Questões de Concurso
Sobre economia internacional na atualidade em atualidades
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parte de suas tarefas econômicas. Mesmo assim, a desigualdade e
a pobreza aumentaram na região. O diagnóstico é da Comissão
Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), que propõe
para a região uma nova estratégia de desenvolvimento produtivo.
Para o secretário executivo do órgão das Nações Unidas, a maior
integração da região foi um ganho dos últimos anos. Sua aposta
para reduzir a forte desigualdade que ainda existe é a união de
crescimento econômico com proteção social. Ele propôs a
substituição do conceito de mais mercado e menos Estado por uma
visão que aponta para "mercados que funcionem bem e governos
de melhor qualidade".
América Latina cresceu sem dividir. In: Jornal
do Brasil, 25/6/2004, p. 19A (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
amplitude do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.
neste ano um superavit comercial recorde, está longe de ser um
feito isolado. Levantamento realizado pelo Instituto de Estudos
para o Desenvolvimento Industrial mostra que o país ocupa a 32.ª
posição entre as economias que obtiveram os maiores aumentos
em suas vendas externas nos 12 meses findos em maio em relação
ao período anterior.
O estudo reflete um excepcional incremento do comércio
entre as nações, em um quadro de aquecimento da economia
internacional, marcado pela retomada dos Estados Unidos da
América (EUA), pela expansão da China e pela valorização do
euro, que abriu as portas do mercado europeu. As exportações
globais, que haviam subido 4,9% em 2002, aumentaram 15,8%
em 2003.
Editorial: Onda global. In: Folha de S. Paulo, 2/9/2004, p. 2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o
quadro econômico mundial contemporâneo, julgue os itens
subseqüentes.
neste ano um superavit comercial recorde, está longe de ser um
feito isolado. Levantamento realizado pelo Instituto de Estudos
para o Desenvolvimento Industrial mostra que o país ocupa a 32.ª
posição entre as economias que obtiveram os maiores aumentos
em suas vendas externas nos 12 meses findos em maio em relação
ao período anterior.
O estudo reflete um excepcional incremento do comércio
entre as nações, em um quadro de aquecimento da economia
internacional, marcado pela retomada dos Estados Unidos da
América (EUA), pela expansão da China e pela valorização do
euro, que abriu as portas do mercado europeu. As exportações
globais, que haviam subido 4,9% em 2002, aumentaram 15,8%
em 2003.
Editorial: Onda global. In: Folha de S. Paulo, 2/9/2004, p. 2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o
quadro econômico mundial contemporâneo, julgue os itens
subseqüentes.
neste ano um superavit comercial recorde, está longe de ser um
feito isolado. Levantamento realizado pelo Instituto de Estudos
para o Desenvolvimento Industrial mostra que o país ocupa a 32.ª
posição entre as economias que obtiveram os maiores aumentos
em suas vendas externas nos 12 meses findos em maio em relação
ao período anterior.
O estudo reflete um excepcional incremento do comércio
entre as nações, em um quadro de aquecimento da economia
internacional, marcado pela retomada dos Estados Unidos da
América (EUA), pela expansão da China e pela valorização do
euro, que abriu as portas do mercado europeu. As exportações
globais, que haviam subido 4,9% em 2002, aumentaram 15,8%
em 2003.
Editorial: Onda global. In: Folha de S. Paulo, 2/9/2004, p. 2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o
quadro econômico mundial contemporâneo, julgue os itens
subseqüentes.
neste ano um superavit comercial recorde, está longe de ser um
feito isolado. Levantamento realizado pelo Instituto de Estudos
para o Desenvolvimento Industrial mostra que o país ocupa a 32.ª
posição entre as economias que obtiveram os maiores aumentos
em suas vendas externas nos 12 meses findos em maio em relação
ao período anterior.
O estudo reflete um excepcional incremento do comércio
entre as nações, em um quadro de aquecimento da economia
internacional, marcado pela retomada dos Estados Unidos da
América (EUA), pela expansão da China e pela valorização do
euro, que abriu as portas do mercado europeu. As exportações
globais, que haviam subido 4,9% em 2002, aumentaram 15,8%
em 2003.
Editorial: Onda global. In: Folha de S. Paulo, 2/9/2004, p. 2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o
quadro econômico mundial contemporâneo, julgue os itens
subseqüentes.
tão pouco tempo, virou pelo avesso setores inteiros da vida
política, econômica, social, cultural, associativa. A tal ponto que,
neste momento, em referência ao estado da informação e da
comunicação no mundo, pode-se falar de uma "nova ordem
Internet". Nada é como antes. A aceleração e a confiabilidade das
redes mudaram a maneira de se comunicar, de estudar, de
comprar, de se informar, de se distrair, de se organizar, de se
instruir e de trabalhar de uma parcela importante de habitantes do
planeta. O correio eletrônico e a consulta à Internet colocam o
computador no centro de um dispositivo de trocas que mexe com
todo o universo profissional em todos os setores de atividades.
19% dos habitantes da Terra representam 91% dos usuários da
Internet. A África conta atualmente com 1% de usuários da
Internet, dos quais pouquíssimos são mulheres.
Ignácio Ramonet (Le Monde diplomatique). A nova ordem Internet.
In: Legis, Ano IV, n.º 34, jan./2004, p. 4 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os
diversos aspectos que envolvem o tema abordado, julgue os itens
de 34 a 41.
tão pouco tempo, virou pelo avesso setores inteiros da vida
política, econômica, social, cultural, associativa. A tal ponto que,
neste momento, em referência ao estado da informação e da
comunicação no mundo, pode-se falar de uma "nova ordem
Internet". Nada é como antes. A aceleração e a confiabilidade das
redes mudaram a maneira de se comunicar, de estudar, de
comprar, de se informar, de se distrair, de se organizar, de se
instruir e de trabalhar de uma parcela importante de habitantes do
planeta. O correio eletrônico e a consulta à Internet colocam o
computador no centro de um dispositivo de trocas que mexe com
todo o universo profissional em todos os setores de atividades.
19% dos habitantes da Terra representam 91% dos usuários da
Internet. A África conta atualmente com 1% de usuários da
Internet, dos quais pouquíssimos são mulheres.
Ignácio Ramonet (Le Monde diplomatique). A nova ordem Internet.
In: Legis, Ano IV, n.º 34, jan./2004, p. 4 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os
diversos aspectos que envolvem o tema abordado, julgue os itens
de 34 a 41.
Muitos bancos, fundos de investimento, grandes grupos industriais, Estados e milionários privados planejam instalar na África fazendas-empresa gigantes, a fim de produzir alimentos e biocombustíveis exclusivamente para exportação.
A análise da situação apresentada acima conduz à conclusão específica de que, atualmente, na África, existe o risco de retorno à prática do
I. "O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, lançou um chamado aos líderes mundiais para que adotem medidas de estímulo monetário e fiscal para tirar o mundo da depressão".
II. "O protecionismo atrofia a economia mundial em seu conjunto", declarou o porta-voz do governo japonês.
(Veja, 04.02.2009)
A partir da leitura dos textos, é correto concluir que, em relação à crise econômica mundial, os governos da Grã-Bretanha e do Japão
a mais fulgurante empresa da era digital. Jobs apresentou ao mundo
sua nova aposta, o iPad, um aparelho maior que um telefone
celular e menor que um computador portátil. Se não convenceu
inteiramente os comentaristas tecnológicos, é unânime a previsão
de que o iPad "fará dinheiro".
A expressão "fazer dinheiro", como sinônimo de criação
de riqueza, nasceu com a transformação dos Estados Unidos da
América (EUA) em potência tecno-militar-industrial. Antes disso,
vigorava a noção mercantilista de que a riqueza apenas mudava de
dono, sendo herdada ou tomada de alguém mais fraco ou menos
hábil, pelo comércio, pela trapaça e pela guerra de conquista. O que
libertou as forças econômicas desse jogo de soma zero, em que o
ganho de alguns não aumentava o bolo geral de riqueza, foi a
inovação, aliada a sua irmã gêmea, a produtividade.
Veja, 3/2/2010, p. 12-3 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando
aspectos marcantes do atual estágio da economia mundial,
fortemente marcado pelo papel nele desempenhado pelo
conhecimento, julgue os itens de 21 a 25.
mandato como presidente venezuelano. A respeito de seus
onze anos de governo, julgue os itens a seguir.
mandato como presidente venezuelano. A respeito de seus
onze anos de governo, julgue os itens a seguir.
trimestre de 2009 ter ficado abaixo das projeções da equipe
econômica, que esperava 2%, o ministro Guido Mantega disse que
o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) foi grande se
comparado aos de outros países europeus. "Pibinho é o da União
Europeia, o nosso é Pibão. O resultado da Europa foi positivo em
apenas 0,4%, esse é que é o pibinho." O ministro ressaltou que
houve resultados negativos na Espanha e no Reino Unido. Mantega,
no entanto, admitiu que foi surpreendido pelos números.
Anteontem, ele havia dito que o crescimento no trimestre ficaria em
torno de 2%, que, anualizado, resultaria em um ritmo de
crescimento de 8%.
Folha de S.Paulo, 11/12/2009 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a
seguir, a respeito da recuperação da economia mundial em 2009.
trimestre de 2009 ter ficado abaixo das projeções da equipe
econômica, que esperava 2%, o ministro Guido Mantega disse que
o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) foi grande se
comparado aos de outros países europeus. "Pibinho é o da União
Europeia, o nosso é Pibão. O resultado da Europa foi positivo em
apenas 0,4%, esse é que é o pibinho." O ministro ressaltou que
houve resultados negativos na Espanha e no Reino Unido. Mantega,
no entanto, admitiu que foi surpreendido pelos números.
Anteontem, ele havia dito que o crescimento no trimestre ficaria em
torno de 2%, que, anualizado, resultaria em um ritmo de
crescimento de 8%.
Folha de S.Paulo, 11/12/2009 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a
seguir, a respeito da recuperação da economia mundial em 2009.
Jornal do Brasil, 27/7/2008, p. E4 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o objetivo da obra nele mencionada, assinale a opção incorreta.
Os manifestantes da foto têm como foco de protesto a atuação da Organização Mundial do Comércio (OMC), que conduz as negociações da Rodada de Doha.
Dentre os alvos dos protestos, destaca-se a seguinte diretriz da Rodada de Doha:
O país latino-americano que recebeu o aval dos três membros do MERCOSUL é o(a)
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque
e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das
economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo,
gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de
produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da
globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos
mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance
aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda
de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia
que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma
casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
Infere-se do texto que, na atual realidade econômica mundial, mais do que em qualquer outra época, crescimento e inflação são faces da mesma moeda, em que uma não sobrevive sem a outra.