Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de itanhandu - mg

Foram encontradas 145 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1155282 Medicina
As alterações hormonais na pós-menopausa associam-se:
Alternativas
Q1155279 Medicina
Apesar das campanhas de esclarecimento sobre as formas de transmissão do HIV e medidas preventivas, tem sido observado nos últimos anos:
Alternativas
Q1155278 Medicina
De acordo com “As Diretrizes para o Controle da Sífilis Congênita – Ministério da Saúde – Manual 2005”, a melhor opção para a prevenção é a captação precoce da gestante e realizar:
Alternativas
Q1155277 Medicina
O coeficiente de mortalidade infantil numa determinada área e ano é dado pela relação:
Alternativas
Q1155276 Medicina
Sobre a Hanseníase é correto dizer que:
Alternativas
Q1155274 Medicina
Sobre a Leptospirose é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q1155273 Saúde Pública
Em relação à participação da comunidade no Sistema Único de Saúde podemos afirmar que:
Alternativas
Q1155272 Medicina
A porcentagem de óbitos por Febre Maculosa dividido pelo número de casos da mesma em uma determinada região e ano é correspondente ao:
Alternativas
Q1155271 Enfermagem
De acordo com a Lei nº 8.142 de 28/12/1990, no que dispõe sobre a participação na gestão do SUS, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q1155269 Português

O DEVER DA IMPOPULARIDADE


      Faz algum tempo, participei de uma mesa-redonda, tripulada por grandes figuras de nossas letras e intelectualidade. Na audiência, milhares de pessoas aplaudiam as frases bem esculpidas, as sínteses elegantes e as críticas virulentas. Um belo espetáculo de uso eloqüente da palavra.

      Mas fui para casa com um grande desconforto. Essas pessoas estavam traindo os deveres essenciais do intelectual: 1) dizer o que precisa ser dito de acordo com o julgamento próprio e não dizer o que traz aplauso; 2) mostrar o caminho percorrido e não a resposta pronta; 3) não falar sobre o que não entende, pois desvaloriza a própria atividade intelectual. Meus colegas de mesa haviam pecado.

      Falar mal do governo traz aplausos? Pois lancemos uma crítica fulminante. Qual é a bola da vez? Perdoemos talvez os políticos que precisam de votos ou que não tiveram tão burilada educação. Mas, se a liberdade de cátedra e a estabilidade funcional dos professores não lhes dão coragem o bastante para dizer o que pensam, para que servirão?

      Quantas vezes ouvimos professores de universidades públicas falando em privado contra os desmandos lá observados, mas sem ousar repeti-lo em público. Onde está a ousadia para reclamar dos colegas que não dão aulas ou não cumprem muitas outras regras, sendo seus salários pagos pelo contribuinte? Onde está a responsabilidade social para reclamar em público de quem denigre a reputação da universidade, pela preguiça, indolência ou desperdício? Onde estão nossos cientistas de primeira linha quando se arrastam greves sem inspiração?

      Aqueles que, à custa de enormes gastos do contribuinte receberam a mais primorosa educação têm o dever de educar os que não tiveram esse privilégio. Portanto, a frase feita com a resposta não é o que se espera. O que se espera é que mostrem o caminho que os leva a esta ou àquela conclusão. Afinal de contas, em ciência o que valida os resultados são a limpidez da lógica e o uso disciplinado das informações. É sua competência nessa manipulação simbólica e empírica que valida o resultado, não a extensão dos currículos ou o impacto político do que é dito. Não basta dizer que o governo é imbecil ou a oposição ridícula, a política daquele partido cretina ou que a globalização é uma trama diabólica. Repetir essas palavras está ao alcance de qualquer um. É preciso explicar, guiar, mostrar a lógica do raciocínio e as margens de erro contidas nas análises. É mais difícil, mais enfadonho, produz menos frases de efeito e poucas palmas. Mas é o que a sociedade deveria esperar.

      A reputação na ciência e nas letras é conseguida à custa de dedicação e disciplina. Não vem do dia para a noite o domínio da profissão. Portanto, ao defrontar-se com um público e morrer de vontade de ser aplaudido, é preciso resistir à tentação de falar com leviandade sobre as ciências dos outros. Quem anda falando do Proer conhece a história dos bancos e do que já aconteceu em clima de pânico? Quem fala em renegar a dívida externa sabe o que aconteceu com todos os que tentaram fazê-lo? Sabem quanto aumentou o spread do juro ao Brasil quando um presidente deu uma única declaração de que não ia pagar a dívida? Melhorar a distribuição de renda? É preciso dizer como. Os não-economistas não podem ser alijados dessas discussões. Mas tampouco podem olimpicamente ignorar o conhecimento acumulado ao longo dos anos. Isso é tanto mais grave e imperdoável quando dito por pessoas cuja vida foi dedicada a dominar algum campo do saber e, por pura vaidade, desrespeitam outras áreas que requerem pelo menos tanto esforço para dominar.

      Nossos homens de ciências e de letras têm obrigações perante a sociedade. Sua ânsia de ser aplaudidos não pode obliterar esses deveres. Eles têm de criticar, mostrar problemas, participar da vida nacional. Mas o que deve falar é sua consciência, e não a vontade de ganhar palmas. Esperamos deles a coragem dos comunistas que denunciaram o stalinismo ou dos direitistas que denunciaram o macarthismo. O primeiro dever é o da impopularidade.

(Claudio de Moura Castro - Revista Veja, 7 de novembro, 2009)

Assinale a alternativa em que as palavras grifadas não são da mesma classe gramatical.
Alternativas
Q1155154 Direito Tributário

Considere a seguinte situação hipotética:


“Vida Nova Construções e Empreendimentos”, construtora com sede no Município de Passa Quatro e filial em São Lourenço, realizará uma obra de construção de um posto de saúde, sob regime de empreitada, na cidade de Itanhandu. A cobrança do ISSQN será de competência:

Alternativas
Q1155152 Direito Tributário
A instituição do imposto sobre serviço de qualquer natureza é de competência dos municípios, salvo para:
Alternativas
Q1155151 Direito Tributário
Qual das alternativas abaixo não é uma modalidade de extinção do crédito tributário:
Alternativas
Q1155149 Direito Tributário
A isenção e a anistia:
Alternativas
Q1155148 Direito Tributário
A obrigação tributária é:
Alternativas
Q1155147 Direito Tributário
O não exercício da competência tributária:
Alternativas
Q1155145 Noções de Informática

Utilize a tabela do Microsoft Excel 2003 a seguir para resolver a questão.



Para obter a média dos valores das células B1, B2 e B3, digita-se na célula B4:
Alternativas
Q1155143 Noções de Informática

Utilize a tabela do Microsoft Excel 2003 a seguir para resolver a questão.



Para obter-se a soma das células A1, A2 e A3 digita-se na célula A4:
Alternativas
Q1155142 Noções de Informática
Observe na figura abaixo um trecho de um texto digitado no Microsoft Word, na língua portuguesa.
Imagem associada para resolução da questão

O formato aplicado sobre a palavra barulho para que uma linha fosse desenhada sobre a mesma foi:
Alternativas
Q1155140 Noções de Informática
A figura abaixo ilustra uma das barras de ferramentas do editor de texto Microsoft Word 2003, observe a figura responda a questão a seguir .


A função do botão circulado é:
Alternativas
Respostas
121: B
122: B
123: A
124: A
125: D
126: C
127: C
128: B
129: A
130: D
131: C
132: C
133: C
134: B
135: C
136: D
137: D
138: D
139: D
140: C