Questões de Concurso
Comentadas sobre formas de governo: monarquia, aristocracia e democracia. ciclo da morte. maquiavel e o republicanismo. governo misto e constituição mista em ciência política
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Aqueles que somente por fortuna se tornam príncipes pouco trabalho têm para isso, é claro, mas se mantêm muito penosamente. Não têm nenhuma dificuldade em alcançar o posto, porque para aí voam; surge, porém, toda sorte de dificuldades depois da chegada.
(MAQUIAVEL. O Princípe, 1996, p. 55.)
Sobre a conquista e manutenção do poder em Maquiavel, assinale a alternativa correta.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2013. p. 200.
O discurso de Péricles, narrado por Tucídides, afirma que a democracia é o governo
Regimes híbridos são encontrados na maioria dos países em desenvolvimento, como nos países da América latina e da África, especialmente desde o fim da Guerra Fria. Eles são chamados de híbridos porque combinam características de dois tipos de regimes. Para compreender melhor essa vasta zona cinzenta de ambiguidades institucionais, foram criadas tipologias para identificar os diversos arranjos institucionais dos regimes híbridos e como eles diferem de outros tipos de regimes.
Adaptado de GAGNÉ, Jean-François. Hybrid Regimes. Oxford Bibliographies.
Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente os dois regimes que compõem um regime híbrido dos governos mencionados.
Segundo Maquiavel, o critério de eficácia de um governante é:
I. Para Aristóteles, a democracia é a forma de governo mais adequada, pois garante a participação equitativa de todos os cidadãos livres nas decisões políticas.
II. Aristóteles considera a oligarquia uma forma legítima de governo, já que confia o poder aos mais ricos, entendidos como os mais aptos a governar.
III. Segundo Aristóteles, qualquer forma de governo pode se degenerar, passando a visar o interesse de quem governa, em vez de ordenar-se segundo a justiça.
Está correto o que se afirma em
Sendo meu intento escrever algo útil para quem me ler, parece-me mais conveniente procurar a verdade efetiva das coisas do que o que se imaginou sobre elas. Muitos imaginaram repúblicas e principados que jamais foram vistos e que nem se soube se existiram de verdade, porque há tamanha distância entre como se vive e como deveria viver, que aquele trocar o que se faz por aquilo que se deveria fazer aprende antes a arruinar-se que a preservase; pois um homem que queira fazer em todas as coisas profissão de bondade deve arruinar-se entre tantos que não são bons. Daí ser necessário a um príncipe, se quiser manter-se, aprender a poder não ser bom e a valer-se ou não disto segundo a necessidade.
(Adaptado de MAQUIAVEL, N. O Príncipe. São Paulo: Hedra, 2009, p. 159.)
Com base no trecho, assinale a afirmativa que interpreta corretamente o pensamento político de Maquiavel.
A perspectiva democrática aqui referida diz respeito à participação do povo, de modo direto ou indireto, na escolha dos agentes públicos.
Um dos alunos de Maria respondeu corretamente que