Excesso de salivação, engasgo, tosse e cianose na primeira ...
A variante anatômica mais comum é a
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O tema central da questão é a atresia de esôfago, uma condição congênita em que o esôfago não se desenvolve corretamente, resultando em uma interrupção do seu trajeto. Esta condição frequentemente se associa a fístulas traqueoesofágicas, que são conexões anômalas entre o esôfago e a traqueia.
A alternativa correta é: C - atresia esofágica proximal com fístula traqueoesofágica distal.
Vamos entender por que esta é a alternativa correta:
Justificativa da alternativa correta (C):
Na prática clínica, a apresentação mais comum de atresia de esôfago é a combinação de uma atresia esofágica proximal (onde o esôfago termina em uma bolsa cega na parte superior) com uma fístula traqueoesofágica distal (onde a parte inferior do esôfago se conecta à traqueia).
Esta configuração anatômica é responsável pelos sintomas descritos no enunciado, como excesso de salivação, engasgo, tosse e cianose durante a alimentação, pois o alimento não consegue passar para o estômago e pode entrar na via aérea.
Análise das alternativas incorretas:
A - Atresia proximal sem fístula traqueoesofágica: Esta configuração é menos comum e não explicaria os sintomas de comunicação com a via aérea, como tosse e cianose.
B - Fístula traqueoesofágica tipo H sem atresia esofágica: Essa é uma condição onde o esôfago é contínuo, mas há uma fístula em forma de "H" entre esôfago e traqueia. Não é a variante anatômica mais frequente em casos de atresia esofágica.
D - Atresia esofágica proximal com fístula traqueoesofágica proximal: Esta configuração não é típica, pois geralmente a fístula ocorre distalmente, em relação à parte inferior do esôfago.
E - Atresia esofágica proximal com fístula traqueoesofágica dupla proximal e distal: Esta é uma forma rara e complexa de atresia esofágica e não é a forma mais comum observada clinicamente.
Para resolver questões como esta, é importante conhecer as diferentes variações anatômicas da atresia esofágica, bem como os sintomas associados a cada uma. Prestando atenção a palavras-chave no enunciado, como os sintomas descritos, podemos inferir a configuração mais provável.
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