Questões de Concurso
Sobre história da educação dos surdos em libras
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O Congresso de Milão, ocorrido em 1980, reuniu pessoas ouvintes que votaram contra o direito dos surdos de se comunicarem por meio das linguagens de sinais, gerando um atraso no estudo e desenvolvimento dessa língua.
No ano de 2000, a legislação tornou oficial a Língua Brasileira de Sinais como segunda língua do país.
Eventos como a Conferência Mundial de Educação para Todos, realizada em 1990, e a Declaração de Salamanca, em 1994, são grandes marcos para a criação de leis importantes para a comunidade surda brasileira.
Foi somente no final do século XIX e início do século XX que os grupos formados por deficientes de diversas categorias, incluindo os surdos, passaram a participar de forma mais intensa nos movimentos em busca de seu espaço nas camadas sociais.
A integração de estudos históricos e fonológicos sobre a Libras é fundamental para compreender sua evolução como língua natural, destacando a importância dos trabalhos pioneiros de pesquisadores como William Stokoe na definição da gramática das línguas de sinais.
Julgue o item subsequente.
A inclusão da Língua de Sinais nas escolas brasileiras
sempre foi garantida e promovida desde a fundação do
Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) no
século XIX.
Julgue o item subsequente.
A história da educação de surdos no Brasil é marcada por
períodos de repressão ao uso da Língua de Sinais, como
a imposição do oralismo pelo Instituto Nacional de
Educação dos Surdos (INES), que proibiu o uso da Libras
e punia os alunos que a utilizavam.
A influência do Congresso de Milão de 1880 foi decisiva para a prática dos intérpretes de Língua de Sinais no Brasil, promovendo a adoção do oralismo e a marginalização da interpretação em Língua de Sinais por várias décadas.