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Q3233016 Não definido
Um evento coronariano agudo é a primeira manifestação da doença cardiovascular aterosclerótica em até 50% dos pacientes que apresentam essa complicação. Identificar, adequadamente, indivíduos assintomáticos que estão sob maior risco é fundamental para instituir medidas preventivas, com a definição adequada de metas individuais. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção de Aterosclerose (2017), é considerado um paciente de risco cardiovascular intermediário: 
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Q3233015 Não definido

Paciente de 87 anos, hipertensa, com doença renal crônica em tratamento conservador, é levada à consulta ambulatorial com queixa de dispneia e intolerância a esforços. Foram dosados peptídeos natriuréticos, com NT-Pro-BNP de 320 pg/mL e, em seguida, realizou-se ecocardiograma, com laudo sumarizado abaixo.


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Com base nos exames, no escore HFA-PEFF, a paciente apresenta

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Q3233014 Não definido
A pericardite tuberculosa é uma complicação relativamente infrequente da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis, ocorrendo em 1 a 4% da população com tuberculose pulmonar. A apresentação clínica é amplamente variável, e o diagnóstico é, por vezes, desafiador. Na pericardite tuberculosa, 
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Q3233013 Não definido
Os testes não invasivos anatômicos e funcionais são parte importante da estratificação dos pacientes com síndrome coronariana crônica. A escolha por um dos métodos deve levar em consideração a probabilidade pré-teste de doença coronariana obstrutiva, as características dos pacientes, a disponibilidade e a expertise local bem como a acurácia dos testes. Considere as propriedades de testes não invasivos no diagnóstico da doença coronariana anatomicamente significativa, expostas no quadro abaixo.
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O teste não invasivo com maior poder para confirmar o diagnóstico de doença arterial coronariana anatomicamente significativa é
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Q3233012 Não definido
Em 1909, Carlos Chagas fez suas primeiras publicações acerca da “tripanossomíase americana”, que, posteriormente, ficaria conhecida pelo seu nome. Mais de cem anos depois, a doença de Chagas ainda mantém padrão epidemiológico de endemicidade em 21 países latino-americanos, incluindo o Brasil. Na abordagem do paciente com cardiopatia chagásica, 
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Q3233011 Não definido
Embora a maior parte dos aneurismas de aorta estejam relacionados à doença aterosclerótica, as vasculites autoimunes e infecciosas também podem levar a comprometimento da aorta. Em pacientes com aortite
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Q3233010 Não definido
Descrita, pela primeira vez, em 1866, a anomalia de Ebstein é uma das mais frequentes doenças congênitas da valva tricúspide. O cirurgião cardiovascular brasileiro José Pedro da Silva, atualmente radicado nos Estados Unidos, trouxe grandes contribuições à terapia dessa entidade rara: a mortalidade operatória, previamente em torno de 25%, é hoje menor que 6% em centros especializados. Em pacientes adultos com anomalia de Ebstein,
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Q3233009 Não definido
Em 3 de dezembro de 1967, o cirurgião sul-africano Christiaan Barnard realizou o primeiro transplante cardíaco bem-sucedido da história, na Cidade do Cabo. Mesmo consolidado como técnica cirúrgica há mais de 50 anos, o transplante cardíaco ainda impõe grandes desafios clínicos e logísticos. Na seleção de receptores e órgãos para transplante cardíaco, o cardiologista deve considerar que
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Q3233008 Não definido
A questão deve ser respondida com base no caso abaixo.
Mulher de 42 anos, previamente hipertensa, em uso de losartan 100 mg/dia, comparece a consulta com queixa de dispneia e ortopneia progressivas nos últimos 2 meses, atualmente em classe funcional NYHA III. Ao exame físico, constatou-se que ela estava com ritmo taquicárdico irregular, creptos em bases pulmonares, turgência jugular, refluxo hepatojugular e edema bilateral de membros inferiores. O ECG realizado revelou ritmo de fibrilação atrial de alta resposta (178 bpm), QRS estreito, com eixo normal, e repolarização com alterações inespecíficas. O ecocardiograma demonstrou fração de ejeção reduzida (32% por Simpson), aumento de átrio esquerdo (44 mL/m²) e regurgitação mitral leve. Os resultados dos exames de laboratório foram os seguintes: hemoglobina de 11.8 mg/dL, 310 mil plaquetas, creatinina de 0.8 mg/dL, potássio de 4.2 mEq/L, ferritina de 210 ng/mL, TSH < 0.001 mIU/L e T4 livre de 5.4 ng/dL. Foi iniciado tratamento para insuficiência cardíaca com carvedilol, enalapril e espironolactona, com otimização progressiva de doses.
Essa paciente foi encaminhada para o endocrinologista, que indicou uso de iodo radioativo. Ela voltou para consulta de retorno, após 3 meses da iodoterapia, e estava assintomática, em ritmo sinusal, apresentando ecocardiograma com melhora de fração de ejeção (FEVE 59%) e exames laboratoriais cujos resultados foram os seguintes: TSH de 36 mIU/mL, colesterol total de 230 mg/dL, HDL de 45 mg/dL, LDL de 145 mg/dL e triglicerídeos de 200 mg/dL. Considerando o risco cardiovascular, as medicações em uso e a atual situação clínica da paciente, a terapia hipolipemiante deve ser
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Q3233007 Não definido
A questão deve ser respondida com base no caso abaixo.
Mulher de 42 anos, previamente hipertensa, em uso de losartan 100 mg/dia, comparece a consulta com queixa de dispneia e ortopneia progressivas nos últimos 2 meses, atualmente em classe funcional NYHA III. Ao exame físico, constatou-se que ela estava com ritmo taquicárdico irregular, creptos em bases pulmonares, turgência jugular, refluxo hepatojugular e edema bilateral de membros inferiores. O ECG realizado revelou ritmo de fibrilação atrial de alta resposta (178 bpm), QRS estreito, com eixo normal, e repolarização com alterações inespecíficas. O ecocardiograma demonstrou fração de ejeção reduzida (32% por Simpson), aumento de átrio esquerdo (44 mL/m²) e regurgitação mitral leve. Os resultados dos exames de laboratório foram os seguintes: hemoglobina de 11.8 mg/dL, 310 mil plaquetas, creatinina de 0.8 mg/dL, potássio de 4.2 mEq/L, ferritina de 210 ng/mL, TSH < 0.001 mIU/L e T4 livre de 5.4 ng/dL. Foi iniciado tratamento para insuficiência cardíaca com carvedilol, enalapril e espironolactona, com otimização progressiva de doses.
Após a compensação da doença tireoidiana, o cardiologista deve considerar uma estratégia de tratamento da fibrilação atrial (FA) baseada em controle de
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Q3233006 Não definido
Um número elevado de pacientes permanece apresentando sintomas por meses após quadros de COVID-19, a chamada “COVID longa”. Até 2.5% dos pacientes recuperados de COVID-19 apresentam sintomas relacionados à disfunção do sistema nervoso autônomo. Nas síndromes de disautonomia, um tilt test com incremento superior a 30 bpm da frequência cardíaca, acompanhado de queda de PAS em mais de 20 mmHg, sugere o diagnóstico da síndrome de 
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Q3233005 Não definido
Fibrilação atrial (FA) é uma arritmia frequente e de tratamento, por vezes, complexo. Avaliar e reduzir o risco de acidente vascular encefálico (AVE) é um dos componentes principais da terapia da FA. Em pacientes portadores de fibrilação atrial
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Q3233004 Não definido
No atendimento de pacientes em parada cardiorrespiratória, a realização de manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) com alta qualidade são fundamentais para que se alcance o retorno à circulação espontânea sem déficit neurológico. Constitui-se um indicador de alta qualidade de RCP:
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Q3233003 Não definido
Paciente de 56 anos, portador de cardiopatia isquêmica com FEVE reduzida e cardiodesfibrilador implantável (CDI), comparece ao pronto atendimento relatando ter apresentado mal-estar inespecífico e, pelo menos, 6 choques do dispositivo nas últimas 2 horas. O CDI foi interrogado, evidenciando o seguinte traçado no primeiro choque.
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Na abordagem desse paciente, o cardiologista deve
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Q3233002 Não definido
A medida convencional da pressão arterial (PA) em consultório é a base da maior parte dos dados epidemiológicos que orientam as condutas dos médicos. Entretanto, outros métodos para a medida da pressão arterial vêm ganhando importância clínica. A medida da pressão arterial 
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Q3233001 Não definido
Os sintomas musculares relacionados às estatinas (SMRE) respondem por mais de 60% da perda da adesão a esses fármacos. Enquanto, nos ensaios clínicos randomizados, as queixas musculares que levam à descontinuação da terapia são inferiores a 1%, em estudos observacionais, a frequência de sintomas, levando à interrupção do tratamento, se eleva para 7% a 29%. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção da Aterosclerose (2017), pacientes com sintomas musculares toleráveis, relacionados à sinvastatina sem elevação de creatinofosfoquinase, podem ser orientados a
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Q3233000 Não definido
A Cardiologia Nuclear compreende diversas técnicas em uma modalidade de imagem fisiológica obtida por meio do emprego de substâncias radioativas ou radiofármacos. Ela é capaz de fornecer contribuições ao diagnóstico para diversas doenças cardiovasculares. De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Cardiologia Nuclear (2020), a cintilografia
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Q3232999 Não definido
A estenose aórtica apresenta prevalência crescente em razão do aumento de expectativa de vida e envelhecimento da população. O primeiro passo para indicação de intervenção é a definição da gravidade anatômica da valvopatia. Em um homem com estenose aórtica baixo fluxo e baixo gradiente (área valvar menor ou igual a 1.0 cm² e gradiente médio menor que 40 mmHg), a presença de valvopatia anatomicamente importante é reforçada por
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Q3232998 Não definido
Homem de 37 anos, médico, comparece à consulta médica com o objetivo de ser avaliado, pois pretende participar de uma meia-maratona daqui a três meses, durante uma viagem ao exterior. Iniciou, há 2 anos, a prática de corrida de rua, com 5 a 7 treinos de uma a duas horas por semana. Nunca participou desse tipo de competição. Nega comorbidades e histórico familiar de doença cardíaca ou morte súbita. O exame físico realizado não apresentou alterações. De acordo com a Atualização da Diretriz em Cardiologia do Esporte da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2019, esse paciente deve ser considerado
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Q3232997 Não definido
Métodos de avaliações coronárias intravasculares estão sendo, cada vez mais, utilizados nas síndromes coronarianas aguda e crônica, pois permitem obter informações funcionais e anatômicas que não são possíveis pela cinecoronariografia convencional. A avaliação por método intravascular com
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Respostas
1: A
2: A
3: A
4: A
5: A
6: A
7: A
8: A
9: A
10: A
11: A
12: A
13: A
14: A
15: A
16: A
17: A
18: A
19: A
20: A