Ao elaborar o documento decorrente de uma avaliação psicoló...

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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2022 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q1911829 Psicologia
Ao elaborar o documento decorrente de uma avaliação psicológica no contexto forense, conforme recomenda S. Rovinski (em Lourenço, Ortiz e Shine, 2021) o psicólogo deve ter em mente que tal documento deve
Alternativas

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Olá! Vamos analisar a questão em detalhes para garantir que você compreenda o tema abordado e as escolhas corretas e incorretas. A alternativa correta para essa questão é a Alternativa C.

A alternativa correta é a C que diz que o documento decorrente de uma avaliação psicológica no contexto forense deve se fundar em pensamento científico rigoroso associado a um olhar empático que valorize a essência humana do examinando. Esse princípio é fundamental na prática da psicologia forense, onde a objetividade científica precisa ser conciliada com a compreensão da pessoa examinada como um ser humano com complexidades e subjetividades únicas.

Comentário sobre as alternativas incorretas:

Alternativa A: "Assegurar o uso de linguagem compatível com a teoria psicológica que o fundamenta, embora nem sempre inteligível para profissionais de outras áreas". Esta alternativa está incorreta porque, embora seja importante utilizar uma linguagem fundamentada em teorias psicológicas, é essencial que o documento seja compreensível para profissionais de outras áreas, especialmente no contexto forense onde a clareza é crucial para a aplicação da justiça.

Alternativa B: "Incorporar os dados das entrevistas que lhe pareçam verossímeis e descartar aqueles que lhe pareçam fantasiosos ou distorcidos". Esta alternativa está incorreta porque o psicólogo deve relatar todos os dados obtidos, não apenas aqueles que parecem verossímeis. A avaliação deve ser imparcial e considerar todos os aspectos, mesmo aqueles que inicialmente possam parecer fantasiosos ou distorcidos, pois podem revelar informações importantes com uma análise mais aprofundada.

Alternativa D: "Ser bem mais sucinto e breve do que o produzido no contexto clínico, porque a demanda é mais pontual e focada". Esta alternativa está incorreta porque a extensão e a profundidade do documento dependem das necessidades do caso e da complexidade da avaliação. No contexto forense, muitas vezes é necessário um documento detalhado para assegurar que todas as nuances do caso sejam compreendidas.

Alternativa E: "Apresentar os dados obtidos de outras avaliações realizadas, de modo a confirmar as próprias conclusões". Esta alternativa está incorreta porque, embora a incorporação de dados de outras avaliações possa ser útil, o foco principal deve ser nos dados obtidos diretamente na avaliação atual. O psicólogo deve garantir que suas conclusões sejam baseadas em evidências diretas e não apenas em dados secundários.

Espero que esta explicação tenha esclarecido suas dúvidas. Caso precise de mais detalhes ou tenha outras perguntas, estou à disposição para ajudar!

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Comentários

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C

O documento resultante de uma avaliação psicológica no contexto forense deve ser baseado em um pensamento científico rigoroso, mas ao mesmo tempo, deve ser empático e valorizar a compreensão da essência humana da pessoa examinada. Isso ajuda a garantir uma abordagem equilibrada, respeitosa e objetiva no contexto forense.

C ... mas achei confuso esse pensamento do autor

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