Questões de Concurso Público UTFPR 2017 para Técnico de Tecnologia da Informação

Foram encontradas 40 questões

Q831517 Redes de Computadores
A respeito do SQUID, é correto afirmar que:
Alternativas
Q831518 Redes de Computadores
Assinale a alternativa que corresponde à camada do modelo TCP/IP, onde está presente o protocolo IP.
Alternativas
Q831519 Redes de Computadores
Considerando a rede 200.134.80.160/27, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q831520 Redes de Computadores
As portas 53, 21, 25, 110 e 23 do protocolo TCP são utilizadas pelos respectivos serviços:
Alternativas
Q831521 Arquitetura de Computadores
O sistema binário é utilizado amplamente em sistemas modernos de computação, por ser facilmente representado eletronicamente. Assinale a alternativa que representa o número binário 11000101 convertido para o sistema decimal.
Alternativas
Q831522 Redes de Computadores
Levando em consideração a estrutura do modelo OSI de arquitetura, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q831523 Redes de Computadores
A respeito dos protocolos 802.3 e 802.11, assinale a alternativa correta.
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Q831524 Redes de Computadores

A respeito de conceitos de Internet e Intranet, analise as seguintes afirmações:


I) A Internet é uma rede pública de comunicação de dados, com controle estritamente centralizado e que utiliza o conjunto de protocolos TCP/IP como base para a estrutura de comunicação e seus serviços de rede.

II) A arquitetura TCP/IP fornece não somente os protocolos que habilitam a comunicação de dados entre as redes, como também define uma série de aplicações que contribuem para o funcionamento da Internet.

III) A Internet é considerada um sistema aberto, uma vez que seus protocolos básicos são definidos publicamente através de RFCs.

IV) A Intranet é uma rede local de computadores, interna de uma instituição, na qual podem ser utilizados os mesmos protocolos de comunicação empregados na Internet.


Estão corretas:

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Q831525 Redes de Computadores
O RAID (Redundant Array of Inexpensive Disks) é uma tecnologia largamente utilizada em ambientes computacionais para prover maior segurança e/ou desempenho. Assinale alternativa correta a respeito do RAID.
Alternativas
Q831526 Segurança da Informação
A proposição “Essa característica assegura que as informações e programas sejam modificados somente de uma maneira especificada e autorizada” remete ao conceito do seguinte objetivo de segurança de computadores:
Alternativas
Q831527 Segurança da Informação
A criptografia de chave pública é assimétrica, envolvendo o uso de duas chaves separadas. No cenário “João deseja enviar uma mensagem para Maria”, visando atingir a característica de confidencialidade, João deverá:
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Q831528 Banco de Dados

Considere os seguintes comandos em SQL ANSI 92, executados em sequência:


CREATE TABLE pessoa(id int not null, nome varchar(10) not null, primary key(id));

INSERT INTO pessoa VALUES(1, ‘Bruno’);

INSERT INTO pessoa VALUES(2, ‘César’);

SELECT count(id) FROM pessoa;


A consulta retornará o valor:

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Q831529 Banco de Dados
Utilizando os conceitos do modelo relacional, assinale a alternativa que representa o grau (ou aridade) da seguinte tabela Veículo(idVeiculo, descricaoVeiculo, renavam, chassi, anoModelo, anoFabricacao).
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Q831530 Algoritmos e Estrutura de Dados

Analise o trecho do algoritmo abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta, em relação à saída do código acima.

Alternativas
Q831531 Algoritmos e Estrutura de Dados

Analise o trecho do algoritmo abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta, em relação à saída do código acima.

Alternativas
Q831532 Redes de Computadores

Analise a regra de IPTABLES abaixo.


$IPTABLES -A FORWARD -s $REDE8 -d 74.128.0.0/16 -p tcp -m multiport --dport 465,587 -j ACCEPT


Assinale a alternativa correta.

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Q836422 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Para o autor, uma das formas de explicar a cisão dos economistas é:
Alternativas
Q836424 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

No trecho retirado do texto: “Ela certamente não virá”, o termo negritado refere-se a:
Alternativas
Q836428 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Assinale a alternativa correta do período “Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes”, com os verbos no futuro do presente.
Alternativas
Q836430 Matemática
A razão entre dois números é igual a 3. Sabendo que a soma deles é 60, o maior número é igual a:
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: D
24: C
25: A
26: C
27: B
28: D
29: D
30: C
31: D
32: C
33: E
34: C
35: B
36: E
37: B
38: D
39: A
40: D