Questões de Concurso

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Q2058402 Enfermagem
O diabetes é uma doença causada pelo aumento da glicose na corrente sanguínea, sendo uma das principais síndromes crônicas que acometem a população atual. Pode acontecer quando há falta de insulina ou uma dificuldade da insulina do nosso corpo em exercer adequadamente seus efeitos. Dessa forma, a insulina é:
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Q2058401 Enfermagem
Os indicadores químicos são dispositivos usados para validar os processos de esterilização e são divididos em seis categorias. O dispositivo, que pertence à classe 1 dos indicadores químicos, utilizado externamente acoplado às embalagens para indicar se o material foi submetido ou não ao processo de esterilização, corresponde à(ao):
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Q2058400 Enfermagem
Após a parada cardiorrespiratória, o indivíduo perde a consciência em cerca de 10 a 15 segundos devido à parada de circulação sanguínea cerebral. Por isso, num primeiro contato, se o usuário estiver inconsciente, deve-se supor que ele está em parada cardiorrespiratória. Na situação de ausência de pulso, quando o socorrista estiver sozinho, as diretrizes atuais recomendam que se inicie o ciclo de procedimentos do Suporte Básico de Vida na sequência: compressão torácica, abertura de vias aéreas e boa ventilação. O número de compressões torácicas recomendado para cada duas ventilações é de: 
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Q2058399 Enfermagem
As precauções-padrão consistem em atitudes que devem ser tomadas por todo profissional da saúde frente a qualquer paciente, independente da suspeita ou não de infecções, com o objetivo de reduzir os riscos de transmissão dos agentes infecciosos. Fazem parte da precaução-padrão quando houver risco de contato com secreções:
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Q2058398 Enfermagem
A triagem neonatal, conhecida popularmente como teste do pezinho, possibilita, através da coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê, o diagnóstico de doenças genéticas, endocrinológicas e metabólicas no recém-nascido muitas vezes não evidenciadas clinicamente ao nascimento. De acordo com o Ministério da Saúde, o teste do pezinho deve ser preferencialmente realizado:
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Q2058396 Enfermagem
De acordo com o Ministério da Saúde, a pré-eclâmpsia é uma das principais causas de morte materna no Brasil. Dentre os conceitos apresentados, o que é mais adequado a essa alteração é que a pré-eclâmpsia é a hipertensão arterial
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Q2058395 Enfermagem
“As preparações de insulina disponíveis no Brasil são comercializadas na concentração U-100, significando que em cada _______ de solução há 100 unidades de insulina.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Q2058394 Enfermagem
As reações alérgicas são um tipo de resposta imprevisível às medicações. Podem ser de intensidade leve, moderada ou grave. São consideradas reações alérgicas moderadas em resposta à administração de medicamentos, EXCETO:
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Q2058393 Enfermagem
Os sinais vitais são indicadores do estado de saúde. Acerca deste assunto, analise as afirmativas a seguir.
I. A temperatura corpórea é a diferença entre a quantidade de calor produzido por processos do corpo e a quantidade de calor perdido para o ambiente externo. II. O paciente, estando na posição assentada para aferição da pressão arterial, o posicionamento das pernas não interfere nos valores obtidos. III. As mulheres geralmente sofrem flutuações maiores da temperatura corporal em relação aos homens. IV. Em um indivíduo com pulso regular, o número de pulsos que ocorrem em trinta segundos corresponderá à frequência do pulso por minuto.
Estão corretas apenas as afirmativas 
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Q2011675 Artes Visuais
“Já doente, o artista começou a dar um tom mais expressionista às suas obras de arte. Foi nesse período que criou o conjunto de esculturas ‘Os Passos da Paixão’ e ‘Os Doze Profetas’, da Igreja de Bom Jesus de Matosinhos. O trabalho artístico, formado por 66 imagens religiosas esculpidas em madeira e 12 feitas de pedra-sabão, é considerado um dos mais importantes e representativos do Barroco brasileiro.” Trata-se do artista: 
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Q2011674 Saúde Pública
Sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q2011671 Meio Ambiente
Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Trata-se de ação relacionada à sustentabilidade:
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Q2011669 Conhecimentos Gerais
A Bossa Nova foi um movimento da música popular brasileira que surgiu em finais dos anos 50, caracterizado por estilos de músicas com forte influência do samba carioca e do jazz norte-americano. NÃO se refere a uma figura essencial para o desenvolvimento desse novo estilo de música que despontava no cenário cultural brasileiro:
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Q2011667 Matemática
Cada bola a seguir tem uma letra e um número; observe.
Imagem associada para resolução da questão
Ordenando as bolas em ordem numérica crescente obtém-se o nome de um(a):
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Q2011657 Português

Leia a mensagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/39899146677574319/. Acesso em: 09/11/2016.)



No trecho Não. Não é isso.”, os termos destacados expressam ideia de 

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Q2011656 Português
Assinale a afirmativa que apresenta ERRO de grafia.
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Q2011655 Português
O preço da magreza

       Carolina tem 10 anos e um sonho: perder a gordura da barriga que só ela consegue ver. Sua mãe, Paula, de 37 anos, tenta emagrecer desde os 14 e nunca atingiu o peso desejado, apesar dos esforços que envolvem dieta, exercícios físicos e tratamentos estéticos.

       Como Carolina, 77% das jovens de 10 a 24 anos entrevistadas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo têm propensão a desenvolver algum tipo de distúrbio alimentar, como anorexia e bulimia. Entre essas garotas, 39% estavam acima do peso e 46% acreditavam que mulheres magras são mais felizes.

       Os distúrbios alimentares são problemas extremamente graves. A taxa de mortalidade da anorexia, por exemplo, é de 15% a 20%. Cerca de 90% dos pacientes são do sexo feminino.

       A mulher que deseja perder peso quase nunca o faz por motivos de saúde. O que as move é a promessa de uma vida melhor. Poder vestir a roupa que quiser, arrumar um namorado, ser aceita e invejada pelas amigas, não ter que esconder o corpo na praia. A felicidade, portanto.

        Mas por que tantas meninas e mulheres adultas acreditam que elas serão mais felizes se forem magras?

     Basta abrir uma revista ou ligar a televisão para compreender a pressão sob a qual as mulheres vivem. Nos anúncios, mulheres lindas vestem roupas maravilhosas que não serviriam na maioria das brasileiras. Nas novelas e programas de TV, as mulheres fortes, bem-sucedidas e realizadas têm algo em comum: são magras.
    
    As meninas crescem vendo as mães dando a vida para se encaixar em um padrão de beleza totalmente distante da realidade, travando uma luta inglória que quase sempre resulta em frustração.

     Quando estão acima do peso, elas sofrem preconceito na escola e se esforçam para conseguir ser aceitas. Aprendem, desde muito novas, que o mais importante é ter um corpo dentro dos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade. Mais do que tudo, aprendem a menosprezar as diferenças.
    
     Mas, como sabemos, não é nada fácil tentar adequar-se a um padrão de beleza que não é o seu. E muitas mulheres pagam com a própria saúde para chegar ao corpo supostamente perfeito.
            
     Nossas meninas estão crescendo insatisfeitas e se transformando em mulheres infelizes porque atribuem a felicidade a um padrão inatingível para a maioria. Essa busca mal/sucedida afeta a autoestima e gera insegurança em várias áreas. Sem se darem conta, elas renunciam à própria liberdade.
    
   Enquanto não aceitarmos e respeitarmos as diferenças físicas e de comportamento viveremos frustradas, esperando a felicidade que nunca vem.
(Mariana Fusco Varella. Editora do site www.drauziovarella.com.br e do blog Chorumelas. Disponível em: https://drauziovarella.com.br/paraas-mulheres/o-preco-da-magreza/. Publicado em: 05/11/2014. Acesso em: 09/11/2016. Adaptado.)
A expressão “inglória”, transcrita do texto, é acentuada pelo mesmo motivo que a seguinte palavra:
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Q2011654 Português
O preço da magreza

       Carolina tem 10 anos e um sonho: perder a gordura da barriga que só ela consegue ver. Sua mãe, Paula, de 37 anos, tenta emagrecer desde os 14 e nunca atingiu o peso desejado, apesar dos esforços que envolvem dieta, exercícios físicos e tratamentos estéticos.

       Como Carolina, 77% das jovens de 10 a 24 anos entrevistadas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo têm propensão a desenvolver algum tipo de distúrbio alimentar, como anorexia e bulimia. Entre essas garotas, 39% estavam acima do peso e 46% acreditavam que mulheres magras são mais felizes.

       Os distúrbios alimentares são problemas extremamente graves. A taxa de mortalidade da anorexia, por exemplo, é de 15% a 20%. Cerca de 90% dos pacientes são do sexo feminino.

       A mulher que deseja perder peso quase nunca o faz por motivos de saúde. O que as move é a promessa de uma vida melhor. Poder vestir a roupa que quiser, arrumar um namorado, ser aceita e invejada pelas amigas, não ter que esconder o corpo na praia. A felicidade, portanto.

        Mas por que tantas meninas e mulheres adultas acreditam que elas serão mais felizes se forem magras?

     Basta abrir uma revista ou ligar a televisão para compreender a pressão sob a qual as mulheres vivem. Nos anúncios, mulheres lindas vestem roupas maravilhosas que não serviriam na maioria das brasileiras. Nas novelas e programas de TV, as mulheres fortes, bem-sucedidas e realizadas têm algo em comum: são magras.
    
    As meninas crescem vendo as mães dando a vida para se encaixar em um padrão de beleza totalmente distante da realidade, travando uma luta inglória que quase sempre resulta em frustração.

     Quando estão acima do peso, elas sofrem preconceito na escola e se esforçam para conseguir ser aceitas. Aprendem, desde muito novas, que o mais importante é ter um corpo dentro dos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade. Mais do que tudo, aprendem a menosprezar as diferenças.
    
     Mas, como sabemos, não é nada fácil tentar adequar-se a um padrão de beleza que não é o seu. E muitas mulheres pagam com a própria saúde para chegar ao corpo supostamente perfeito.
            
     Nossas meninas estão crescendo insatisfeitas e se transformando em mulheres infelizes porque atribuem a felicidade a um padrão inatingível para a maioria. Essa busca mal/sucedida afeta a autoestima e gera insegurança em várias áreas. Sem se darem conta, elas renunciam à própria liberdade.
    
   Enquanto não aceitarmos e respeitarmos as diferenças físicas e de comportamento viveremos frustradas, esperando a felicidade que nunca vem.
(Mariana Fusco Varella. Editora do site www.drauziovarella.com.br e do blog Chorumelas. Disponível em: https://drauziovarella.com.br/paraas-mulheres/o-preco-da-magreza/. Publicado em: 05/11/2014. Acesso em: 09/11/2016. Adaptado.)
No trecho “Mas por que tantas meninas e mulheres adultas acreditam que elas serão mais felizes se forem magras? ” (5º§), o ponto de interrogação ( ? ) tem como finalidade
Alternativas
Q2011653 Português
O preço da magreza

       Carolina tem 10 anos e um sonho: perder a gordura da barriga que só ela consegue ver. Sua mãe, Paula, de 37 anos, tenta emagrecer desde os 14 e nunca atingiu o peso desejado, apesar dos esforços que envolvem dieta, exercícios físicos e tratamentos estéticos.

       Como Carolina, 77% das jovens de 10 a 24 anos entrevistadas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo têm propensão a desenvolver algum tipo de distúrbio alimentar, como anorexia e bulimia. Entre essas garotas, 39% estavam acima do peso e 46% acreditavam que mulheres magras são mais felizes.

       Os distúrbios alimentares são problemas extremamente graves. A taxa de mortalidade da anorexia, por exemplo, é de 15% a 20%. Cerca de 90% dos pacientes são do sexo feminino.

       A mulher que deseja perder peso quase nunca o faz por motivos de saúde. O que as move é a promessa de uma vida melhor. Poder vestir a roupa que quiser, arrumar um namorado, ser aceita e invejada pelas amigas, não ter que esconder o corpo na praia. A felicidade, portanto.

        Mas por que tantas meninas e mulheres adultas acreditam que elas serão mais felizes se forem magras?

     Basta abrir uma revista ou ligar a televisão para compreender a pressão sob a qual as mulheres vivem. Nos anúncios, mulheres lindas vestem roupas maravilhosas que não serviriam na maioria das brasileiras. Nas novelas e programas de TV, as mulheres fortes, bem-sucedidas e realizadas têm algo em comum: são magras.
    
    As meninas crescem vendo as mães dando a vida para se encaixar em um padrão de beleza totalmente distante da realidade, travando uma luta inglória que quase sempre resulta em frustração.

     Quando estão acima do peso, elas sofrem preconceito na escola e se esforçam para conseguir ser aceitas. Aprendem, desde muito novas, que o mais importante é ter um corpo dentro dos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade. Mais do que tudo, aprendem a menosprezar as diferenças.
    
     Mas, como sabemos, não é nada fácil tentar adequar-se a um padrão de beleza que não é o seu. E muitas mulheres pagam com a própria saúde para chegar ao corpo supostamente perfeito.
            
     Nossas meninas estão crescendo insatisfeitas e se transformando em mulheres infelizes porque atribuem a felicidade a um padrão inatingível para a maioria. Essa busca mal/sucedida afeta a autoestima e gera insegurança em várias áreas. Sem se darem conta, elas renunciam à própria liberdade.
    
   Enquanto não aceitarmos e respeitarmos as diferenças físicas e de comportamento viveremos frustradas, esperando a felicidade que nunca vem.
(Mariana Fusco Varella. Editora do site www.drauziovarella.com.br e do blog Chorumelas. Disponível em: https://drauziovarella.com.br/paraas-mulheres/o-preco-da-magreza/. Publicado em: 05/11/2014. Acesso em: 09/11/2016. Adaptado.)
No trecho “Os distúrbios alimentares são problemas extremamente graves.” (3º§), o termo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por 
Alternativas
Q2011652 Português
O preço da magreza

       Carolina tem 10 anos e um sonho: perder a gordura da barriga que só ela consegue ver. Sua mãe, Paula, de 37 anos, tenta emagrecer desde os 14 e nunca atingiu o peso desejado, apesar dos esforços que envolvem dieta, exercícios físicos e tratamentos estéticos.

       Como Carolina, 77% das jovens de 10 a 24 anos entrevistadas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo têm propensão a desenvolver algum tipo de distúrbio alimentar, como anorexia e bulimia. Entre essas garotas, 39% estavam acima do peso e 46% acreditavam que mulheres magras são mais felizes.

       Os distúrbios alimentares são problemas extremamente graves. A taxa de mortalidade da anorexia, por exemplo, é de 15% a 20%. Cerca de 90% dos pacientes são do sexo feminino.

       A mulher que deseja perder peso quase nunca o faz por motivos de saúde. O que as move é a promessa de uma vida melhor. Poder vestir a roupa que quiser, arrumar um namorado, ser aceita e invejada pelas amigas, não ter que esconder o corpo na praia. A felicidade, portanto.

        Mas por que tantas meninas e mulheres adultas acreditam que elas serão mais felizes se forem magras?

     Basta abrir uma revista ou ligar a televisão para compreender a pressão sob a qual as mulheres vivem. Nos anúncios, mulheres lindas vestem roupas maravilhosas que não serviriam na maioria das brasileiras. Nas novelas e programas de TV, as mulheres fortes, bem-sucedidas e realizadas têm algo em comum: são magras.
    
    As meninas crescem vendo as mães dando a vida para se encaixar em um padrão de beleza totalmente distante da realidade, travando uma luta inglória que quase sempre resulta em frustração.

     Quando estão acima do peso, elas sofrem preconceito na escola e se esforçam para conseguir ser aceitas. Aprendem, desde muito novas, que o mais importante é ter um corpo dentro dos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade. Mais do que tudo, aprendem a menosprezar as diferenças.
    
     Mas, como sabemos, não é nada fácil tentar adequar-se a um padrão de beleza que não é o seu. E muitas mulheres pagam com a própria saúde para chegar ao corpo supostamente perfeito.
            
     Nossas meninas estão crescendo insatisfeitas e se transformando em mulheres infelizes porque atribuem a felicidade a um padrão inatingível para a maioria. Essa busca mal/sucedida afeta a autoestima e gera insegurança em várias áreas. Sem se darem conta, elas renunciam à própria liberdade.
    
   Enquanto não aceitarmos e respeitarmos as diferenças físicas e de comportamento viveremos frustradas, esperando a felicidade que nunca vem.
(Mariana Fusco Varella. Editora do site www.drauziovarella.com.br e do blog Chorumelas. Disponível em: https://drauziovarella.com.br/paraas-mulheres/o-preco-da-magreza/. Publicado em: 05/11/2014. Acesso em: 09/11/2016. Adaptado.)
“Entre essas garotas, 39% estavam acima do peso e 46% acreditavam que mulheres magras são mais felizes. (2º§)” O termo destacado no trecho anterior apresenta como antônimo:
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: B
4: D
5: B
6: D
7: A
8: C
9: A
10: A
11: D
12: C
13: B
14: D
15: C
16: A
17: C
18: C
19: D
20: C