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Q2286549 Arquitetura
Considere as definições dos componentes de estrutura de madeira a seguir:
I. Peça de madeira disposta verticalmente, constituindo pilarete apoiado na laje de cobertura. Sobre o conjunto dessas peças são apoiadas vigas principais ou terças.
II. Peça complementar de arremate entre telhado e uma parede, favorecendo sua proteção contra a umidade.
III. Projeção do telhado para além do alinhamento da parede da fachada da edificação.
IV. Peça disposta de forma inclinada para travamento da estrutura (contraventar).
V. Aresta horizontal delimitada pelo encontro entre duas águas, na parte superior do telhado;
VI. Aresta inclinada, captadora de águas, situada no encontro entre duas águas que formam ângulo reentrante.
VII. Viga de madeira localizada no respaldo de paredes para distribuição de cargas concentradas de tesouras, vigas principais ou outras peças de madeira da estrutura.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2274112 Arquitetura
Com base na viga simplesmente apoiada com carga concentrada abaixo, assinalar a alternativa que indica CORRETAMENTE o seu grau de hiperestaticidade: 

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2274104 Arquitetura
 De acordo com Fazio, Moffett e Wodehouse, a cultura e as práticas de construção romanas são originadas de várias fontes, mas as formas de arquitetura romanas são, em muitos aspectos, consideradas originais. Considerando-se o exposto, analisar os itens abaixo:

I. Os romanos utilizaram a compartimentação de suas atividades e conseguiram construir grandes interiores, bem como espaços exteriores imponentes para contê-los. A construção romana explorava elementos estruturais que trabalhavam sob compressão, como o arco, a abóbada e a cúpula, elementos desenvolvidos anteriormente por outras civilizações, mas utilizados de forma limitada. Entretanto, nas mãos dos romanos, esses elementos se tornaram as bases de sistemas estruturais com dimensões inimagináveis para a construção arquitravada.
II. A descarga de águas servidas no Tibre tornou a água do rio imprópria para consumo humano, e, por isso, a água limpa era trazida de rios e fontes das colinas Sabinas, acima de Roma, conduzida para os reservatórios da cidade por um sistema de aquedutos abastecido por gravidade e, posteriormente, distribuída para fontes ou outros usos municipais. Os canais de água ou aquedutos sempre deviam acompanhar os desníveis do terreno. Por isso, cruzar os vales era impraticável, pois era necessário preservar a inclinação constante da rede de abastecimento.
III. Dentro da cidade de Nimes, o Templo de Diana (80 a.C.) usa uma abóbada de berço feita de alvenaria de pedra talhada para criar o espaço interno principal. Como esse tipo de alvenaria exigia trabalhadores extremamente habilidosos, os eficientes romanos desenvolveram um método de construção mais rápido, utilizando um novo material – o cimento hidráulico, derivado de depósitos vulcânicos e denominados de pozolana. Vitrúvio descrevia-o como “um tipo de pó natural que, por razões naturais, produz resultados incríveis”. Os romanos descobriram que, ao misturar a pozolana com cal, pedregulho e água, obtinham uma mistura que sofria reações químicas e enrijecia até chegar a uma consistência semelhante à da pedra, inclusive sob a água. As argamassas de cal comuns, conhecidas desde a antiguidade, tinham algum grau de coesão, mas eram ineficazes nas fundações de pontes e portos, nas quais os construtores romanos começaram a aproveitar a resistência superior da pozolana.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2268953 Arquitetura
Desde os últimos anos do século XIX e início do século XX vem sendo empreendidas diversas tentativas com o intuito de disciplinar e limitar as ações de restauração, tendo em vista que as más restaurações podem causar prejuízos maiores do que a própria ação do tempo sobre elas. Preconizava-se a necessidade de tornar o restauro um ato científico, que seguisse princípios e métodos cientificamente determinados, respeitando os monumentos enquanto documentos históricos, para os quais deveriam ser dispensados cuidados de filólogo, tal como defendia Gustavo Giovannoni, cujas idéias tiveram grande repercussão no entreguerra europeu. Neste cenário, indique outro destaque responsável por filiar o restauro ao pensamento crítico e às ciências.
Alternativas
Q2268951 Arquitetura
O cobogó criado em 1929 por dois comerciantes e um engenheiro que usaram as iniciais dos seus sobrenomes para compor o nome “co-bo-gó”(Coimbra, Boeckmann e Góes), é um elemento vazado que foi amplamente empregado pelos arquitetos modernos brasileiros em seus projetos, com o objetivo de propiciar a ventilação natural cruzada entre os compartimentos. Na mesma década em que os cobogós foram criados, o Brasil estava começando a viver o período modernista na arquitetura, que teve início na semana de arte moderna de 1922. Os arquitetos desse período buscavam funcionalidade nos projetos, com elementos mais geométricos, linhas retas, uso de pilotis, fachadas com grandes panos de vidro e uso de concreto.
Assinale a opção que aponta o primeiro edifício a utilizar o cobogó.
Alternativas
Respostas
56: D
57: A
58: C
59: B
60: B