Questões de Vestibular Sobre português
Foram encontradas 11.121 questões

Considerando a leitura do texto 2 e do romance Vidas secas, bem como o contexto em que a obra foi produzida, assinale a proposição CORRETA.
Da mesma forma que José Lins do Rego, Jorge Amado e outros prosadores da segunda fase do
Modernismo brasileiro, Graciliano Ramos faz, no romance, uma denúncia de desigualdade
social.

Considerando a leitura do texto 2 e do romance Vidas secas, bem como o contexto em que a obra foi produzida, assinale a proposição CORRETA.
Sinha Vitória era mais inteligente que Fabiano, mas enganava-se nas contas, por desconhecer
o conceito de juros; assim, a cada vez que Fabiano acertava as contas com o patrão, este
precisava explicar-lhe pacientemente porque os resultados diferiam.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
pelo exposto no texto, pode-se inferir acertadamente que é urgente reduzir a diversidade
linguística, mediante imposição da variedade padrão a todos os brasileiros.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
reconhecer a diversidade linguística implica defender que os falantes não precisam dominar a
norma culta da língua pátria.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
falantes do português “não-padrão” também podem mostrar-se preconceituosos com relação
às variedades “não-padrão” da língua.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
para que a linguagem utilizada na Constituição não constitua fator de exclusão social, Bagno
propõe que nossa Carta Magna seja reescrita em linguagem mais compreensível, não tão
formal.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
a crença no mito de uma língua única, uniforme, coincidente com a norma padrão, está
estreitamente ligada a manifestações de preconceito linguístico.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
o emprego da expressão sem-língua (linha 7), análoga a sem-teto, sem-terra, permite supor
que a exclusão pela língua está associada a outros tipos de exclusão social.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
No trecho “mas essa mesma lei é redigida numa língua que só uma pequena parcela dos
brasileiros consegue entender” (linhas 17 a 19), o verbo conseguir poderia ser conjugado na
terceira pessoa do plural, sem que houvesse erro de concordância verbal, considerando a
norma culta escrita.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
No trecho “uma variedade de português não-padrão, com sua gramática particular”
(linhas 8-9), o termo gramática refere-se às regras de bom uso da língua, respeitando a
norma culta.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
O pronome eles (linha 8) refere-se a escritores, jornalistas, instituições oficiais e órgãos do
poder.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
A afirmação de que existem milhões de brasileiros sem-língua só é cabível se crermos no
mito de que no Brasil se fala uma língua única, a qual coincide com a norma padrão.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
Milhões de brasileiros, os sem-língua, são incapazes de falar qualquer língua de forma clara e
padronizada e, portanto, não conseguem se comunicar eficientemente.
Leia o texto a seguir.
A base de toda teoria médica medieval sobre paixões ou acidentes da alma encontra-se na autoridade das obras de Cláudio Galeno (130 – 200?), médico que viveu e escreveu sua extensa obra no II século, na Roma Imperial [...]. Essa teoria médica defendia a relação estreita entre corpo e alma. Assim, as paixões da alma ou ainda os acidentes (outra expressão encontrada em obras médicas) eram considerados movimentos psicossomáticos efetivos relacionados diretamente ao corpo e indiretamente à alma.
SANTOS, D. O. A. dos. Paixões da alma, melancolia e medicina (século XIII – XV). In: MACEDO, J. R. A Idade Média no Brasil. Porto Alegre: Vidráguas, 2011. p. 108 - 109.
De acordo com a medicina medieval, o órgão central dessa relação entre corpo e alma era o
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Leia o soneto a seguir para responder à questão
ANJOS, Augusto dos. Budismo moderno. In: Eu e outros poemas. 30. ed. Rio de janeiro: Livraria São José, 1965. p. 84.
Leia o soneto a seguir para responder à questão
ANJOS, Augusto dos. Budismo moderno. In: Eu e outros poemas. 30. ed. Rio de janeiro: Livraria São José, 1965. p. 84.
Em termos de genealogia literária, o fragmento apresentado pertence a uma obra do gênero narrativo. Não
obstante, sua linguagem se utiliza de elementos do gênero