Questões de Concurso Público Polícia Federal 2004 para Técnico em Assuntos Culturais
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Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento
único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações).
Julgue o item que se segue, a respeito do texto acima.
Subentende-se pela argumentação do texto que os “vizinhos”
(l.5) são países sul-americanos.

Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento
único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações).
Julgue o item que se segue, a respeito do texto acima.
A organização dos argumentos no texto mostra que os “dois
efeitos perversos” (l.6) são desenvolvidos nos parágrafos
seguintes e que o parágrafo conclusivo retoma a idéia de
“ilusão de modernidade” (l.3).

A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subseqüente.
A argumentação do texto mostra que podem não ser apenas
as nações ricas que apontam a “integração da economia
mundial” (l.1) como alternativa única para o
desenvolvimento de nações.

A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subseqüente.
Duas maneiras de marcar a oposição de idéias no texto são
expressas por “de um lado” (l.3) e “de outro” (l.4); e por
“O discurso” (l.8) e “Na prática” (l.10).

Francisco Carlos T. da Silva. O mundo mudou?
Ciência Hoje, nov./2003 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o seguinte item.
Subentende-se da argumentação do texto que o Havaí já foi
alvo de ataques.

Francisco Carlos T. da Silva. O mundo mudou?
Ciência Hoje, nov./2003 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o seguinte item.
A palavra “guerra” (l.7) está associada a um sentido
substantivo de “longo conflito” (l.9) e a um sentido adjetivo,
que deixa subentender um curto conflito.

Francisco Carlos T. da Silva. O mundo mudou?
Ciência Hoje, nov./2003 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o seguinte item.
O referente do pronome “algo” (l.12) vem explicitado no
trecho “o surgimento de uma entidade governante anglosaxã” (l.13-14).
Subentende-se da argumentação do texto que “região” (l.5) refere-se a América do Sul.
De acordo com o segundo parágrafo, são três fatores os que devem prejudicar o “pacto social” (l.11-12).
Depreende-se da argumentação do texto que a afirmação das identidades dos países da América do Sul fica prejudicada com a imposição de modelos exteriores de organização da vida material e imaterial.
Ao escrever que “A viola cristianiza o índio” (l.8-9), o autor enfatiza mais a importância desse instrumento do que se escrevesse: O jesuíta usou a viola para cristianizar o índio.
Na organização argumentativa do texto, a oração “Pode ser tocada dentro da igreja.” (l.9) estabelece uma condição para o índio ser cristianizado.
A expressão “Esses traços culturais” (l.12) resume as informações apresentadas a partir de “Por exemplo” (l.3).
Subentende-se da argumentação final do texto que, se a cultura caipira não fosse uma invenção dos jesuítas, ela seria mais respeitada.
Retoricamente, o autor deixa, no texto, marcas lingüísticas — como o uso de pronomes e flexões verbais — que o identificam como brasileiro e o aproximam dos leitores.
Julgue o item que se segue, a respeito do texto acima.
Preserva-se a coerência da argumentação textual ao se
acrescentar o seguinte parágrafo ao texto: Por isso, cabe
também ao IPHAN a preservação dos terreiros de
Candomblé.
Ao fim do segundo parágrafo, a oração que se segue aos dois-pontos justifica a oração anterior porque os terrenos de candomblé são os principais responsáveis pela manutenção da cultura negra.
A expressão verbal “acabam enfurnadas” (l.5) está empregada no texto com valor semelhante a terminam por enfurnar.
Do emprego de “o DOPS” (l.6-7) como sujeito da oração depreende-se que o prédio, projetado para abrigar uma estação da estrada de ferro, “vigiava e mantinha presos suspeitos de ação contra o governo” (l.7-8).
Longe de ser um fato isolado, a violência que assola a cidade do Rio de Janeiro é ampliada pela ação do narcotráfico, cujas quadrilhas não raro entram em guerra pelo domínio de pontos de venda de drogas ilícitas.




