Questões de Concurso Militar CIAAR 2017 para Primeiro Tenente - Cardiologia

Foram encontradas 18 questões

Q865212 Português
No primeiro parágrafo, pelo que se pode inferir do texto, a metáfora da “encruzilhada” associada ao diálogo se justifica em função da
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Q865213 Português
De acordo com o contexto, assinale a passagem transcrita cuja palavra ou expressão aparece com outro significado, passível de diferentes interpretações.
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Q865214 Português
A atitude do autor, com relação ao preconceito, é a de
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Q865215 Português
De acordo com o texto, o pronome em negrito está corretamente relacionado ao nome que substitui, citado entre parênteses, em
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Q865216 Português
Em qual frase transcrita do texto o autor demonstra plena convicção do que diz?
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Q865217 Português

Analise o fragmento.


“Creio no diálogo em termos, pois ele não é fácil. Dificilmente entendemos o que o outro disse. Noto isso sempre que abro o Facebook. As pessoas leem uma coisa e atacam um fantasma de sua cabeça. Nem entendem o outro. Então é conversa de surdos.” (§ 2)


Nesse fragmento transcrito do texto, notam-se marcas de coesão, como

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Q865218 Português
O último parágrafo do texto encerra um questionamento. Sobre ele é possível afirmar que o autor
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Q865219 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Considere apenas as ideias do texto e avalie as afirmações a seguir.


I – O que leva as pessoas a serem péssimos ouvintes é o fato de sentirem pouco prazer pelas conversas diretas.

II – O desempenho social é melhor, mais rápido e mais intenso por meio dos smartphones do que pelo encontro presencial.

III – O escutar é fundamental para se construírem boas relações, embora exija constantemente atenção e ações diferenciadas.

IV – A construção de relações significativas implica, entre outros aspectos, em ser possível lidar com situações novas, sem perder a conexão humana.


Está correto apenas o que se afirma em

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Q865220 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Segundo o texto, as pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam que
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Q865221 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

De acordo com o contexto, qual das imagens melhor se identifica com a ideia contida na expressão “monólogos cruzados” (§ 2)?

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Q865222 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Na coesão textual, muitas vezes, um determinado termo se refere a algo que ainda vai ser enunciado na frase. Um exemplo em que o termo destacado apresenta essa particularidade pode ser encontrado em
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Q865223 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Imagem associada para resolução da questão


O Texto I (“Diálogo e democracia”) e o Texto II (“Em defesa da presença”) enfocam objetos de discussão que dialogam entre si.


Avalie as afirmações que são feitas, a partir de sua leitura conjunta.


I – Afastam-se quanto às técnicas utilizadas em sua composição, mas se aproximam quanto aos sentimentos despertados pelas abordagens.

II – Materializam-se no mesmo gênero, porque fazem uso de uma linguagem acessível a todas as classes de leitores.

III – Preocupam-se em abordar o cotidiano a partir do ponto de vista pessoal dos autores, em linguajar universal, inteligível e entendível pelos leitores, dentro do contexto que se deseja atingir.

IV – Têm objetivos diferentes, por isso, empregam recursos distintos, sem a pretensão de contar com a cumplicidade dos leitores para o que veiculam.


Está correto apenas o que se afirma em 

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Q865227 Português

Leia a tira a seguir observando, atentamente, tanto o texto como as imagens.


Imagem associada para resolução da questão


Avalie as asserções abaixo e a relação proposta entre elas.


I – A interjeição é considerada um elemento afetivo da linguagem, valendo por uma oração, segundo o contexto da escrita ou a entonação da fala, e muito utilizada no gênero textual conhecido por “tiras em quadrinhos”.


PORQUE


II – Utilizando uma única palavra, ela expressa pensamentos e sentimentos do personagem, como exemplificado no primeiro quadrinho, no balão, por meio do vocábulo “Puxa!”, acompanhado do sinal de exclamação.


Sobre essas duas afirmativas, é correto afirmar que

Alternativas
Q865232 Português

                         Você é dono do seu tempo?


      Uma das queixas mais frequentes dos homens e mulheres, de todas as idades, que tenho pesquisado é: “falta de tempo”. Eles dizem que gostariam de fazer cursos de filosofia e história, ler mais livros, escrever, dançar, praticar esportes, fazer musculação e pilates, aprender a tocar piano e cantar, estudar inglês e francês, sair com os amigos, namorar, viajar, ir ao teatro e cinema, conhecer lugares novos, caminhar na praia, participar de palestras, fazer um trabalho voluntário e muitas outras atividades interessantes, diferentes e prazerosas. [...]

      Eles vivem uma espécie de escravidão: o tempo deles é regulado por demandas externas, não internas. Afirmam que não sobra tempo livre para eles, já que precisam responder a intermináveis obrigações sociais, profissionais e familiares. É um tempo para os outros, que pertence a outros. Eles gastam o tempo agradando, cuidando e atendendo às necessidades dos filhos, cônjuges, netos, pais, irmãos, amigos, colegas de trabalho. Sentem-se “sem tempo para mais nada, nem para dormir direito”. Estão “cansados, exaustos, esgotados, sugados, vampirizados, massacrados”.

      Uma psicóloga de 62 anos disse: “A desculpa de falta de tempo é a prova do nosso medo de fazer aquilo que realmente desejamos. Não temos coragem de dizer não, queremos agradar a todo mundo e esquecemos que precisamos agradar, em primeiro lugar, a nós mesmos. Ser livre para priorizar as próprias escolhas e desejos, e usar o tempo para concretizá-los, é arriscado e dá muito trabalho. É mais fácil ser escravo do tempo dos outros do que senhor do próprio tempo”.

(GOLDENBERG, M. Você é dono do seu tempo? Folha de São Paulo, 21/02/2017. Disponível em: >http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ miriangoldenberg/2017/02/1860510-voce-e-o-dono-do-seu-tempo.shtml>. Acessado em 10 jul. 2017). 

Assinale o vocábulo, presente no texto, que se distancia do sentido de “cansados”.
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Q865234 Português

                         Você é dono do seu tempo?


      Uma das queixas mais frequentes dos homens e mulheres, de todas as idades, que tenho pesquisado é: “falta de tempo”. Eles dizem que gostariam de fazer cursos de filosofia e história, ler mais livros, escrever, dançar, praticar esportes, fazer musculação e pilates, aprender a tocar piano e cantar, estudar inglês e francês, sair com os amigos, namorar, viajar, ir ao teatro e cinema, conhecer lugares novos, caminhar na praia, participar de palestras, fazer um trabalho voluntário e muitas outras atividades interessantes, diferentes e prazerosas. [...]

      Eles vivem uma espécie de escravidão: o tempo deles é regulado por demandas externas, não internas. Afirmam que não sobra tempo livre para eles, já que precisam responder a intermináveis obrigações sociais, profissionais e familiares. É um tempo para os outros, que pertence a outros. Eles gastam o tempo agradando, cuidando e atendendo às necessidades dos filhos, cônjuges, netos, pais, irmãos, amigos, colegas de trabalho. Sentem-se “sem tempo para mais nada, nem para dormir direito”. Estão “cansados, exaustos, esgotados, sugados, vampirizados, massacrados”.

      Uma psicóloga de 62 anos disse: “A desculpa de falta de tempo é a prova do nosso medo de fazer aquilo que realmente desejamos. Não temos coragem de dizer não, queremos agradar a todo mundo e esquecemos que precisamos agradar, em primeiro lugar, a nós mesmos. Ser livre para priorizar as próprias escolhas e desejos, e usar o tempo para concretizá-los, é arriscado e dá muito trabalho. É mais fácil ser escravo do tempo dos outros do que senhor do próprio tempo”.

(GOLDENBERG, M. Você é dono do seu tempo? Folha de São Paulo, 21/02/2017. Disponível em: >http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ miriangoldenberg/2017/02/1860510-voce-e-o-dono-do-seu-tempo.shtml>. Acessado em 10 jul. 2017). 

Quanto ao gênero, o texto de Mirian Goldenberg se caracteriza como
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Q865235 Português

                                   Poesia, atualizações


João dava like em Teresa que dava super-like em Raimundo

que jogava charme em Maria que dava match com Joaquim que hackeava os nudes da Lili

que não dava like em ninguém.

João foi para uma praia sem internet, Teresa entrou num detox digital,

Raimundo ficou sem bateria, Maria saiu do Tinder,

Joaquim foi preso pela Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e Lili casou com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado no Stories.

(PRATA, A. Poesia, atualizações. Folha de São Paulo, 07/05/2017. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/05/1881773-poesia-atualizacoes.shtm . Acessado em 11 jul. 2017).

Assinale a função da linguagem, presente no poema de Antônio Prata, que parodia os versos de “Quadrilha”, cujo autor é o poeta itabirano Carlos Drummond de Andrade.
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Q865236 Português

                                   Poesia, atualizações


João dava like em Teresa que dava super-like em Raimundo

que jogava charme em Maria que dava match com Joaquim que hackeava os nudes da Lili

que não dava like em ninguém.

João foi para uma praia sem internet, Teresa entrou num detox digital,

Raimundo ficou sem bateria, Maria saiu do Tinder,

Joaquim foi preso pela Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e Lili casou com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado no Stories.

(PRATA, A. Poesia, atualizações. Folha de São Paulo, 07/05/2017. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/05/1881773-poesia-atualizacoes.shtm . Acessado em 11 jul. 2017).

Em qual das frases transcritas do poema está mantido o sentido literal das palavras?
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Q865238 Português

                            Samba do avião

                                                                        Antônio Carlos Jobim


                      Minha alma canta

                      Vejo o Rio de Janeiro

                      Estou morrendo de saudade

                      Rio teu mar, praias sem fim

                      Rio você foi feito pra mim

                      Cristo Redentor

                      Braços abertos sobre a Guanabara

                      Este samba é só porque

                      Rio eu gosto de você

                      A morena vai sambar

                      Seu corpo todo balançar

                      Rio de sol, de céu, de mar

                      Dentro de mais uns minutos

                      Estaremos no Galeão

         (https://www.google.com.br/search?q=aficionado&oq Acesso em 14 jul. 2017)

Avalie as afirmações sobre as funções da linguagem que os versos: “Este samba é só porque / Rio eu gosto de você” exemplificam.


I – Metalinguística, porque o eu lírico fala do samba no próprio samba; nesse caso, a linguagem se volta sobre si mesma, transformando-se em seu próprio referente.

II – Expressiva, uma vez que o poeta imprime na letra da música as marcas de sua atitude pessoal, suas emoções, fazendo com que o leitor sinta no texto a presença do emissor.

III – Conativa, dado que o emissor se impõe sobre o receptor, persuadindo-o, envolvendo-o com o conteúdo transmitido, que é homenagear o Rio de Janeiro com um samba.

IV – Referencial, pois, nos versos, o sujeito lírico transmite informações objetivas sobre aspectos da Cidade Maravilhosa e do samba, que mais deseja realçar para o leitor.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: B
4: A
5: D
6: A
7: B
8: D
9: A
10: D
11: A
12: C
13: B
14: D
15: B
16: B
17: B
18: A