Questões de Concurso Para engenheiro júnior - geotécnica

Foram encontradas 137 questões

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Q180074 Engenharia Civil
Considerando-se a correlação histórica entre fenômenos de pluviosidade escorregamentos de massas de solo, deve-se considerar, na avaliação desses tipos de riscos geotécnicos, mapas representativos das curvas
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Q180073 Engenharia Civil
Os recalques de camadas de solo são um exemplo do seguinte tipo de fenômeno:
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Q180072 Engenharia Civil
O que se pode considerar como um indicativo de rastejo iminente de massa de solo superficial?
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Q180071 Engenharia Civil
Uma ruptura iminente está associada a um coeficiente de segurança igual a
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Q180070 Engenharia Civil
Uma amostra de solo está submetida a um estado uniaxial de tensões. Considere a tensão constante ao longo das seções transversais da amostra.

A tensão cisalhante máxima em um ponto interior à amostra ocorre em um plano cuja normal forma, com a direção de aplicação da carga, um ângulo igual a
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Q180069 Engenharia Civil
Um ponto interior a uma amostra de solo está submetido a um estado hidrostático de tensões com tensão normal σ.
A tensão cisalhante máxima nesse ponto é igual a
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Q180068 Engenharia Civil
Uma amostra de solo está submetida a um estado uniaxial de tensões, com  σ = 10 MPa. Considere a tensão constante ao longo das seções transversais da amostra. A tensão cisalhante máxima em um ponto interior à amostra vale, em MPa,
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Q180067 Engenharia Civil
De acordo com o proposto por Rankine, a resultante do empuxo ativo sobre um muro de oito metros de altura, para contenção de um solo não coesivo com peso específico igual a 18 kN/m3 e ângulo de atrito interno igual a 30°(Ka = 1/3), vale, em kN/m,

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Q180066 Engenharia Civil
Um muro de arrimo possui momento de tombamento igual a 270 kNm.

Para que sua segurança ao tombamento seja igual a 1,8, seu momento de estabilidade deverá ser, em kNm, igual a
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Q180065 Engenharia Civil
Um muro de arrimo possui um peso total igual a 240 kN/m e coeficiente de atrito na base igual a 0,5. Se esse muro sofre um empuxo ativo de 80 kN/m, seu coeficiente de segurança ao escorregamento vale
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Q180064 Engenharia Civil
Ao se dimensionar um muro de arrimo, pode-se considerar o efeito de uma sobrecarga distribuída q por unidade de área atuando sobre o terreno de peso específico γ como sendo altura equivalente de terra igual a
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Q180063 Engenharia Civil
As cartas geotécnicas destinadas principalmente ao fornecimento de informações para obras enterradas são denominadas cartas
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Q180062 Engenharia Civil
Qual tipo de mapeamento geotécnico cuja realização depende primariamente da porosidade, fraturamento, grau de saturação e da salinidade da água dos vazios dos solos?
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Q180061 Engenharia Civil
Uma região formada por perfis de solos que possuem comportamento geotécnico similar frente ao uso e à ocupação do solo é denominada
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Q180060 Engenharia Civil
A relação entre o volume de vazios e o volume total de uma rocha, expressa em porcentagem, é denominada
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Q180059 Engenharia Civil
O tipo de dobra rochosa alongada, em que os flancos se abrem para cima, é denominado
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Q180058 Engenharia Civil
O coeficiente de amolecimento de uma rocha, cuja resistência à compressão saturada é igual a 200 MPa, e cuja resistência à compressão seca é igual a 250 MPa, vale
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Q180057 Engenharia Civil
Em uma dobra de uma rocha, a superfície imaginária que a divide em duas partes similares, mas não necessariamente simétricas, é denominada
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Q180056 Engenharia Civil
A aderência de uma rocha, definida como a sua maior ou menor aptidão em deixar-se ligar por uma argamassa, é influenciada por sua(seu)
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Q154687 Português
                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.
Complete as frases da segunda coluna com a expressão adequada à norma-padrão.

I – por que                             P – As pessoas ficaram tranquilas ______ não tiveram de refazer o trabalho. 
II – porque                             Q – Não sei o ______ de tanta preocupacão com a pressa.
III – porquê                            R – Afinal, tantas dúvidas com a terapia, ______?                    
                                              S – Ignoro ______ razão as pessoas não se habituam à solidão.


O preenchimento dos espaços com as expressões que tornam as sentenças corretas resulta nas seguintes associações:
Alternativas
Respostas
101: C
102: E
103: E
104: E
105: C
106: A
107: C
108: D
109: E
110: B
111: A
112: A
113: C
114: E
115: C
116: E
117: C
118: B
119: D
120: B