a adaptar-se_________ ambientes___________ os homens armazenavam água.
A febre chicungunha, que emergiu na África, chegou__________ Ásia e______________ Américas.
O chicungunha já é uma ameaça para nós, como demonstra a velocidade de disseminação na Bahia e no Amapá.
(Folha de S.Paulo, 15 nov. 2014. Adaptado)
Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta
e respectivamente, as lacunas do texto:
O aquecimento e a seca que assolaram o norte da África há 5000 anos forçaram espécies ancestrais dos mosquitos a adaptar-se ______________ ambientes ____________ os homens armazenavam água.
A febre chicungunha, que emergiu na África, chegou ______Ásia e _______ Américas.
O aquecimento e a seca que assolaram o norte da África há 5000 anos forçaram espécies ancestrais dos mosquitos a adaptar-se ______________ ambientes ____________ os homens armazenavam água.
A febre chicungunha, que emergiu na África, chegou ______Ásia e _______ Américas.
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614001
Matemática
Certa mistura é preparada com 800 mililitros do componente
M e 450 mililitros do componente N. Se cada
100 mililitros de M e de N custam, respectivamente,
R$ 1,50 e R$ 2,00, então o custo de 200 mililitros dessa
mistura será igual a
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614002
Matemática
Em um campeonato amador de futebol, cada time disputou
duas partidas com cada um dos demais times
participantes, sendo uma no primeiro turno e outra
no segundo turno. Se cada time disputou um total de
26 partidas, então o número de times participantes dessa
competição era
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614003
Matemática
Um município contratou agentes sanitários para atuar na
prevenção e no combate ao mosquito da dengue. O número de contratados, que não chega a 200, deverá ser
dividido em equipes com o mesmo número de agentes em
cada uma. No entanto, se forem constituídas equipes de
6, ou de 12, ou de 18, ou de 20 agentes, sobrarão sempre
3 deles. O número de agentes sanitários contratados foi
igual a
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614004
Matemática
Uma grande avenida teve a extensão total a ser recapeada
dividida em 3 trechos iguais, A, B e C. Sabe-se
que já foram recapeados 3,3 quilômetros do total, sendo
que o número de quilômetros já recapeados nos trechos
A, B e C é diretamente proporcional aos números 6, 3 e
2, respectivamente. Se no trecho B restam 600 metros
ainda não recapeados, então a soma das extensões
totais dos trechos A, B e C é igual, em quilômetros, a
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614005
Matemática
Texto associado
Para segmentar as informações, um painel para avisos,
de formato retangular, foi dividido em 4 regiões distintas,
sendo a região III quadrada e as regiões I, II e IV, retangulares,
conforme mostrado na figura, cujas dimensões
indicadas estão em centímetros.
Sabe-se que a área da região IV é igual à metade da área
da região I, e que a soma das áreas de ambas é igual
a 1800 cm2
. Nessas condições, é correto afirmar que a
área da região III é igual, em cm2
, a
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614006
Matemática
Em uma barraca de tiro ao alvo, o atirador ganha 10 pontos
se o tiro acertar a região central do alvo, 5 pontos se
o tiro acertar as regiões periféricas do alvo, e não ganha
nem perde pontos se o tiro não acertar o alvo. Geraldo
deu 20 tiros, dos quais 6 não acertaram o alvo, e fez
um total de 95 pontos. O produto do número de tiros de
Geraldo que acertaram a região central e do número de
tiros que acertaram a região periférica do alvo é igual a
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614007
Matemática
As dosagens prescritas, em mL, de um mesmo medicamento
foram diferentes para Helena e Inês. Ambas ingeriram
quatro doses sucessivas, sendo que, para Helena,
cada dose, com exceção da primeira, foi igual à metade
da dose imediatamente anterior. Já para Inês, cada dose,
com exceção da primeira, foi igual ao dobro da dose imediatamente
anterior. Sabendo-se que a primeira dose de
Inês foi igual à quarta parte da primeira dose de Helena,
é correto afirmar que
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614008
Matemática
Para proteção das plantas, uma grade foi colocada em
todo o perímetro do jardim representado na figura, que
tem a forma de um triângulo retângulo.
Se a área desse jardim é 96 m2 , então a medida do seu perímetro é igual, em metros, a
Se a área desse jardim é 96 m2 , então a medida do seu perímetro é igual, em metros, a
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614009
Matemática
Uma prova com 20 questões objetivas foi iniciada às
8 horas. Os tempos gastos por Jonas na resolução das
5 primeiras questões foram, respectivamente, 1min 30s,
1min 50s, 2min 40s, 2min 30s e 2min 20s. Admitindo-se
que a média aritmética dos tempos gastos na resolução
das 5 primeiras questões e a média aritmética dos tempos
gastos na resolução das questões restantes tenham
sido iguais, pode-se afirmar que Jonas concluiu a resolução dessa prova às
Ano: 2015
Banca:
VUNESP
Órgão:
Câmara Municipal de Itatiba - SP
Prova:
VUNESP - 2015 - Câmara Municipal de Itatiba - SP - Fotógrafo |
Q614010
Matemática
“Conexões: 200 milhões é a quantidade de usuários da
rede social Facebook na América Latina".
(O Estado de S.Paulo, 04.03.2015)
Sabe-se que, na data citada, o número de usuários dessa rede social no Brasil era aproximadamente 15% menor do que o número de usuários de todos os demais países da América Latina. Desse modo, é correto afirmar que o número aproximado de usuários do Facebook no Brasil era, em milhões,
(O Estado de S.Paulo, 04.03.2015)
Sabe-se que, na data citada, o número de usuários dessa rede social no Brasil era aproximadamente 15% menor do que o número de usuários de todos os demais países da América Latina. Desse modo, é correto afirmar que o número aproximado de usuários do Facebook no Brasil era, em milhões,