Questões de Concurso Sobre português para fundatec

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Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: CRMV-RS Prova: FUNDATEC - 2011 - CRMV-RS - Advogado |
Q2956940 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Vivissecção: ciência ou barbárie?

Aurélio Munhoz*


01 ___A palavra complicada usada no título deste artigo justifica uma explicação inicial. Em sentido restrito,

02 vivissecção é a prática (cuja origem é atribuída ao médico romano de origem grega Cláudio Galenao, no

03 século I d.C) de se dissecar animais vivos para estudar sua anatomia e fisiologia. Em sentido amplo, o

04 termo define todos os experimentos realizados em animais vivos.

05 ___Tanto em um caso quanto no outro, porém, os resultados são sempre os mesmos: dor e sofrimento.

06 É isso o que acontece nas câmaras de torturas – _________ chamadas de laboratórios – de universidades

07 públicas e privadas, indústrias (sobretudo de produtos farmacêuticos e cosméticos) e institutos de pesquisa.

08 ___Nelas, animais vivos – mamíferos, em especial – são submetidos a um rol ________ de experiências,

09 cujo espaço restrito deste artigo não nos permite detalhar. Citemos algumas: a _________ de membros

10 sadios para a implantação de próteses produzidas com novos materiais supostamente úteis aos seres

11 humanos, a injeção de substâncias tóxicas no corpo ou a aplicação de produtos químicos na pele para a

12 verificação dos seus efeitos e, ainda, a fixação de instrumentos em órgãos internos (como o crânio) para o

13 monitoramento das suas atividades diante de choques elétricos ou de novas drogas.

14 ___Tudo em nome da Ciência – e, de forma velada, do dinheiro. Porque, não se iluda, este é o pano de

15 fundo do debate. Ainda que fosse justificável a necessidade de se torturar e mutilar animais em nome da

16 Ciência, o que é discutível, não o é fazê-lo em nome do dinheiro. Por isso, a vivissecção é, sem dúvida, a

17 maior das questões da Bioética.

18 ___Não por acaso. Não há _________ oficiais sobre o número de animais mortos neste gênero de

19 barbárie moderna, mas os PhDs alemães Milly Schar-Manzoli e Max Heller, no livro Holocausto, estimam

20 que a máquina de dinheiro que move esta fábrica de horrores chega a consumir extraordinários

21 quatrocentos milhões de animais em todo o mundo, anualmente.

22 ___Não se diga, seguindo a cartilha maquiavélica, que os fins justificam os meios. No livro Alternativas ao

23 uso de animais vivos na Educação, o biólogo paulista Sérgio Greif relaciona uma longa lista de alternativas

24 eficazes à vivissecção, que esvaziam os discursos de que este tipo de prática é necessário: modelos e

25 simuladores mecânicos ou de computador, realidade virtual, acompanhamento clínico em pacientes reais,

26 auto-experimentação não-invasiva, estudo anatômico de animais mortos por causas naturais, além dos

27 filmes e vídeos interativos.

28 ___Apoiadas por cientistas, pesquisadores, políticos e até executivos de grandes empresas privadas,

29 instituições sérias como a InterNiche (International Networtk of Individuals and Campaigns for a Humane

30 Education) e a British Union for the Abolition of Vivisection (organização que existe desde o final do século

31 19) têm uma coleção de bem fundamentados _________ contrários a este tipo de prática.

32 ___Provando que a preocupação com o tema não é delírio das organizações de defesa dos animais, a

33 grande maioria das escolas de medicina dos EUA (maior berço científico do planeta) não usa animais. Entre

34 elas, as consagradíssimas Harvard Medical School e Columbia University College of Physicians and

35 Surgeons. Baseiam-se, entre outras coisas, em estudos que comprovam que 51,5% das drogas lançadas

36 entre 1976 e 1985 ofereciam riscos aos seres humanos não previstos nos testes.

37 ___Já em Israel, a El Al (principal linha aérea do País) se recusa a transportar primatas para serem

38 usados em experiências. , a vivissecção é proibida em todas as instituições federais de ensino. O

39 argumento que utilizam para justificar esta atitude, com o qual encerra-se este artigo, é uma primorosa lição

40 de humanidade. “É mais importante ensinar aos alunos israelenses a compaixão pelos animais porque este

41 sentimento certamente criará maior compaixão por seres humanos”.


(*In: www.anda.jor.br/2011/06/19/vivisseccao-ciencia-ou-barbarie (Acessado em 19 de junho de 2011))

Qual é a finalidade da referência ao Holocausto, no 5º parágrafo?

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: CRMV-RS Prova: FUNDATEC - 2011 - CRMV-RS - Advogado |
Q2956939 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Vivissecção: ciência ou barbárie?

Aurélio Munhoz*


01 ___A palavra complicada usada no título deste artigo justifica uma explicação inicial. Em sentido restrito,

02 vivissecção é a prática (cuja origem é atribuída ao médico romano de origem grega Cláudio Galenao, no

03 século I d.C) de se dissecar animais vivos para estudar sua anatomia e fisiologia. Em sentido amplo, o

04 termo define todos os experimentos realizados em animais vivos.

05 ___Tanto em um caso quanto no outro, porém, os resultados são sempre os mesmos: dor e sofrimento.

06 É isso o que acontece nas câmaras de torturas – _________ chamadas de laboratórios – de universidades

07 públicas e privadas, indústrias (sobretudo de produtos farmacêuticos e cosméticos) e institutos de pesquisa.

08 ___Nelas, animais vivos – mamíferos, em especial – são submetidos a um rol ________ de experiências,

09 cujo espaço restrito deste artigo não nos permite detalhar. Citemos algumas: a _________ de membros

10 sadios para a implantação de próteses produzidas com novos materiais supostamente úteis aos seres

11 humanos, a injeção de substâncias tóxicas no corpo ou a aplicação de produtos químicos na pele para a

12 verificação dos seus efeitos e, ainda, a fixação de instrumentos em órgãos internos (como o crânio) para o

13 monitoramento das suas atividades diante de choques elétricos ou de novas drogas.

14 ___Tudo em nome da Ciência – e, de forma velada, do dinheiro. Porque, não se iluda, este é o pano de

15 fundo do debate. Ainda que fosse justificável a necessidade de se torturar e mutilar animais em nome da

16 Ciência, o que é discutível, não o é fazê-lo em nome do dinheiro. Por isso, a vivissecção é, sem dúvida, a

17 maior das questões da Bioética.

18 ___Não por acaso. Não há _________ oficiais sobre o número de animais mortos neste gênero de

19 barbárie moderna, mas os PhDs alemães Milly Schar-Manzoli e Max Heller, no livro Holocausto, estimam

20 que a máquina de dinheiro que move esta fábrica de horrores chega a consumir extraordinários

21 quatrocentos milhões de animais em todo o mundo, anualmente.

22 ___Não se diga, seguindo a cartilha maquiavélica, que os fins justificam os meios. No livro Alternativas ao

23 uso de animais vivos na Educação, o biólogo paulista Sérgio Greif relaciona uma longa lista de alternativas

24 eficazes à vivissecção, que esvaziam os discursos de que este tipo de prática é necessário: modelos e

25 simuladores mecânicos ou de computador, realidade virtual, acompanhamento clínico em pacientes reais,

26 auto-experimentação não-invasiva, estudo anatômico de animais mortos por causas naturais, além dos

27 filmes e vídeos interativos.

28 ___Apoiadas por cientistas, pesquisadores, políticos e até executivos de grandes empresas privadas,

29 instituições sérias como a InterNiche (International Networtk of Individuals and Campaigns for a Humane

30 Education) e a British Union for the Abolition of Vivisection (organização que existe desde o final do século

31 19) têm uma coleção de bem fundamentados _________ contrários a este tipo de prática.

32 ___Provando que a preocupação com o tema não é delírio das organizações de defesa dos animais, a

33 grande maioria das escolas de medicina dos EUA (maior berço científico do planeta) não usa animais. Entre

34 elas, as consagradíssimas Harvard Medical School e Columbia University College of Physicians and

35 Surgeons. Baseiam-se, entre outras coisas, em estudos que comprovam que 51,5% das drogas lançadas

36 entre 1976 e 1985 ofereciam riscos aos seres humanos não previstos nos testes.

37 ___Já em Israel, a El Al (principal linha aérea do País) se recusa a transportar primatas para serem

38 usados em experiências. , a vivissecção é proibida em todas as instituições federais de ensino. O

39 argumento que utilizam para justificar esta atitude, com o qual encerra-se este artigo, é uma primorosa lição

40 de humanidade. “É mais importante ensinar aos alunos israelenses a compaixão pelos animais porque este

41 sentimento certamente criará maior compaixão por seres humanos”.


(*In: www.anda.jor.br/2011/06/19/vivisseccao-ciencia-ou-barbarie (Acessado em 19 de junho de 2011))

A partir da abordagem do texto, podem se fazer as seguintes inferências, com exceção de:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: CRMV-RS Prova: FUNDATEC - 2011 - CRMV-RS - Advogado |
Q2955418 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Vivissecção: ciência ou barbárie?

Aurélio Munhoz*


01 ___A palavra complicada usada no título deste artigo justifica uma explicação inicial. Em sentido restrito,

02 vivissecção é a prática (cuja origem é atribuída ao médico romano de origem grega Cláudio Galenao, no

03 século I d.C) de se dissecar animais vivos para estudar sua anatomia e fisiologia. Em sentido amplo, o

04 termo define todos os experimentos realizados em animais vivos.

05 ___Tanto em um caso quanto no outro, porém, os resultados são sempre os mesmos: dor e sofrimento.

06 É isso o que acontece nas câmaras de torturas – _________ chamadas de laboratórios – de universidades

07 públicas e privadas, indústrias (sobretudo de produtos farmacêuticos e cosméticos) e institutos de pesquisa.

08 ___Nelas, animais vivos – mamíferos, em especial – são submetidos a um rol ________ de experiências,

09 cujo espaço restrito deste artigo não nos permite detalhar. Citemos algumas: a _________ de membros

10 sadios para a implantação de próteses produzidas com novos materiais supostamente úteis aos seres

11 humanos, a injeção de substâncias tóxicas no corpo ou a aplicação de produtos químicos na pele para a

12 verificação dos seus efeitos e, ainda, a fixação de instrumentos em órgãos internos (como o crânio) para o

13 monitoramento das suas atividades diante de choques elétricos ou de novas drogas.

14 ___Tudo em nome da Ciência – e, de forma velada, do dinheiro. Porque, não se iluda, este é o pano de

15 fundo do debate. Ainda que fosse justificável a necessidade de se torturar e mutilar animais em nome da

16 Ciência, o que é discutível, não o é fazê-lo em nome do dinheiro. Por isso, a vivissecção é, sem dúvida, a

17 maior das questões da Bioética.

18 ___Não por acaso. Não há _________ oficiais sobre o número de animais mortos neste gênero de

19 barbárie moderna, mas os PhDs alemães Milly Schar-Manzoli e Max Heller, no livro Holocausto, estimam

20 que a máquina de dinheiro que move esta fábrica de horrores chega a consumir extraordinários

21 quatrocentos milhões de animais em todo o mundo, anualmente.

22 ___Não se diga, seguindo a cartilha maquiavélica, que os fins justificam os meios. No livro Alternativas ao

23 uso de animais vivos na Educação, o biólogo paulista Sérgio Greif relaciona uma longa lista de alternativas

24 eficazes à vivissecção, que esvaziam os discursos de que este tipo de prática é necessário: modelos e

25 simuladores mecânicos ou de computador, realidade virtual, acompanhamento clínico em pacientes reais,

26 auto-experimentação não-invasiva, estudo anatômico de animais mortos por causas naturais, além dos

27 filmes e vídeos interativos.

28 ___Apoiadas por cientistas, pesquisadores, políticos e até executivos de grandes empresas privadas,

29 instituições sérias como a InterNiche (International Networtk of Individuals and Campaigns for a Humane

30 Education) e a British Union for the Abolition of Vivisection (organização que existe desde o final do século

31 19) têm uma coleção de bem fundamentados _________ contrários a este tipo de prática.

32 ___Provando que a preocupação com o tema não é delírio das organizações de defesa dos animais, a

33 grande maioria das escolas de medicina dos EUA (maior berço científico do planeta) não usa animais. Entre

34 elas, as consagradíssimas Harvard Medical School e Columbia University College of Physicians and

35 Surgeons. Baseiam-se, entre outras coisas, em estudos que comprovam que 51,5% das drogas lançadas

36 entre 1976 e 1985 ofereciam riscos aos seres humanos não previstos nos testes.

37 ___Já em Israel, a El Al (principal linha aérea do País) se recusa a transportar primatas para serem

38 usados em experiências. , a vivissecção é proibida em todas as instituições federais de ensino. O

39 argumento que utilizam para justificar esta atitude, com o qual encerra-se este artigo, é uma primorosa lição

40 de humanidade. “É mais importante ensinar aos alunos israelenses a compaixão pelos animais porque este

41 sentimento certamente criará maior compaixão por seres humanos”.


(*In: www.anda.jor.br/2011/06/19/vivisseccao-ciencia-ou-barbarie (Acessado em 19 de junho de 2011))

Assinale a alternativa cujas palavras completam correta e respectivamente as lacunas do texto (l. 06, 08, 09, 18 e 31).

Alternativas
Q2927831 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Você escreve seu nome na agenda?

01 Tenho o privilégio de ser médico há algumas décadas. Pessoas consultam para tratar doenças,
02 entender melhor algo que ......... percebendo. Buscam diagnóstico, tratamento, alívio. Cada vez mais
03 encontro gente interessada em __________ alterações que podem gerar problemas no futuro – os fatores
04 de risco. São poucas as vezes em que não encontro sugestões para uma vida com mais qualidade e
05 duração mais longa. ____ inúmeras mudanças em hábitos nas nossas vidas que comprovadamente
06 poderão levar a mais e melhores anos de vida. ____ conhecimento científico comprovado disponível.
07 Como é a _______ quando estas mudanças são propostas? Sabe-se que mudar hábitos é difícil. Às
08 vezes, um susto ou medo de que algo ruim aconteça é o que motiva: passar-se por um episódio de doença,
09 ou em familiar ou amigo próximo, pode motivar mudanças.
10 ____ na literatura médica farta comprovação da dificuldade que é manter o uso regular de
11 medicamentos nas doenças crônicas como hipertensão arterial. As pessoas cansam, sentem efeitos
12 colaterais, esquecem, e o resultado é a queda nos índices de aceitação.
13 E as recomendações de mudança de hábitos? Quando um sedentário é identificado, sugere- se que
14 escolha algum tipo de atividade física de que goste (ou “desgoste” menos...) e comece gradualmente a
15 exercitar-se. Depois de quatro a oito semanas, começa-se a perceber sensação de bem-estar, disposição,
16 melhora na qualidade do sono. Mas a transição da inatividade para o hábito do exercício exige esforço e
17 determinação iniciais que nem sempre se encontram. O bem-estar e até o vício pelo exercício só ......
18 depois. Inúmeros são os argumentos que expressam esta resistência: “Não tenho tempo, viajo muito, não há
19 academia próxima...” E 30 minutos de simples caminhada já seriam suficientes para a transformação, diários
20 ou na frequência possível! Qualquer coisa é melhor que nenhuma coisa...
21 Foi assim que recolhi numa palestra de Nuno Cobra a sugestão que utilizo bastante: “Escreva seu
22 nome em sua agenda!”. Reserve um tempo para si próprio e sua atividade física. Você merece uma hora de
23 alguns dos seus dias para plantar saúde em seu corpo!
24 É claro que não é tão simples e que o motivo “falta de tempo” em geral é uma das formas de resistir.
25 Mas, em conversa franca, pode- se chegar à parceria com quem afinal nos procurou, buscando mais e
26 melhores anos de vida.
27 Isto vale como parte das sugestões que se fazem aos que ...... benefícios nas mudanças: hábito de
28 fumar, álcool e drogas, excesso de peso corporal, mau hábito alimentar, postura física, segurança no
29 trânsito, melhora nas relações interpessoais no trabalho e na família, ________ emocionais excessivas, falta
30 de lazer. Estes são alguns pontos que temos que entender e ajudar quem nos procura para que
31 compreenda e encontre maneiras de mudar para melhor.
32 Vale o esforço.

(Kanter, José Flávio – médico -. Zero Hora, 03-2-2010)

A vírgula da linha 1 foi usada para

Alternativas
Q2927812 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Você escreve seu nome na agenda?

01 Tenho o privilégio de ser médico há algumas décadas. Pessoas consultam para tratar doenças,
02 entender melhor algo que ......... percebendo. Buscam diagnóstico, tratamento, alívio. Cada vez mais
03 encontro gente interessada em __________ alterações que podem gerar problemas no futuro – os fatores
04 de risco. São poucas as vezes em que não encontro sugestões para uma vida com mais qualidade e
05 duração mais longa. ____ inúmeras mudanças em hábitos nas nossas vidas que comprovadamente
06 poderão levar a mais e melhores anos de vida. ____ conhecimento científico comprovado disponível.
07 Como é a _______ quando estas mudanças são propostas? Sabe-se que mudar hábitos é difícil. Às
08 vezes, um susto ou medo de que algo ruim aconteça é o que motiva: passar-se por um episódio de doença,
09 ou em familiar ou amigo próximo, pode motivar mudanças.
10 ____ na literatura médica farta comprovação da dificuldade que é manter o uso regular de
11 medicamentos nas doenças crônicas como hipertensão arterial. As pessoas cansam, sentem efeitos
12 colaterais, esquecem, e o resultado é a queda nos índices de aceitação.
13 E as recomendações de mudança de hábitos? Quando um sedentário é identificado, sugere- se que
14 escolha algum tipo de atividade física de que goste (ou “desgoste” menos...) e comece gradualmente a
15 exercitar-se. Depois de quatro a oito semanas, começa-se a perceber sensação de bem-estar, disposição,
16 melhora na qualidade do sono. Mas a transição da inatividade para o hábito do exercício exige esforço e
17 determinação iniciais que nem sempre se encontram. O bem-estar e até o vício pelo exercício só ......
18 depois. Inúmeros são os argumentos que expressam esta resistência: “Não tenho tempo, viajo muito, não há
19 academia próxima...” E 30 minutos de simples caminhada já seriam suficientes para a transformação, diários
20 ou na frequência possível! Qualquer coisa é melhor que nenhuma coisa...
21 Foi assim que recolhi numa palestra de Nuno Cobra a sugestão que utilizo bastante: “Escreva seu
22 nome em sua agenda!”. Reserve um tempo para si próprio e sua atividade física. Você merece uma hora de
23 alguns dos seus dias para plantar saúde em seu corpo!
24 É claro que não é tão simples e que o motivo “falta de tempo” em geral é uma das formas de resistir.
25 Mas, em conversa franca, pode- se chegar à parceria com quem afinal nos procurou, buscando mais e
26 melhores anos de vida.
27 Isto vale como parte das sugestões que se fazem aos que ...... benefícios nas mudanças: hábito de
28 fumar, álcool e drogas, excesso de peso corporal, mau hábito alimentar, postura física, segurança no
29 trânsito, melhora nas relações interpessoais no trabalho e na família, ________ emocionais excessivas, falta
30 de lazer. Estes são alguns pontos que temos que entender e ajudar quem nos procura para que
31 compreenda e encontre maneiras de mudar para melhor.
32 Vale o esforço.

(Kanter, José Flávio – médico -. Zero Hora, 03-2-2010)

Para responder às questões 11 e 12, considere o seguinte grupo de palavras


1. diagnóstico 2. alívio 3. hábitos 4. difícil 5. médica 6. vício

Analise as seguintes afirmações:

Quais das palavras que compõem o grupo, em contextos diferentes, admitem grafia sem o acento gráfico, alterando, assim, a classe gramatical que têm no texto?

Alternativas
Respostas
191: A
192: E
193: C
194: A
195: C