Questões de Concurso
Sobre apuração em jornalismo
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Sobre estruturas de notícias e de reportagens, leia as afirmações a seguir.
I. A reportagem reúne tantas informações, por absorver a abertura de espaços geográficos e as possibilidades de tempo objetivo e subjetivo ampliados pelo mundo contemporâneo, que se “atrapalha”, quando tenta estabelecer a ordenação cronológica.
II. Montar uma matéria não oferece dificuldades similares à estruturação de uma narrativa literária, haja vista a possibilidade de se usar modelos estratificados ou dinâmico.
III. No momento de dar forma a uma entrevista em profundidade, ou a um conjunto de entrevistas numa complexa edição, vários problemas desafiam o jornalista do ponto de vista literário.
Estão corretos apenas os itens:
Sobre Análise de Conteúdo, leia as afirmativas.
I. É uma metodologia que, na maior parte dos casos, parte sobretudo de uma perspectiva quantitativa, analisando numericamente a frequência de ocorrência de determinados termos, construções e referências em um dado texto, a fim de produzir inferências sobre as respectivas condições de produção.
II. Alguns pesquisadores consideram a Análise de conteúdo um método superficial por insistir no conteúdo latente e manifesto dos objetos analisados bem como por dar ênfase a simplificações e distorções quantitativas.
III. Um dos passos seguidos pela Análise de Conteúdo é definição do problema de pesquisa em que define-se o corpus dos media que serão descritos e analisados.
Está correto, apenas, o que se afirma em:
De acordo com as funções e características do lide na redação jornalística, assinale a alternativa INCORRETA.
Leia os textos 1 e 2 a seguir.
Texto 1
“Neste novo sistema midiático, da era digital, o receptor também é emissor, com poder e controle sobre o conteúdo. O jornalismo está deixando de ser monopólio do jornalista. O jornalismo tem que descer de seu pedestal, pois não é mais feito de cima para baixo.”
CALMON. MediaOn, 2007. Jornalismo do cidadão – quem és tu? Frederico Correia. p. 11.
Texto 2
“Os jornalistas-cidadãos simplesmente não têm os recursos necessários para nos trazer notícias confiáveis. Falta-lhes não somente expertise e formação, mas relações e acesso à informação. Afinal, um CEO ou um político pode se recusar a colaborar com o cidadão médio, mas seria um tolo caso se recusasse a atender ao telefonema de um repórter ou editor do Wall Street Journal.
KEEN, Andrew. O culto do amador, 2007. p. 49.
Considerando os textos 1 e 2 e com relação ao jornalismo-cidadão, analise as afirmativas a seguir.
I. No texto 1, o autor explicita que o cidadão também pode produzir notícia, compartilhá-la e divulgá-la.
II. No texto 2, o autor aponta que os jornalistas, além do diploma e do conhecimento, têm também notoriedade e facilidade de acesso às fontes.
III. O texto 2 aponta que os jornais convencionais possuem força financeira e credibilidade para obter acesso às fontes.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
Na linha da produção da notícia, o levantamento e o rigor na checagem estabelecem a qualidade da informação. Segundo Nelson Traquina, em “O estudo do jornalismo no século XX”, para avaliar a confiabilidade da informação, os jornalistas usam alguns critérios para avaliar as fontes, que preenchem as necessidades organizativas das redações, de evitar excessiva incerteza no resultado da produção noticiosa, além de furos de prazo. Existem outros critérios que também devem ser avaliados:
I. Hierarquia da autoridade.
II. Privilegiar fontes.
III. Produtividade.
IV. Credibilidade.
Assinale a alternativa INCORRETA.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. As principais tarefas na edição e editoração do House Organs são:
I. Definição de pauta, coleta de informações, fotos e ilustrações.
II. Produção de texto com linguagem voltada para o público-alvo da organização.
III. Diagramação, projeto gráfico, impressão e distribuição.
IV. Traçar uma comunicação eficiente entre o topo e a base da pirâmide organizacional.
Estão corretas as afirmativas:
É dever de todo jornalista ouvir o maior número de lados envolvidos antes da divulgação de um fato, exceto no exercício da assessoria de imprensa, dadas as especificidades da área.
Os ideais de objetividade e imparcialidade no jornalismo levaram a um conceito próprio de “verdade alternativa”, que se manifesta a partir das versões e dos enquadramentos escolhidos para se apresentar o fato.
A objetividade é encarada no jornalismo como requisito para reduzir as manipulações do texto a partir de um compromisso com a realidade material do fato, transcrita por um texto direto e transparente.
Nas coberturas cotidianas, desde a concepção da pauta
até chegar ao processo de produção e edição, o repórter
de TV deve sempre ter em mente que a matéria só é considerada adequada para se tornar uma reportagem em
televisão, quando é viável obter
Em alguns tipos de cobertura, tais como incêndio ou mortes misteriosas, por vezes, não há, na apuração imediata, a resposta a algumas perguntas básicas necessárias ao ato de informar.
Quando a resposta a essas perguntas surge nos dias subsequentes à ocorrência do fato, os jornais são obrigados a acompanhar o desdobramento das investigações, e o resultado é publicado nas edições sob a forma de
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.