Questões de Vestibular Comentadas sobre processo de independência: dos movimentos nativistas à libertação de portugal em história

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Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2327079 História
No processo de Independência, várias tropas indígenas foram recrutadas para proteger o território contra uma possível invasão portuguesa no litoral cearense entre setembro e novembro de 1822. Já os índios da vila de Cimbres, em Pernambuco, se posicionaram em 1824 a favor de Dom João VI, opondo-se à Independência e à Constituição. No entanto, o que parecia ser mais comum era o engajamento dos índios no projeto de Brasil independente, identificando-se como “brasileiros”. Nas revoltas, buscavam muito menos se contrapor aos europeus e, assim, lutar por uma nova posição social que não mais os obrigasse ao trabalho forçado.
(Adaptado de: COSTA, J. P. P. “Povos indígenas e a Independência”. Disponível em: https://bicentenario2022.com.br/textos/. Acesso em 21/05/2023.)


Tendo em vista seus conhecimentos sobre a participação dos povos indígenas no processo de Independência, e considerando o texto do blog citado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular Indígena |
Q2073504 História
No processo de independência do Brasil, a corte portuguesa transferiu-se para o Rio de Janeiro e os antigos territórios lusitanos foram mantidos sob o domínio da família real. Na outrora América Espanhola, formaram-se, na primeira metade do século XIX, duas dezenas de Estados independentes que adotaram, com efêmeras exceções, a república como forma de governo e que se constituíram como verdadeiros laboratórios políticos da modernidade.
(Adaptado da apresentação do podcast Hora Americana, “#13 - Pensando as Independências na América Hispânica”, 10 de dezembro de 2020. Disponível em https://anchor.fm/hora-americana.)
Sobre as independências do Brasil e da América Espanhola, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q2021181 História


     Em 2022, o Brasil celebra 200 anos de vida independente, sem projeto de nação e longe da grandeza anunciada em 1500 pela natureza exuberante e sonhada no século XIX pelos que lutaram por sua independência. A constatação é do historiador José Murilo de Carvalho, que avalia com desânimo o atual panorama nacional. Ele diz que o Brasil é um “país sem revolução”, no qual ocorreram movimentos apenas de “ajuste” entre as elites.


O Estado de S. Paulo, Aliás, 4/9/2022, p. C4 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à trajetória histórica do Brasil.  


Segundo o historiador citado no texto antecedente, as poucas revoluções que ocorreram na história brasileira restringem-se àquela que deu origem à Independência do Brasil e àquela que resultou na Proclamação da República. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q2021180 História


     Em 2022, o Brasil celebra 200 anos de vida independente, sem projeto de nação e longe da grandeza anunciada em 1500 pela natureza exuberante e sonhada no século XIX pelos que lutaram por sua independência. A constatação é do historiador José Murilo de Carvalho, que avalia com desânimo o atual panorama nacional. Ele diz que o Brasil é um “país sem revolução”, no qual ocorreram movimentos apenas de “ajuste” entre as elites.


O Estado de S. Paulo, Aliás, 4/9/2022, p. C4 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativos à trajetória histórica do Brasil.  


A Independência do Brasil, ocorrida no contexto da era revolucionária, que pôs fim ao antigo regime e ao antigo sistema colonial, rompeu com as estruturas básicas do período colonial, a exemplo da monocultura exportadora, do latifúndio e da escravidão. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q2021170 História

     

         A história está em constante reconstrução. E não é diferente com o processo da Independência do Brasil no contexto de seu bicentenário. O que os holofotes dos historiadores trazem à luz é que, ao contrário do que diziam os antigos livros didáticos, o processo de separação do Brasil de Portugal foi múltiplo, extenso e repleto de violências. “Foi um processo muito mais complexo do que simplesmente D. Pedro I gritar ‘Independência ou Morte’, com muitas camadas e todas as guerras acontecendo naquele momento”, explica a historiadora Lucia Maria Bastos das Neves. Entre 1821 e 1824, foram inúmeros os levantes em lugares como Bahia, Maranhão, Pernambuco, Cisplatina.


O Estado de S. Paulo, 16/8/2022, p. C6 (com adaptações).

Considerando os sentidos do texto precedente e sua inserção no contexto da Independência do Brasil, julgue o item subsequente.


Reação de tropas portuguesas à decisão de D. Pedro de proclamar a Independência do Brasil levou a que, em vários pontos do território, brasileiros, sobretudo populares, pegassem em armas para garantir a emancipação do país, como aconteceu, por exemplo, na batalha do Jenipapo, no Piauí, e nas lutas ocorridas na Bahia. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2022 - UERJ - Vestibular - Exame Único |
Q1994433 História
Oito centímetros impediram o sepultamento de D. Pedro I

O governo militar, sob a chefia do general Emílio Garrastazu Médici, não poupou esforços para transformar as comemorações dos 150 anos da Independência numa enorme celebração nacional. Seu ponto alto? A vinda de Portugal dos restos mortais de nosso primeiro imperador, Dom Pedro I. Em 1971, o presidente de Portugal concordou em transladar e presentear o Brasil com os restos mortais do imperador, deixando claro que o coração não viria e permaneceria na cidade do Porto, já que o próprio D. Pedro o deixou, em testamento, à cidade. O presidente Médici expressou, em rede nacional de televisão e rádio: “Brasileiros, não posso esconder minha emoção. Fala por si mesmo este fato que nenhuma eloquência poderia superar: no ano em que celebramos o Sesquicentenário da nossa Independência, regressará ao Brasil o corpo daquele que, em Sete de Setembro, às margens do Ipiranga, com a bravura, o arroubo e a paixão que eram a marca de sua personalidade, proclamou livres estas terras.” Mas, quase como uma anedota, o caixão feito em Portugal não coube no lugar onde deveria ser colocado na Capela Imperial, no Ipiranga. Apenas quatro anos depois do Sesquicentenário da Independência, o sarcófago de D. Pedro I foi devidamente disposto no mausoléu para ele construído.

LIZ BATISTA Adaptado de m.acervo.estadao.com.br, 15/02/2013. 

Conserva de imperador

O governo brasileiro requereu a Portugal que, no âmbito das comemorações dos 200 anos da Independência, enviasse para o Brasil o coração de Dom Pedro, guardado numa igreja da cidade do Porto. O pedido tem o seu quê de bizarro. Imagino que a miudeza real vá ser exposta e contemplada no Brasil, o que me parece sinceramente ficar aquém da data. Uma celebração competente do Bicentenário da Independência devia incluir, além do coração de Dom Pedro, um rim de José Bonifácio, o pâncreas de Thomas Cochrane, o fígado de Cipriano Barata e, talvez para dar um toque de ironia à cerimônia, um dente de Tiradentes. Creio que, com esse rodízio de vísceras, ficaria a efeméride mais bem assinalada.

RICARDO ARAÚJO PEREIRA Adaptado de m.folha.uol.com.br, 09/07/2022.
Os textos apresentam ações governamentais associadas ao Sesquicentário da Independência do Brasil, em 1972, e a seu Bicentenário, em 2022.
Um aspecto comum dessas ações governamentais é: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: UNINOVE Prova: FCC - 2015 - UNINOVE - Processo Seletivo Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q1782386 História
Observe a charge, que representa o primeiro-ministro britânico e Napoleão Bonaparte.
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A situação representada na charge resultou
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UEMG Órgão: UEMG Prova: UEMG - 2019 - UEMG - Vestibular - EAD - Prova 10 |
Q1404828 História
Imagem associada para resolução da questão

Entre 1808 e 1821, o Rio de Janeiro foi a sede do Império português. Em 1810, nessa cidade, foi assinado o tratado citado, estabelecendo
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Curso Técnico - MODALIDADE INTEGRADA |
Q1368603 História

Tabelas sobre o tráfico de escravos


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Tomando como referência a lei inglesa do Bill Aberdeen em 1845 e a Lei Eusébio de Queirós, em 1850, as tabelas acima sugerem que

Alternativas
Ano: 2015 Banca: Esamc Órgão: Esamc Prova: Esamc - 2015 - Esamc - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1354395 História

Leia as informações para responder a questão:


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(SOUSA, Maurício de. A Independência da Turma, 2001. In____História em Quadrões com a Turma da Mônica. SP: Globo, 2010, p. 50.)


Quando se fala em Independência do Brasil, quase todo mundo se lembra do painel Independência ou Morte, que retrata a cena de 7 de setembro de 1822, às margens do ribeirão do Ipiranga, em São Paulo. Esta obra foi pintada por Pedro Américo de Figueiredo e Melo, em Florença, na Itália, entre 1886 e 1888 [...]. Esta paródia de seu quadro mais famoso mostra um raro momento em que o Cebolinha toma o coelhinho Sansão da Mônica.

(SOUSA, Maurício. Ob cit. p. 50.)



A respeito da paródia feita por Maurício de Sousa do famoso quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo, julgue os itens:


I. A paródia é uma crítica às tentativas, ao longo da história do Brasil, de se criarem heróis nacionais, mascarando as verdadeiras realidades ocultas por trás das versões oficiais dos fatos.

II. A obra de Maurício de Sousa é um desrespeito à história do Brasil, uma vez que o quadro original mostra a verdadeira história da independência, que, como nele demonstrado, não excluiu nenhum grupo social de sua realização.

III. Por ter acesso às novas gerações de leitores, a obra de Maurício de Sousa pode ser entendida como uma tentativa de preservar a memória iconográfica brasileira, garantindo que estas gerações tenham acesso a obras clássicas, adaptadas à sua realidade cultural.



Está (ão) correto (s):

Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2019 - FAMERP - Conhecimentos Gerais |
Q1342410 História
A independência foi, desse modo, ruptura e continuidade.

(Miriam Dolhnikoff. História do Brasil Império, 2019.)

Na independência brasileira, uma ruptura e uma continuidade podem ser exemplificadas, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2018 - EINSTEIN - Vestibular 2019 - Prova 1 |
Q1339202 História

Crise do sistema colonial é, portanto, aqui entendida como o conjunto de tendências políticas e econômicas que forcejavam no sentido de distender ou mesmo desatar os laços de subordinação que vinculavam as colônias ultramarinas às metrópoles europeias.


           (Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808), 1981.)


A crise mencionada no texto pode ser associada, entre outros fatores,

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FATEC Órgão: FATEC Prova: FATEC - 2017 - FATEC - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1265870 História
Observe a imagem. Imagem associada para resolução da questão
A charge faz referência ao cenário político brasileiro do fim do Segundo Reinado. O movimento republicano ganhara fôlego a partir da década de 1870 e a pressão sobre D. Pedro II se intensificou na década seguinte.
Sobre o contexto político que culminou na Proclamação da República no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IFF Órgão: IFF Prova: IFF - 2016 - IFF - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1264224 História

Leia o texto e observe as imagens a seguir:


“A tentativa de transformar Tiradentes em herói nacional, adequado a todos os gostos, não eliminou totalmente a ambiguidade do símbolo. O governo republicano tentou dele se apropriar, declarando o 21 de abril feriado nacional e, em 1926, construindo a estátua em frente ao prédio da Câmara. Os governos militares recentes foram mais longe. [Uma] lei de 1965 declarou Tiradentes patrono cívico da nação brasileira e mandou colocar retratos seus em todas as repartições públicas. Durante o Estado Novo foram representadas peças de teatro, com apoio oficial, exaltando a figura do herói”


CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas: O imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. p. 71. Acesso em: 10 out 2016.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que justifica corretamente a utilização da figura de Tiradentes como herói nacional.
Alternativas
Q828117 História

O Monumento à Independência, localizado em São Paulo, foi criado em 1922 para as comemorações do centenário da emancipação política brasileira. O projeto vencedor, sem a aprovação unânime da comissão julgadora, foi alterado e teve de incluir episódios e personalidades vinculados ao processo da independência, tais como: na lateral esquerda do monumento, passaram a figurar os inconfidentes mineiros (1789); na lateral direita, os revolucionários pernambucanos (1817). Na face frontal, permaneceram as esculturas “Independência ou Morte” e “Marcha Triunfal da Nação Brasileira”.

Imagem associada para resolução da questão


Os contextos políticos nos quais são criados os monumentos interferem na valorização de determinadas interpretações sobre as experiências históricas por eles representadas.

As mudanças realizadas no projeto original do Monumento à Independência expressam o seguinte interesse das autoridades governamentais da época:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2017 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q815363 História
A Inconfidência Mineira (1789) e a Conjuração Baiana (1798) tiveram semelhanças e diferenças significativas. É correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2016 - UNESP - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q809342 História
  Em meados do século o negócio dos metais não ocuparia senão o terço, ou bem menos, da população. O grosso dessa gente compõe-se de mercadores de tenda aberta, oficiais dos mais variados ofícios, boticários, prestamistas, estalajadeiros, taberneiros, advogados, médicos, cirurgiões-barbeiros, burocratas, clérigos, mestres-escolas, tropeiros, soldados da milícia paga. Sem falar nos escravos, cujo total, segundo os documentos da época, ascendia a mais de cem mil. A necessidade de abastecer-se toda essa gente provocava a formação de grandes currais; a própria lavoura ganhava alento novo. (Sérgio Buarque de Holanda. “Metais e pedras preciosas”. História geral da civilização brasileira, vol 2, 1960. Adaptado.) De acordo com o excerto, é correto concluir que a extração de metais preciosos em Minas Gerais no século XVIII
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: FGV Prova: FGV - 2014 - FGV - Vestibular - 1° Fase - Prova Manhã- 2015 |
Q539325 História
Observe o mapa.

Imagem associada para resolução da questão
(Armelle Enders, A nova história do Brasil, p. 109)

Os dados do mapa mostram que a emancipação política do Brasil
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2009 - USP - Vestibular - Prova 1 |
Q325128 História
Imagem 012.jpg

O texto trata da Revolução pernambucana de 1817. Com relação a esse acontecimento é possível afirmar que os insurgentes

Alternativas
Ano: 2012 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2012 - UFRN - Vestibular - Prova 2 |
Q290141 História
Na obra A formação das almas, o historiador José Murilo de Carvalho mostra que, após a queda da monarquia, as diversas facções republicanas no Brasil evidenciaram suas diferenças nas disputas em torno da escolha da nova bandeira nacional.


Dois símbolos propostos nessa ocasião evidenciam aspectos dessa disputa entre as diferentes facções republicanas e estão reproduzidos a seguir.

Imagem 014.jpg


Considerando as duas bandeiras propostas como símbolo nacional, é correto afirmar:

Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: E
4: E
5: C
6: A
7: A
8: C
9: C
10: C
11: D
12: E
13: E
14: C
15: C
16: E
17: C
18: D
19: D
20: A