Segundo viana (2011), o atendimento a pacientes com dor tor...
Gabarito comentado
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A alternativa correta é a D - monitoração multiparamétrica, punção venosa e instalação de oxigênio.
Vamos entender por que essa é a resposta adequada e analisar as outras alternativas.
Quando falamos do atendimento a pacientes com dor torácica na sala de emergência, estamos lidando com uma situação onde o tempo é crucial. A dor torácica pode ser indicativa de uma condição séria, como um infarto do miocárdio, e requer uma abordagem rápida e efetiva dos profissionais de saúde.
No contexto de atendimento inicial, a enfermagem desempenha um papel fundamental ao realizar procedimentos que garantem a estabilização inicial do paciente e a obtenção de informações vitais sobre seu estado de saúde.
D - monitoração multiparamétrica, punção venosa e instalação de oxigênio: Nesta alternativa, são listados três passos essenciais para o manejo inicial de um paciente com dor torácica:
- Monitoração multiparamétrica: Permite a avaliação contínua dos sinais vitais do paciente, como frequência cardíaca, saturação de oxigênio e pressão arterial, auxiliando no diagnóstico rápido e no acompanhamento da resposta ao tratamento.
- Punção venosa: Fundamental para a administração de medicamentos e fluidos intravenosos, caso necessários.
- Instalação de oxigênio: É importante para garantir que o paciente receba oxigênio suficiente, especialmente se houver suspeita de insuficiência cardíaca ou respiratória.
Agora, vamos analisar as alternativas incorretas:
A - avaliação do eletrocardiograma e interpretação dos marcadores de necrose miocárdica: Embora o eletrocardiograma seja crucial para o diagnóstico de infarto, a interpretação dos marcadores de necrose miocárdica é um processo mais demorado e não faz parte da abordagem inicial imediata.
B - coleta dos marcadores de necrose miocárdica e intervenção farmacológica: A coleta de marcadores é importante, mas os resultados não são imediatos, e a intervenção farmacológica depende de uma avaliação mais detalhada.
C - avaliação clínica e exame físico: São componentes importantes do atendimento, mas não são suficientes sozinhos para a abordagem inicial em casos de dor torácica aguda, onde intervenções rápidas são necessárias.
E - avaliação do eletrocardiograma e exame físico: Assim como a alternativa anterior, esta abordagem carece de intervenções imediatas que podem ser críticas para a estabilização do paciente.
Em resumo, a alternativa D destaca-se por cobrir os procedimentos iniciais que são críticos para o atendimento de urgência, priorizando a estabilização do paciente e a obtenção de informações imediatas e contínuas sobre seu estado.
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No quadro de dor torácica, a abordagem inicial rápida consiste em: avaliação clinica, exame físico, monitorização multiparamétrica, punção venosa, avaliação do ECG, coleta e interpretação dos marcadores de necrose miocárdica e intervenção farmacológica inicial.
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