Questões de Concurso Público CNMP 2015 para Analista do CNMP - Comunicação Social
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I. Parte integrante da macroárea da comunicação organizacional, ao lado do jornalismo, da publicidade, da propaganda e da editoração, entre outras sub- áreas possíveis que devem interagir com vistas à construção do conceito institucional para a organização. II. Vinculação das Relações Públicas à administração, atribuindo-lhes a peculiaridade do uso de técnicas de comunicação no desenvolvimento de sua missão.
A tendência que se configura atualmente é no sentido de as Relações Públicas serem
I. A identidade institucional é uma declaração da própria organização sobre como ela se apresenta à sociedade, com visão, missão, valores, compromissos etc.
II. A imagem institucional é a forma como os diferentes públicos de uma organização a percebem, assim como seus produtos e/ou serviços.
III. Alcançar a sintonia entre a identidade e a imagem institucional é um objetivo tático do planejamento cuja persecução é opcional e de pouco impacto.
IV. A imagem institucional é uma parte integrante do planejamento de comunicação institucional, podendo as formas de sua persecução ser definidas em planos específicos.
Está correto o que se afirma APENAS em
(GIACOMINI FILHO, Gino. O consumidor e sua inserção ecológica.
In: Ecopropaganda. São Paulo; Senac, 2004. p. 63)
Para realizar uma comunicação no sentido de promover preceitos ambientais, como a responsabilidade social, o consumo sustentável, e as relações da instituição com a comunidade, é necessário dar atenção a duas figuras da sociedade que podem ser encarnadas pelos mesmos indivíduos, a saber, o
I. Registro de competências e estrutura organizacional, endereços e telefones das respectivas unidades e horários de atendimento ao público; II. Registros de quaisquer repasses ou transferências de recursos financeiros; III. Registros das despesas; IV. Informações concernentes a procedimentos licitatórios, inclusive os respectivos editais e resultados, bem como a todos os contratos celebrados; V. Dados gerais para o acompanhamento de programas, ações, projetos e obras de órgãos e entidades; e VI. Respostas a perguntas mais frequentes da sociedade.
Estas informações devem ser disponibilizadas ao cidadão
A mulher entrevistada declarava enfaticamente que comprava as coisas para seu lar pela qualidade, em primeiro lugar, pela confiança que tinha no fabricante, em segundo, e pelo preço, em terceiro, sem que a propaganda tivesse uma participação maior em sua decisão do que (onde, quando e como) comprar.
Em seguida, pedia-se para que a dona de casa mostrasse sua casa, os eletrodomésticos existentes e os produtos de consumo estocados ou em uso.
Pois bem, quase todas as mulheres que tinham se declarado pouco influenciáveis pela propaganda haviam comprado grande parte daquilo que possuíam em casa por razões essencialmente idênticas às difundidas pelas campanhas publicitárias então veiculadas, dos diversos produtos e utilidades domésticas.
E pode-se ter certeza de que isso foi muito mais do que apenas mera coincidência.
(SAMPAIO, Rafael: Propaganda: Arte, Ciência ou Técnica?
In: Propaganda de A a Z. São Paulo: Campus, 2003. p. 24)
Uma campanha pode ser responsável pelo sucesso ou fracasso de um produto, uma organização, ser inútil ou gerar malefícios.Diante da sua capacidade de persuasão, a propaganda deve ser usada
A publicidade infantil no Brasil, tema da redação do Enem neste domingo, é regida por algumas normas contidas na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código de Defesa do Consumidor. No entanto, a Resolução 163 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), publicada em março deste ano, é a mais contundente por restringir a publicidade para crianças (até 12 anos, conforme o ECA). Suas principais decisões dizem respeito ao que é abusivo na publicidade para crianças. São elementos abusivos, conforme o texto:
− Linguagem infantil, efeitos especiais e excessos de cores; − Trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança; − Representação de criança; − Pessoas ou celebridades com apelo ao público infantil; − Personagens ou apresentadores infantis; − Desenho animado ou de animação; − Bonecos ou similares; − Promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil; − Promoções com competições ou jogos com apelo ao público infantil. (Zero Hora, 9 de novembro de 2014, disponível em <http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/2014/11/como-e-a-legislacao-da-publicidade-no-brasil-4639339.html>)
Considerando os princípios éticos atualmente admitidos entre profissionais e empresas da área de propaganda, com esta resolução
I. Em mídia impressa, a audiência é medida pelo resultado da diferença entre a tiragem e a circulação de um determinado jornal ou revista.
II. Em rádio é usado um questionário com uma amostragem urbana no qual se responde quais emissoras foram ouvidas nas últimas 48 horas.
III. Em TV é realizada com uma amostragem de domicílios em todo o país, mantidos em sigilo, que recebem um aparelho chamado Peoplemeter.
IV. Em web a audiência pode ser medida a partir de uma amostragem voluntária que recebe software de coleta de informações.
Está correto o que se afirma APENAS em

Deste modo, o uso destes instrumentos do marketing mix deve ser realizado