Essa paciente foi encaminhada para o endocrinologista, que i...

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Q3233008 Não definido
A questão deve ser respondida com base no caso abaixo.
Mulher de 42 anos, previamente hipertensa, em uso de losartan 100 mg/dia, comparece a consulta com queixa de dispneia e ortopneia progressivas nos últimos 2 meses, atualmente em classe funcional NYHA III. Ao exame físico, constatou-se que ela estava com ritmo taquicárdico irregular, creptos em bases pulmonares, turgência jugular, refluxo hepatojugular e edema bilateral de membros inferiores. O ECG realizado revelou ritmo de fibrilação atrial de alta resposta (178 bpm), QRS estreito, com eixo normal, e repolarização com alterações inespecíficas. O ecocardiograma demonstrou fração de ejeção reduzida (32% por Simpson), aumento de átrio esquerdo (44 mL/m²) e regurgitação mitral leve. Os resultados dos exames de laboratório foram os seguintes: hemoglobina de 11.8 mg/dL, 310 mil plaquetas, creatinina de 0.8 mg/dL, potássio de 4.2 mEq/L, ferritina de 210 ng/mL, TSH < 0.001 mIU/L e T4 livre de 5.4 ng/dL. Foi iniciado tratamento para insuficiência cardíaca com carvedilol, enalapril e espironolactona, com otimização progressiva de doses.
Essa paciente foi encaminhada para o endocrinologista, que indicou uso de iodo radioativo. Ela voltou para consulta de retorno, após 3 meses da iodoterapia, e estava assintomática, em ritmo sinusal, apresentando ecocardiograma com melhora de fração de ejeção (FEVE 59%) e exames laboratoriais cujos resultados foram os seguintes: TSH de 36 mIU/mL, colesterol total de 230 mg/dL, HDL de 45 mg/dL, LDL de 145 mg/dL e triglicerídeos de 200 mg/dL. Considerando o risco cardiovascular, as medicações em uso e a atual situação clínica da paciente, a terapia hipolipemiante deve ser
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