Questões de Concurso Para psicólogo organizacional

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Q878902 Psicologia

As relações interpessoais no trabalho são um tema aparentemente corriqueiro, mas não isento de complexidade à gestão de pessoas, dadas as dimensões pessoas, grupos e equipes. A respeito dessas relações, analise as afirmativas a seguir.


I. As dimensões pessoas, grupos e equipes devem sem compreendidas por meio de uma perspectiva intra e interorganizacional.

II. A dimensão pessoas e a capacitação à autoavaliação precisam ser o ponto de partida quando a execução de um trabalho na gestão de pessoas visa o propósito de uma equipe.

III. O senso-percepção inviabiliza autoanálise de procedimentos inadequados e propicia o desfavorecimento da reformulação de conceitos arcaicos nas relações interpessoais.

IV. Uma proposta consistente para as relações interpessoais na gestão de pessoas é aumentar as dissonâncias entre atitudes e condutas de um indivíduo em relação às necessidades grupais e organizacionais.

V. A complexidade da gestão de pessoas envolve diversidade de concepções, autores e tomadas de decisões em decorrência da inexistência de uma conceituação, nem melhor ou mais completa, acerca das dimensões pessoas, equipes e grupos de trabalho.


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Q878901 Psicologia
Dentre as teorias sobre a motivação, a do estabelecimento de metas é sustentada pela premissa de que as metas variam em conteúdo e intensidade. Em relação ao conteúdo podem ser fáceis ou difíceis; específicas ou gerais; e simples ou complexas. No que se refere à intensidade, varia conforme a percepção da importância do comprometimento com a meta. A respeito das metas é válido dizer que elas orientam a ação devido a
Alternativas
Q871060 Português

                          Capítulo LXVIII / O Vergalho


      Tais eram as reflexões que eu vinha fazendo, por aquele Valongo fora, logo depois de ver e ajustar a casa. Interrompeu-mas um ajuntamento; era um preto que vergalhava outro na praça. O outro não se atrevia a fugir; gemia somente estas únicas palavras: — “Não, perdão, meu senhor; meu senhor, perdão! ” Mas o primeiro não fazia caso, e, a cada súplica, respondia com uma vergalhada nova.

      — Toma, diabo! dizia ele; toma mais perdão, bêbado!

      — Meu senhor! gemia o outro.

      — Cala a boca, besta! replicava o vergalho.

      Parei, olhei... Justos céus! Quem havia de ser o do vergalho? Nada menos que o meu moleque Prudêncio, — o que meu pai libertara alguns anos antes. Cheguei-me; ele deteve-se logo e pediu-me a bênção; perguntei-lhe se aquele preto era escravo dele.

      — É, sim, nhonhô.

      — Fez-te alguma cousa?

      — É um vadio e um bêbado muito grande. Ainda hoje deixei ele na quitanda, enquanto eu ia lá embaixo na cidade, e ele deixou a quitanda para ir na venda beber.

      — Está bom, perdoa-lhe, disse eu.

      — Pois não, nhonhô. Nhonhô manda, não pede. Entra para casa, bêbado!

(Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo, Ática, 1990. p. 83.)

Nas palavras “praça” e “bênção” emprega-se o cedilha para indicar o som do fonema /s/. Tal notação foi usada corretamente em todas as palavras do grupo:
Alternativas
Q871059 Português

                          Capítulo LXVIII / O Vergalho


      Tais eram as reflexões que eu vinha fazendo, por aquele Valongo fora, logo depois de ver e ajustar a casa. Interrompeu-mas um ajuntamento; era um preto que vergalhava outro na praça. O outro não se atrevia a fugir; gemia somente estas únicas palavras: — “Não, perdão, meu senhor; meu senhor, perdão! ” Mas o primeiro não fazia caso, e, a cada súplica, respondia com uma vergalhada nova.

      — Toma, diabo! dizia ele; toma mais perdão, bêbado!

      — Meu senhor! gemia o outro.

      — Cala a boca, besta! replicava o vergalho.

      Parei, olhei... Justos céus! Quem havia de ser o do vergalho? Nada menos que o meu moleque Prudêncio, — o que meu pai libertara alguns anos antes. Cheguei-me; ele deteve-se logo e pediu-me a bênção; perguntei-lhe se aquele preto era escravo dele.

      — É, sim, nhonhô.

      — Fez-te alguma cousa?

      — É um vadio e um bêbado muito grande. Ainda hoje deixei ele na quitanda, enquanto eu ia lá embaixo na cidade, e ele deixou a quitanda para ir na venda beber.

      — Está bom, perdoa-lhe, disse eu.

      — Pois não, nhonhô. Nhonhô manda, não pede. Entra para casa, bêbado!

(Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo, Ática, 1990. p. 83.)

Dentre os trechos destacados a seguir, assinale o par que demonstra – por meio da linguagem – a diferença social e cultural entre as personagens.
Alternativas
Q871058 Português

      [...]

      Com a vida isolada que vivo, gosto de afastar os olhos de sobre a nossa arena política para ler em minha alma, reduzindo à linguagem harmoniosa e cadente o pensamento que me vem de improviso, e as ideias que em mim desperta a vista de uma paisagem ou do oceano – o aspecto enfim da natureza. Casar assim o pensamento com o sentimento – o coração com o entendimento – a ideia com a paixão – colorir tudo isto com a imaginação, fundir tudo isto com a vida e com a natureza, purificar tudo com o sentimento da religião e da divindade, eis a Poesia – a Poesia grande e santa – a Poesia como eu a compreendo sem a poder definir, como eu a sinto sem a poder traduzir.

(DIAS, Gonçalves. In: CANDIDO, Antonio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: das origens ao Romantismo. 12. ed. São Paulo: Difel, 1984. v.1, p. 258. Fragmento.)

Sobre a acentuação gráfica das palavras “manganês”, “está” e “lágrimas” assinale a alternativa que apresenta justificativa correta de acordo com a sequência em que aparecem.
Alternativas
Respostas
991: B
992: C
993: C
994: B
995: A