Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q876755 Português

A questão refere-se ao texto abaixo. 


Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar.

Zero Hora, 19 de abril de 2015.

As palavras porque (l. 04), caso (l. 21) e para (l. 62) iniciam, respectivamente,
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Q876537 Português
Instrução: A questão abaixo refere-se ao texto abaixo.
Índios, os estrangeiros nativos.


Adaptado de: BRUM, Eliane. Índios, os estrangeiros nativos.
Revista Época. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/-
Sociedade/eliane-brum/noticia/2013/06/indios-os-estrangeiros-
nativos.html. Acessado em 02/05/2014.
Assinale a alternativa que contém oração extraída do texto que, no contexto em que se encontra, expressa a ideia de finalidade.
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Q876520 Português
Instrução: A questão abaixo refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações


Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um
pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/
2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhore-
suas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Assinale a afirmativa correta.
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Q876497 Português
Por mais longas que sejam as frases, elas podem ser decompostas em dois subconjuntos: O sintagma nominal e o sintagma verbal. Assinale a relação INCORRETAno exemplo. “O duplo sentido (1) pode ser explorado com malícia e humor. (2), como se vê no trecho a seguir: Foi a primeira vez que o governo (3) manifestou alguma preocupação genuína com a agricultura. O Ministro (4) mandou um jornalista plantar batatas (5). (Delfim Neto, 1996)
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Q876496 Português
Sabe-se que a língua é um sistema, superior ao indivíduo que deve ser estudada a partir de sua relação com os outros (Castelar de Carvalho: 63). Desse modo, o que NÃO é adequado afirmar dos exemplos. “O menino chutou a bola (1).” e “Abola chutou o menino”. (2)
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Q875976 Português

                                 [Viagem sem volta]


      Uma das nossas contradições fundamentais é a gente desejar viver na cidade grande e levar no inconsciente a intenção de criar em torno de nós a aldeia natal. Sabemos que a tranquilidade e a solidariedade da vila são imprescindíveis à respiração normal do psiquismo; mesmo assim, no dia de cumprir nosso destino enfiamos as roupas melhorzinhas e partimos para a cidade, onde as aflições são certas, mas podem vir misturadas com um novo prazer, com uma alegria inédita.

      Movidos por essa sensualidade das experiências novas e desafiadoras é que trocamos a paz preguiçosa e angelical da nossa província pelo festival demoníaco da metrópole. Pensará o jovem: “a terra de meu pai está cansada para as batatas...” E é assim que tantos partem para os grandes centros, agravando a poluição humana e deixando preocupado o ministro da Agricultura.

(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. O mais estranho dos países. São Paulo, Companhia das Letras, 2013, p. 104) 

É correto considerar que no segmento
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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: DETRAN-MA Prova: FCC - 2018 - DETRAN-MA - Analista de Trânsito |
Q875898 Português

                                Mobilidade urbana


      Ao longo dos últimos anos a expressão mobilidade urbana – soma das condições e dos critérios oferecidos para a livre circulação das pessoas numa cidade − tem sido empregada para identificar um dos desafios dos grandes centros urbanos. Trata-se de um conceito mais complexo do que parece: não se reduz a uma simples questão de trânsito, diz respeito ao modo e à qualidade de vida das pessoas, à dinâmica instituída em seu cotidiano. Trata-se, enfim, de considerar uma política pública para qualificar os espaços em que os indivíduos se movimentam.

      O desafio está, sobretudo, em escolher os usos do território urbano, em privilegiar este ou aquele meio de transporte, em administrar os rumos e as concentrações de passageiros. Essa escolha não se faz sem pressupostos: o que, de fato, se pretende instituir? A livre circulação dos automóveis? O favorecimento do transporte coletivo? A velocidade máxima em canais de uso regulamentado? Faixas para ciclistas? Calçadões para pedestres? Espaços ambientais interligados? Linhas subterrâneas? A política implicada nesta ou naquela escolha diz muito das convicções de quem administra o espaço das grandes cidades. Como este é fatalmente limitado, e tende a receber um número sempre crescente de usuários, há que se encontrar medidas que otimizem seu uso e favoreçam a mobilidade de quem se considere seu usuário preferencial. Não é à toa que medidas tomadas para a implementação prática da mobilidade urbana provocam polêmicas ácidas, quando não conflitos mais graves, entre setores da população.

      Como regra geral, o poder público deve se envolver sobretudo com o que seja coletivo, o que atenda à parte maior da população, visando criar condições dignas para sua mobilidade. O transporte de massas não pode ser sacrificado em nome do transporte individual. A primazia do automóvel tem infligido enormes custos à qualidade de vida da maioria dos que habitam as grandes cidades.

                                                                              (Argemiro Diaféria, inédito

Expressam uma causa e sua consequência, nesta ordem, os seguintes segmentos
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Q875312 Português

O TEXTO a seguir é um trecho de uma circular, datada de 1794, aos funcionários públicos da França.  Leia-o e responda a questão.


TEXTO


O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga e abandonar a polidez forçada, tão inconsistente com a postura dos homens livres, e que é uma relíquia do tempo em que alguns homens eram ministros e outros, seus escravos. Sabemos que as velhas formas de governo já desapareceram: devemos até esquecer como eram. As maneiras simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado. Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública. A qualidade essencial do Homem na Natureza consiste em ficar de pé. O jargão ininteligível dos velhos ministérios deve dar lugar ao estilo claro, conciso, isento de expressões de servilismo, de formas obsequiosas, indiretas e pedantes, ou de qualquer insinuação no sentido de que existe autoridade superior à razão e à ordem estabelecida pelas leis - um estilo que adote atitude natural em relação às autoridades subalternas. Não deve haver frases convencionais, nem desperdício de palavras.


Apud LASSWELL, Harold e KAPLAN,

Abraham. A linguagem da política.

Brasília. EUB, 1979. p.43.

“As maneira simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado”. A análise do fragmento leva-se a afirmar:
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Q875311 Português

O TEXTO a seguir é um trecho de uma circular, datada de 1794, aos funcionários públicos da França.  Leia-o e responda a questão.


TEXTO


O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga e abandonar a polidez forçada, tão inconsistente com a postura dos homens livres, e que é uma relíquia do tempo em que alguns homens eram ministros e outros, seus escravos. Sabemos que as velhas formas de governo já desapareceram: devemos até esquecer como eram. As maneiras simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado. Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública. A qualidade essencial do Homem na Natureza consiste em ficar de pé. O jargão ininteligível dos velhos ministérios deve dar lugar ao estilo claro, conciso, isento de expressões de servilismo, de formas obsequiosas, indiretas e pedantes, ou de qualquer insinuação no sentido de que existe autoridade superior à razão e à ordem estabelecida pelas leis - um estilo que adote atitude natural em relação às autoridades subalternas. Não deve haver frases convencionais, nem desperdício de palavras.


Apud LASSWELL, Harold e KAPLAN,

Abraham. A linguagem da política.

Brasília. EUB, 1979. p.43.

“Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública.” Neste segmento textual, NÃO se pode afirmar:
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Q875081 Português
Em relação ao trecho “ou alguém as derrubará” (ℓ.44) no texto 1A9AAA, a oração ‘Para erguer outras ainda mais terríveis’ (ℓ. 44 e 45) transmite uma ideia de
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Q874690 Português

TEXTO 1 


    Os fatos linguísticos sempre estiveram misturados à história dos povos, a seus esforços de expansão e dominação territorial e política, a suas lutas pela hegemonia cultural, a seus intentos proselitistas, a suas necessidades retóricas; enfim, as línguas foram recebendo tratamentos diversos, conforme as também diversas condições sociais e políticas dos grupos, que as tinham como marca de sua identidade.

    Não estranha, portanto, que, historicamente, as questões linguísticas tenham servido a interesses muito diversos e, de acordo com esses interesses, tenham sido vistas em óticas bastante diferentes. “Toda língua são rastros de velhos mistérios”, lembra Guimarães Rosa.

    Se isso é verdade, considerando-se a língua como um todo, é mais verdade ainda entre nós, ocidentais, em relação à gramática, em geral. De fato, herdamos dos gregos a concepção da gramática, em todas as acepções, como uma força controladora que preserva a língua contra as possíveis ameaças de desaparecimento ou até mesmo de declínio, seja pela ação de invasores, seja pela ação dos próprios membros da comunidade de falantes.

    Na verdade, as pessoas sempre sentiram certa compulsão para defender a integridade de sua língua. Ou, de acordo com certas visões, sua pureza ou seu poder de argumentação. Nada mais apropriado para esses intentos do que a compilação de gramáticas, que estabelecessem paradigmas, modelos, normas, capazes de garantir a manutenção da identidade linguística.

    Noutras palavras, se fez necessário, para as comunidades de falantes, um instrumento de controle – a gramática normativa – que disciplinasse o fluxo da própria língua, garantindo sua sobrevivência ou aperfeiçoando suas potencialidades de uso em função dos efeitos retóricos pretendidos.

    Nesse quadro, a criação de paradigmas e modelos em gramáticas foi assumindo feições próprias e constituindo uma garantia de vida e de sucesso para as línguas, sem nunca se ter ausentado totalmente. Nem mesmo quando já não eram tão evidentes as ameaças de desaparecimento ou de descaracterização de seus usos mais modelares.

    Em suma, foi sendo atribuído aos compêndios de gramática um papel de instrumento controlador da língua, ao qual caberia conduzir o comportamento verbal dos usuários, pela imposição de modelos ou de padrões. Mas não foi apenas a função de controle atribuída à gramática que fez com que os estudiosos se interessassem por ela. Sob ângulos bem diferentes, as pessoas sempre se mostraram curiosas por entenderem a suprema prerrogativa da linguagem humana, e isso também motivou o interesse pelo aparecimento de gramáticas, obras nas quais se tentasse explicitar os mecanismos subjacentes à atividade verbal.

    A encruzilhada de fatores tão complexos, historicamente submetidos a interesses políticos, econômicos e sociais diferentes, resultou numa série de concepções e, com o passar dos séculos, deu ensejo à formação de alguns equívocos acerca do que é a gramática e, consequentemente, daquilo que deve constituir seu ensino.

    Alguns equívocos mais recorrentes e com sérias repercussões para as atividades de ensino são as crenças de que: língua e gramática são a mesma coisa; basta saber gramática para falar, ler e escrever com sucesso; e toda atuação verbal tem que se pautar pela norma prestigiada.

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007, p. 35-38. Adaptado. 

Considerando a organização sintática de alguns enunciados do Texto 1, analise as proposições abaixo.
I. Em português, um sujeito pode ser colocado após seu predicado, como se observa no trecho: “Não estranha, portanto, que, historicamente, as questões linguísticas tenham servido a interesses muito diversos” (2º parágrafo), em que o predicado, destacado, introduz o enunciado, e seu sujeito está em posição posposta. II. No trecho: “Se isso é verdade, considerando-se a língua como um todo, é mais verdade ainda entre nós, ocidentais, em relação à gramática, em geral.” (3º parágrafo), o termo destacado é um aposto que cumpre a função de esclarecer, para o leitor, a quem o pronome “nós” faz referência. III. No trecho: “Nada mais apropriado para esses intentos do que a compilação de gramáticas” (4º parágrafo), o segmento destacado desempenha a função de complemento nominal, já que integra o sentido do nome “compilação”. IV. No trecho: “Noutras palavras, se fez necessário, para as comunidades de falantes, um instrumento de controle” (5º parágrafo), a opção pela próclise revela que a autora optou por seguir um padrão muito comum na variante brasileira do português.
Estão CORRETAS:
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Q873986 Português

Julgue o item seguinte, relativo à ideia e ao aspecto linguístico do texto CB3A1AAA.


As orações “de auxiliar o usuário” (ℓ.11) e “a tomar decisões de maneira mais fundamentada” (ℓ. 11 e 12) exercem a função de complemento do nome “objetivo” (ℓ.11).

Alternativas
Q872802 Português

No que concerne aos aspectos linguísticos do texto 6A4CCC, julgue o item a seguir.


O período “É por isso que (...) da sua vida” se organiza internamente a partir da articulação de três orações.

Alternativas
Q872748 Português

Ainda no que se refere aos aspectos linguísticos do texto 6A1AAA, julgue o item que se segue.


O termo “entre os mais mal pagos do orbe” (ℓ.24) exerce a função de complemento da forma verbal “inclui”.

Alternativas
Q872741 Português

Com relação à variação linguística bem como aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto 6A1AAA, julgue o próximo item.


O vocábulo “daí” (ℓ.15) e a expressão “da ignorância” (ℓ.16) exercem a mesma função sintática no período em que ocorrem.

Alternativas
Q872739 Português

Com relação à variação linguística bem como aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto 6A1AAA, julgue o próximo item.


Na linha 8, o termo “a todos” exerce a função de complemento indireto da forma verbal “absolveria”.

Alternativas
Q871502 Português
De acordo com a norma padrão escrita da língua portuguesa, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) Em “Pessoas que sabem falar mais de um idioma” (linha 09), o pronome “que” restringe o conjunto de pessoas com a capacidade de “deslocar” a atenção entre os sistemas de fala e escrita. ( ) Na frase “Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os benefícios cognitivos de aprender novos idiomas” (linhas 01 e 02) a expressão destacada exerce a função de complemento nominal. ( ) Em “os resultados demonstram que, para adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência começarem a se manifestar é 71,4” (linha 16 a 18), os dois “que” destacados têm a mesma função sintática. ( ) A voz verbal na frase “Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos” (linha 16) é classificada como passiva analítica. ( ) Na frase “As pesquisas também consideraram fatores como escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os resultados” (linhas 19 a 21), a conjunção destacada introduz uma frase explicativa.
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Q871162 Português

Texto 3 – A produção do conhecimento,

Flávio de Campos


Estudar é semelhante ao trabalho de um detetive que investiga um determinado assunto. O bom detetive é aquele que considera o maior número de hipóteses e escolhe aquelas que julgar mais convincentes. Para fazer isso, ao contrário do que se pode pensar, é importante ter dúvidas. Todos têm dúvidas. Do mais importante cientista ao mais humilde trabalhador.

O que faz um trabalho de investigação ser bom é a capacidade de organizar essas dúvidas e tentar solucionar o maior número delas. Em qualquer área profissional, há sempre questões em aberto, onde as reflexões e as investigações ainda não obtiveram respostas conclusivas. A pesquisa dá respostas sempre provisórias. Sempre é possível ampliar e reformular essas respostas obtidas anteriormente.


Texto 4 - Cada um por si

Paula Ferreira, O Globo, 22/11/2017 (adaptado)


Ouvir a opinião do outro, trabalhar em equipe e compartilhar conhecimento são habilidades desejadas não só no mercado de trabalho, mas no exercício da cidadania e nas relações interpessoais. Mas valores como este não são bem desenvolvidos nas escolas do Brasil, indica um relatório divulgado ontem com dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA). Os estudantes brasileiros estão entre os piores, em meio a 52 países ou economias com dados disponíveis, em resolver problemas de maneira colaborativa. De acordo com especialistas, há razões claras para essa posição. Por um lado, o foco em avaliações de larga escala afetou o que é prioridade nas escolas do país. Por outro, o modelo de acesso ao nível superior e a infinidade de provas desestimulam estudantes a trabalhar coletivamente.

- Os países com bom desempenho nessa habilidade têm estruturas de aula que promovem maior interação durante o aprendizado das disciplinas comuns. Aulas nas quais há incentivo para a colaboração entre pares têm impactos positivos sobre essa competência – afirmou um dos diretores da Instituição, acrescentando ainda que o Brasil precisa melhorar em áreas essenciais.


A forma sublinhada que NÃO funciona como verbo, como as demais é:
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Q871161 Português

Texto 4 - Cada um por si

Paula Ferreira, O Globo, 22/11/2017 (adaptado)


Ouvir a opinião do outro, trabalhar em equipe e compartilhar conhecimento são habilidades desejadas não só no mercado de trabalho, mas no exercício da cidadania e nas relações interpessoais. Mas valores como este não são bem desenvolvidos nas escolas do Brasil, indica um relatório divulgado ontem com dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA). Os estudantes brasileiros estão entre os piores, em meio a 52 países ou economias com dados disponíveis, em resolver problemas de maneira colaborativa. De acordo com especialistas, há razões claras para essa posição. Por um lado, o foco em avaliações de larga escala afetou o que é prioridade nas escolas do país. Por outro, o modelo de acesso ao nível superior e a infinidade de provas desestimulam estudantes a trabalhar coletivamente.

- Os países com bom desempenho nessa habilidade têm estruturas de aula que promovem maior interação durante o aprendizado das disciplinas comuns. Aulas nas quais há incentivo para a colaboração entre pares têm impactos positivos sobre essa competência – afirmou um dos diretores da Instituição, acrescentando ainda que o Brasil precisa melhorar em áreas essenciais.

“Os países com bom desempenho nessa habilidade têm estruturas de aula...”; a frase abaixo que mostra uma forma verbal INADEQUADA de um verbo composto de “ter” é:
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Q871143 Português

Texto 3 – A produção do conhecimento,

Flávio de Campos


Estudar é semelhante ao trabalho de um detetive que investiga um determinado assunto. O bom detetive é aquele que considera o maior número de hipóteses e escolhe aquelas que julgar mais convincentes. Para fazer isso, ao contrário do que se pode pensar, é importante ter dúvidas. Todos têm dúvidas. Do mais importante cientista ao mais humilde trabalhador.

O que faz um trabalho de investigação ser bom é a capacidade de organizar essas dúvidas e tentar solucionar o maior número delas. Em qualquer área profissional, há sempre questões em aberto, onde as reflexões e as investigações ainda não obtiveram respostas conclusivas. A pesquisa dá respostas sempre provisórias. Sempre é possível ampliar e reformular essas respostas obtidas anteriormente. 

“Sempre é possível ampliar e reformular essas respostas obtidas anteriormente”; transformando-se as orações reduzidas em orações desenvolvidas e procurando-se manter a correção e o paralelismo no texto produzido, a escritura adequada seria:
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Respostas
6441: C
6442: A
6443: A
6444: C
6445: C
6446: D
6447: D
6448: B
6449: E
6450: E
6451: E
6452: E
6453: E
6454: C
6455: C
6456: E
6457: B
6458: C
6459: B
6460: E