Questões de Concurso Sobre regência em português

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Q1275960 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal, retirada do texto, apresenta transitividade distinta das demais.
Alternativas
Q1275929 Português
Considerando a regência verbal e nominal, preencha, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 08, 09 e 14.
Alternativas
Q1275888 Português

Leia as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) O verbo “convidar” e “acender” no primeiro quadrinho possuem a mesma transitividade verbal.

( ) A forma verbal “deixemos” está conjugada no modo imperativo.

( ) Na frase “a lua está cheia”, o termo em destaque é predicativo do sujeito.

( ) A palavra “você” no último quadrinho é um vocativo, pois refere-se diretamente ao interlocutor, funcionando como um chamamento.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q1275822 Português
Em qual das alternativas abaixo a regência verbal está CORRETA?
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Q1275598 Português
Leia o texto.

Defender a língua é, de modo geral, uma tarefa ambígua e até certo ponto inútil. Mas também é quase inútil e ambíguo dar conselhos aos jovens de uma perspectiva adulta e, no entanto, todo adulto cumpre o que julga ser seu dever. (...) Ora, no que se refere à língua, o choque ou oposição situam-se normalmente na linha divisória do novo e do antigo. Mas fixar no antigo a norma para o atual obrigaria este antigo a recorrer a um mais antigo, até o limite das origens da língua. A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar. A língua mastiga e joga fora inúmeros arranjos de frases e vocábulos. Outros, ela absorve e integra a seu modo de ser.

Vergílio Ferreira
Assinale a alternativa correta.
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Q1275554 Português

Pouco ou nada a fazer


      A palavra “empatia” têm história recente. Surgiu há pouco mais de um século, mas foi somente depois de 1940 que passou a ter conotação parecida com “simpatia” ou “compaixão”. O conceito, segundo Steven Pinker, no livro Os Anjos Bons da Nossa Natureza, assim se resume: “A benevolência para com os outros depende _____ fazermos de conta que somos eles, sentindo o que sentem, pondo-nos no lugar deles, assumindo seu ponto _____ vista ou enxergando o mundo com os seus olhos”. Pela segunda vez, com um intervalo de apenas um ano, imagens de crianças sírias desfalecidas espumando pela boca assustaram o mundo – e, naturalmente, levaram a compaixão, simpatia e empatia _____ o drama escancarado.

      Mais de setenta pessoas morreram e outras 500 apresentaram sintomas de intoxicação após um ataque químico na cidade de Douma, próximo a Damasco. A indignação se dirigiu contra o ditador sírio Bashar Assad, cujas forças cercavam o local. O presidente americano Donald Trump, que está reinventando o conceito de diplomacia em tempo real, tuitou ameaçando retaliar. Mas nem mesmo o homem mais poderoso do mundo pôde evitar uma repetição da tragédia. “Nós só podemos olhar as cenas e lamentar, porque não há muito que se possa fazer para influenciar a situação”, diz o cientista político Peter Feaver, que foi assessor de segurança estratégica da Casa Branca entre 2005 e 2007. No ano passado, fotos de menores agonizando na cidade de Khan Sheikoun levaram Trump a disparar 59 mísseis Tomahawk contra as pistas de onde os aviões sírios partiram para realizar o ataque químico. Mas a estrutura foi reconstruída, e Assad continuou recorrendo a esse tipo de arsenal.

https://veja.abril.com.br/... - adaptado

Considerando-se as normas de regência, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q1275307 Português

Como nasce uma história

Fernando Sabino

Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

— Sétimo — pedi.

Eu estava sendo aguardado no auditório, onde faria uma palestra. Eram as secretárias daquela companhia que celebravam o Dia da Secretária e que, desvanecedoramente para mim, haviam-me incluído entre as celebrações.

A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:

É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem.


Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de problema complicado, este do infinitivo pessoal. Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam ser rigorosamente obedecidas, quando se tratava do uso deste traiçoeiro tempo de verbo. O diabo é que as duas não se complementavam: ao contrário, em certos casos francamente se contradiziam. Uma afirmava que o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se flexionasse. Da outra infelizmente já não me lembrava. Bastava a primeira para me assegurar de que, no caso, havia um clamoroso erro de concordância.

Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.

Ah, aquela cozinheira a que se refere García Márquez, que tinha redação própria! Quantas vezes clamei, como ele, por alguém que me pudesse valer nos momentos de aperto, qual seja o de redigir um telegrama de felicitações. Ou um simples aviso como este:

É expressamente proibido os funcionários…

Eu já começaria por tropeçar na regência, teria de consultar o dicionário de verbos e regimes: não seria aos funcionários? E nem chegaria a contestar a validade de uma proibição cujo aviso se localizava dentro do elevador e não do lado de fora: só seria lido pelos funcionários que já houvessem entrado e portanto incorrido na proibição de pretender descer quando o elevador estivesse subindo. Contestaria antes a maneira ambígua pela qual isto era expresso:

… no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem. 

Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro, entenderia o que se pretende dizer neste aviso. Pois um tijolo de burrice me baixou na compreensão, fazendo com que eu ficasse revirando a frase na cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer isto? E buscava uma forma simples e correta de formular a proibição:

É proibido subir para depois descer.

É proibido subir no elevador com intenção de descer.

É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.

Descer quando estiver subindo! Que coisa difícil, meu Deus. Quem quiser que experimente, para ver só. Tem de ser bem simples:

Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.

Mais simples ainda: 

Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.

De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada: 

Se quiser descer, não suba.

Tinha de me reconhecer derrotado, o que era vergonhoso para um escritor. Foi quando me dei conta de que o elevador havia passado do sétimo andar, a que me destinava, já estávamos pelas alturas do décimo terceiro.


— Pedi o sétimo, o senhor não parou! — reclamei.

O ascensorista protestou:

— Fiquei parado um tempão, o senhor não desceu. Os outros passageiros riram:

— Ele parou sim. Você estava aí distraído.

— Falei três vezes, sétimo! sétimo! sétimo!, e o senhor nem se mexeu — reafirmou o ascensorista.

— Estava lendo isto aqui — respondi idiotamente, apontando o aviso. Ele abriu a porta do décimo quarto, os demais passageiros saíram.

passageiros saíram. — Convém o senhor sair também e descer noutro elevador. A não ser que queira ir até o último andar e na volta descer parando até o sétimo.

— Não é proibido descer no que está subindo? Ele riu:

— Então desce num que está descendo

— Este vai subir mais? — protestei: — Lá embaixo está escrito que este elevador vem só até o décimo quarto.

— Para subir. Para descer, sobe até o último.

— Para descer sobe?

Eu me sentia um completo mentecapto. Saltei ali mesmo, como ele sugeria. Seguindo seu conselho, pressionei o botão, passando a aguardar um elevador que estivesse descendo. Que tardou, e muito. Quando finalmente chegou, só reparei que era o mesmo pela cara do ascensorista, recebendo-me a rir:

— O senhor ainda está por aqui? E fomos descendo, com parada em andar por andar. Cheguei ao auditório com 15 minutos de atraso. Ao fim da palestra, as moças me fizeram perguntas, e uma delas quis saber como nascem as minhas histórias. Comecei a contar:

— Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

Texto extraído de: SABINO, Fernando. A Volta Por Cima. Editora Record: Rio de Janeiro, 1990, p. 137



Sobre a regência do verbo "clamar", empregado no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1274414 Português

(Clarice Niskier – Revista da Cultura – Disponível em www.livrariacultura.com.br – adaptação)

Na linha 05, observe a regência do verbo “rir”. Assinale a alternativa cuja forma verbal tenha a mesma regência, desconsiderando o emprego dos artigos.
Alternativas
Q1274406 Português

(Clarice Niskier – Revista da Cultura – Disponível em www.livrariacultura.com.br – adaptação)

Considere o vocábulo “desbravar” (l. 37) e analise as assertivas a seguir:


I. Trata-se de verbo transitivo direto pertencente a primeira conjugação.

II. Poderia ser substituído pelo verbo “explorar” sem que isso alterasse o sentido do texto, mas seriam necessárias alterações na frase para que se mantivesse correta a estrutura sintática do período.

III. É formado por derivação prefixal com a inserção do prefixo des-.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1273076 Português

      No começo do mês, estive em Nova York. Durante as semanas que antecederam a viagem, fui anotando dicas de amigos em folhas de caderno, guardanapos, o que tivesse à mão. Só de “o melhor hambúrguer do mundo”, consegui umas sete sugestões; de “o cheesecake original”, quatro; e, com os endereços para comer sanduíches, enchi frente e verso de um papel A4.

      Como amizade e comida boa são duas coisas que respeito muito, em dez dias nos Estados Unidos eu gabaritei as anotações: voltei dois quilos mais gordo e, ainda no avião, fiz a promessa de, nos próximos seis meses, não chegar a menos de dez metros de uma batata frita.

      O que de mais saboroso provei por lá, contudo, não foi fast-food nem era uma especialidade local. Trata-se de um vegetal. Ou, para ser mais exato, um fruto: uma dádiva dos deuses que, infelizmente, não a encontramos por aqui. Chama-se tomate.

      Assemelha-se bastante, por fora, àquele fruto ao qual, em nosso país, também damos o nome de tomate, mas uma vez que seus dentes penetram a carne macia, o suco abundante escorre pelo queixo e o doce naturalmente se mescla ao sal em sua língua, você entende que está diante de um alimento completamente diferente.

      Acontece que a qualidade do tomate está ligada, entre outros fatores, à quantidade de água nele contida. Quanto mais líquido, mais macio e saboroso. O problema é que a maior presença de suco aumenta o sabor na mesma medida em que reduz a durabilidade. Os agricultores, pensando mais na performance de seu produto dentro dos caminhões do que em cima dos pratos, passaram a priorizar os frutos mais “secos”, foram cruzando-os e manipulando suas características até que os transformaram nesse tímido vegetal que aguenta todos os trancos da estrada, dura séculos na geladeira e quase chega a ser crocante em nossos dentes.

      Dou-me conta de que há questões mais urgentes a serem tratadas em nosso país: levar água encanada para cinquenta milhões de pessoas, criar escolas que ensinem a ler e escrever de verdade, evitar que a gente morra de bala perdida ou picada de mosquito. Mas queria pedir às autoridades competentes, sejam elas públicas ou privadas, que, depois de resolvidos os pepinos e descascados os abacaxis, ajudem a plantar tomates de verdade no Brasil. A vida é curta, meus caros, e não podemos medir esforços para deixá-la mais doce, macia e suculenta.

(Antonio Prata. Fruto proibido. www.estadao.com.br, 13.12.2010. Adaptado)

Está em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e nominal a frase:
Alternativas
Q1272765 Português

Nobel de Economia vai para trio que

pesquisa formas de reduzir a pobreza


      Neste ano, o comitê do Prêmio Nobel de Economia concedeu a honraria a três pesquisadores da área: Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer.

      Segundo os organizadores, os especialistas têm como mérito terem encontrado maneiras eficazes de combater a pobreza no mundo. Eles fizeram isso, cada um à sua maneira, dividindo um problema global em questões menores, o que facilita o gerenciamento.

      Em meados dos anos 1990, o norte-americano Michael Kremer foi a campo testar intervenções que poderiam melhorar o desempenho escolar de crianças no oeste do Quênia. A francesa Esther Duflo e o indiano Abhijit Banerjee (que são casados) realizaram estudos semelhantes em outros países. Na Índia, por exemplo, mais de 5 milhões de crianças se beneficiaram de programas de reforço em salas de aula. A saúde também está no trabalho dos laureados. Seus estudos mostraram como populações mais pobres são sensíveis a elevações de preços nos gastos com saúde preventiva.

      Dentre o trio de laureados, vale destacar Esther Duflo: ela é a segunda mulher e a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel de Economia.

(https://revistagalileu.globo.com, 14.10.2019. Adaptado)

A expressão “maneiras eficazes de combater a pobreza” está corretamente substituída, conforme a norma-padrão da língua e com o sentido original preservado, por:
Alternativas
Q1270634 Português
Assinale a alternativa em que há erro de regência nominal:
Alternativas
Q1270630 Português

(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 15 de janeiro de 2019)

Sobre a regência do verbo “correm” (linha 3), no contexto em que está inserido, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1269979 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 05, 12 e 14.
Alternativas
Q1269940 Português

NÓS, OS LINCHADORES

Paulo Roberto Pires

Jornalista e professor de Comunicação da UFRJ


      De Curitiba às mais longínquas periferias, grassa entre nós a ideia de que a vingança é mais rápida e eficiente do que a Justiça — e, por isso, deve substituí-la para salvar a pátria, o patrimônio ou a honra. Porteira aberta para a barbárie, esse princípio muitas vezes prevalece por meio de ardis perfeitamente legais, mas é mais frequente que se faça valer com paus e pedras. Tradição subterrânea do país abençoado por Deus e bonito por natureza, a cultura do linchamento é examinada em incômodos detalhes em A primeira pedra, documentário de Vladimir Seixas disponível no Futura Play.

      O assunto é complexo e desconcertante. O ódio que aflora num linchamento certamente tem origem nos abismos sociais que se aprofundam sob a perversa orientação demofóbica que há muito define os que mandam. É fato que, quanto mais desassistido, mais vulnerável o cidadão está à ideia de fazer justiça com as próprias mãos — e, é claro, também de sofrê-la. Mas o horror não se explica apenas por conjunturas históricas e sociais: é no fator humano que está o busílis. Quando se instala a lei de talião, do olho por olho, a distância da palavra ao ato é menor do que se pode imaginar, como demonstram sobreviventes, parentes de vítimas, intelectuais e anônimos “cidadãos de bem” ouvidos no documentário.

      “Se eu fosse atingida por uma violência, assassinassem um filho meu, eu ia ter vontade de fazer justiça com as próprias mãos”, diz uma mulher, em off, num depoimento que abre o filme. “Eu sou uma cidadã de bem. Eu sou inclusive da área da saúde, então eu deveria zelar sempre pela vida. Mas, se fosse atingida, teria um espírito vingativo.” Tem-se aí a medida da profundidade do buraco: cidadãos partem para o crime acreditando-se perfeitamente conformes à lei e à ordem.

      José de Souza Martins, sociólogo da USP que há 30 anos estuda o tema e é consultor de A primeira pedra, calcula que cerca de 1 milhão de brasileiros tenham se envolvido em algum linchamento — hoje se acredita que uma pessoa por dia seja emboscada dessa forma. Trata-se de um ritual que vai além da explosão vingativa: não basta exterminar, é preciso supliciar a vítima. E, tão importante quanto sua imolação, é expor esse sofrimento de modo ritual, como se fundamentasse o exemplo.

      Cleidenilson Pereira não tinha antecedentes criminais quando, aos 29 anos, tentou assaltar um botequim na periferia de São Luís, no Maranhão. Pego pela vizinhança, foi despido, amarrado a um poste e espancado até a morte. Mais sorte teve André Luiz Ribeiro. Confundido com o assaltante de um outro bar, este em São Paulo, foi preso por pai e filho, donos do estabelecimento, e apanhou até ser salvo por bombeiros — que resolveram dar crédito a seus apelos de inocência quando provou, numa inusitada aula sobre Revolução Francesa, que ganhava a vida como professor de história.

      A popularização das redes sociais e a onipresença de câmeras em qualquer tempo e lugar só potencializaram a cultura do linchamento. Foi uma notícia falsa, a princípio postada no Facebook, que sentenciou Fabiane Maria de Jesus, que tinha 33 anos. Confundida com uma sequestradora de crianças, a dona de casa foi massacrada num bairro pobre do balneário paulista do Guarujá. De um grupo de WhatsApp veio o veredicto sobre Luiz Aurélio de Paula e sua mulher, também acusados de sequestrar menores. A mensagem trazia o áudio do pai de uma criança supostamente abordada e a foto do casal. Encurralados por centenas de pessoas em Araruama, no litoral fluminense, foram salvos por guardas civis. O carro deles foi incendiado.

      O caldo em que fervem notícias falsas, afrontas aos direitos humanos e incitação à violência alimenta as turbas de linchadores que clamam por justiça.

      E, não por acaso, nutre as propostas de governo do inominável candidato à Presidência. A primeira pedra faz ver melhor o presente e projeta uma distopia tenebrosa, que deve ser combatida sem relativismos. “Cidadãos de bem”, um número significativo deles, parecem dispostos a referendar como política de Estado o que nesse documentário essencial é mostrado como o que de fato é: um crime bárbaro e sem atenuantes.

Adaptação: https://epoca.globo.com/pauloroberto-pires/nos-os-linchadores-22855210, acesso em 12 de jul. de 2018. 

O verbo sublinhado no período “A popularização das redes sociais e a onipresença de câmeras em qualquer tempo e lugar só potencializaram a cultura do linchamento” classifica-se quanto à regência verbal como:
Alternativas
Q1269907 Português

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed.

São Paulo: Globo, 1997.  

Se a forma verbal participam (l. 13) fosse substituída por se envolvem em Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam (l. 12-13), qual das alternativas abaixo estaria gramaticalmente correta?
Alternativas
Q1268097 Português

Adaptado de: O homem que não conhecia Machado de Assis e outras histórias. Jornal da Universidade. Caderno JU. n. 49, ed. 203, jul. 2017. 

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à regência verbal.
Alternativas
Q1267669 Português

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

Quanto à regência verbal, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Mestre em Edicifações |
Q1258742 Português
Considere o seguinte trecho: Ninguém discute a ideia __________ homem é um animal social inclinado a exteriorizar opiniões e sentimentos. Portanto, o silêncio imposto implica pesar, e quando um ente querido deixa de nos dirigir a palavra, experimentamos dor.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
Alternativas
Q1258594 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 



(Adaptado de Folha de S.Paulo, em 29/01/2020)

“... em vez de simplesmente entregarem ao turista o lugar para onde ele vai.” (linhas 32 a 34). É correto afirmar que o verbo “vai” utilizado na frase acima está regido de forma:
Alternativas
Respostas
2361: A
2362: A
2363: E
2364: B
2365: A
2366: C
2367: A
2368: C
2369: A
2370: E
2371: D
2372: C
2373: D
2374: B
2375: D
2376: E
2377: E
2378: D
2379: E
2380: A