Questões de Concurso Público Prefeitura de Campina Grande - PB 2020 para Cirurgião Dentista I
Foram encontradas 15 questões
Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.
Texto 01 - O nosso e o deles
- As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
- Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
- menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
- nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
- placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
- No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
- registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
- juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
- alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
Analise as proposições a seguir, com relação ao tema do texto – festividades de final de ano –, e assinale (V) para verdadeiro e (F) para as falso.
( ) O tema pode ser evidenciado pela articulação de palavras específicas que evocam determinadas emoções e sensações em relação à festividade.
( ) O texto cria imagens que externam sentimentos exagerados de tristeza e melancolia.
( ) A linguagem utilizada no texto é objetiva, pois o narrador expõe uma informação com a intenção de interagir com o leitor.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é
Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.
Texto 01 - O nosso e o deles
- As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
- Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
- menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
- nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
- placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
- No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
- registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
- juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
- alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
O marco temporal das ações indicadas ao longo do texto pode ser observado pela
I- inscrição de diversos termos que fazem referência a esse tempo.
II- colocação do enunciado "o desejo de transpor as eras" (linha 4), que se refere à noite do ano novo.
III- indeterminação relacionada ao momento de festividade instaurada no texto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.
Texto 01 - O nosso e o deles
- As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
- Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
- menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
- nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
- placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
- No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
- registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
- juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
- alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
Dada a leitura do fragmento textual “As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, ‘viva’ e ‘salve'. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade.” (linhas 1 e 2), analise as proposições com relação à sua estruturação.
I- A forma verbal “Traduzem” tem um vínculo sintático com o constituinte “as expressões”; e semântico, com os constituintes “Viva” e “Salve”.
II- O constituinte “as”, em “quem as pronuncia”, é usado para indicar, de modo particular, as aspirações do leitor.
III- A expressão “os desejos de perenidade” completa o sentido da forma verbal “Traduzem”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.
Texto 01 - O nosso e o deles
- As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
- Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
- menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
- nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
- placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
- No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
- registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
- juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
- alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
Sobre o emprego dos elementos em destaque no enunciado, analise as proposições, abaixo, e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
Do enunciado "Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz [...]." (linha 3), é CORRETO afirmar que
( ) “Até mesmo” é um elemento sequencial que assume no encadeamento discursivo forte teor argumentativo.
( ) “que” substitui o termo antecedente e introduz uma oração adjetiva na qual assume a função sintática de sujeito.
( ) nas duas ocorrências, a partícula “se” exerce funções morfossintáticas distintas.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é
Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.
Texto 01 - O nosso e o deles
- As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
- Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
- menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
- nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
- placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
- No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
- registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
- juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
- alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
No enunciado “As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das ‘janelas da alma’ do que expressão de nostalgia”, o uso da linguagem figurada evidencia-se na expressão “as janelas da alma” (linha 8 e 9), observa-se o uso de uma linguagem figurada identificada como:
Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.
Texto 02 - O efeito e o defeito
- Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
- Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
- na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
- plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
- “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
- A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
- popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
- arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
A temática do texto versa sobre a
I- cultura nordestina realçada na poesia popular.
II- forma como os poetas populares usam a linguagem para criar um efeito literário.
III- criação distorcida do poeta para evidenciar sua produção literária.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.
Texto 02 - O efeito e o defeito
- Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
- Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
- na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
- plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
- “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
- A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
- popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
- arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
No enunciado “É um linguajar engraçado, cheio de termos arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola” (linhas 7 e 8), a expressão "termos arrevesados" faz referência
Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.
Texto 02 - O efeito e o defeito
- Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
- Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
- na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
- plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
- “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
- A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
- popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
- arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
No enunciado “Existe, de fato, uma poesia popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió” (linha 6 e 7), a sequência de constituintes revela
Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.
Texto 02 - O efeito e o defeito
- Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
- Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
- na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
- plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
- “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
- A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
- popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
- arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
Em “Ó seu moço cantador/ com a sua 'sabilidade'/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade” (linhas 4 e 5), observa-se
I- intencionalidade discursiva, realçada pelo uso do termo "sabilidade" por meio da versatilidade que se instaura no processo de interação social.
II- produção metafórica, no termo "sabilidade", colocado para rimar com "qualidade".
III- construção ambígua, com a finalidade de provocar um efeito de sentido ao poema popular.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia a piada a seguir, com atenção para as escolhas estruturais e lexicais e, em seguida, avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) as proposições explicativas dos efeitos produzidos pela escolhas realizadas.
O homem foi ao consultório médico e, ao chegar em casa, a mulher pergunta: - Como foi lá? - Vamos ter que sair do estado de São Paulo. - Mas, por quê? - O médico disse que no estado em que estou, eu não posso beber mais. |
( ) o tom humorístico se deve à ambiguidade de sentido provocada pelo emprego do termo “estado”.
( ) a interpretação equivocada se estabelece em razão do jogo discursivo que indica sentido duplo.
( ) o efeito de sentido da piada predomina em função da linguagem vulgar utilizada pelos personagens.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é
Após a leitura da charge, analise as proposições relativas à sua construção:
Fonte: www.português.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=146 Acesso em 15/09/2020.
I- Os recursos multissemióticos são utilizados para contribuir na produção efetiva de sentido.
II- A temática evidenciada no uso das imagens chama à atenção para a violência na sociedade que a mídia televisiva informa.
III- A construção interpretativa do texto requer, além dos conhecimentos linguísticos/discursivos, efeito de sentido da imagem/texto.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o Texto 03 e responda as questões de 12 a 14.
Texto 03 - Confidencial
- Quando a gente fala de saudade ocorrem logo os amores antigos, a lembrança de uma pessoa que suavizou um pouco a nossa vida,
- gente que passou como um sol em nossas manhãs, foi estrela em nossas noites, sonho em nosso dormir, sorriso em nossa vontade de
- sorrir, alegria em nossa alma jardineira de emoções.
- E sempre gente que foi e que volta, como um raio de luz, instante fugaz, entre nuvens caminhantes de céu enevoado.
- E as coisas, os fatos, não têm vez na gostosura ou na lágrima de uma saudade? Por não serem gente, não ferem e não acariciam? As
- coisas, nós podemos fechar em uma gaveta, para de quando em vez, dar uma olhada acariciante. E as pessoas? Vão embora, como as
- flores que eclodem, sorriem de lábios multicores um recado de perfume, e tomba e o vento leva e permanece, apenas, o fruto, uma
- lembrança de flor que não é mais flor. [...]
Fonte: MARACAJÁ, R. In: Cerca de Varas. Campina Grande: Latus. 2014, p.103.
O autor do texto revela
I- subjetividade perceptiva, aproximando-se de um lirismo norteador em todo seu processo de criação literária.
II- efetiva configuração de um olhar nostálgico sobre suas vivências e seu modo poético de ver as coisas.
III- uma forma peculiar de usar a linguagem em seu nível erudito e de interpretação confusa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto 03 e responda as questões de 12 a 14.
Texto 03 - Confidencial
- Quando a gente fala de saudade ocorrem logo os amores antigos, a lembrança de uma pessoa que suavizou um pouco a nossa vida,
- gente que passou como um sol em nossas manhãs, foi estrela em nossas noites, sonho em nosso dormir, sorriso em nossa vontade de
- sorrir, alegria em nossa alma jardineira de emoções.
- E sempre gente que foi e que volta, como um raio de luz, instante fugaz, entre nuvens caminhantes de céu enevoado.
- E as coisas, os fatos, não têm vez na gostosura ou na lágrima de uma saudade? Por não serem gente, não ferem e não acariciam? As
- coisas, nós podemos fechar em uma gaveta, para de quando em vez, dar uma olhada acariciante. E as pessoas? Vão embora, como as
- flores que eclodem, sorriem de lábios multicores um recado de perfume, e tomba e o vento leva e permanece, apenas, o fruto, uma
- lembrança de flor que não é mais flor. [...]
Fonte: MARACAJÁ, R. In: Cerca de Varas. Campina Grande: Latus. 2014, p.103.
Avalie o que se afirma sobre a configuração do texto e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
O tema do texto~são constituídos de
( ) recursos conceituais e aspectos específicos, que se estabelece um criativo diálogo subjacente ao texto.
( ) imagens reveladoras sobre os sentimentos, pondo em discussão os abismos da alma humana.
( ) informações objetivas, que expõem o cotidiano vivificado pelas pessoas, caracterizando a função referencial da linguagem.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Leia o Texto 03 e responda as questões de 12 a 14.
Texto 03 - Confidencial
- Quando a gente fala de saudade ocorrem logo os amores antigos, a lembrança de uma pessoa que suavizou um pouco a nossa vida,
- gente que passou como um sol em nossas manhãs, foi estrela em nossas noites, sonho em nosso dormir, sorriso em nossa vontade de
- sorrir, alegria em nossa alma jardineira de emoções.
- E sempre gente que foi e que volta, como um raio de luz, instante fugaz, entre nuvens caminhantes de céu enevoado.
- E as coisas, os fatos, não têm vez na gostosura ou na lágrima de uma saudade? Por não serem gente, não ferem e não acariciam? As
- coisas, nós podemos fechar em uma gaveta, para de quando em vez, dar uma olhada acariciante. E as pessoas? Vão embora, como as
- flores que eclodem, sorriem de lábios multicores um recado de perfume, e tomba e o vento leva e permanece, apenas, o fruto, uma
- lembrança de flor que não é mais flor. [...]
Fonte: MARACAJÁ, R. In: Cerca de Varas. Campina Grande: Latus. 2014, p.103.
Ao se avaliarem as explicações fornecidas sobre o emprego dos elementos linguísticos no enunciado “Quando a gente fala de saudade [...]” (linha 1), deduz-se que
I- o modo de ordenar o tempo vem explícito pelo termo “Quando”.
II- a expressão “a gente” tem equivalência a “nós” e generaliza a referência na organização textual.
III- o constituinte “de saudade” funciona sintaticamente como complemento nominal.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Com base na leitura do texto abaixo, avalie as proposições que abordam aspectos formais e semânticos
Bilhete
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve e o amor mais breve ainda...
Fonte: Mário Quintana. Obra completa em um volume. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2005, p.642.
I- O autor usa a terceira pessoa do discurso para tratar a mulher "Amada".
II- A forma verbal “Deixa” é empregada no modo Imperativo.
III- O desfecho do texto/poema nos remete ao sentido de efemeridade da vida.
É CORRETO o que se afirma apenas em: