Questões de Concurso
Comentadas para professor - história
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A educação quilombola é plenamente integrada ao sistema educacional nacional, refletindo uma equidade total entre todas as comunidades educacionais do país.
A complexa composição étnico-racial das comunidades quilombolas facilita a implementação de políticas públicas, pois traz em si uma abordagem sensível às múltiplas identidades presentes nessas comunidades. Por isso, existem políticas inclusivas que considerem a ancestralidade negra e outras identidades étnicas e raciais presentes nessas comunidades, visando garantir a equidade e a efetividade das ações governamentais.
A precariedade das condições de ensino nas escolas quilombolas, incluindo a falta de acesso à infraestrutura básica como saneamento e energia elétrica, reflete as desigualdades estruturais que persistem no Brasil. Além disso, a formação inadequada dos professores impacta negativamente a qualidade da educação oferecida nessas comunidades, perpetuando ciclos de desvantagem educacional.
A nucleação de escolas quilombolas é uma estratégia que promove a segregação étnica nas comunidades, exacerbando as divisões sociais.
Um dos pensamentos mais fortes sobre a nucleação nas escolas quilombolas é que ela é uma forma de elitizar o acesso à educação, excluindo aqueles que não fazem parte das comunidades quilombolas.
A Pedagogia Crioula é uma abordagem pedagógica singular que, embora possa parecer incomum à primeira vista, oferece uma perspectiva profundamente enraizada nas tradições e saberes das comunidades quilombolas. Seu foco na valorização da identidade cultural e na autonomia educacional das comunidades quilombolas transcende a mera segregação dos alunos, visando, na verdade, à promoção de uma educação inclusiva e emancipatória, que reconhece e fortalece as narrativas históricas e os legados dessas comunidades.
Além de transmitir conteúdos curriculares, a Pedagogia Crioula busca desenvolver habilidades cognitivas e sociais nos alunos. Ela estimula o pensamento crítico ao questionar estereótipos e promove reflexões sobre a história, a identidade e as relações de poder.
De acordo com a perspectiva atual da educação, podemos afirmar que a nucleação de escolas quilombolas é uma estratégia ultrapassada que reforça estereótipos e impede o desenvolvimento educacional das comunidades.
A Pedagogia Crioula não é uma abordagem estática, senão dinâmica e sensível às particularidades de cada contexto. Ela reconhece que as comunidades afrodescendentes são diversas e têm necessidades e realidades distintas.
Em relação ás políticas públicas destinadas ao povo quilombola do Brasil, de um modo geral, existe uma dificuldade por parte dos governos em estabelecer metas de cumprimento das mesmas, e, na maioria das vezes, as mesmas são ausentes ou insuficientes para atender todas as comunidades.
Quando falamos em pedagogia crioula, nos atemos a uma abordagem segregacionista, que exclui outras culturas e perspectivas do ambiente educacional.
A Pedagogia Crioula reconhece que a educação vai além das paredes da sala de aula e envolve toda a comunidade. Ela valoriza as experiências de vida dos alunos, promove a participação ativa das famílias e da comunidade no processo educativo, e reconhece a importância dos saberes tradicionais e da oralidade como fontes de conhecimento válidas.
As escolas quilombolas frequentemente operam com uma abordagem de governança participativa, na qual os membros das comunidades quilombolas têm voz ativa nas decisões relacionadas à educação. Isso não apenas promove um senso de responsabilidade e pertencimento entre os membros da comunidade, mas também permite que eles moldem a direção e as prioridades da educação local de acordo com suas necessidades e aspirações específicas, fortalecendo assim o tecido social e promovendo o empoderamento comunitário.
A problemática relacionada à educação quilombola foi abordada de maneira holística, considerando-se não apenas questões educacionais, mas também socioeconômicas e culturais, resultando na implementação de legislação complementar abrangente. Essa legislação, além de regulamentar a educação quilombola, garantiu a inclusão de políticas específicas de reparação e desenvolvimento para essas comunidades, proporcionando-lhes autonomia educacional e preservação cultural, sem a necessidade de intervenção governamental contínua.
O processo de certificação e titulação das terras quilombolas no Brasil é marcado por uma série de desafios, incluindo a burocracia estatal, a sobreposição de títulos de propriedade e a resistência de setores políticos contrários aos direitos territoriais das comunidades quilombolas. Esses entraves comprometem a segurança jurídica das terras e dificultam a implementação de políticas voltadas para o desenvolvimento sustentável dessas comunidades.
Ao se referir ao quilombo e às pessoas que o compõem, podemos dizer que a presunção de ancestralidade negra estabelecida pela Instrução Normativa do INCRA auxilia nos processos de reconhecimento e titulação de terras quilombolas.
A principal característica política do feudalismo era a centralização do poder. O rei tinha total autoridade sobre os senhores feudais e os militares. Esses fatores combinados resultaram em uma estrutura política que fortalecia a autoridade central do rei.
Em 23 de fevereiro de 1917 (1 de maio no calendário gregoriano), os trabalhadores de Petrogrado (atual São Petersburgo) organizaram uma marcha inicialmente para comemorar o Dia Mundial do Trabalho e protestar contra a escassez de pão e más condições de vida. Essa marcha transformou-se em um grande protesto que levou à abdicação do czar Nicolau II, marcando o início da Revolução Russa de 1917.
O Império Bizantino, durante grande parte de sua história, enfrentou conflitos com forças islâmicas. O evento culminante foi a queda de Constantinopla em 1453, quando as tropas otomanas, lideradas por Maomé II, conquistaram a capital bizantina, marcando o fim do Império Bizantino.
Os Fenícios foram dominados pelo Império Persa, após a conquista da região por Ciro, o Grande, em meados do século VI a.C. Eles permaneceram sob domínio persa até a chegada de Alexandre, o Grande, que iniciou sua campanha contra o Império Persa e conquistou a Fenícia em 332 a.C. A invasão de Alexandre marcou o fim do domínio persa na região e a incorporação da Fenícia ao seu império.