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A grafia da palavra destacada está incorreta em:
Assinale a única alternativa em que a omissão da(s) vírgula(s) NÃO altera(m) o sentido da frase.
Assinale a alternativa que classifica corretamente o sujeito da oração.
Leia o texto a seguir para responder às próximas seis (6) questões.
PAÍS GASTA MAIS DO QUE OS EUA EM CAMPANHA ELEITORAL
Para cada R$ 1 doado, empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas
SÃO PAULO - O Brasil é o que mais gasta com campanhas eleitorais no mundo, segundo o juiz Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Será usado algo em torno de meio bilhão de reais com campanhas eleitorais este ano. Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo, numa “relação espúria” entre as partes.
Com base em um estudo do professor Geraldo Tadeu Monteiro, do Iuperj, Reis mostrou que o país gasta mais, inclusive, que os Estados Unidos, um dos países que têm tradição em realizar caras disputas eleitorais. O estudo aponta que, em 2012, o gasto eleitoral no Brasil em relação ao PIB (US$ 2,3 trilhões) foi de US$ 0,89 por eleitor, enquanto nos Estados Unidos (com PIB de US$ 16,5 trilhões) foi de US$ 0,38.
Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas, diz que, para cada R$ 1 doado para campanhas, as empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas. Para ele, as doações são “promíscuas”. Ele fez um levantamento que indica que as eleições custaram ao país, em quatro anos (de 2010 a 2014), um total de R$ 9,5 bilhões, mais do que será gasto com 45 obras de mobilidade para a Copa.
OLIVEIRA, Ermano. Jornal O Globo. Disponível em http://oglobo.globo.com/pais/pais-gastamais-do-que-os-eua-em-campanha-eleitoral-12479057. Acesso em 14 mai 2014.Com Adaptações.
“Ele fez um levantamento que (1) indica que (2) as eleições custaram ao país, em quatro anos (de 2010 a 2014), um total de R$ 9,5 bilhões [...]”
Julgue as afirmativas em relação à palavra QUE e depois assinale a alternativa correta.
I – Em 1 a palavra “que” é pronome relativo e exerce a função sintática de sujeito.
II – Em 2 a palavra “que” é conjunção integrante.
III – Em 2 a palavra “que” introduz uma oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta.
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PAÍS GASTA MAIS DO QUE OS EUA EM CAMPANHA ELEITORAL
Para cada R$ 1 doado, empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas
SÃO PAULO - O Brasil é o que mais gasta com campanhas eleitorais no mundo, segundo o juiz Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Será usado algo em torno de meio bilhão de reais com campanhas eleitorais este ano. Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo, numa “relação espúria” entre as partes.
Com base em um estudo do professor Geraldo Tadeu Monteiro, do Iuperj, Reis mostrou que o país gasta mais, inclusive, que os Estados Unidos, um dos países que têm tradição em realizar caras disputas eleitorais. O estudo aponta que, em 2012, o gasto eleitoral no Brasil em relação ao PIB (US$ 2,3 trilhões) foi de US$ 0,89 por eleitor, enquanto nos Estados Unidos (com PIB de US$ 16,5 trilhões) foi de US$ 0,38.
Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas, diz que, para cada R$ 1 doado para campanhas, as empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas. Para ele, as doações são “promíscuas”. Ele fez um levantamento que indica que as eleições custaram ao país, em quatro anos (de 2010 a 2014), um total de R$ 9,5 bilhões, mais do que será gasto com 45 obras de mobilidade para a Copa.
OLIVEIRA, Ermano. Jornal O Globo. Disponível em http://oglobo.globo.com/pais/pais-gastamais-do-que-os-eua-em-campanha-eleitoral-12479057. Acesso em 14 mai 2014.Com Adaptações.
“Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo [...]”
O conector QUE destacado retoma:
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PAÍS GASTA MAIS DO QUE OS EUA EM CAMPANHA ELEITORAL
Para cada R$ 1 doado, empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas
SÃO PAULO - O Brasil é o que mais gasta com campanhas eleitorais no mundo, segundo o juiz Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Será usado algo em torno de meio bilhão de reais com campanhas eleitorais este ano. Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo, numa “relação espúria” entre as partes.
Com base em um estudo do professor Geraldo Tadeu Monteiro, do Iuperj, Reis mostrou que o país gasta mais, inclusive, que os Estados Unidos, um dos países que têm tradição em realizar caras disputas eleitorais. O estudo aponta que, em 2012, o gasto eleitoral no Brasil em relação ao PIB (US$ 2,3 trilhões) foi de US$ 0,89 por eleitor, enquanto nos Estados Unidos (com PIB de US$ 16,5 trilhões) foi de US$ 0,38.
Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas, diz que, para cada R$ 1 doado para campanhas, as empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas. Para ele, as doações são “promíscuas”. Ele fez um levantamento que indica que as eleições custaram ao país, em quatro anos (de 2010 a 2014), um total de R$ 9,5 bilhões, mais do que será gasto com 45 obras de mobilidade para a Copa.
OLIVEIRA, Ermano. Jornal O Globo. Disponível em http://oglobo.globo.com/pais/pais-gastamais-do-que-os-eua-em-campanha-eleitoral-12479057. Acesso em 14 mai 2014.Com Adaptações.
Observe as palavras destacadas nos excertos.
“Para cada R$ 1 doado, empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas.”
“Será usado algo em torno de meio bilhão de reais com campanhas eleitorais este ano.”
“[...] Reis mostrou que o país gasta mais, inclusive, que os Estados Unidos [...]”
Essas formas verbais estão flexionadas nos seguintes tempos e modos, respectivamente:
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PAÍS GASTA MAIS DO QUE OS EUA EM CAMPANHA ELEITORAL
Para cada R$ 1 doado, empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas
SÃO PAULO - O Brasil é o que mais gasta com campanhas eleitorais no mundo, segundo o juiz Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Será usado algo em torno de meio bilhão de reais com campanhas eleitorais este ano. Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo, numa “relação espúria” entre as partes.
Com base em um estudo do professor Geraldo Tadeu Monteiro, do Iuperj, Reis mostrou que o país gasta mais, inclusive, que os Estados Unidos, um dos países que têm tradição em realizar caras disputas eleitorais. O estudo aponta que, em 2012, o gasto eleitoral no Brasil em relação ao PIB (US$ 2,3 trilhões) foi de US$ 0,89 por eleitor, enquanto nos Estados Unidos (com PIB de US$ 16,5 trilhões) foi de US$ 0,38.
Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas, diz que, para cada R$ 1 doado para campanhas, as empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas. Para ele, as doações são “promíscuas”. Ele fez um levantamento que indica que as eleições custaram ao país, em quatro anos (de 2010 a 2014), um total de R$ 9,5 bilhões, mais do que será gasto com 45 obras de mobilidade para a Copa.
OLIVEIRA, Ermano. Jornal O Globo. Disponível em http://oglobo.globo.com/pais/pais-gastamais-do-que-os-eua-em-campanha-eleitoral-12479057. Acesso em 14 mai 2014.Com Adaptações.
Julgue as afirmativas e assinale a alternativa correta.
I – As empresas doam dinheiro para as campanhas eleitorais para depois serem beneficiadas com obras públicas e lucram muito com isso.
II – Os Estados Unidos gastam mais que o Brasil em campanhas eleitorais porque têm PIB maior que o brasileiro.
III – “Para ele, as doações são ‘promíscuas’.” Deduz-se desse excerto que as doações violam o que é considerado moral, ou seja, são imorais.
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PAÍS GASTA MAIS DO QUE OS EUA EM CAMPANHA ELEITORAL
Para cada R$ 1 doado, empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas
SÃO PAULO - O Brasil é o que mais gasta com campanhas eleitorais no mundo, segundo o juiz Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Será usado algo em torno de meio bilhão de reais com campanhas eleitorais este ano. Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo, numa “relação espúria” entre as partes.
Com base em um estudo do professor Geraldo Tadeu Monteiro, do Iuperj, Reis mostrou que o país gasta mais, inclusive, que os Estados Unidos, um dos países que têm tradição em realizar caras disputas eleitorais. O estudo aponta que, em 2012, o gasto eleitoral no Brasil em relação ao PIB (US$ 2,3 trilhões) foi de US$ 0,89 por eleitor, enquanto nos Estados Unidos (com PIB de US$ 16,5 trilhões) foi de US$ 0,38.
Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas, diz que, para cada R$ 1 doado para campanhas, as empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas. Para ele, as doações são “promíscuas”. Ele fez um levantamento que indica que as eleições custaram ao país, em quatro anos (de 2010 a 2014), um total de R$ 9,5 bilhões, mais do que será gasto com 45 obras de mobilidade para a Copa.
OLIVEIRA, Ermano. Jornal O Globo. Disponível em http://oglobo.globo.com/pais/pais-gastamais-do-que-os-eua-em-campanha-eleitoral-12479057. Acesso em 14 mai 2014.Com Adaptações.
“Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo, numa ‘relação espúria’ entre as partes.” O que se pode inferir sobre a expressão “relação espúria”?
Leia o texto a seguir para responder às próximas seis (6) questões.
PAÍS GASTA MAIS DO QUE OS EUA EM CAMPANHA ELEITORAL
Para cada R$ 1 doado, empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas
SÃO PAULO - O Brasil é o que mais gasta com campanhas eleitorais no mundo, segundo o juiz Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Será usado algo em torno de meio bilhão de reais com campanhas eleitorais este ano. Este dinheiro, afirma Reis, vem de doações de grandes empreiteiras e bancos, que têm interesses no governo, numa “relação espúria” entre as partes.
Com base em um estudo do professor Geraldo Tadeu Monteiro, do Iuperj, Reis mostrou que o país gasta mais, inclusive, que os Estados Unidos, um dos países que têm tradição em realizar caras disputas eleitorais. O estudo aponta que, em 2012, o gasto eleitoral no Brasil em relação ao PIB (US$ 2,3 trilhões) foi de US$ 0,89 por eleitor, enquanto nos Estados Unidos (com PIB de US$ 16,5 trilhões) foi de US$ 0,38.
Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas, diz que, para cada R$ 1 doado para campanhas, as empresas obtêm de volta R$ 8,50 em obras públicas. Para ele, as doações são “promíscuas”. Ele fez um levantamento que indica que as eleições custaram ao país, em quatro anos (de 2010 a 2014), um total de R$ 9,5 bilhões, mais do que será gasto com 45 obras de mobilidade para a Copa.
OLIVEIRA, Ermano. Jornal O Globo. Disponível em http://oglobo.globo.com/pais/pais-gastamais-do-que-os-eua-em-campanha-eleitoral-12479057. Acesso em 14 mai 2014.Com Adaptações.
Para reforçar a ideia de que o Brasil é o país que mais gasta com campanhas eleitorais no mundo, o autor do texto usou estratégias de argumentação, exceto
Assinale a alternativa correta em relação aos princípios e à estrutura da redação de correspondência oficial.
A dabigatrana é um medicamento anticoagulante, que tem pico de 2 horas e meia vida de 12 a 14 horas. Por ter eliminação preferencialmente renal, deve ser utilizado com cautela em pacientes com clearence de creatinina inferior a 50ml/min e evitado naqueles com clearance de creatinina inferior a 30ml/min.
O poder anticoagulante da dabigatrana é devido à:
Paciente sofreu um AVC há menos de 1 mês, com artroplastia eletiva, fratura de quadril, pelve ou lesão medular espinal aguda. No modelo de avaliação de risco Caprini, é classificada como:
Os fatores de risco para o tromboembolismo venoso, nas cirurgias vasculares, não estão bem estabelecidos, embora vários estudos tenham tentado avaliá-los. Entretanto, pacientes submetidos a cirurgias vasculares representam 16% daqueles analisados retrospectivamente para a validação do escore de risco de Caprini, o que permite a extrapolação desse modelo de avaliação de risco para os pacientes vasculares.
Sobre as recomendações para profilaxia do tromboembolismo venoso (TEV) nos pacientes vasculares, assinale a alternativa incorreta.
A revascularização miocárdica pode excepcionalmente ser indicada antes da operação vascular com o objetivo de reduzir o risco cardiovascular perioperatório. No entanto, no contexto de farmacoproteção perioperatória otimizada, as potenciais situações de benefício da revascularização miocárdica profilática estão cada vez mais restritas.
Após a introdução de um stent farmacológico, qual medicamento é recomendado para o paciente, no período de um ano?
A erisipela é uma infecção da camada superficial da pele que provoca feridas vermelhas, inflamadas e dolorosas, e se desenvolve principalmente nas pernas, rostos ou braços. Assinale a alternativa que indica o principal agente etiológico das erisipelas em pessoas com mais de 50 anos, obesos ou diabéticos.
As artérias dos membros inferiores são originadas da artéria aorta abdominal. Quando a artéria aorta abdominal chega na altura de L5 a S1 se bifurca, e a partir das artérias ilíacas o sangue direciona-se a cada membro.
Sobre a anatomia vascular das artérias dos membros inferiores além das artérias ilíacas, assinale a alternativa incorreta.
Aneurismas da aorta são doenças de alto risco, de piora súbita, e podem evoluir para dissecção, razões pelas quais necessitam de tratamento cirúrgico. Trabalhos históricos mostram que a maior causa de mortalidade em pacientes com diagnóstico de aneurisma de aorta, não tratados cirurgicamente, é a ruptura, com a sobrevida, ao final de cinco anos, de apenas 13 a 39%.
Sobre os aneurismas da aorta, assinale a alternativa incorreta.
Quanto aos aspectos terapêuticos das principais etiologias do abdome agudo, correlacione os itens adequadamente e assinale a alternativa correspondente:
I - Síndrome Inflamatória.
II - Colecistite aguda.
III - Síndrome perfurativa.
IV - Síndrome obstrutiva.
V - Obstrução intestinal por neoplasia de cólon.
A - Representada pela úlcera péptica perfurada. A via laparoscópica para tratá-la pode diminuir as complicações abdominais, e não há estudos estatisticamente robustos para determinar qual a melhor via de acesso para tratá-la.
B - Representada pela oclusão por bridas e aderências, possui como indicação de intervenção cirúrgica quando possui sinais de peritonite, choque, isquemia intestinal, obstrução completa e pneumatose intestinal.
C - Representada pela apendicite aguda com maior prevalência na situação abdominal aguda em todo o mundo. Na apendicite aguda em pacientes estáveis hemodinamicamente, sem sinais de sepse grave ou disfunção orgânica, pode ser tratada tanto pela via aberta quanto videolaparoscópica, a depender da experiência do cirurgião.
D - Possui evidências cada vez maiores e embasadas, no sentido que é possível dispensar o uso de ostomias e realizar anastomoses primárias em pacientes adequados. É sabido que a cirurgia de Hartmann não altera a sobrevida maior quando comparada à ressecção segmentar com anastomose primária em pacientes devidamente selecionados.
E - O tratamento cirúrgico deve ser precoce, em menos de 72 horas, idealmente, salvo contraindicação absoluta devido a comorbidades descompensadas.
Quanto às indicações de laparotomia imediata no trauma abdominal penetrante, pelos Consensos do XXXI congresso Brasileiro de Cirurgia, assinale a alternativa errada.
Quanto à pancreatite aguda leve e, baseado nos Consensos do XXXI Congresso Brasileiro de Cirurgia, assinale a incorreta.