Questões de Concurso Público SEDUC-GO 2010 para Instrutor de Libras
Foram encontradas 50 questões
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 06.
LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
O principal objetivo do texto é
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
Um dos motivos pelos quais o escritor japonês quis publicar uma história de horror num rolo de papel higiênico está relacionado
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No texto, a palavra “exemplares” aparece entre aspas porque
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No texto, a consideração de que a história publicada tem boa qualidade é atestada pelo
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
Ao falar da versão espanhola do produto, o autor do texto pretende mostrar que
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No trecho: “Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa”, o lançamento de estampas e inscrições é
O pensamento pós-moderno questiona os limites do projeto de racionalidade moderna e suas pretensões universalistas sobre o progresso, a felicidade e a liberdade. O mundo moderno, baseado na cultura ocidental e em suas tecnologias, ancora-se na certeza e na ordem, a pós-modernidade, por sua vez, caracteriza-se pela:
O pensamento pedagógico brasileiro constitui-se do esforço de análise crítica de vários autores ao pensamento pedagógico oficial. Uma das sínteses mais conhecidas é a de Dermeval Saviani, que identifica na história da educação as seguintes tendências:
A educação como direito fundamental de caráter social realiza-se por meio de políticas públicas, que expressam determinada relação social de produção a ser concretizada pelas instituições. O princípio de igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, por exemplo, constitui uma diretriz fundamental que deve informar as políticas públicas educacionais. Assim, o trabalho desenvolvido pela instituição escolar não se restringe à sua prática específica, ele possui uma finalidade social determinada pela concepção que o fundamenta. Nessa perspectiva, cabe à escola:
O multiculturalismo como um discurso crítico de raça e pedagogia precisa romper o silêncio em relação ao seu papel na dissimulação de como a dominação branca coloniza as definições do normal. Para que isso ocorra, um dos desafios políticos e pedagógicos que se coloca aos educadores críticos é
O currículo constitui significativo instrumento utilizado por diferentes sociedades para desenvolver tanto os processos de conservação quanto os de transformação dos conhecimentos historicamente acumulados, bem como para socializar as crianças e os jovens segundo os valores tidos como desejáveis (MOREIRA, 1997). Nesse sentido, por currículo entende-se:
O movimento de renovação curricular ocorrido nos anos 1980 e 1990 focou a democratização do espaço escolar e o desenvolvimento de currículos centrados na escola, respectivamente. Uma análise realizada por Moreira ( In. EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, Ano XXI,n.73, 2000) em quatro capitais do Sul e Sudeste brasileiro evidencia diferentes princípios para integração do currículo. São eles:
O principal meio de assegurar a gestão democrática da escola é a participação, porque possibilita o envolvimento de professores, funcionários, pais e alunos no processo de tomada de decisões. Nesse modelo de gestão democrático- participativo, o trabalho em equipe é fundamental para
Dentre as características organizacionais da escola (estilo de gestão, responsabilidade dos profissionais, liderança compartilhada, participação coletiva, formação dos professores) destaca-se uma que se manifesta na sala de aula: a cultura organizacional ou cultura da escola. Segundo Libâneo (2008), a cultura da escola sintetiza
O projeto político-pedagógico é o plano global da instituição, um instrumento teórico-metodológico para intervenção e mudança da realidade (Vasconcellos, 2002). Nesse sentido, ele é
A avaliação educacional acontece em duas modalidades distintas: a avaliação do sistema de ensino e a avaliação do rendimento escolar. Freitas (2003) defende que as informações decorrentes das avaliações do sistema sejam utilizadas de modo a considerar a relação entre as condições oferecidas às escolas e os resultados apresentados. Isso significa que os dados de desempenho deverão
Segundo Hoffman (2006), numa perspectiva construtivista de avaliação, a questão da qualidade do ensino deve ser analisada em termos dos objetivos previstos. Assim, nessa perspectiva, qualidade do ensino significa:
Para Freitas (2003), o fenômeno da avaliação em sala de aula ocorre em dois planos: formal e informal. No plano da avaliação formal estão as técnicas e os procedimentos, como provas e trabalhos, que conduzem a uma nota. No plano da avaliação informal, encontram-se:
A Lei n. 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, define que a educação tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho e dispõe, no Art.23, que a educação básica poderá organizar-se em
Grande parte das políticas educacionais brasileiras foi reorientada a partir de 2003, implicando alterações nos marcos regulatórios vigentes para a educação básica e superior, pautadas no binômio inclusão e democratização (DOURADO. In. EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, n.100. especial. 2007). Nesse sentido, destacam-se as seguintes ações governamentais: