Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 106.159 questões
I- O texto afirma que houve um aumento no número de brasileiros que separam materiais para reciclagem.
II- Dentre os itens mais separados pelos brasileiros, estão os plásticos e garrafas PET.
III- Os dados apresentados são de uma pesquisa realizada pelo Jornal O Estado de S. Paulo.
É CORRETO o que se afirma em:
I- O texto sugere que, com o passar dos meses, as pessoas se sentem mais fortalecidas.
II- O autor expressa a ideia de que, ao final de doze meses, as pessoas se sentem esgotadas.
III- O texto sugere que as pessoas renovam suas esperanças a cada ano, apesar do cansaço.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto III e responda à questão:
Texto III
Disponível em: https://www.instagram.com. Acesso em: 04 out. 2024.
I- Aforma reduzida “Tá” é uma forma bastante empregada no registro informal.
II- Aforma desenvolvida de “Tá tudo bem com você?” seria “Está tudo bem com você?”.
III- O enunciado “Tá tudo bem com você?” seria considerado formal em qualquer contexto.
IV- A forma desenvolvida de “Tá tudo bem com você?” seria “Estar tudo bem com você?”.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o Texto II e responda à questão:
Texto II
Disponível em: https://www.instagram.com.Acesso em: 02 out. 2024.
Leia o Texto II e responda à questão:
Texto II
Disponível em: https://www.instagram.com.Acesso em: 02 out. 2024.
I- Doenças respiratórias e cardiovasculares.
II- Alzheimer e perda de memória.
III- Diabetes e problemas relacionados à saúde mental.
IV- Obesidade e doenças infecciosas.
É CORRETO o que se afirma em:
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Um diálogo instrutivo
Muitos entusiastas da Inteligência Artificial (IA) continuam a insistir na venda da utopia de que as máquinas digitais não só serão capazes de simular a inteligência humana como, eventualmente, poderão superar a todos nós no nosso próprio jogo, o jogo de pensar, Se comportar e viver como seres humanos. Costumo, nas minhas aulas, utilizar um diálogo hipotético entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de inteligência artificial (PIA) para ilustrar o abismo que separa aqueles que, como eu, acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e aqueles que trabalham apenas com o objetivo de concretizar uma distopia. Eis aqui um momento desse diálogo:
N - Como você programaria o conceito de beleza em uma máquina da IA?
PIA - Defina um conceito de beleza para mim e eu posso programá-o.
N - Esse é o problema central. Eu não posso definir beleza — você também não pode, tampouco outro ser humano que jamais viveu e experimentou a sensação de deparar-se com a beleza.
PIA - Se você não pode defini-la de forma precisa, não posso programá-la, ela simplesmente não interessa. Ela não existe. E, como cientista computacional, não me importo com ela.
N - A sua mãe ou sua filha são bonitas?
PIA - Sim, elas são.
N - E você pode definir por quê?
PIA - Não, eu não posso. Não posso programar a minha experiência subjetiva e pessoal no meu computador. Portanto, ela não existe nem significa nada do ponto de vista científico.
N - Isso quer dizer que como você não pode quantificar a sensação de encontrar uma face bela, essa sensação é irrelevante?
PIA - Basicamente, sim! Você entendeu o meu ponto de vista.
Assustador como esse diálogo pode soar, quando milhões de pessoas vivendo nestes tempos modernos já decidiram que qualquer coisa que uma máquina não possa fazer é irrelevante para à humanidade.