Questões de Concurso
Comentadas para professor - educação religiosa
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GÓIS, Aurino José. As religiões de matrizes africanas: o Candomblé, seu espaço e sistema religioso. In.: Horizonte. Belo Horizonte, v. 11, n. 29, p. 321-352, jan./mar. 2013 – ISSN 2175-5841. Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/ index.php/horizonte/article/view/4782>. Acesso em: 12 jul. 2019.
Com relação às festividades e aos ritos em honra aos orixás no Candomblé, assinale a alternativa correta.
SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS. Diversidade Religiosa e Direitos Humanos. Brasília, 2004. Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf_>. Acesso em: 22 jul. 2019.
O direito citado visa garantir e proteger a(o)
Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília: MEC/CONSED/UNDIME, 2017. p.437.
Considerando esse contexto, analise as seguintes afirmativas e a relação entre elas. I. A interculturalidade e a ética da alteridade constituem fundamentos teóricos e pedagógicos do Ensino Religioso
PORQUE
II. a interculturalidade e a ética da alteridade fundamentam e tornam relativos o reconhecimento e respeito às histórias, memórias, crenças, convicções e valores de diferentes culturas, tradições religiosas e filosofias de vida.
A respeito dessas afirmativas e da sua inter-relação, assinale a alternativa correta.
Disponível em: <https://veja.abril.com.br/mundo/saiba-como- funciona-o-mes-sagrado-do-isla-o-ramada/> . Acesso em: 15 jul. 2019.
O Ramadã, portanto, é uma festa muçulmana que celebra
COSTELLA, Domenico. O Fundamento epistemológico do Ensino Religioso. In JUNQUEIRA, Sergio Azevedo; WAGNER, Raul (Org). O Ensino Religioso no Brasil. (Coleção Educação Religiosa 5). Curitiba: Champagnat, 2011. p. 138. Disponível em: <http://www.fonaper.com.br/noticias/38_livro_ensino_ religioso_no_brasil.pdf>. Acesso em: 22 jul. 2019.
Considerando o trecho acima, o artigo 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9.394/96) e os pressupostos do ensino religioso especificados na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) promulgada em 2017, assinale a alternativa correta sobre a nova visão epistemológica que esses documentos apresentam sobre o ensino religioso.
I. O sufismo se caracteriza como um ramo místico, baseado na ascese e na prática do amor. II. Os xiitas, tidos como radicais, acreditam que a liderança do islamismo está relacionada diretamente à sucessão do profeta Maomé. III. Os sunitas são o maior grupo islâmico e seguem as práticas do profeta Maomé tal qual relatadas pelos companheiros do profeta.
Estão corretas as afirmativas
RODRIGUES, Denise dos Santos. O dilema contemporâneo do fundamentalismo: do extremismo à intolerância. In.: Revista Espaço Acadêmico, Maringá: Edição 206 – julho/ 2018. Disponivel em: <http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ EspacoAcademico/article/view/43584/751375137900> .Acesso em: 22 jul. 2019.
A partir desse trecho, é correto afirmar que o fundamentalismo consiste na(o)
SANCHEZ, Wagner Lopes. Pluralismo Religioso. As religiões no mundo atual. São Paulo, Paulinas, 2013, p. 39.
Considerando esse trecho, é correto afirmar que a origem do pluralismo religioso se deve à(ao)
Disponível em: <https://www.infoescola.com/historia/guerra-do- yom-kippur/>. Acesso em: 22 jul. 2019.
O feriado da cultura judaica chamado Yom Kippur é o(a)
( ) A LDB nº 9.394/96 determina que a oferta do Ensino Religioso nas escolas seja obrigatória e a sua matrícula seja facultativa. ( ) Na LDB nº 9.394/96, a oferta do Ensino Religioso nas escolas não é esclarecida, mas há orientações sobre a matrícula nessa disciplina. ( ) A LDB nº 9.394/96 especifica que o Ensino Religioso integra os horários normais de aula do ensino fundamental. ( ) Na LDB nº 9.394/96 o Ensino Religioso deve ser ofertado fora do horário normal de estudo do ensino fundamental, como atividade complementar.
Assinale a sequência correta.
Analise o trecho a seguir.
“Não por acaso, o novo conhecimento deixou o mundo perplexo e foi aplicado na investigação genética dos mais diversos casos: verificação de paternidade, de outros graus de parentesco, identificação de fósseis e até o estudo de predisposição genética a algumas doenças.”
Disponível em: <https://tinyurl.com/y2c3ot4f>. Acesso em: 5 ago. 2019.
A respeito do uso dos dois-pontos, é correto afirmar que, nesse trecho, eles marcam uma
O sintomático desprezo pela ciência
Em março de 2018, António Guterres, secretário-geral da ONU, declarou: “As manchetes são naturalmente dominadas pela escalada das tensões, de conflitos ou de eventos políticos de alto nível, mas a verdade é que as mudanças climáticas permanecem a mais sistêmica ameaça à humanidade. Informações divulgadas recentemente pela Organização Meteorológica Mundial, pelo Banco Mundial e pela Agência Internacional de Energia mostram sua evolução implacável”. Meses antes, um discurso proferido em Riad por Christine Lagarde, diretora do Fundo Monetário Internacional, exibia um teor similar: “Se não fizermos nada a respeito das mudanças climáticas, seremos tostados, assados e grelhados num horizonte de tempo de 50 anos”. Ambas as advertências reconhecem a extrema gravidade de nossa situação, a respeito da qual o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC)é categórico:“O aquecimento do sistema climático é inequívoco. A influência humana sobre o sistema climático é clara. Limitar a mudança climática requer reduções substanciais e contínuas de emissões de gases de efeito estufa” (2007).
[...]
Malgrado esse acúmulo de saber e essa virtual unanimidade, a ciência do clima pode estar equivocada? Em princípio, sim. Ciência não é dogma, é diminuição da incerteza. Contestar um consenso científico, mesmo o mais sólido, não pode ser objeto de anátema. Mas quem o põe em dúvida deve apresentar argumentos convergentes e convincentes em sentido contrário. Na ausência destes, contestação torna-se simples denegação irracional, enfraquece o poder persuasivo da evidência, milita em favor da perda da autoridade da ciência na formação de uma visão minimamente racional do mundo e turbina a virulência das redes sociais, dos “fatos alternativos”, da pós-verdade, do fanatismo religioso e das crenças mais estapafúrdias e até há pouco inimagináveis. O negacionismo climático é apenas mais uma dessas crenças [...], e seu repertório esgrime as mesmas surradas inverdades, mil vezes refutadas: os cientistas estão divididos sobre a ciência do clima, os modelos climáticos são falhos, maiores concentrações atmosféricas de CO2 são efeito e não causa do aquecimento global e são benéficas para a fotossíntese, o próximo mínimo solar anulará o aquecimento global, não se deve temer esse aquecimento, mas a recaída numa nova glaciação etc. Esse palavreado resulta de esforços deliberados de denegação das evidências. Diretamente ou através, por exemplo, da Donors Trust e da Donors Capital Fund, as corporações injetam milhões de dólares em lobbies disseminadores de desinformação sobre as mudanças climáticas.
[...]
Malgrado alguma tangência ideológica entre certa esquerda e a extrema-direita, o negacionismo climático e a negação da ciência em geral são fundamentalmente uma bandeira da extrema-direita e é preciso pôr em evidência uma razão maior dessa estreita afinidade. Ela se encontra, a meu ver, numa mutação histórica fundamental do teor do discurso científico. Das revoluções científicas do século XVII a meados do século XX, a ciência galgou posição de hegemonia, destronando discursos de outra natureza, como o religioso e o artístico, porque foi capaz de oferecer às sociedades vitoriosas mais energia, mais mobilidade, mais bens em geral, mais capacidade de sobrevivência, em suma, mais segurança. Seus benefícios eram indiscutíveis e apenas confirmavam suas promessas, que pareciam ilimitadas. A partir de 1962, se quisermos uma data, o livro de Rachel Carson, “Primavera Silenciosa” punha a nu pela primeira vez o lado sombrio dessas conquistas da ciência: agrotóxicos como o DDT aumentavam, de fato, a produtividade agrícola, mas ao preço de danos tremendos à saúde e à biodiversidade. Essa primeira dissonância tornou-se muito maior nos anos 1980, quando o aquecimento global resultante das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis – justamente esses combustíveis aos quais devíamos o essencial de nosso progresso – tornou-se pela primeira vez inequívoco. A ciência começa, então, a mudar seu discurso. Ela passa a anunciar que havíamos passado da idade das promessas à idade das escolhas, de modo a evitar a idade das consequências. [...] Uma brecha começava a se abrir na imagem social da ciência. Enquanto os cientistas diziam o que queríamos ouvir, tudo era defesa e apologia da ciência. A partir do momento em que seu discurso converteu-se em alertas e advertências sobre os riscos crescentes a que começávamos a nos expor, esse entusiasmo arrefeceu.
[...]
Em nosso século, esse novo mal-estar na civilização não cessou de crescer. Ele toma hoje a forma de uma espécie de divisão esquizofrênica da autoimagem de uma sociedade moldada pela ciência. Quando entramos num avião, atravessamos uma ponte ou tomamos um remédio, somos gratos às tentativas da ciência de compreender o mundo e traduzi-lo em tecnologia. Mas quando dessa mesma ciência vem o aviso que é preciso mudar o modo de funcionamento de nossa economia, conter nossa voracidade, diminuir o consumo de carne, restaurar as florestas e redefinir nossa relação com a natureza, sob pena de nos precipitarmos num colapso de insondáveis proporções, a gratidão cede lugar à indiferença, ao descrédito e mesmo à hostilidade.
[...]
Disponível em:<https://adunicamp.org.br/artigo-o-sintomatico-desprezo-pela-ciencia/>
Releia este trecho.
“Malgrado alguma tangência ideológica entre certa esquerda e a extrema-direita, o negacionismo climático e a negação da ciência em geral são fundamentalmente uma bandeira da extrema-direita e é preciso pôr em evidência uma razão maior dessa estreita afinidade.”
A conjunção em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Analise a Tirinha a seguir:
É correto afirmar que tirinha faz uma crítica:
A chuva _________ violenta no quintal, ___________ a areia vermelha dos caminhos e _____________ mesmo a cela, colando-lhe a roupa no corpo dolorido. (Luandino Vieira, VVDX, 72.)
Assinale a alternativa que preenche adequada e respectivamente o modo Presente do Indicativo do verbo estar na coluna em branco: