No caso da paciente em questão, há indícios de que apresente...
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Ano: 2011
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Órgão:
STM
Prova:
CESPE - 2011 - STM - Analista Judiciário - Clínica Médica - Específicos |
Q84655
Medicina
Texto associado
Uma mulher com 34 anos de idade, taquígrafa de órgão da
administração pública federal, cujo ritmo de trabalho intenso
compreende apanhamento taquigráfico e revisão de textos no
computador, havia 6 meses, apresentava dor e parestesia em
mãos, que se agravaram, nos últimos 2 meses, na mão direita,
apresentando piora, principalmente, no período da noite. No último
mês, houve mutirão em seu trabalho, e ela computou 20 horas de
serviços extraordinários por semana. A partir de então, notou o
surgimento de parestesia também na face lateral das coxas. Na
última semana, apresentou dificuldade para a execução de tarefas
simples, tais como abrir latas, escovar os dentes e pentear os
cabelos. Grávida de 26 semanas, a paciente foi submetida a teste de
tolerância oral à glicose (TTOG) com sobrecarga de 75 g de
glicose, que foi realizado na 1.ª hora e na 2.ª hora, com resultados
de 180 mg% e 160 mg%, respectivamente.
Com base no quadro clínico hipotético acima, julgue o item
subsequente.
administração pública federal, cujo ritmo de trabalho intenso
compreende apanhamento taquigráfico e revisão de textos no
computador, havia 6 meses, apresentava dor e parestesia em
mãos, que se agravaram, nos últimos 2 meses, na mão direita,
apresentando piora, principalmente, no período da noite. No último
mês, houve mutirão em seu trabalho, e ela computou 20 horas de
serviços extraordinários por semana. A partir de então, notou o
surgimento de parestesia também na face lateral das coxas. Na
última semana, apresentou dificuldade para a execução de tarefas
simples, tais como abrir latas, escovar os dentes e pentear os
cabelos. Grávida de 26 semanas, a paciente foi submetida a teste de
tolerância oral à glicose (TTOG) com sobrecarga de 75 g de
glicose, que foi realizado na 1.ª hora e na 2.ª hora, com resultados
de 180 mg% e 160 mg%, respectivamente.
Com base no quadro clínico hipotético acima, julgue o item
subsequente.
No caso da paciente em questão, há indícios de que apresente incapacidade laborativa. As afecções que não produzem incapacidade laborativa não são consideradas como LER/DORT.