Questões de Concurso
Para educador social
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Com base nessa afirmação, podemos destacar como movimentos indenitários, EXCETO:
Com base na lei que dispõe sobre a organização da Assistência Social, é CORRETO afirmar:
A Lei Nº 8.666/93 estipula que os interessados em contratar com a Administração Pública devem ser habilitados previamente.
A esse respeito, assinale a alternativa que apresenta corretamente os tipos de habilitação.
DESAFIOS E SOLUÇÕES PARA A SAÚDE NO
FUTURO
Ganha força a ideia de investir em inovação
e tecnologia para atender a exigência por qualidade
<04/10/2016 - 13H10/ ATUALIZADO 12H11 / POR AMARÍLIS LAGE>
Do micro ao macro – assim precisa ser o olhar de quem está à frente de um grande projeto. Ao mesmo tempo em que é crucial monitorar e prever as falhas de um equipamento, não se pode perder de vista os futuros riscos que rondam um setor. E tudo depende, claro, de que esses diagnósticos sejam acompanhados por soluções efetivas.
É com esse foco que a GE Healthcare acaba de promover, no Rio, o Innovation Summit, um evento que reuniu cerca de 50 instituições para debater os desafios do atual modelo de negócios na área de saúde. O diagnóstico é de aumento de custos no setor, devido a alguns fatores. Um deles, a transformação demográfica da sociedade. Estima-se que, em 2030, 20% da população brasileira terá mais de 60 anos. Com o envelhecimento, há uma maior incidência de doenças crônicas, cujo tratamento é até sete vezes mais caro que o de doenças infecciosas.
Esse e outros fatores, como a maior exigência por qualidade, prometem pressionar ainda mais o setor, que já está apreensivo. Segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), as despesas do sistema vêm subindo, em média, 16% ao ano, desde 2010, enquanto as receitas de contraprestações aumentam cerca de 14%. Além disso, a Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) tem sido superior ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Nesse cenário, e com tais perspectivas, como reagir? Entre os participantes do Innovation Summit, ganha força a ideia de investir em inovação e tecnologia. Plataformas digitais, assim como análises de dados, podem suprir o setor com novas estratégias de negócios que levem tanto a um ganho de produtividade como de qualidade. “É preciso que haja uma mudança de foco. Ainda que os produtos e os resultados sejam importantes, os processos e o valor agregado são ainda mais”, disse Jörgen Nordenström, professor do Instituto Karolinska, uma das maiores faculdades de medicina da Europa.
Um bom exemplo dessa estratégia vem de Baltimore (EUA). O Hospital Johns Hopkins conseguiu diminuir o tempo de espera por atendimento ao instituir o primeiro centro de análise preditiva com foco na experiência dos pacientes. As mudanças, feitas em parceria com a GE, facilitaram tanto a visualização e compartilhamento de dados como a comunicação entre os funcionários, o que permitiu gerenciar melhor o fluxo de pessoas. A espera por um leito para internação, por exemplo, era de 6h e caiu para menos de 4h.
Daurio Speranzini Jr., Presidente e CEO da GE Healthcare para América Latina, destacou que o papel da companhia vai muito além da oferta de equipamentos – o foco está na conexão entre as máquinas e das máquinas com as pessoas, para obter dados que façam a diferença.
“Estamos atuando como uma consultora na área da saúde. Com soluções customizadas é possível acompanhar o crescimento dos negócios, ajudar na tomada de decisões com base em dados e estatísticas, além de auxiliar na escolha de melhores estratégias para obter um alto índice de produtividade”, destacou Speranzini Jr. “O sucesso desse processo depende muito de uma mudança cultural em todas as nossas organizações. Não se trata de um processo simples ou fácil, mas que garantirá o nosso sucesso no futuro que começa ser desenhado agora.”
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-o-futuro/Saude/
noticia/2016/10/desafios-e-solucoes-para-o-futuro-da-saude.html
Observe a tabela:
MALETA MATANOVATO NOTO
TABACO TOCA
MENIAN MANE
CEBOLA ?
Perceba que existe uma lógica que
transforma a palavra da primeira coluna
na palavra da segunda coluna, em todas
as situações. Nesse contexto, qual
das alternativas substituiria o símbolo
“?” sem alterar a lógica estabelecida
nessa tabela?
CELULARES CAUSAM CÂNCER?
UMA ANÁLISE SOBRE COMO A MÍDIA TRATA
QUESTÕES DE RISCO À SAÚDE
30/03/2015 - 09H03 - POR CARLOS ORSI
Neste mês, um colunista de informática do New York Times, Nick Bilton, escreveu um artigo sobre computadores “vestíveis” – equipamentos de informática integrados ao vestuário, como o Google Glass ou o Apple Watch – sugerindo que o uso desses acessórios, principalmente quando ligados a redes sem fio ou de telefonia celular, poderia representar um risco de câncer comparável ao trazido pela fumaça de cigarro.
A tese de Bilton era de que, como existem pesquisas indicando que o uso de celular junto ao ouvido pode causar câncer de cérebro, seria lógico supor que usar o mesmo tipo de tecnologia junto a outras partes do corpo, como os olhos ou a pele, também não seria seguro. Três dias depois de publicar a coluna, no entanto, o jornal se viu constrangido a fazer uma retratação registrando o seguinte:
“Nenhum estudo epidemiológico ou de laboratório jamais encontrou evidência confiável de tais riscos [ligando celulares a câncer], e não há nenhuma teoria amplamente aceita de como eles poderiam surgir. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ‘até o momento, não se estabeleceu nenhum efeito de saúde adverso associado ao uso de telefones móveis’ [...]”.
Essa nota de retificação [...] gera uma questão espinhosa: como o jornalista do Times pôde se enganar tanto? A resposta é instrutiva e nos ensina algo sobre como a mídia em geral tende a tratar questões de risco à saúde.
A primeira coisa a notar é que, em princípio, não faz sequer sentido imaginar que celulares possam causar câncer: as ondas eletromagnéticas que usam para transmitir e receber sinal não têm energia suficiente para penetrar no núcleo das células e alterar seu DNA: de fato, os raios do Sol são mais potentes (e perigosos). Mas, até aí, seguro morreu de velho, e diversos grupos de pesquisadores se dedicaram a estudar o assunto.
A nota de retificação fala que “não há evidência convincente”. A palavra-chave aí é “convincente”. Como explica o oncologista americano David Gorski [...], existe, fundamentalmente, um só grupo de cientistas que afirma ter encontrado repetidas provas estatísticas de uma ligação entre os equipamentos e a doença. [...]
A comunidade científica, em geral, e os órgãos responsáveis pela saúde pública, em particular, tendem a se guiar, corretamente, pela evidência preponderante – no caso, de que não há perigo – e não por resultados isolados. Mas o jornalismo costuma dar mais atenção aos sinais de alerta, e a desconfiar das comunicações tranquilizadoras, principalmente quando essas últimas parecem servir a interesses econômicos (no caso, dos fabricantes de celular).
Trata-se de uma atitude que costuma ser interpretada, no meio, como sinal de “saudável senso crítico”. Mas a verdade é que, sem analisar os detalhes técnicos e evitando dar o devido peso ao mérito próprio de cada afirmação, desconfiar de tudo é uma atitude tão ingênua quanto acreditar em tudo. [...]
Para finalizar, uma notícia que não vi ninguém dando com destaque aqui no Brasil: um estudo realizado na Nova Zelândia, divulgado em fevereiro, encontrou uma relação entre o uso de celular e a redução no número de casos de câncer de cérebro no país! [...] Isso quer dizer que a radiação do celular evita câncer? Mata as células malignas? Muito provavelmente, não. Existe, afinal, uma coisa chamada coincidência – e é por isso que estudos isolados têm de ser olhados com alguma reserva, quer tenham conclusões boas ou más.
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/blogs/olhar-cetico/noticia/2015/03/celulares-causam-cancer-uma-analise-sobre-como-mi-dia-trata-questoes-de-risco-saude.html
Em uma determinada base de dados existem três categorias: A, B e C. Verifica-se que, valem as regras descritas nas afirmativas abaixo:
I. Se o dado é da categoria A, então também é da categoria B.
II. Se o dado é da categoria A, então não é da categoria C.
III. Se o dado é da categoria B então pode ser de categoria C.
Sobre qual delas representa o diagrama de conjunto que adequadamente representa essa base de dados, assinale a alternativa correta.
I. A moça saiu ontem à tarde. Assisti ao filme da moça.
II. A moça a cujo filme assisti saiu ontem à tarde.
Como você observou, houve adequação no uso do pronome relativo e obediência à regência verbal da norma padrão escrita. Assinale a alternativa em que houve erro em II na junção das frases contidas em I.
I. Os educadores sociais devem desenvolver atividades que possam ajustar e disciplinar as famílias e os adolescentes em situação de medidas socioeducativas.
II. Os educadores sociais desempenham suas atividades prioritariamente como voluntários, vinculados à Igreja ou a organizações não-governamentais, desenvolvendo suas ações na própria rua.
III. O trabalho do educador social, no âmbito das políticas públicas e em qualquer outro meio institucional está voltado, prioritariamente, ao trabalho individual com a população em situação de rua e pessoas em situação de violências.
IV. Ao longo do tempo, o lócus de atuação do educador social se ampliou, e este passou a integrar significativamente o quadro das instituições governamentais.
V. Romans (2003) afirma que o educador social é o profissional da educação social que deve traduzir em objetivos educativos a incumbência que a organização lhes confere; que seus usuários podem ser pessoas, grupos e instituições; que tem definido um marco de atuação; que pode estar integrado em equipes de trabalho; que dispõe de recursos institucionais públicos ou privados e que requer uma formação contínua para otimizar o seu desenvolvimento pessoal e melhorar no exercício de sua profissão.
Está CORRETO o que se afirma em
I. Oferecer atendimento humanizado, com respeito e atenção.
II. Realizar atendimento em espaço aberto e com outros usuários do serviço, sem necessariamente garantir a privacidade.
III. Manter sigilo das informações, com privacidade.
IV. O caso deve ser notificado, apenas, nos casos confirmados de violência contra a mulher.
V. Ter conduta profissional frente à demanda da usuária, correspondendo às suas expectativas e necessidades.
Está CORRETO o que se afirma em
I. Um grupo se constrói através da constância da presença dos sujeitos, na constância da rotina e de suas atividades.
II. Um grupo se constrói na organização sistematizada de encaminhamentos e das intervenções por parte do educador.
III. O trabalho em grupo é fundamental para o desenvolvimento de habilidades de comunicação, colaboração e resolução de conflitos.
IV. No trabalho em grupo, a escuta ativa é uma habilidade especializada que envolve dar toda a atenção, fazer perguntas esclarecedoras e fornecer feedback somente após a compreensão do que foi dito.
V. No trabalho em grupo, é importante definir funções e responsabilidades claras, reduzindo a sobreposição de tarefas e aumentando a eficiência da comunicação em grupo.
Está CORRETO o que se afirma em
I. Conceitos sobre vulnerabilidade surgem na área da saúde reordenando as práticas de prevenção e promoção para um enfoque mais contextualizado e atento ao aspecto social. De modo semelhante, na assistência, o conceito de vulnerabilidade é adjetivado pelo termo social, que indica a evolução do entendimento acerca das privações e desigualdades ocasionadas pela pobreza.
II. A partir dos anos 1990, inicia-se um esforço teórico para a compreensão do fenômeno da pobreza e suas consequências para além do enfoque nas variáveis puramente econômicas.
III. Os organismos internacionais, a partir da década de 1980, sugerem o uso do termo vulnerabilidade sociais, em uma perspectiva crítica e a partir da totalidade social, para caracterizar a população em exclusão social.
IV. Muito embora se deva considerar que a vulnerabilidade se instale, em maior grau, nas populações pobres, nas sociedades capitalistas contemporâneas, em que as relações sociais se desenvolvem por modos marcadamente complexos, a questão econômica é relevante, porém não determinante.
V. A palavra vulnerabilidade foi inserida na Política de Assistência Social, a partir de 1980, como condição inerente ao Ser Humano, que necessita de ajuda.
Está CORRETO o que se afirma em
I. Estabelecer liderança corporativa de alto nível para a igualdade de gênero.
II. Tratar todos os homens de forma justa no trabalho – respeitando as hierarquias, apoiar os direitos humanos e a não discriminação.
III. Garantir a saúde, a segurança e o bem-estar de todos os trabalhadores e as trabalhadoras.
IV. Promover a igualdade através de iniciativas e defesa comunitária.
V. Mediar e publicar os progressos para alcançar a igualdade de gênero.
Está CORRETO o que se afirma em
O trabalho em rede pressupõe interação entre os vários atores e as instituições que comungam objetivos e compromissos comuns. Para organizar e agir em rede, é necessária a incorporação de algumas características que constituem a base para um trabalho integrado efetivo. A ação em rede exige uma nova maneira de trabalhar; requer uma dinâmica gerencial compatível e adequada, capaz de viabilizar o objetivo pretendido e preservar a existência da própria rede, afirmam Castro e Oliveira (2009).
Nesse sentido, sobre as características necessárias para o trabalho em rede e seus conceitos, analise as afirmativas abaixo:
I. Horizontalidade – na estrutura em rede, não existe um relacionamento hierárquico entre seus componentes, ou seja, existe a desconcentração do poder. O processo de decisão está pautado na negociação. A estrutura horizontal possibilita que a comunicação (conectividade) e o compartilhamento se estabeleçam no mesmo plano.
II. Centralização – é a consequência natural e correta do modo de trabalhar por meio da concentração de poder, assim como das decisões e das ações. Essa é uma forma de favorecer o melhor desenvolvimento das ações e da gestão democrática, contemplando a participação de todos.
III. Liderança única – a concentração do poder favorece a integração vertical de todos os participantes, sendo necessária a figura do “chefe” para o melhor desenvolvimento do trabalho.
IV. Livre circulação de informações – a desconcentração do poder na organização em rede favorece a livre circulação de informações. Em uma rede, as informações circulam horizontalmente; os fios que ligam entre si os nós de uma rede são canais pelos quais se transmitem as informações.
V. Confiança – a confiança entre os atores/instituições é fundamental em um trabalho em rede, a fim de que todos possam compartilhar experiências, tomar decisões sem hierarquia e desenvolver ações e atividades.
Está CORRETO o que se afirma em
I. Em todas as situações da vida cotidiana, quando houver conflitos entre duas partes, só poderá ser resolvidos por meio de terceiros, ou seja, de um mediador conflitos.
II. O mediador de conflitos pode, a partir de sua experiência de vida, inspirar as partes conflituosas a resolverem os problemas, não sendo necessário o uso de técnicas específicas para a resolução dos conflitos.
III. A conciliação alarga a participação do terceiro, que passa a poder, com sugestões, aconselhamentos e informações, projetar para as partes possíveis soluções que são debatidas e analisadas por estas.
IV. A mediação apresenta-se como um meio de solução consensual de conflitos, muito mais amplo e profundo, sendo a técnica pela qual “as partes envolvidas no conflito buscam chegar a um acordo contando com a ajuda de um mediador, terceiro imparcial, que não tem poder de decisão.
V. A mediação de conflitos não tem o objetivo de reconstruir um bom relacionamento entre as pessoas.
Está CORRETO o que se afirma em