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Com base nas informações da tabela, a conclusão do teste é:
contra
A probabilidade do erro tipo I I se
Dado: Utilize Z0.90 = 1,64
• t calculado = 2,8; e
• t crítico (α = 5%) = 2,1.
Qual a decisão estatística correta?
Para uma variável X associada a certa população, para testar se o verdadeiro valor do parâmetro
é
0, o
primeiro passo é estabelecer as hipóteses nula (H0) e e alternativa (H1) (1a parte). No teste de hipóteses, deseja-se evitar dois possíveis erros: o erro do tipo 7, que consiste
em não rejeitar H0 quando ela é falsa, e o erro do tipo 2,
que implica em rejeitar H0 quando ela é verdadeira (2a parte). Seja α a probabilidade de rejeitar a hipótese nula
quando ela é verdadeira, então α é o nível de significância
do teste (3a parte). Está(ão) CORRETA(S):
• Estudo I: Comparação entre a produtividade média observada sob manejo A e o valor de referência técnico de 8,0 t ha-1.
• Estudo II: Comparação entre a produtividade média de dois sistemas de cultivo independentes.
• Estudo III: Comparação do rendimento médio de três tratamentos de adubação.
Os resultados resumidos encontram-se na tabela a seguir:
Com base exclusivamente nas informações da tabela e nos princípios de testes de hipóteses, assinale a alternativa CORRETA.
(Trecho I) Inicialmente, formulou-se a hipótese nula associando-a à condição de conformidade do processo, admitindo-se igualdade entre a média populacional e o valor de referência especificado.
(Trecho II) Em seguida, fixou-se o nível de significância, parâmetro relacionado à probabilidade de rejeitar a hipótese nula quando ela for verdadeira.
(Trecho III) Por fim, caso o resultado amostral não conduzisse à rejeição da hipótese nula, concluir-se-ia estatisticamente que a hipótese nula estava definitivamente comprovada para a população analisada.
Pode-se afirmar que:
A respeito dessa situação hipotética, assinale a opção correta.
Para solucionar essa questão, utilize a tabela a seguir referente à distribuição padrão Z:

Uma equipe de auditoria de compliance está avaliando o percentual de notas fiscais emitidas com inconsistências em uma empresa varejista que emite mais de 5 milhões de notas por ano. Sem informação prévia sobre a proporção de erros, o auditor decide considerar o caso de máxima variabilidade. Ele deseja estimar a proporção de notas fiscais com erro amostral de 2% e um nível de confiança de 95%. Para atender o solicitado, o tamanho mínimo necessário da amostra será
I. A utilização de técnicas de amostragem em auditorias fiscais permite estimar valores sonegados no universo fiscalizado, desde que a seleção amostral seja não-probabilística;
II. Modelos de regressão aplicados à fiscalização tributária podem ser utilizados para estimar a probabilidade de inadimplência ou irregularidade fiscal, contribuindo para a priorização das ações de controle;
III. A identificação de outliers em bases de dados fiscais deve basear-se exclusivamente em medidas de tendência central, sendo inadequado o uso de medidas de dispersão, por aumentarem a subjetividade da análise.
É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s)
I. O coeficiente de variação permite comparar a dispersão de dois conjuntos de dados com médias e unidades de medida diferentes.
II. Um outlier é um valor que se afasta significativamente da massa de dados, podendo indicar erro de preenchimento ou fraude fiscal no faturamento.
III. A mediana é o valor que divide o conjunto de dados em duas partes iguais, sendo menos afetada por valores extremos do que a média aritmética.
IV. O erro tipo I ocorre quando a fiscalização rejeita a hipótese de que o contribuinte está regular, quando na verdade ele está em conformidade com a lei.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS: