Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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A saúde pública como dever da sociedade
Por Eduardo Luiz da Silva e Rose Meusburguer
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saude-publica-tambem-e-um-dever-da-sociedade e
www.elaborandoprojetos.com.br/remuneracao-do-conselheiro-de-cultura-2/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).
A saúde pública como dever da sociedade
Por Eduardo Luiz da Silva e Rose Meusburguer
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saude-publica-tambem-e-um-dever-da-sociedade e
www.elaborandoprojetos.com.br/remuneracao-do-conselheiro-de-cultura-2/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).

Disponível em: https://cdn4.kawek.com.br/trabalhos/crop/58b9d18bb081830229.jpg.Acesso em: 09 abr. 2024.
A era do Homo Trecos
A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis
Renato de Faria | 10/03/2024
Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens. Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais.
Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais.
Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios.
Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos.
A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos.
Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais.
Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco-Mãe.
Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos.
FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas, 10 de março
de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6816267-a-era-do-homo-trecos.html. Acesso em:
30 mar. 2024. Adaptado.
Julgue o item que se segue.
Em relação aos tipos textuais, na injunção, serão usadas
ideias com o objetivo de persuadir o destinatário da
mensagem a praticar algum ato ou ter alguma atitude.
Uma de suas principais características é o emprego do
modo imperativo, ou seja, quando o verbo indica ordem,
pedido ou sugestão.
Para responder à questão, considere o seguinte fragmento adaptado:
“A proximidade com a natureza e um bom equilíbrio entre o trabalho e a vida privada são a
chave”.
“Na semana passada, o prefeito resolveu cravar o dedo na ferida e anunciou uma CRUZADA RADICAL PARA reduzir o lixo deixado nas vias PÚBLICAS.”
“Se a tarefa de recolher o material lançado pelos “porcos” fosse menos trabalhosa, a prefeitura reduziria seus gastos, o contribuinte veria seu dinheiro mais bem empregado e, acima de tudo, não viveríamos em um lugar que, em determinadas áreas, parece um chiqueiro.”
Você sabe o que é cortisol – e por que deveria se preocupar com ele?
Por Erin Blakemore
(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/voce-sabe-o-que-e-cortisol-e-porque-deveria-se-preocupar-com-ele – texto adaptado especialmente para esta prova).
Você sabe o que é cortisol – e por que deveria se preocupar com ele?
Por Erin Blakemore
(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/voce-sabe-o-que-e-cortisol-e-porque-deveria-se-preocupar-com-ele – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o fragmento adaptado “O cortisol desempenha um papel de destaque”, analise o trecho a seguir:
O termo “cortisol” exerce a função de _______. Logo, o sujeito é classificado como _______. Além disso, o predicado é classificado como _______ e o verbo “desempenha” é um verbo _______.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.