Questões de Vestibular
Sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história
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"A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador e Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembleia Geral Decretou e ela Sancionou a Lei seguinte:
Art. 1º Os filhos de mulher escrava que nascerem no Império desde a data desta lei serão considerados de condição livre.
§ 1º Os ditos filhos menores ficarão sob a autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão obrigação de criálos e tratá-los até a idade de oito anos completos. Chegando o filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá a opção ou de receber do Estado indenização de 600 mil réis ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos completos." (redação atualizada)
(Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/lim2040.htm.)
Sobre a Lei do Ventre Livre no Brasil, é correto afirmar que essa lei
“Não podia se conformar com a ideia da morte do presidente, o homem da moda, o ‘querido das moças’, o grande amigo do Ceará, que tantos benefícios fizera a essa província, mandando construir açudes no sertão, reconstruindo o passeio público, ativando as obras do porto, facilitando a emigração, prodigalizando esmolas, e, finalmente, introduzindo em Fortaleza certos costumes parisienses, como por exemplo, o sistema de passear a cavalo a chouto, de aparar a cauda aos animais de sela. Lembrava as qualidades do fidalgo paulista…”
CAMINHA, Adolfo. A Normalista. Rio de Janeiro: Editora Três, 1973. p. 180- 181. (Texto adaptado ao Novo Acordo Ortográfico)
O trecho em destaque, que trata da morte do presidente da província do Ceará, Antônio Caio Prado, se refere ao período da história correspondente
BARBEIRO, Heródoto et al. História: volume único para o Ensino Médio (coleção de olho no mundo do trabalho). São Paulo: Scipione, 2004, p. 346-7.
O Movimento revoltoso, ocorrido em Pernambuco, em 1848, que foi influenciado por esses ideários europeus é denominado de
A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item.
Na segunda metade do século XIX, o interesse pelos mitos
fundadores do Brasil apresentou-se na ficção romântica a
partir de uma revisão crítica e desmistificadora de grandes
eventos históricos, como revoluções, batalhas e gestos
políticos.
A luta dos escravos pela liberdade na segunda metade do século XIX foi o primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Os escravos organizaram-se coletivamente para obter a liberdade, negociaram condições de trabalho, fizeram greves, recorreram à justiça para conseguir alforrias e para confrontar os senhores de diversas formas. Enfim, articularam uma cultura política complexa que ajudou a enterrar a sociedade senhorial-escravista.
CHALHOUB, S. O primeiro capítulo da história do movimento operário no Brasil. Livro de Resumos — XXI Simpósio Nacional de História. Niterói: UFF, 2001 (adaptado).
Na relação entre os movimentos abolicionista e operário, a atuação dos escravos, conforme descrita no texto, favoreceu a
(Francisco M. P. Teixeira. História concisa do Brasil, 1993. Adaptado.)
Os “setores hegemônicos das elites” mencionados pelo historiador eram
I - A lei orgânica de 1867 previa uma série de benefícios e facilidades à vinda dos imigrantes europeus, como, por exemplo, o pagamento de suas passagens às colônias e a atribuição de um lote de terra de até 60 hectares por família imigrante. II - Uma das metas do incentivo à imigração europeia era a política de “branqueamento” do país, exemplificada pelo decreto n. 528 de 1890, que, entre outras medidas, proibia a entrada de imigrantes africanos no país, salvo em condições excepcionais. III- As regiões do país que mais atraíram imigrantes foram o Sudeste e o Nordeste, principalmente pela ausência de latifúndios significativos e de mão de obra disponível à industrialização de ambas as regiões.
Quais estão corretas?
(Trecho de reportagem publicada no jornal Gazeta de Campinas (1871)
Disponível em: http://eventoscopq.mackenzie.br/index.php/jor- nada/xvjornada/paper/viewPDFInterstitial/1388/1003 Acesso em: 29/05/2021
O trecho acima é parte de uma reportagem de um jornal da cidade de Campinas, repercutindo a aprovação da Lei do Ventre Livre em 1871. A posição do jornal e a própria aprovação da referida lei mostram que o processo de abolição da escravidão no Brasil foi
Essa estabilidade política e econômica foi alcançada graças
A partir do texto acima, é correto afirmar:
Leia o fragmento para responder à questão.
“O dilema racial brasileiro, na forma em que ele se manifesta na cidade de São Paulo, lança suas raízes em fenômenos de estratificação social. (...) O sistema de castas foi abolido legalmente [com a Abolição da Escravidão]. Na prática, porém, a população negra e mulata (...) em vez de ser projetada, em massa, nas classes sociais (...), viu-se incorporada à ‘plebe’, como se devesse converter-se numa camada social dependente e tivesse de compartilhar de uma ‘situação de casta’ disfarçada. ”
(FERNANDES, F. A persistência do passado. In: FERNANDES, F. O negro no mundo dos brancos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1972, pp. 84-85. Adaptado.)
De acordo com a abordagem do dilema racial na sociedade brasileira após a Abolição da Escravidão, presente no fragmento,
pode-se afirmar corretamente que
“O governo imperial [...] esmagou a nossa principal indústria, vexando-a ainda mais. [...] Repetidas reclamações de nossa parte sobre este assunto foram constantemente desprezadas pelo governo imperial [...]. Um só recurso nos restava, um único meio se oferecia à nossa salvação; e este recurso e este meio único era a nossa independência política e o sistema republicano [...].” Manifesto dos Farrapos, Piratini, 1838. In: PESSOA, R.C. A ideia republicana no Brasil através dos documentos. São Paulo: Alfa-Ômega, 1973. pp.21-31.
A Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul, foi a mais longa rebelião do Brasil Império, estendendo-se de 1835 a 1845. Entre as causas da insatisfação dos rebeldes, estava
O Cólera estava na ordem do dia do Brasil de meados de 1800. Tendo em vista a profusão de relatos sobre seus dramáticos feitos na Europa e na Ásia, o desembarque dessa peste em terras brasileiras foi seguido de uma forte apreensão por parte das autoridades públicas, médicos e população em geral, a mais vitimada na ocasião. (ALEXANDRE, Jucieldo Ferreira. Quando o “anjo do extermínio” se aproxima de nós: representações sobre o cólera no semanário cratense O Araripe (1855-1864) p.128- Dissertação de mestrado apresentado ao programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de João Pessoa – UFPB, 2010).
Sobre a epidemia de Cólera na região do Cariri
cearense é errôneo afirmar:
Em 1831, a abdicação de D. Pedro I ao trono significou uma vitória das forças descentralizadoras, e houve o que se convencionou chamar de “experiência republicana”, tendo em vista a eleição direta de regentes, uma espécie de presidente da época, como foi o caso de Diogo de Feijó. No entanto, a abdicação não diminuiu o ímpeto separatista. Ao contrário, o período que se estendeu até 1848 foi caracterizado pelo avanço desse segmento. A elite imperial não só ordenou o massacre dos rebeldes das províncias como, também, procurou criar instituições que viabilizassem o projeto monárquico. Os intelectuais vinculados a esse projeto investiram, por sua vez, no combate aos movimentos separatistas, mostrando que os brasileiros constituíram uma nacionalidade com características próprias.
(DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. SP: Planeta do Brasil, 2010. p. 172. Adaptado.)
No contexto político, que se seguiu à abdicação de D. Pedro I (1831), verifica-se que as elites políticas brasileiras buscaram
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A solução política encontrada pela elite imperial, após a abdicação de D. Pedro I em 1831, teve como resultado a
Fonte: Brasil 500 anos. IstoÉ, p.72. Estabilização no Império.
Considerando esse aspecto da política brasileira, durante o império, explícito nos dados citados, é correto afirmar que
Nesse contexto, duas revoltas ocorridas no período foram