Questões de Concurso Público BRDE 2012 para Analista de Sistemas - Administrador de Banco de Dados
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I. Alguns SGBDs fornecem uma linguagem chamada linguagem de manipulação de dados - data manipulation language (DML) .
II. Em vários SGBDs foi escolhido, nos quais não existem uma separação específica de níveis, uma linguagem chamada linguagem de definição de dados – Data Definition Language (DDL), que é usada pelo DBA e pelos projetistas de banco de dados para definir ambos os esquemas.
III. Nos SGBDs, em que uma clara separação é mantida entre níveis conceitual e interno, a DDL é usada para especificar somente o esquema conceitual. A linguagem de definição de Armazenamento – storage definition language (SDL), é utilizada para especificar o esquema interno.
IV. A grande maioria dos SGBDs não fornecem suporte a essa linguagem diretamente, com isso a utilização das mesmas se fazem somente através de uma linguagem de programação auxiliar, como java, c++ entre outras.
I. O objeto básico de um MER é uma entidade, 'algo' do mundo real, com uma existência independente.
II. Uma entidade pode ser um objeto com uma existência física (por exemplo, uma pessoa, um carro, uma casa ou um funcionário) ou um objeto com uma existência conceitual (por exemplo, uma empresa, um trabalho ou um curso universitário).
III. Os valores dos atributos que descrevem cada entidade se tornarão a maior parte dos dados armazenados no banco de dados.
IV. Cada entidade tem atributos – propriedades particulares que a descrevem. Por exemplo, uma entidade empregada pode ser descrita pelo nome do empregado, idade, endereço, salário e trabalho (função).
I. O grau de um tipo relacionamento é o número de entidade que participa desse relacionamento.
II. Um tipo relacionamento de grau vinte é chamado de binário e um de grau trinta é ternário.
III. Os nomes de papéis são tecnicamente necessários em tipos relacionamentos em que todos os tipos entidades participantes são distintos.
IV. Cada tipo entidade que participa de um tipo relacionamento executa um papel particular no relacionamento. O nome do papel significa o papel que uma entidade participante de um tipo entidade executa em cada instância de relacionamento, e ajuda explicar o significado do relacionamento.
I. Tipo Entidade Fraca também são conhecidas por Entidades abstratas.
II. Tipo entidade que não tem seus próprios atributos-chave são chamados tipos entidade fraca.
III. Tipo entidade que não tem seus próprios relacionamentos são chamados tipo entidade fraca.
IV. Entidades, que pertençam a um tipo entidade fraca, são identificadas por estarem relacionadas a entidades específicas do outro tipo entidade.
I. A restrição de integridade de entidade estabelece que nenhum valor de chave primária pode ser null. Isso porque o valor da chave primária é usado para identificar as tuplas individuais em uma relação.
II. Todas as restrições de integridade deveriam ser especificadas no esquema do banco de dados relacional, caso queiramos impor essas restrições aos estados do banco de dados.
III. Ter valores null para chave primária implica não podermos identificar alguma tupla.
IV. A restrição de integridade referencial é classificada entre duas relações e é usada para manter a consistência entre as tuplas nas duas relações.
I. A operação de junção é utilizada para combinar as tuplas relacionadas em duas relações dentro de uma única.
II. Junções podem ser criadas através do aninhamento das operações, ou podemos aplicar uma operação por vez e criar relação dos resultados intermediários.
III. Junções são muito importantes em banco de dados relacionais com mais de uma relação, porque nos permite processar os relacionamentos entre as relações.
IV. Na Junção apenas as combinações de tuplas que satisfazerem a condição de junção aparecerão no resultado, enquanto, no produto Cartesiano, todas as combinações de tuplas serão incluídas no resultado.
I. O agrupamento de tuplas em uma relação, a partir do valor de alguns de seus atributos não costuma ser uma necessidade frequente para aplicação de uma função de agregação.
II. O primeiro tipo de requisito que não pode ser expresso na álgebra relacional básica é para especificar as funções matemáticas agregadas em coleções de valores do banco de dados.
III. As funções mais comuns aplicadas em coleção de valores numéricos incluem SOMA, MÉDIA, MÁXIMO e MÍNIMO.
IV. Essas funções podem ser utilizadas em consultas de estatística simples, que resumem as informações das tuplas do banco de dados.
I. O nome da SQL é derivado de Structured Query Language (Linguagem estruturada de consulta), foi chamada inicialmente de SEQUEL (Structured English QUEry Language – Linguagem de Pesquisa em Inglês Estruturado).
II. O núcleo da especificação SQL deve ser implementado por todos os vendedores de SGBDs relacionais, compatíveis com o padrão.
III. Essa linguagem tem funcionalidades, como definição de visões, no banco de dados.
IV. A SQL é uma linguagem de banco de dados abrangente: ela possui comandos para definição de dados, consulta e atualizações. Assim ela tem ambas as DDL e DML.
I. Podemos embutir os comandos de bancos de dados em uma linguagem de programação de propósito geral: nessa abordagem, as declarações para o banco de dados ficam embutidas na linguagem de programação hospedeira, e elas são identificadas por um prefixo especial.
II. Uma outra abordagem é utilizar uma biblioteca de funções para o banco de dados: deixa-se uma biblioteca de funções disponível para que a linguagem de programação hospedeira possa fazer chamadas para o banco de dados.
III. Projetando uma nova linguagem: uma linguagem de programação de um banco de dados é projetada especialmente para ser compatível com o modelo do banco de dados e com a linguagem de consulta.
IV. Criando um novo compilador: cria-se um novo compilador capaz de interpretar e executar o código fonte, desta forma esse compilador deve ser responsável por identificar o que são processos comuns e o que são processos SQL.
I. Em alguns casos, é conveniente especificar um tipo de ação a ser tomada quando certos eventos ocorrem e quando certas condições são satisfeitas em um banco de dados. Podemos criar esses mecanismos através do comando CREATE TRIGGERS.
II. Triggers permitem a junção entre n tabelas em um banco.
III. Triggers são especialistas na conversão e adaptação de comandos SQL de um SGBD para outro.
IV. Um típico Triggers possui três componentes: evento(s), condição e ação.