Questões de Vestibular Sobre física

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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107585 Física
     Um sistema de IA permite que veículos autônomos se comuniquem, compartilhando informações acerca do trânsito, obstáculos e condições da estrada, o que melhora a eficiência do tráfego e reduz congestionamentos e acidentes. A seguir, são descritas duas situações que exemplificam aplicações de IA em veículos autônomos.


I Um sistema de IA utiliza o efeito Doppler para calcular a aproximação entre dois carros autônomos, A e B, que viajam no mesmo sentido em uma estrada reta. O carro A, que está à frente, move-se com velocidade constante vA, enquanto o carro B, que está atrás, move-se a 100 km/h. Ambos têm potência útil de 100 kW e emitem ondas sonoras de 500 Hz para detectar obstáculos. Em determinado instante, a distância entre eles é de 200 m.


II Um sistema de IA determina rotas mais eficientes para um veículo autônomo, usando o princípio de mínima ação S, dado por S = ∑ii ⋅ Δti  , em que Δt é a variação no tempo e ℒ = T − V  é definido como a lagrangiana, sendo a energia cinética e V a energia potencial. Em um caso específico de um veículo que percorra uma rota composta por três segmentos discretos, considerado um intervalo de tempo Δ = 2 s para todos os segmentos, os valores da lagrangiana em cada segmento são iguais a ℒ1 = 5 kJ, ℒ2 = 3 kJ e ℒ3 = 7 kJ. 
Com base nas situações anteriormente descritas, julgue o item subsequente. 

Considere que, na situação I, o carro A tenha motor a combustão, sendo-lhe necessária uma potência fornecida de 400 kW, enquanto o carro B tem motor elétrico, sendo-lhe necessária uma potência fornecida de 115 kW. Nesse caso, assumindo-se que a eficiência dos carros seja dada por  Imagem associada para resolução da questão   e considerando-se que ambos os carros tenham uma potência útil de 100 kW, infere-se que a eficiência do carro B é inferior a 3 vezes a eficiência do carro A.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107584 Física

   


    Um sistema de IA foi desenvolvido com os princípios básicos de funcionamento de um tubo de raios catódicos, com base no experimento feito pelo físico inglês J. J. Thompson em 1887, cujo esquema simplificado é ilustrado na figura precedente. No experimento, um filamento aquecido emite elétrons, que são acelerados por uma diferença de potencial V e percorrem uma distância d1 até atingirem uma tela de anteparo que contém uma pequena fenda. Os elétrons que passam pela fenda atravessam a região de comprimento d2, onde existem campos elétrico e magnético, uniformes, constantes e perpendiculares entre si. Ao atravessar essa região, os elétrons são defletidos devido às forças elétrica e magnética que atuam sobre eles. Nessa região, o campo elétrico  é gerado por uma diferença de potencial aplicada entre placas paralelas (mostradas na figura), e o campo magnético  é gerado por um eletroímã (não mostrado na figura); a direção e o sentido desses campos são mostrados na figura. Finalmente, os elétrons atravessam uma região livre de forças até atingir uma tela fluorescente, que fica a uma distância d3 da região que contém os campos eletromagnéticos. Todo o aparato está contido em um recipiente de vidro, onde se faz vácuo. Na ausência dos campos elétrico e magnético, os elétrons atravessam a fenda em linha reta, na trajetória indicada pelo eixo x na figura. A posição em que o elétron atinge a tela fluorescente é indicada no eixo y. O ponto importante no desenvolvimento do sistema de IA é perceber que o desvio, para um tubo de raios catódicos, irá depender apenas das três variáveis 

A partir das informações precedentes e considerando que os elétrons, ao saírem do filamento, estão aproximadamente em repouso, julgue o item. 

Se o campo magnético Imagem associada para resolução da questão tiver sentido contrário ao mostrado na figura, o feixe de elétrons atingirá a tela fluorescente em um ponto de coordenada com valor positivo de y. 
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107583 Física

   


    Um sistema de IA foi desenvolvido com os princípios básicos de funcionamento de um tubo de raios catódicos, com base no experimento feito pelo físico inglês J. J. Thompson em 1887, cujo esquema simplificado é ilustrado na figura precedente. No experimento, um filamento aquecido emite elétrons, que são acelerados por uma diferença de potencial V e percorrem uma distância d1 até atingirem uma tela de anteparo que contém uma pequena fenda. Os elétrons que passam pela fenda atravessam a região de comprimento d2, onde existem campos elétrico e magnético, uniformes, constantes e perpendiculares entre si. Ao atravessar essa região, os elétrons são defletidos devido às forças elétrica e magnética que atuam sobre eles. Nessa região, o campo elétrico  é gerado por uma diferença de potencial aplicada entre placas paralelas (mostradas na figura), e o campo magnético  é gerado por um eletroímã (não mostrado na figura); a direção e o sentido desses campos são mostrados na figura. Finalmente, os elétrons atravessam uma região livre de forças até atingir uma tela fluorescente, que fica a uma distância d3 da região que contém os campos eletromagnéticos. Todo o aparato está contido em um recipiente de vidro, onde se faz vácuo. Na ausência dos campos elétrico e magnético, os elétrons atravessam a fenda em linha reta, na trajetória indicada pelo eixo x na figura. A posição em que o elétron atinge a tela fluorescente é indicada no eixo y. O ponto importante no desenvolvimento do sistema de IA é perceber que o desvio, para um tubo de raios catódicos, irá depender apenas das três variáveis 

A partir das informações precedentes e considerando que os elétrons, ao saírem do filamento, estão aproximadamente em repouso, julgue o item. 

Quando o elétron sofre uma deflexão na região entre as placas que geram o campo elétrico Imagem associada para resolução da questão, a força magnética que atua sobre o elétron nessa região mantém sempre a mesma direção. 
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107582 Física

   


    Um sistema de IA foi desenvolvido com os princípios básicos de funcionamento de um tubo de raios catódicos, com base no experimento feito pelo físico inglês J. J. Thompson em 1887, cujo esquema simplificado é ilustrado na figura precedente. No experimento, um filamento aquecido emite elétrons, que são acelerados por uma diferença de potencial V e percorrem uma distância d1 até atingirem uma tela de anteparo que contém uma pequena fenda. Os elétrons que passam pela fenda atravessam a região de comprimento d2, onde existem campos elétrico e magnético, uniformes, constantes e perpendiculares entre si. Ao atravessar essa região, os elétrons são defletidos devido às forças elétrica e magnética que atuam sobre eles. Nessa região, o campo elétrico  é gerado por uma diferença de potencial aplicada entre placas paralelas (mostradas na figura), e o campo magnético  é gerado por um eletroímã (não mostrado na figura); a direção e o sentido desses campos são mostrados na figura. Finalmente, os elétrons atravessam uma região livre de forças até atingir uma tela fluorescente, que fica a uma distância d3 da região que contém os campos eletromagnéticos. Todo o aparato está contido em um recipiente de vidro, onde se faz vácuo. Na ausência dos campos elétrico e magnético, os elétrons atravessam a fenda em linha reta, na trajetória indicada pelo eixo x na figura. A posição em que o elétron atinge a tela fluorescente é indicada no eixo y. O ponto importante no desenvolvimento do sistema de IA é perceber que o desvio, para um tubo de raios catódicos, irá depender apenas das três variáveis 

A partir das informações precedentes e considerando que os elétrons, ao saírem do filamento, estão aproximadamente em repouso, julgue o item. 

Se a diferença de potencial V entre as placas que geram o campo elétrico for duplicada, a velocidade dos elétrons que atingem a fenda também será duplicada.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107581 Física

   


    Um sistema de IA foi desenvolvido com os princípios básicos de funcionamento de um tubo de raios catódicos, com base no experimento feito pelo físico inglês J. J. Thompson em 1887, cujo esquema simplificado é ilustrado na figura precedente. No experimento, um filamento aquecido emite elétrons, que são acelerados por uma diferença de potencial V e percorrem uma distância d1 até atingirem uma tela de anteparo que contém uma pequena fenda. Os elétrons que passam pela fenda atravessam a região de comprimento d2, onde existem campos elétrico e magnético, uniformes, constantes e perpendiculares entre si. Ao atravessar essa região, os elétrons são defletidos devido às forças elétrica e magnética que atuam sobre eles. Nessa região, o campo elétrico  é gerado por uma diferença de potencial aplicada entre placas paralelas (mostradas na figura), e o campo magnético  é gerado por um eletroímã (não mostrado na figura); a direção e o sentido desses campos são mostrados na figura. Finalmente, os elétrons atravessam uma região livre de forças até atingir uma tela fluorescente, que fica a uma distância d3 da região que contém os campos eletromagnéticos. Todo o aparato está contido em um recipiente de vidro, onde se faz vácuo. Na ausência dos campos elétrico e magnético, os elétrons atravessam a fenda em linha reta, na trajetória indicada pelo eixo x na figura. A posição em que o elétron atinge a tela fluorescente é indicada no eixo y. O ponto importante no desenvolvimento do sistema de IA é perceber que o desvio, para um tubo de raios catódicos, irá depender apenas das três variáveis 

A partir das informações precedentes e considerando que os elétrons, ao saírem do filamento, estão aproximadamente em repouso, julgue o item. 

Se Imagem associada para resolução da questão, o feixe de elétrons que atravessa a fenda não irá sofrer nenhuma deflexão até atingir a tela luminescente.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107580 Física

   


    Um sistema de IA foi desenvolvido com os princípios básicos de funcionamento de um tubo de raios catódicos, com base no experimento feito pelo físico inglês J. J. Thompson em 1887, cujo esquema simplificado é ilustrado na figura precedente. No experimento, um filamento aquecido emite elétrons, que são acelerados por uma diferença de potencial V e percorrem uma distância d1 até atingirem uma tela de anteparo que contém uma pequena fenda. Os elétrons que passam pela fenda atravessam a região de comprimento d2, onde existem campos elétrico e magnético, uniformes, constantes e perpendiculares entre si. Ao atravessar essa região, os elétrons são defletidos devido às forças elétrica e magnética que atuam sobre eles. Nessa região, o campo elétrico  é gerado por uma diferença de potencial aplicada entre placas paralelas (mostradas na figura), e o campo magnético  é gerado por um eletroímã (não mostrado na figura); a direção e o sentido desses campos são mostrados na figura. Finalmente, os elétrons atravessam uma região livre de forças até atingir uma tela fluorescente, que fica a uma distância d3 da região que contém os campos eletromagnéticos. Todo o aparato está contido em um recipiente de vidro, onde se faz vácuo. Na ausência dos campos elétrico e magnético, os elétrons atravessam a fenda em linha reta, na trajetória indicada pelo eixo x na figura. A posição em que o elétron atinge a tela fluorescente é indicada no eixo y. O ponto importante no desenvolvimento do sistema de IA é perceber que o desvio, para um tubo de raios catódicos, irá depender apenas das três variáveis 

A partir das informações precedentes e considerando que os elétrons, ao saírem do filamento, estão aproximadamente em repouso, julgue o item. 

A variação de energia cinética do elétron ao percorrer a distância d+ d+d3 até atingir a tela luminescente não dependerá da intensidade do campo magnético.  
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107579 Física

   


    Um sistema de IA foi desenvolvido com os princípios básicos de funcionamento de um tubo de raios catódicos, com base no experimento feito pelo físico inglês J. J. Thompson em 1887, cujo esquema simplificado é ilustrado na figura precedente. No experimento, um filamento aquecido emite elétrons, que são acelerados por uma diferença de potencial V e percorrem uma distância d1 até atingirem uma tela de anteparo que contém uma pequena fenda. Os elétrons que passam pela fenda atravessam a região de comprimento d2, onde existem campos elétrico e magnético, uniformes, constantes e perpendiculares entre si. Ao atravessar essa região, os elétrons são defletidos devido às forças elétrica e magnética que atuam sobre eles. Nessa região, o campo elétrico  é gerado por uma diferença de potencial aplicada entre placas paralelas (mostradas na figura), e o campo magnético  é gerado por um eletroímã (não mostrado na figura); a direção e o sentido desses campos são mostrados na figura. Finalmente, os elétrons atravessam uma região livre de forças até atingir uma tela fluorescente, que fica a uma distância d3 da região que contém os campos eletromagnéticos. Todo o aparato está contido em um recipiente de vidro, onde se faz vácuo. Na ausência dos campos elétrico e magnético, os elétrons atravessam a fenda em linha reta, na trajetória indicada pelo eixo x na figura. A posição em que o elétron atinge a tela fluorescente é indicada no eixo y. O ponto importante no desenvolvimento do sistema de IA é perceber que o desvio, para um tubo de raios catódicos, irá depender apenas das três variáveis 

A partir das informações precedentes e considerando que os elétrons, ao saírem do filamento, estão aproximadamente em repouso, julgue o item. 

Na ausência de campo elétrico Imagem associada para resolução da questão, os elétrons que atravessam a fenda irão descrever trajetórias parabólicas ao percorrerem a região que contém o campo magnético e irão atingir a tela luminescente em um ponto com coordenada y ∠ 0.
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Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2024 - UNB - Prova de Conhecimentos III - 2° dia |
Q3107578 Física

   


    Um sistema de IA foi desenvolvido com os princípios básicos de funcionamento de um tubo de raios catódicos, com base no experimento feito pelo físico inglês J. J. Thompson em 1887, cujo esquema simplificado é ilustrado na figura precedente. No experimento, um filamento aquecido emite elétrons, que são acelerados por uma diferença de potencial V e percorrem uma distância d1 até atingirem uma tela de anteparo que contém uma pequena fenda. Os elétrons que passam pela fenda atravessam a região de comprimento d2, onde existem campos elétrico e magnético, uniformes, constantes e perpendiculares entre si. Ao atravessar essa região, os elétrons são defletidos devido às forças elétrica e magnética que atuam sobre eles. Nessa região, o campo elétrico  é gerado por uma diferença de potencial aplicada entre placas paralelas (mostradas na figura), e o campo magnético  é gerado por um eletroímã (não mostrado na figura); a direção e o sentido desses campos são mostrados na figura. Finalmente, os elétrons atravessam uma região livre de forças até atingir uma tela fluorescente, que fica a uma distância d3 da região que contém os campos eletromagnéticos. Todo o aparato está contido em um recipiente de vidro, onde se faz vácuo. Na ausência dos campos elétrico e magnético, os elétrons atravessam a fenda em linha reta, na trajetória indicada pelo eixo x na figura. A posição em que o elétron atinge a tela fluorescente é indicada no eixo y. O ponto importante no desenvolvimento do sistema de IA é perceber que o desvio, para um tubo de raios catódicos, irá depender apenas das três variáveis 

A partir das informações precedentes e considerando que os elétrons, ao saírem do filamento, estão aproximadamente em repouso, julgue o item. 

Na ausência de campo magnético Imagem associada para resolução da questão, o tempo que o elétron leva para percorrer a distância d2 + d3 entre a fenda e a tela luminescente não dependerá da intensidade do campo elétrico Imagem associada para resolução da questão.
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107197 Física
A energia solar desempenha papel substancial nas soluções energéticas de desenvolvimento sustentável: além de fazer uso de tecnologia pouco agressiva ao ambiente, é uma enorme fonte de energia renovável. 
A área de um painel solar que gera uma potência elétrica P = 462 W é A = 2,5 m2 . A intensidade da radiação solar que incide no painel, ou seja, a potência da radiação solar por unidade de área do painel, é Isolar = 924 W/m2 . Qual é a eficiência do painel solar, ou seja, qual é a razão entre a energia elétrica gerada e a energia solar que incide no painel num dado intervalo de tempo?
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107196 Física
A energia solar desempenha papel substancial nas soluções energéticas de desenvolvimento sustentável: além de fazer uso de tecnologia pouco agressiva ao ambiente, é uma enorme fonte de energia renovável. 
Operando em condições ótimas, um painel solar gera energia elétrica numa potência P = 462 W, com uma diferença de potencial Upainel = 42 V nos seus terminais. Para que a energia gerada seja armazenada numa bateria de diferença de potencial Ubat = 12 V, usa-se um dispositivo que ajusta a diferença de potencial, dispositivo este chamado de controlador de carga (ver figura). Se, numa situação ideal, toda a energia gerada pelo painel é armazenada na bateria, quais os valores das correntes elétricas ipainel e ibat nos terminais do painel e da bateria, respectivamente?

Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107195 Física
Pesquisas recentes demonstraram que alguns compostos, como o ZnW2O8, apresentam coeficiente de dilatação térmica linear ( α ) negativo, diferentemente da maioria dos materiais, que se expandem com o aquecimento. O gráfico a seguir ilustra a variação, em função da temperatura, do comprimento L de uma barra dessa classe de materiais.

Imagem associada para resolução da questão

Considerando que o coeficiente de dilatação α seja aproximadamente constante no intervalo de temperatura entre 0o C e 50oC , pode-se dizer que o valor de α nesse intervalo é igual a 
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107194 Física
O projeto internacional DUNE (Deep Underground Neutrino Experiment) é um gigantesco experimento idealizado para o estudo de neutrinos. Para a detecção da luz emitida quando os neutrinos atravessam enormes tanques de argônio líquido, foi projetado na Unicamp um dispositivo chamado Arapuca, cuja função é aumentar a área de coleta da luz, confinando- -a no interior de uma caixa que contém os sensores. Antes de entrar na Arapuca, a luz emitida, de comprimento de onda λ1 = 128 nm, incide num material que tem por finalidade modificar o comprimento de onda da radiação, de modo que, ao emergir desse material, o novo comprimento de onda da luz passe a ser λ2 = 350 nm. Considere que, nessa etapa do experimento, ambos os feixes luminosos de comprimentos de onda λ1 e λ2 propagam-se no mesmo meio. Sendo f1 a frequência e v1 a velocidade da luz no comprimento de onda λ1, e f2 a frequência e v2 a velocidade da luz no comprimento de onda λ2, pode-se afirmar que
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107193 Física
Os últimos anos testemunharam a retomada do interesse de alguns países pela exploração da Lua. Diversas missões com destino a esse satélite foram lançadas: Chandrayaan-3 (Índia, 2023), Luna 25 (Rússia, 2023), Peregrine Mission One (EUA, 2024), Slim (Japão, 2024) e Chang´e 6 (China, 2024).
Ao longo da linha que une o centro da Terra ao da Lua (ver figura A), há um ponto P para o qual as forças gravitacionais da Terra, Fterra, e da Lua, Flua , exercidas sobre uma sonda, têm módulos iguais e sentidos opostos. Isso significa que, no ponto P, essas duas forças se cancelam.

Imagem associada para resolução da questão

O gráfico da figura B representa a componente da aceleração resultante a das forças Fterra e Flua ao longo da referida linha, sendo r a distância ao centro da Terra e d 380 000 km a distância Terra-Lua. Valores positivos de a indicam que o vetor aceleração aponta para a Lua, enquanto que valores negativos de a implicam que esse vetor aponta para a Terra.

Imagem associada para resolução da questão

O ponto P fica aproximadamente a que distância do centro da Lua?
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107192 Física
Os últimos anos testemunharam a retomada do interesse de alguns países pela exploração da Lua. Diversas missões com destino a esse satélite foram lançadas: Chandrayaan-3 (Índia, 2023), Luna 25 (Rússia, 2023), Peregrine Mission One (EUA, 2024), Slim (Japão, 2024) e Chang´e 6 (China, 2024).
Uma sonda descreve, em torno da Lua, uma órbita circular de raio r = 1,848 × 106 m e dá uma volta completa num período T = 2,0 h. Nesse movimento circular uniforme, qual a velocidade escalar da sonda em relação ao centro da Lua? Se necessário, use π ≈ 3,0.
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107191 Física
Mudanças climáticas têm influenciado correntes de ar na alta atmosfera. Em particular, na região do Atlântico Norte, onde ventos fortes geralmente sopram de oeste para leste, os tempos de voos têm sofrido alterações. Em uma viagem de Baltimore (EUA) a Londres (Reino Unido), o tempo total de voo é igual a oito horas quando não há vento em toda a trajetória. Considere agora uma viagem subdividida em três trechos (A, B e C), conforme a figura a seguir. No trecho B, na direção de oeste para leste, há vento com velocidade constante de módulo | vvento,solo | = 250 km/h, em relação ao solo.

Imagem associada para resolução da questão

Sendo, nos três trechos, o módulo da velocidade média do avião em relação ao vento | vavião,vento | = 750 km/h, podemos afirmar que
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Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2327104 Física
A neurotransmissão no organismo humano pode ter origem química ou elétrica. O entendimento das sinapses elétricas ocorreu só mais recentemente, graças a estudos avançados das propriedades elétricas dos neurônios. As propriedades mecânicas dos neurônios – como a elasticidade – são, por seu turno, importantes para a compreensão do desenvolvimento deles.
Em um experimento destinado a investigar propriedades elásticas, uma diminuta ponta aplica uma força  Imagem associada para resolução da questão na superfície do neurônio, produzindo uma deformação ∆L de forma análoga a uma mola (ver figura). Foram estudados dois neurônios distintos, designados pelos índices 1 e 2, que foram submetidos à ação de forças idênticas Imagem associada para resolução da questão As deformações observadas foram ∆L1 = 20 nm e ∆L2 = 30 nm. Se k1 = 9,0 × 10–6 N/m é a constante elástica para o neurônio 1, pode-se deduzir que o valor de k2 é
Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2327103 Física
A neurotransmissão no organismo humano pode ter origem química ou elétrica. O entendimento das sinapses elétricas ocorreu só mais recentemente, graças a estudos avançados das propriedades elétricas dos neurônios. As propriedades mecânicas dos neurônios – como a elasticidade – são, por seu turno, importantes para a compreensão do desenvolvimento deles.
Em um estudo do comportamento elétrico de neurônios, aplica-se uma diferença de potencial elétrico (ddp, da ordem de 10 –3 V) e mede-se a corrente elétrica (da ordem de 10 –12 A) que passa pelo sistema. A partir dos resultados desse experimento, representados no gráfico da figura a seguir, conclui-se que a resistência elétrica do sistema é igual a

Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2327102 Física
Um corpo em queda nas proximidades da superfície terrestre sofre a ação da força gravitacional e da força de resistência do ar, Imagem associada para resolução da questão essa última atua em sentido oposto à força gravitacional. Nos primeiros instantes, Imagem associada para resolução da questão  se o corpo parte do repouso. À medida que a velocidade aumenta, Imagem associada para resolução da questão também aumenta. Com isso, a aceleração do corpo diminui gradativamente, tornando-se praticamente nula a partir de certo momento. Desse ponto em diante, o corpo passa a cair com velocidade constante, chamada de velocidade terminal. Um objeto de massa m = 200 g é solto a partir de certa altura e atinge a velocidade terminal após determinado tempo. Qual é o módulo da força de resistência do ar depois que o objeto atinge a velocidade terminal?
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Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2327101 Física

Use os valores aproximados: g = 10 m/s2 e π = 3.




Uma das etapas mais difíceis de um voo espacial tripulado é a reentrada na atmosfera terrestre. Ao reencontrar as camadas mais altas da atmosfera, a nave sofre forte desaceleração e sua temperatura externa atinge milhares de graus Celsius. Caso a reentrada não ocorra dentro das condições apropriadas, há risco de graves danos à nave, inclusive de explosão, e até mesmo risco de ela ser lançada de volta ao espaço.

A temperatura extremamente elevada no exterior da cápsula ioniza o ar atmosférico à sua volta. Esses íons blindam a cápsula como uma gaiola de Faraday, impedindo, por alguns minutos, a comunicação por ondas eletromagnéticas de rádio (conversas entre a tripulação e a base na Terra, comandos à distância para ajustes de navegação, etc.). O gráfico da figura a seguir mostra que, quanto maior a temperatura do ar externo, Tar , maior é a frequência limite da onda eletromagnética, f0 , abaixo da qual não se pode estabelecer comunicação com a cápsula. Se a temperatura do ar for Tar = 4800 K, qual é o comprimento de onda λ0 correspondente à frequência limite f0 ?

Dado: Velocidade da luz no vácuo: c = 3,0 ×108 m/s.


Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2327100 Física

Use os valores aproximados: g = 10 m/s2 e π = 3.




Uma das etapas mais difíceis de um voo espacial tripulado é a reentrada na atmosfera terrestre. Ao reencontrar as camadas mais altas da atmosfera, a nave sofre forte desaceleração e sua temperatura externa atinge milhares de graus Celsius. Caso a reentrada não ocorra dentro das condições apropriadas, há risco de graves danos à nave, inclusive de explosão, e até mesmo risco de ela ser lançada de volta ao espaço.

O ar atmosférico comporta-se como um gás perfeito. Sendo a pressão e a temperatura do ar, numa determinada posição da alta atmosfera, dadas por p = 2,0 Pa e T = 180 K (sem a presença da cápsula na vizinhança), e sendo a constante universal dos gases perfeitos R  8 J/mol.K, qual é o volume ocupado por um mol de ar naquela posição? 
Alternativas
Respostas
81: E
82: C
83: E
84: E
85: C
86: C
87: E
88: C
89: B
90: A
91: B
92: B
93: A
94: B
95: D
96: B
97: D
98: B
99: A
100: C