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Para responder às questões 11 a 14, considere a Lei Municipal nº 4.125/2014.
Marcos e André foram colegas de escola. Ambos concluíram o ensino médio e prestaram concurso para o município. Ingressaram ao mesmo tempo no serviço público e ocupam o cargo de assistente administrativo, realizando atividades de igual complexidade. André percebe vencimento 14% maior que Marcos. Tomando por base somente as informações fornecidas na situação hipotética acima, qual princípio balizador do Plano de Carreira foi ferido?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Como fica a correta redação do trecho a seguir, retirado do texto, se for passado para a voz ativa?
Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo...
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
A frase a seguir, retirada do texto, aparece reescrita de várias maneiras nas alternativas. Assinale a que mantém a correção e o sentido original do texto.
Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
As alternativas a seguir apresentam palavras que se acentuam por causa das mesmas regras que determinam a grafia de cérebro e início, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
A respeito do seguinte trecho do texto, assinale a alternativa em que as mudanças mantêm o sentido original, mas sem gírias ou coloquialismos.
“é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade” (l. 09 e 10).
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa INCORRETA sobre o que informa o texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Analise as seguintes assertivas sobre o texto:
I. No primeiro parágrafo, o texto faz com que o leitor imagine uma situação hipotética.
II. Na linha 09, constata-se que o texto não se dirige somente a pessoas que já chegaram à meia-idade.
III. Com relação ao cérebro, o texto diz que a maturidade vem acompanhada somente de aspectos negativos.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa em que a lacuna deve ser preenchida com o mesmo termo destacado no fragmento abaixo, retirado do texto.
“Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar.” (l. 22 e 23).
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas seguintes afirmações sobre elementos do texto.
( ) “ela” (l. 04) refere-se à “atriz famosa” (l. 03).
( ) “Essa” (l. 09) e “Ela” (l. 10) referem-se à mesma coisa.
( ) “cidadão” (l. 22) refere-se a “conhecido” (l. 20).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa que NÃO pode preencher corretamente as lacunas pontilhadas das linhas 30 e 32, respectivamente, pois desobedece à norma gramatical.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O cérebro e a idade
- A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
- questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
- esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
- que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
- marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
- trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
- que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
- australiana, casada com aquele outro ator...”.
- Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
- cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
- ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
- lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
- envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
- reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
- autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
- fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
- do que costuma ser.
- Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
- Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
- estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
- comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
- o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
- o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
- memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
- igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
- tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
- sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
- É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
- chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
- ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
- expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
- de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
- que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
- maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
- instrumento melhor.
- A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
- o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
- se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
- do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
- situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
- Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.html – texto especialmente adaptado para esta prova.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12 e 37.
De acordo com a Portaria nº 344/1998, analise as assertivas abaixo sobre os medicamentos à base da substância fenilpropanolamina:
I. É permitida a compra e o uso do medicamento em estabelecimentos hospitalares devidamente cadastrados junto à Autoridade Sanitária para este fim.
II. Ficam sujeitos à venda sob prescrição médica, sem retenção de receita.
III. Fica proibida a comercialização e manipulação de todos os medicamentos que contenham seu princípio ativo ou em associações, nas formas farmacêuticas líquidas ou em xarope, para uso pediátrico.
Quais estão corretas?
De acordo com a Portaria nº 344/1998, são substâncias psicotrópicas sujeitas à notificação de receita B:
De acordo com a RDC nº 20/2011, a frase: "Venda sob prescrição médica – só pode ser vendido com retenção da receita" deve constar nas bulas e rótulos das embalagens dos seguintes medicamentos:
De acordo com a Resolução nº 67/2007, os critérios para a avaliação do cumprimento dos itens do Roteiro de Inspeção, visando à qualidade do medicamento manipulado, baseiam-se no risco potencial inerente a cada item. Dessa forma, considera-se aquele item que pode influir em grau menos crítico na qualidade, segurança e eficácia das preparações magistrais ou oficinais e na segurança dos trabalhadores em sua interação com os produtos e processos durante a manipulação como sendo:
De acordo com a Resolução nº 67/2007, o processo pelo qual se elimina, por meio de calor, a energia medicamentosa impregnada nos utensílios e embalagem primária para sua utilização, denominamos:
De acordo com a Resolução nº 67/2007, existe uma classificação para os grupos de atividades estabelecidos de acordo com a complexidade do processo de manipulação e das características dos insumos utilizados, para fins do atendimento aos critérios de Boas Práticas de Manipulação em Farmácias (BPMF), são eles:
I. Medicamentos a partir de insumos/matérias-primas, inclusive de origem vegetal e substâncias de baixo índice terapêutico.
II. Antibióticos, hormônios, citostáticos e substâncias sujeitas a controle especial e produtos estéreis.
III. Medicamentos homeopáticos e doses unitárias de medicamentos em serviços de saúde.
Quais estão corretas?
Em uma unidade de saúde da atenção básica, o atenolol 50 mg faltou por 6 dos 26 dias de funcionamento da farmácia. A unidade consome regularmente 195 unidades/mês. Qual seria a demanda não atendida?
De acordo com a Lei nº 5.991/1973, nos rótulos dos produtos aviados deve constar:
I. Nome e endereço do estabelecimento, o número da licença sanitária, o nome do responsável técnico e o número do seu registro no Conselho Regional de Farmácia.
II. Dizeres: "Uso Externo", "Uso Interno", "Agite quando Usar", "Uso Veterinário" e "Veneno".
III. Cores que identifiquem a escala de risco dos medicamentos.
Quais estão corretas?
De acordo com a Lei nº 5.991/1973, no que diz respeito ao controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, quanto à fiscalização, podemos afirmar que:
I. Apreenderá três unidades de cada produto em caso de irregularidade.
II. Uma das unidades será remetida para exame no órgão sanitário competente.
III. O termo de apreensão será assinado pelo agente fiscalizador e pelo responsável técnico pelo estabelecimento, ou seu substituto eventual, e, na ausência deste, por duas testemunhas.
Quais estão corretas?