Questões de Concurso Público Prefeitura de Itapevi - SP 2025 para Fisioterapeuta Neurológico
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Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti mento construído e influenciado por fatores internos e exter nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa bilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti mento construído e influenciado por fatores internos e exter nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa bilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti mento construído e influenciado por fatores internos e exter nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa bilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
“Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro” (1o parágrafo).
Os termos destacados têm como sinônimo e antônimo, respectivamente:
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti mento construído e influenciado por fatores internos e exter nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa bilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti mento construído e influenciado por fatores internos e exter nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa bilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti mento construído e influenciado por fatores internos e exter nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa bilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti mento construído e influenciado por fatores internos e exter nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa bilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)


A Organização Mundial da Saúde define saúde como “o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”. Os veteranos da área costumam dizer que essa é, na realidade, a definição de felicidade.
Pode ser. Mas a verdade é que os estudos científicos apontam, cada vez mais, para uma estreita relação entre saúde e a condição de ser feliz. O que não é de surpreender. No mundo em que vivemos, as doenças dependem muito de nosso estilo de vida.
Estilo de vida que, por sua vez, é resultado de uma cul tura que nos pressiona a consumir mais, a comer mais, a ficar sentados diante da tela da TV, a fumar, a consumir álcool e drogas. Tudo isso, paradoxalmente, traduz-se em insatisfa ção, porque esse tipo de apelo não tem limites. A insatisfação leva à tristeza, à depressão, associada com várias doenças, como diabetes ou acidente vascular cerebral.
Um estudo mostrou que pessoas idosas que se conside ram felizes têm menor probabilidade de ser vítimas de aci dente vascular cerebral. Outro estudo mostrou que mulheres deprimidas estão mais propensas a ter o endurecimento das artérias, conhecido como aterosclerose.
Pergunta: por que isso acontece? É a felicidade uma poção mágica, uma panaceia contra doenças? Claro que não. O que acontece é que as pessoas infelizes tendem a adotar, como compensação, o estilo de vida acima citado, que, este sim, causa doença.
‘Sorria’ pode ser, portanto, um bom conselho, na medida em que o sorriso, atributo caracteristicamente humano, possa ser um indicador do sentimento de felicidade. Mas a conquista da felicidade não depende só da pessoa. Se a angústia é demasiada, a ajuda profissional pode ser necessária.
Razão tem a Constituição americana de 1776, quando inclui, entre os direitos fundamentais, o pursuit of happiness, a busca da felicidade. Se temos direito à saúde – e a Cons tituição brasileira de 1988 isso nos garante –, por que não teríamos direito à felicidade – ao sorriso?”
(Moacyr Scliar. “Sorrir para a vida”. https://www.academia.org.br. 02.01.2006. Adaptado)
A Organização Mundial da Saúde define saúde como “o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”. Os veteranos da área costumam dizer que essa é, na realidade, a definição de felicidade.
Pode ser. Mas a verdade é que os estudos científicos apontam, cada vez mais, para uma estreita relação entre saúde e a condição de ser feliz. O que não é de surpreender. No mundo em que vivemos, as doenças dependem muito de nosso estilo de vida.
Estilo de vida que, por sua vez, é resultado de uma cul tura que nos pressiona a consumir mais, a comer mais, a ficar sentados diante da tela da TV, a fumar, a consumir álcool e drogas. Tudo isso, paradoxalmente, traduz-se em insatisfa ção, porque esse tipo de apelo não tem limites. A insatisfação leva à tristeza, à depressão, associada com várias doenças, como diabetes ou acidente vascular cerebral.
Um estudo mostrou que pessoas idosas que se conside ram felizes têm menor probabilidade de ser vítimas de aci dente vascular cerebral. Outro estudo mostrou que mulheres deprimidas estão mais propensas a ter o endurecimento das artérias, conhecido como aterosclerose.
Pergunta: por que isso acontece? É a felicidade uma poção mágica, uma panaceia contra doenças? Claro que não. O que acontece é que as pessoas infelizes tendem a adotar, como compensação, o estilo de vida acima citado, que, este sim, causa doença.
‘Sorria’ pode ser, portanto, um bom conselho, na medida em que o sorriso, atributo caracteristicamente humano, possa ser um indicador do sentimento de felicidade. Mas a conquista da felicidade não depende só da pessoa. Se a angústia é demasiada, a ajuda profissional pode ser necessária.
Razão tem a Constituição americana de 1776, quando inclui, entre os direitos fundamentais, o pursuit of happiness, a busca da felicidade. Se temos direito à saúde – e a Cons tituição brasileira de 1988 isso nos garante –, por que não teríamos direito à felicidade – ao sorriso?”
(Moacyr Scliar. “Sorrir para a vida”. https://www.academia.org.br. 02.01.2006. Adaptado)
Considere o texto a seguir.
A saúde plena assemelha-se felicidade simples. Sorrir é tão benéfico saúde do homem que o ajuda prevenir doenças como _____ depressão.
Com relação ao emprego do acento indicativo de crase, lacunas do texto devem der preenchidas, correta e respectivamente, por:
Para analisar a hipótese de que a desigualdade socio econômica influenciou a distribuição da covid-19 nos maiores municípios brasileiros, foi conduzido um estudo epidemiológico que analisou as taxas de internações e óbitos pela doença registrados no período de março a dezembro de 2020, nos 326 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes.
Considerando as informações do enunciado, assinale a alternativa correspondente ao tipo de estudo epidemio lógico realizado.