A inflação, no Brasil, em 2010, foi superior à de 2009.
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http://klebercaverna.blogspot.com/2011/02/questoes-de-atualidades-do-stm.html
O principal índice de inflação do país, o IPCA, encerrou o ano de 2010 com uma alta acumulada de 5,91% - o maior número dos últimos seis anos. O dado foi divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou bem acima do registrado em 2009, quando o índice subiu 4,31%, e está próximo ao patamar de 2008, quando fechou em 5,90%, em um cenário de forte pressão inflacionária.
Fonte: BBC Brasil
Em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Porém, é popularmente usada para se referir ao aumento geral dos preços. Inflação é o oposto de deflação. Índices de preços dentro de uma faixa entre 2 a 4,5% ao ano é uma situação chamada de estabilidade de preços. Inflação "zero" não é o que se deseja, pois pode estar denunciando a ocorrência de uma estagnação da economia, momento em que a renda e, consequentemente, a demanda, estão muito baixas, significando alto desemprego e crise.
A palavra inflação é utilizada para significar um aumento no suprimento de dinheiro e a expansão monetária, o que é às vezes visto como a causa do aumento de preços; alguns economistas (como os da Escola austríaca) preferem este significado, em vez de definir inflação pelo aumento de preços. Assim, por exemplo, alguns estudiosos da década de 1920 nos EUA referem-se a inflação, ainda que os preços não estivessem aumentando naquele período. Mas de um modo geral, a palavra inflação é usada como aumento de preços, a menos que um significado alternativo seja expressamente especificado. Outra distinção também se faz quando analisam-se os efeitos internos e externos da inflação: externamente, a inflação se traduz mais por uma desvalorização da moeda local frente a outras, e internamente ela se exprime mais no aumento do volume de dinheiro e aumento dos preços.
- Década de 1930 = média anual de 6%;
- Década de 1940 = média anual de 12%;
- Década de 1950 = 19%
- Décadas de 1960 e 1970 = 40%
- Década de 1980 = 330%
- Nota = Entre 1985 e 1994 as taxas da inflação no Brasil foram altas.
- Entre 1990 a 1994 =média anual de 764%
- Entre 1995 a 2000 = média anual de 8,6%
- Ano de 2004 = 7,60%
- Ano de 2005 = 5,69% (IPCA): limite máximo na meta oficial = 7%; objetivo do governo = 5,1%;
Especificamente, temos o seguinte quadro inflacionário pelo IPCA cheio, no período 1998-2009:
- 1998 = 1,65%
- 1999 = 8,94%
- 2000 = 5,97%
- 2001 = 7,67%
- 2002 = 12,53%
- 2003 = 9,3%
- 2004 = 7,6%
- 2005 = 5,69%
- 2006 = 3,14%
- 2007 = 4,46%
- 2008 = 5,90%
- 2009 = 4,31%
- 2010 = 5,91%
2010 = 5,91%
E a previsão de economistas e de outros analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central é de que o aumento de preços dos bens e serviços no país encerre o ano de 2011 em 6,37%.
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