Questões de Concurso Para fisioterapeuta

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Q2122571 Fisioterapia
Em relação ao músculo bíceps femoral, qual dos seguintes músculos é o antagonista?
Alternativas
Q2122570 Fisioterapia
Qual a definição correta de Capacidade Vital Forçada (CVF)?
Alternativas
Q2122569 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Qual é o tipo de ergonomia que busca realizar adaptações e pequenas mudanças a partir de uma situação de referência já existente, com o objetivo de reduzir custos?
Alternativas
Q2122568 Fisioterapia
Durante o exercício físico, o sistema cardiovascular sofre algumas adaptações para atender à demanda energética. Ao encontro disso, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2122567 Fisioterapia
Para melhorar a mobilidade do paciente com fibrose cística, qual a manobra mais indicada a ser realizada pelo fisioterapeuta?
Alternativas
Q2122566 Fisioterapia
Qual a área do cérebro responsável pelo controle da coordenação motora fina?
Alternativas
Q2122565 Fisioterapia
Na avaliação fisioterapêutica, é importante considerar a amplitude de movimento (ADM) das articulações para prescrição de exercícios. Quando há limitação de ADM em uma articulação, é possível realizar manobras de cinesioterapia para ganho de ADM. Qual a manobra que promove o aumento da ADM por meio da aplicação de força de alongamento na musculatura antagonista a do movimento que se deseja ganhar?
Alternativas
Q2122564 Fisioterapia
Qual dos seguintes testes é utilizado para avaliar a força muscular de um paciente com fraqueza na extensão do punho?
Alternativas
Q2122562 Administração Geral
Quem nunca esteve cheio de problemas e acabou tendo um dia ruim de trabalho por conta disso que atire a primeira pedra. Em situações como essa, é bem comum que os sentimentos se confundam e causem situações desagradáveis com os colegas de trabalho. Esse é um grande desafio a lidar nos ambientes profissionais e, por isso, as relações humanas no trabalho são essenciais.
(Disponível em: https://arhserrana.com.br/blog/2022 /01/13/relacoes-humanas-no-trabalho-qual-e-a-suaimportancia/.Adaptado.)
Ao encontro disso, assinale a opção correta quanto ao tema proposto: 
Alternativas
Q2122538 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O peso dos ultraprocessados

Trabalhos recentes feitos no Brasil apontam uma associação estatística significativa entre o consumo em excesso de alimentos ultraprocessados e a ocorrência de mortes evitáveis, somada à aceleração do processo de declínio cognitivo na população brasileira. Um artigo publicado em novembro de 2022 na revista American Journal of Preventive Medicine estima que, em 2019, pelo menos 57 mil óbitos prematuros no país teriam sido causados pela ingestão em demasia de ultraprocessados. Outro estudo, que saiu em dezembro de 2022 na revista científica JAMA Neurology, sugere que o consumo exacerbado desse tipo de alimento acelera em 28% o declínio da cognição geral dos adultos.

Os alimentos ultraprocessados apresentam pouco do valor nutritivo de seus ingredientes originais. A categoria, genérica, abrange um conjunto de comidas às quais foram adicionados altos teores de açúcar, gordura, sal ou compostos químicos com a finalidade de aumentar sua durabilidade ou palatabilidade. Como exemplos desse tipo de alimento, figuram embutidos como salsicha, nugget de frango, bolacha recheada, refrigerante, salgadinho, sorvete e doces industrializados. Os ultraprocessados são altamente calóricos. Comer um hambúrguer congelado de 80 gramas (g), por exemplo, equivale a ingerir 25% da quantidade diária recomendada de gordura. Uma lata de refrigerante representa 12% do total de açúcar que deveria ser consumido por uma pessoa em 24 horas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define como mortes prematuras aquelas que ocorrem entre 30 e 69 anos e, portanto, não estão associadas apenas à velhice. Acidentes de carro, homicídios, quedas, envenenamentos estão entre as causas mais comuns de óbitos preveníveis, além das chamadas doenças não transmissíveis, como os problemas cardíacos, a obesidade e o câncer.

A partir de uma modelagem epidemiológica, os pesquisadores calcularam o número de mortes não naturais ligadas ao consumo de ultraprocessados no Brasil em 2019. "Nossa modelagem considera como fator de risco para a ocorrência de mortes prematuras quanto uma população consome de ultraprocessados e associa esse dado à estimativa de risco e morte por todas as causas, segundo a literatura científica internacional", explica o biólogo Eduardo Nilson, pesquisador associado ao Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, da Universidade de São Paulo (Nupens-USP) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Brasília, autor principal do primeiro estudo.

O trabalho considerou a Pesquisa de Orçamento Familiar 2017-2018, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), como indicador do nível de consumo de comidas ultraprocessadas no país. O levantamento estimou que o percentual diário da dieta composta por ultraprocessados varia entre 13% e 21% na população brasileira, de acordo com a idade e o sexo dos entrevistados. Esses dados, mais as informações do DataSUS, do Ministério da Saúde, permitiram estimar que cerca de 57 mil mortes prematuras estavam associadas, em 2019, ao consumo de ultraprocessados. O número equivale a 10,5% de todos os óbitos precoces de brasileiros no período. Se forem consideradas apenas as vítimas fatais atribuídas a doenças não transmissíveis, o consumo de alimentos industrializados responderia por uma fatia substancialmente maior: 21,8% dos óbitos dentro dessa categoria.

O artigo, que também contou com a colaboração de colegas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Católica do Chile, projeta, ainda, como seriam três cenários em que os brasileiros diminuíssem a média total de calorias obtidas por meio do consumo desse tipo de alimento pouco saudável. Reduzir em 10% o peso desses itens na dieta evitaria 5,9 mil mortes precoces. Uma redução de 20% pouparia 12 mil óbitos. Um corte mais significativo, de 50% no consumo de ultraprocessados, implicaria 29,3 mil vidas salvas por ano.

O segundo artigo indica ter encontrado uma associação do consumo excessivo de ultraprocessados com um problema mais sutil: uma piora da performance cognitiva. O grupo investigou se uma dieta farta em comida industrializada poderia acelerar o declínio dos domínios de faculdades mentais, sobretudo das chamadas funções executivas. Além de serem importantes para o raciocínio e a capacidade de resolver problemas, essas funções regulam habilidades ligadas à autonomia, como o controle consciente de ações, pensamentos e emoções.

Os dados do trabalho foram coletados entre 2008 e 2017 pelo Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa), que conta com financiamento da FAPESP e do Ministério da Saúde. Foram analisadas informações de 10.775 pessoas, de seis cidades brasileiras - as capitais do Sudeste, além de Porto Alegre e Salvador. Todos os voluntários eram funcionários universitários ativos ou aposentados com mais de 35 anos. A média de idade de todos os participantes era de 50,6 anos. Cada voluntário foi acompanhado por oito anos, em média, e avaliado em três momentos diferentes. Os participantes foram divididos em quatro grupos, de acordo com o nível de ingestão de comida industrializada.

O desempenho cognitivo de cada grupo foi colocado à prova em testes de cognição. Quem obtinha mais de 20% de suas calorias diárias comendo ultraprocessados apresentou uma taxa de declínio geral da cognição 28% mais rápida do que o grupo que retirava menos de 20% de sua energia por meio do consumo desse tipo de alimento. O declínio da função executiva, mais ligada ao controle dos pensamentos e das ações, foi 25% mais rápido nas pessoas que ingeriam muitos ultraprocessados.

Os trabalhos que exploram a associação entre dois parâmetros, como o consumo de ultraprocessados e a ocorrência de doenças ou mortes, têm limitações. Eles indicam que há fortes correlações estatísticas de que a alteração de uma variável leva a mudanças na outra. No caso, a quantidade de comida industrializada ingerida parece influenciar no aparecimento de doenças e na quantidade de mortes prematuras. Esses estudos, no entanto, não conseguem demonstrar qual seria o mecanismo por trás dessa aparente correlação.

Retirado e adaptado de: ELER, Guilherme. O peso dos ultraprocessados. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-peso-dos-ultraprocessados/ Acesso em: 13 mar., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta correção no emprego da pontuação:
Alternativas
Q2122536 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O peso dos ultraprocessados

Trabalhos recentes feitos no Brasil apontam uma associação estatística significativa entre o consumo em excesso de alimentos ultraprocessados e a ocorrência de mortes evitáveis, somada à aceleração do processo de declínio cognitivo na população brasileira. Um artigo publicado em novembro de 2022 na revista American Journal of Preventive Medicine estima que, em 2019, pelo menos 57 mil óbitos prematuros no país teriam sido causados pela ingestão em demasia de ultraprocessados. Outro estudo, que saiu em dezembro de 2022 na revista científica JAMA Neurology, sugere que o consumo exacerbado desse tipo de alimento acelera em 28% o declínio da cognição geral dos adultos.

Os alimentos ultraprocessados apresentam pouco do valor nutritivo de seus ingredientes originais. A categoria, genérica, abrange um conjunto de comidas às quais foram adicionados altos teores de açúcar, gordura, sal ou compostos químicos com a finalidade de aumentar sua durabilidade ou palatabilidade. Como exemplos desse tipo de alimento, figuram embutidos como salsicha, nugget de frango, bolacha recheada, refrigerante, salgadinho, sorvete e doces industrializados. Os ultraprocessados são altamente calóricos. Comer um hambúrguer congelado de 80 gramas (g), por exemplo, equivale a ingerir 25% da quantidade diária recomendada de gordura. Uma lata de refrigerante representa 12% do total de açúcar que deveria ser consumido por uma pessoa em 24 horas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define como mortes prematuras aquelas que ocorrem entre 30 e 69 anos e, portanto, não estão associadas apenas à velhice. Acidentes de carro, homicídios, quedas, envenenamentos estão entre as causas mais comuns de óbitos preveníveis, além das chamadas doenças não transmissíveis, como os problemas cardíacos, a obesidade e o câncer.

A partir de uma modelagem epidemiológica, os pesquisadores calcularam o número de mortes não naturais ligadas ao consumo de ultraprocessados no Brasil em 2019. "Nossa modelagem considera como fator de risco para a ocorrência de mortes prematuras quanto uma população consome de ultraprocessados e associa esse dado à estimativa de risco e morte por todas as causas, segundo a literatura científica internacional", explica o biólogo Eduardo Nilson, pesquisador associado ao Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, da Universidade de São Paulo (Nupens-USP) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Brasília, autor principal do primeiro estudo.

O trabalho considerou a Pesquisa de Orçamento Familiar 2017-2018, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), como indicador do nível de consumo de comidas ultraprocessadas no país. O levantamento estimou que o percentual diário da dieta composta por ultraprocessados varia entre 13% e 21% na população brasileira, de acordo com a idade e o sexo dos entrevistados. Esses dados, mais as informações do DataSUS, do Ministério da Saúde, permitiram estimar que cerca de 57 mil mortes prematuras estavam associadas, em 2019, ao consumo de ultraprocessados. O número equivale a 10,5% de todos os óbitos precoces de brasileiros no período. Se forem consideradas apenas as vítimas fatais atribuídas a doenças não transmissíveis, o consumo de alimentos industrializados responderia por uma fatia substancialmente maior: 21,8% dos óbitos dentro dessa categoria.

O artigo, que também contou com a colaboração de colegas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Católica do Chile, projeta, ainda, como seriam três cenários em que os brasileiros diminuíssem a média total de calorias obtidas por meio do consumo desse tipo de alimento pouco saudável. Reduzir em 10% o peso desses itens na dieta evitaria 5,9 mil mortes precoces. Uma redução de 20% pouparia 12 mil óbitos. Um corte mais significativo, de 50% no consumo de ultraprocessados, implicaria 29,3 mil vidas salvas por ano.

O segundo artigo indica ter encontrado uma associação do consumo excessivo de ultraprocessados com um problema mais sutil: uma piora da performance cognitiva. O grupo investigou se uma dieta farta em comida industrializada poderia acelerar o declínio dos domínios de faculdades mentais, sobretudo das chamadas funções executivas. Além de serem importantes para o raciocínio e a capacidade de resolver problemas, essas funções regulam habilidades ligadas à autonomia, como o controle consciente de ações, pensamentos e emoções.

Os dados do trabalho foram coletados entre 2008 e 2017 pelo Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa), que conta com financiamento da FAPESP e do Ministério da Saúde. Foram analisadas informações de 10.775 pessoas, de seis cidades brasileiras - as capitais do Sudeste, além de Porto Alegre e Salvador. Todos os voluntários eram funcionários universitários ativos ou aposentados com mais de 35 anos. A média de idade de todos os participantes era de 50,6 anos. Cada voluntário foi acompanhado por oito anos, em média, e avaliado em três momentos diferentes. Os participantes foram divididos em quatro grupos, de acordo com o nível de ingestão de comida industrializada.

O desempenho cognitivo de cada grupo foi colocado à prova em testes de cognição. Quem obtinha mais de 20% de suas calorias diárias comendo ultraprocessados apresentou uma taxa de declínio geral da cognição 28% mais rápida do que o grupo que retirava menos de 20% de sua energia por meio do consumo desse tipo de alimento. O declínio da função executiva, mais ligada ao controle dos pensamentos e das ações, foi 25% mais rápido nas pessoas que ingeriam muitos ultraprocessados.

Os trabalhos que exploram a associação entre dois parâmetros, como o consumo de ultraprocessados e a ocorrência de doenças ou mortes, têm limitações. Eles indicam que há fortes correlações estatísticas de que a alteração de uma variável leva a mudanças na outra. No caso, a quantidade de comida industrializada ingerida parece influenciar no aparecimento de doenças e na quantidade de mortes prematuras. Esses estudos, no entanto, não conseguem demonstrar qual seria o mecanismo por trás dessa aparente correlação.

Retirado e adaptado de: ELER, Guilherme. O peso dos ultraprocessados. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-peso-dos-ultraprocessados/ Acesso em: 13 mar., 2023.
O texto "O peso dos ultraprocessados" se configura como um artigo de divulgação científica. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I.Os textos de divulgação científica são aqueles que buscam compartilhar informações, pesquisas e conceitos científicos a um público leigo, ou seja, um público que desconhece ou pouco sabe sobre o assunto.
PORQUE
II.Os textos de divulgação científica são utilizados para compartilhar informações, pesquisas e outros dados, de cunho científico, com uma linguagem explicativa e didática, distinguindo-se, portanto, da linguagem especializada do texto científico.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q2122422 Fisioterapia

O sistema de classificação da função motora grossa (GMFCS) foi desenvolvido especificamente para indivíduos com paralisia cerebral (PC). O fisioterapeuta pode utilizar o GMFCS para programar seu tratamento.


A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação dos níveis do sistema de classificação da função motora grossa com os objetivos do tratamento fisioterapêutico.


COLUNA I


1. Nível I


2. Nível II


3. Níveis III e IV


4. Nível V


COLUNA II


(   ) Trabalhar o fortalecimento muscular e o condicionamento físico adaptado e programado para preservar o desempenho qualitativo da mobilidade e alinhamento biomecânico do sistema musculoesquelético.


(   ) Priorizar atividades dinâmicas como correr, pular, atividades de coordenação e equilíbrio.


(   ) Priorizar a necessidade de recursos adaptativos de posicionamento e prevenção de deformidades do sistema musculoesquelético.


(   ) Realizar atividades como transferências de posturas e marcha são o foco do tratamento fisioterapêutico.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q2122420 Fisioterapia

O nervo ulnar é o maior ramo do plexo braquial. Esse nervo pode sofrer lesões em qualquer local da sua extensão, devido a traumas no cotovelo ou no punho, sendo que essas lesões também podem ocorrer por causa de fibroses.


São aspectos clínicos da lesão do nervo ulnar, exceto:

Alternativas
Q2122417 Fisioterapia

A estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) de alta frequência é efetiva no tratamento da lesão aguda do tecido mole, incluindo dor associada a lesões musculoesqueléticas, dor pós-operatória e dor miofascial.


O tratamento convencional por TENS de alta frequência (intensidade sensorial) possui a seguinte característica em seu método de aplicação:

Alternativas
Q2122416 Fisioterapia

A massagem com gelo tem como efeitos primários diminuir a sensibilidade dos receptores cutâneos e a dor em pequenas áreas de formato regular.

A massagem com gelo pode ser realizada nas seguintes indicações terapêuticas, exceto:

Alternativas
Q2122415 Fisioterapia

O ultrassom (US) é uma modalidade muito utilizada pela fisioterapia no tratamento de diversas condições clínicas. Os efeitos fisiológicos e terapêuticos propostos pela terapia convencional com US são de natureza mecânica e térmica.


São recomendações que o fisioterapeuta necessita saber sobre o uso da terapia convencional com o US, exceto:

Alternativas
Q2122414 Fisioterapia

A finalidade dos exercícios pliométricos para a reabilitação física, além do aumento da força, é a melhoria da reatividade muscular por meio da facilitação do reflexo miotático, da dessensibilização dos órgãos tendinosos de Golgi e da coordenação intra e extra articular.

A esse respeito, analise as afirmativas a seguir sobre as características dos exercícios pliométricos e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.


(   ) Os exercícios pliométricos devem ser feitos de forma lenta e o número de exercícios pliométricos em uma sessão deve ser aumentado de forma gradual, trabalhando até seis atividades diferentes.


(   ) As atividades pliométricas não devem ser implementadas na presença de inflamação, dor ou instabilidade articular significante.


(   ) Os critérios que devem ser alcançados para iniciar o treinamento pliométrico, em geral, incluem nível de força de 40 a 50% dos grupos musculares envolvidos.


(   ) Para iniciar o treinamento pliométrico, em geral, é necessário o paciente possuir 90 a 95% da amplitude de movimento dos grupos musculares envolvidos.


(   ) Em virtude da ênfase na carga excêntrica e a reversão lenta das contrações musculares concêntricas, o potencial dano tecidual é maior em atividades pliométricas.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q2121433 Fisioterapia
A Política Nacional de Humanização atua a partir de orientações clínicas, éticas e políticas, que se traduzem em determinados arranjos de trabalho. São conceitos que norteiam o trabalho da PNH, EXCETO:
Alternativas
Q2121432 Fisioterapia
Analise as assertivas abaixo em relação aos Princípios da Política Nacional de Humanização (PNH) de 2013:
I. Transversalidade: A Política Nacional de Humanização deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do SUS. A PNH busca transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do grau de contato e da comunicação entre as pessoas e grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder hierarquizadas. Transversalizar é reconhecer que as diferentes especialidades e práticas de saúde podem conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos, esses saberes podem produzir saúde de forma mais corresponsável.
II. Indissociabilidade entre atenção e gestão. As decisões da gestão não devem interferir diretamente na atenção à saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de saúde, assim como participar ativamente do processo de tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de saúde coletiva. Ao mesmo tempo, o cuidado e a assistência em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe de saúde. O usuário e sua rede sociofamiliar devem também se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos, assumindo posição protagonista com relação à sua saúde e à daqueles que lhes são caros.
III. Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos e coletivos. Qualquer mudança na gestão e atenção é mais concreta se construída com a ampliação da autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que compartilham responsabilidades. Os usuários (somente pacientes) e os trabalhadores não só cumprem ordens: as mudanças acontecem com o reconhecimento do papel de cada um. Um SUS humanizado reconhece cada pessoa como legítima cidadã de direitos e valoriza e incentiva sua atuação na produção de saúde.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2121431 Fisioterapia
A Portaria nº 2.436/2017 aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Art. 8º, compete ao Ministério da Saúde a gestão das ações de Atenção Básica no âmbito da União, sendo responsabilidades da União:
I. Fiscalizar e rever periodicamente, de forma pactuada, na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), as diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica.
II. Fiscalizar fontes de recursos federais para compor o financiamento da Atenção Básica.
III. Destinar recurso federal para compor o financiamento tripartite da Atenção Básica, de modo mensal, regular e automático, prevendo, entre outras formas, o repasse fundo a fundo para custeio e investimento das ações e serviços.
IV. Prestar apoio integrado aos gestores dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios no processo de qualificação e de consolidação da Atenção Básica.
Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
10741: C
10742: C
10743: A
10744: B
10745: D
10746: A
10747: B
10748: E
10749: C
10750: A
10751: A
10752: D
10753: C
10754: D
10755: C
10756: D
10757: B
10758: D
10759: A
10760: D