Questões de Concurso
Comentadas para professor - inglês
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Um professor é indagado por um pai de aluno sobre quais concepções educativas e metodologias de ensino são adotadas pela escola. Respondendo ao pai, afirma o professor: “nossa escola adota uma prática pedagógica que respeita a criança, tal qual é, e oferece condições para que ela possa desenvolver-se em seu processo de vir-a-ser, com atividades inseridas numa proposta educacional que favorece a autonomia do aluno.”
Com tal resposta o professor está dizendo que a escola adota como tendência educacional uma pedagogia
“Democratização da administração da educação não significa eliminar a presença do Estado dos serviços públicos, mas buscar mecanismos para submeter as decisões de Estado ao debate e ao controle pela opinião pública, pais, grupos e partidos.”
(ARROYO,1979, p.4)
Considerando o pensamento de Arroyo, a gestão democrática em uma escola deve garantir
Pode-se afirmar que o planejamento sempre faz parte de nosso cotidiano porque, de forma explícita ou não, sempre estamos planejando. Na discussão sobre a organização da escola, da prática do professor, é comum se referir ao plano, ao ato de planejar e ao planejamento. No quadro a seguir, na primeira coluna estão indicados tais elementos e, na segunda, o seu conceito/significado.
1. Planejamento
2. Planejar
3. Plano
A. é um processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a ação, de previsão de necessidades e racionalização de emprego de meios e recursos disponíveis.
B. é o documento que diz o que vai ser feito, quando, de que maneira, por quem, para chegar a que resultados; é a simples apresentação sistematizada e justificada das decisões tomadas relativas à ação a realizar.
C. é o processo que deve partir da realidade concreta tanto dos sujeitos quanto do objeto de conhecimento e do contexto em que se dá a ação pedagógica, o que implica em o educador conhecer a realidade com a qual vai trabalhar.
A correta associação entre as duas colunas é a indicada
por:
Leia o texto e, em seguida, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas, no que se refere à ocorrência do acento indicativo de crase.
___ maioria dos brasileiros (61%) tem interesse em temas da área de ciência e tecnologia, embora o acesso ___ informação seja restrito, principalmente na população de baixa escolaridade. O que permitiu chegar ____ essa constatação foi __ pesquisa sobre percepção pública da C&T, realizada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), vinculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
(www.sbpcnet.org.br. Adaptado)
Leia o poema que segue.
Epigrama nº 10
A minha vida se resume,
desconhecida e transitória,
em contornar teu pensamento,
sem levar dessa trajetória
nem esse prêmio de perfume
que as flores concedem ao vento
(Cecília Meireles. Viagem: vaga música, 1982)
É correto afirmar que o poema
Há luz no fim do túnel dos jornais impressos?
Castigados pela conjunção de duas crises – uma primeira de ordem conjuntural, ditada pelo cenário político e econômico, e uma segunda, estrutural, causada pela revolução digital – os próprios diários brasileiros se perguntam sobre o desfecho do imbróglio que tem reduzido suas receitas e, consequentemente, encolhido as publicações, provocando demissões em massa e despertando dúvidas crescentes sobre sua capacidade de entregar notícias, análises e opiniões relevantes.
Durante o X Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a sobrevivência dos jornais norteou um debate que reuniu o trio formado por Ascânio Seleme, diretor de redação de O Globo, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do grupo Estado, e Vinícius Mota, secretário de redação da Folha de S.Paulo.
Coube a Mota fornecer indicadores econômicos sombrios com impacto direto sobre os principais anunciantes dos jornais: o mercado imobiliário, o de automóveis e o de móveis e eletrodomésticos.
Para além dos riscos econômicos, Gandour abordou o que considera uma preocupante rejeição por parte do público, em escala global, ao incômodo gerado pela notícia, que chamou de “aquilo que alguém não quer que seja publicado”. Segundo ele, tal fenômeno, em que a sociedade almeja o bem-estar rejeitando o contraditório, apresenta riscos para o gênero jornalístico como um todo, e não apenas para os jornais impressos.
A fragmentação também foi indicada como um desafio importante, tanto no lado da demanda – o leitor – quanto no lado da oferta – o conjunto das mídias. À medida que o público mais jovem passa a ler notícias distribuídas em redes sociais, a notícia também se fragmenta, gerando um risco adicional, que o representante do Estadão chamou de “perda do discernimento do gênero jornalístico”. Nessa perda, o público já não saberia distinguir um texto informativo de um opinativo. A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial.
Já a fragmentação da oferta repercute dramaticamente no mercado publicitário, onde os jornais, que já disputavam verbas com a TV, rádio e revistas, enfrentam os anunciantes digitais, como buscadores e redes sociais. Diante desse panorama desafiador, Gandour acredita que o futuro dos jornais depende da continuidade do método jornalístico, que rege um ofício pautado pela independência editorial e a investigação exaustiva. “A gente vê na internet coisas que não contemplam o método jornalístico, como falar de uma pessoa sem ouvi-la, reproduzir rumores sem checagem”, disse. “O jornalismo é a disciplina da verificação.”
(Angela Pimenta. http://observatoriodaimprensa.com.br. Adaptado)
Há luz no fim do túnel dos jornais impressos?
Castigados pela conjunção de duas crises – uma primeira de ordem conjuntural, ditada pelo cenário político e econômico, e uma segunda, estrutural, causada pela revolução digital – os próprios diários brasileiros se perguntam sobre o desfecho do imbróglio que tem reduzido suas receitas e, consequentemente, encolhido as publicações, provocando demissões em massa e despertando dúvidas crescentes sobre sua capacidade de entregar notícias, análises e opiniões relevantes.
Durante o X Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a sobrevivência dos jornais norteou um debate que reuniu o trio formado por Ascânio Seleme, diretor de redação de O Globo, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do grupo Estado, e Vinícius Mota, secretário de redação da Folha de S.Paulo.
Coube a Mota fornecer indicadores econômicos sombrios com impacto direto sobre os principais anunciantes dos jornais: o mercado imobiliário, o de automóveis e o de móveis e eletrodomésticos.
Para além dos riscos econômicos, Gandour abordou o que considera uma preocupante rejeição por parte do público, em escala global, ao incômodo gerado pela notícia, que chamou de “aquilo que alguém não quer que seja publicado”. Segundo ele, tal fenômeno, em que a sociedade almeja o bem-estar rejeitando o contraditório, apresenta riscos para o gênero jornalístico como um todo, e não apenas para os jornais impressos.
A fragmentação também foi indicada como um desafio importante, tanto no lado da demanda – o leitor – quanto no lado da oferta – o conjunto das mídias. À medida que o público mais jovem passa a ler notícias distribuídas em redes sociais, a notícia também se fragmenta, gerando um risco adicional, que o representante do Estadão chamou de “perda do discernimento do gênero jornalístico”. Nessa perda, o público já não saberia distinguir um texto informativo de um opinativo. A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial.
Já a fragmentação da oferta repercute dramaticamente no mercado publicitário, onde os jornais, que já disputavam verbas com a TV, rádio e revistas, enfrentam os anunciantes digitais, como buscadores e redes sociais. Diante desse panorama desafiador, Gandour acredita que o futuro dos jornais depende da continuidade do método jornalístico, que rege um ofício pautado pela independência editorial e a investigação exaustiva. “A gente vê na internet coisas que não contemplam o método jornalístico, como falar de uma pessoa sem ouvi-la, reproduzir rumores sem checagem”, disse. “O jornalismo é a disciplina da verificação.”
(Angela Pimenta. http://observatoriodaimprensa.com.br. Adaptado)
Há luz no fim do túnel dos jornais impressos?
Castigados pela conjunção de duas crises – uma primeira de ordem conjuntural, ditada pelo cenário político e econômico, e uma segunda, estrutural, causada pela revolução digital – os próprios diários brasileiros se perguntam sobre o desfecho do imbróglio que tem reduzido suas receitas e, consequentemente, encolhido as publicações, provocando demissões em massa e despertando dúvidas crescentes sobre sua capacidade de entregar notícias, análises e opiniões relevantes.
Durante o X Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a sobrevivência dos jornais norteou um debate que reuniu o trio formado por Ascânio Seleme, diretor de redação de O Globo, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do grupo Estado, e Vinícius Mota, secretário de redação da Folha de S.Paulo.
Coube a Mota fornecer indicadores econômicos sombrios com impacto direto sobre os principais anunciantes dos jornais: o mercado imobiliário, o de automóveis e o de móveis e eletrodomésticos.
Para além dos riscos econômicos, Gandour abordou o que considera uma preocupante rejeição por parte do público, em escala global, ao incômodo gerado pela notícia, que chamou de “aquilo que alguém não quer que seja publicado”. Segundo ele, tal fenômeno, em que a sociedade almeja o bem-estar rejeitando o contraditório, apresenta riscos para o gênero jornalístico como um todo, e não apenas para os jornais impressos.
A fragmentação também foi indicada como um desafio importante, tanto no lado da demanda – o leitor – quanto no lado da oferta – o conjunto das mídias. À medida que o público mais jovem passa a ler notícias distribuídas em redes sociais, a notícia também se fragmenta, gerando um risco adicional, que o representante do Estadão chamou de “perda do discernimento do gênero jornalístico”. Nessa perda, o público já não saberia distinguir um texto informativo de um opinativo. A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial.
Já a fragmentação da oferta repercute dramaticamente no mercado publicitário, onde os jornais, que já disputavam verbas com a TV, rádio e revistas, enfrentam os anunciantes digitais, como buscadores e redes sociais. Diante desse panorama desafiador, Gandour acredita que o futuro dos jornais depende da continuidade do método jornalístico, que rege um ofício pautado pela independência editorial e a investigação exaustiva. “A gente vê na internet coisas que não contemplam o método jornalístico, como falar de uma pessoa sem ouvi-la, reproduzir rumores sem checagem”, disse. “O jornalismo é a disciplina da verificação.”
(Angela Pimenta. http://observatoriodaimprensa.com.br. Adaptado)
Há luz no fim do túnel dos jornais impressos?
Castigados pela conjunção de duas crises – uma primeira de ordem conjuntural, ditada pelo cenário político e econômico, e uma segunda, estrutural, causada pela revolução digital – os próprios diários brasileiros se perguntam sobre o desfecho do imbróglio que tem reduzido suas receitas e, consequentemente, encolhido as publicações, provocando demissões em massa e despertando dúvidas crescentes sobre sua capacidade de entregar notícias, análises e opiniões relevantes.
Durante o X Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a sobrevivência dos jornais norteou um debate que reuniu o trio formado por Ascânio Seleme, diretor de redação de O Globo, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do grupo Estado, e Vinícius Mota, secretário de redação da Folha de S.Paulo.
Coube a Mota fornecer indicadores econômicos sombrios com impacto direto sobre os principais anunciantes dos jornais: o mercado imobiliário, o de automóveis e o de móveis e eletrodomésticos.
Para além dos riscos econômicos, Gandour abordou o que considera uma preocupante rejeição por parte do público, em escala global, ao incômodo gerado pela notícia, que chamou de “aquilo que alguém não quer que seja publicado”. Segundo ele, tal fenômeno, em que a sociedade almeja o bem-estar rejeitando o contraditório, apresenta riscos para o gênero jornalístico como um todo, e não apenas para os jornais impressos.
A fragmentação também foi indicada como um desafio importante, tanto no lado da demanda – o leitor – quanto no lado da oferta – o conjunto das mídias. À medida que o público mais jovem passa a ler notícias distribuídas em redes sociais, a notícia também se fragmenta, gerando um risco adicional, que o representante do Estadão chamou de “perda do discernimento do gênero jornalístico”. Nessa perda, o público já não saberia distinguir um texto informativo de um opinativo. A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial.
Já a fragmentação da oferta repercute dramaticamente no mercado publicitário, onde os jornais, que já disputavam verbas com a TV, rádio e revistas, enfrentam os anunciantes digitais, como buscadores e redes sociais. Diante desse panorama desafiador, Gandour acredita que o futuro dos jornais depende da continuidade do método jornalístico, que rege um ofício pautado pela independência editorial e a investigação exaustiva. “A gente vê na internet coisas que não contemplam o método jornalístico, como falar de uma pessoa sem ouvi-la, reproduzir rumores sem checagem”, disse. “O jornalismo é a disciplina da verificação.”
(Angela Pimenta. http://observatoriodaimprensa.com.br. Adaptado)
Há luz no fim do túnel dos jornais impressos?
Castigados pela conjunção de duas crises – uma primeira de ordem conjuntural, ditada pelo cenário político e econômico, e uma segunda, estrutural, causada pela revolução digital – os próprios diários brasileiros se perguntam sobre o desfecho do imbróglio que tem reduzido suas receitas e, consequentemente, encolhido as publicações, provocando demissões em massa e despertando dúvidas crescentes sobre sua capacidade de entregar notícias, análises e opiniões relevantes.
Durante o X Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a sobrevivência dos jornais norteou um debate que reuniu o trio formado por Ascânio Seleme, diretor de redação de O Globo, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do grupo Estado, e Vinícius Mota, secretário de redação da Folha de S.Paulo.
Coube a Mota fornecer indicadores econômicos sombrios com impacto direto sobre os principais anunciantes dos jornais: o mercado imobiliário, o de automóveis e o de móveis e eletrodomésticos.
Para além dos riscos econômicos, Gandour abordou o que considera uma preocupante rejeição por parte do público, em escala global, ao incômodo gerado pela notícia, que chamou de “aquilo que alguém não quer que seja publicado”. Segundo ele, tal fenômeno, em que a sociedade almeja o bem-estar rejeitando o contraditório, apresenta riscos para o gênero jornalístico como um todo, e não apenas para os jornais impressos.
A fragmentação também foi indicada como um desafio importante, tanto no lado da demanda – o leitor – quanto no lado da oferta – o conjunto das mídias. À medida que o público mais jovem passa a ler notícias distribuídas em redes sociais, a notícia também se fragmenta, gerando um risco adicional, que o representante do Estadão chamou de “perda do discernimento do gênero jornalístico”. Nessa perda, o público já não saberia distinguir um texto informativo de um opinativo. A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial.
Já a fragmentação da oferta repercute dramaticamente no mercado publicitário, onde os jornais, que já disputavam verbas com a TV, rádio e revistas, enfrentam os anunciantes digitais, como buscadores e redes sociais. Diante desse panorama desafiador, Gandour acredita que o futuro dos jornais depende da continuidade do método jornalístico, que rege um ofício pautado pela independência editorial e a investigação exaustiva. “A gente vê na internet coisas que não contemplam o método jornalístico, como falar de uma pessoa sem ouvi-la, reproduzir rumores sem checagem”, disse. “O jornalismo é a disciplina da verificação.”
(Angela Pimenta. http://observatoriodaimprensa.com.br. Adaptado)
Text 3:
The intercultural context
There are, then, clear practical and economic reasons why it is important for as many of your students as possible to feel positive about learning English (and, ultimately, to feel confident about using it). However, there is also an equally important reason, which applies to all languages: their social function.
Learning and using (1) language brings people into contact, directly or indirectly, with (2) from different societies and cultures. It exposes them to different ways of thinking, different ways of communicating, different values. This, in turn, encourages them to think about their own culture, values and way of life. They realize there is not just one way of doing something, but many different ones.
In (3) words, as well as equipping learners with practical skills, learning a foreign language extends their horizons, which is one of the important aims of education in most countries.
Taken from: HOLDEN, Susan & NOBRE, Vinicius. Teaching
English Today: contexts and objectives. São Paulo: Hub
Editorial, 2018.
Text 2:
Bad teaching habits: too much TTT
No teacher is perfect and all teachers have bad habits. Being a good teacher means reflecting (1) the following habits and trying to reduce them as much as possible.
TTT stands (2) teacher talking time. Obviously, during the course of the class, it is necessary for the teacher to explain rules, give advice and talk about instructions, among other things. However, teachers should attempt to limit the amount of time that they spend speaking to the class in order to maximize the opportunity that the students have to speak. A good rule (3) thumb is aiming for around 30% of teacher talk to 70% of student talk. This means planning out what you will say, when and how.
Adapted from: www.bbc.co.uk/learningenglish
Text 2:
Bad teaching habits: too much TTT
No teacher is perfect and all teachers have bad habits. Being a good teacher means reflecting (1) the following habits and trying to reduce them as much as possible.
TTT stands (2) teacher talking time. Obviously, during the course of the class, it is necessary for the teacher to explain rules, give advice and talk about instructions, among other things. However, teachers should attempt to limit the amount of time that they spend speaking to the class in order to maximize the opportunity that the students have to speak. A good rule (3) thumb is aiming for around 30% of teacher talk to 70% of student talk. This means planning out what you will say, when and how.
Adapted from: www.bbc.co.uk/learningenglish
Text 1:
How being bilingual can boost your career
Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.
In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.
A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.
“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”
Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.
Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”
So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!
“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”
Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN,
Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP,
2018.