Questões de Concurso Comentadas para odac

Foram encontradas 20 questões

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Q796996 Atualidades

Nenhum outro artista nacional do mesmo top exibiu carreira tão longeva e com tamanha diversidade sonora. Com seu vozeirão e estilo extravagante, entoou vários estilos musicais. Soube, como ninguém, se renovar a cada etapa da carreira, tornando-se um artista cultuado.

                                                  (Época. http://goo.gl/TgouZa, 16.05.2016. Adaptado)


A notícia refere-se ao artista, falecido em maio de 2016,

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Q796995 Atualidades

Depois de diversas críticas, o presidente em exercício Michel Temer decidiu voltar atrás e manter o Ministério da Cultura. O ministro da pasta será Marcelo Calero que, na quarta-feira, 18.05, foi anunciado como secretário nacional da Cultura.


                           (O Estado de S.Paulo. http://goo.gl/6dHoAe, 21.05.2016. Adaptado)


Na proposta inicial do governo interino, esse ministério seria uma secretaria subordinada ao Ministério

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Q796994 Atualidades

A agência de classificação de risco Fitch voltou a rebaixar a nota de crédito do Brasil, nesta quinta-feira (05.05). Foi o segundo rebaixamento da nota pela agência em seis meses. Com a decisão, a nota do Brasil pela Fitch se iguala à dada pelas outras duas grandes agências de classificação de risco, Moody’s e Standard and Poor’s: dois degraus abaixo do grau de investimento.


                                                    (G1. http://goo.gl/HqpW06, 05.05.2016. Adaptado)


Essa nova redução da nota de crédito foi justificada pela

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Q796993 Atualidades

O glamour e o luxo da Chanel chegarão nesta terça-feira (03.05) ao país, no primeiro desfile realizado pela grife francesa na América Latina. A expectativa em torno do desfile causa frisson, mas o evento não é exatamente uma surpresa em um ano de acontecimentos sem precedentes no país – a visita do presidente Barack Obama, o show histórico dos Rolling Stones e as filmagens do blockbuster de Hollywood “Velozes e Furiosos”.


                               (Folha de S.Paulo. http://goo.gl/WR1fAi, 03.05.2016. Adaptado)


O país ao qual a notícia se refere é

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Q796992 Atualidades

Em meio à ocupação de escolas técnicas, alunos de colégios estaduais de São Paulo invadiram o plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo no final da tarde desta terça-feira (03.05). A sessão que acontecia no momento foi interrompida e o prédio foi cercado por policiais militares.


                                  (Folha de S.Paulo. http://goo.gl/s0KAzp, 03.05.2016. Adaptado)


Essas ações estão relacionadas

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Q796991 Atualidades

Dois dias depois do início dos cortes de energia diários na Venezuela, uma onda de saques atingiu, na madrugada desta quarta-feira (27.04), as duas maiores regiões metropolitanas do país.


As tentativas de roubo a lojas ocorreram no mesmo dia em que a oposição ao presidente Nicolás Maduro começou a primeira etapa da coleta de assinaturas.


                            (Folha de S.Paulo. http://goo.gl/GWucAh, 27.04.2016. Adaptado)


Essa coleta de assinaturas tem como objetivo

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Q796990 Atualidades

O desabamento (…) no Rio de Janeiro faz a imprensa internacional colocar em dúvida a capacidade da cidade para ser sede das Olimpíadas de 2016, marcadas para agosto.


O The Guardian, da Inglaterra, é um dos mais duros. Logo no primeiro parágrafo da matéria, o jornal afirma que o acidente “causa danos à credibilidade da cidade para receber o evento”.


                                                 (UOL. http://goo.gl/WiZQPr, 21.04. 2016. Adaptado)


Esse acidente foi o desabamento

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Q796989 Atualidades

Leia os trechos de notícias.


I. O terremoto de magnitude 7,3 que sacudiu o sudoeste do país na madrugada de 16.04 (horário local) deixou pelo menos 25 mortos e mil feridos, em uma região onde um dia antes outro potente tremor matou nove pessoas.


                                                    (G1. http://goo.gl/6XeUsS, 16.04.2016. Adaptado)


II. O país foi atingido por um novo tremor na noite desta sexta-feira (22.04). No último sábado (16.04), um terremoto de magnitude 7,8, o pior em quase sete décadas, deixou 602 mortos, 12 492 feridos e 130 desaparecidos.


                                                     (G1. http://goo.gl/uX6E4d, 22.04.2016. Adaptado)


Os países mencionados nas notícias são, respectivamente,

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Q796988 Atualidades

A célula terrorista que atacou o aeroporto e o metrô de Bruxelas, em 22 de março, pretendia realizar o atentado no domingo de Páscoa, cinco dias depois do que acabou acontecendo. Segundo a imprensa belga, o ataque acabou sendo antecipado em virtude da prisão do terrorista Salah Abdeslam.\


                           (O Estado de S.Paulo. http://goo.gl/Tze8VP, 07.04.2016. Adaptado)


Esse ataque foi

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Q796987 Atualidades

O presidente do Irã, Hassan Rouhani, saudou no domingo (17.01) o acordo nuclear com as potências mundiais. Ao apresentar ao Parlamento o projeto de orçamento para o próximo ano fiscal iraniano, que começa em março, Rouhani disse que o acordo é um “ponto de virada” para a economia do país.

                                                    (UOL. http://goo.gl/YiMCa9, 17.01.2016. Adaptado)


O “acordo nuclear é um ponto de virada” porque

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Q796977 Matemática

Sabe-se que a área do retângulo ABCD mostrado na figura, com dimensões indicadas em centímetros, é igual a 162 cm2 .


                                  Imagem associada para resolução da questão


Nessas condições, é correto afirmar que a área, em cm2 , da região quadrada Q, que aparece sombreada na figura é igual a

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Q796970 Matemática Financeira
Um certo capital, aplicado a uma taxa de juro simples de 10% ano, produzirá juros iguais a 1/20 do valor do capital inicial após
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Q796966 Português
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente.
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Q796965 Português

Leia o texto de uma canção para responder à questão.


                              Passarinho


Como um brotinho de feijão, foi que um dia eu nasci,

Despertei, caí no chão e com as flores cresci.

E decidi que a vida logo me daria tudo,

Se eu não deixasse que o medo me apagasse no escuro.


Quando mamãe olhou pra mim, ela foi e pensou

Que um nome de passarinho me encheria de amor.

Mas passarinho, se não bate a asa, logo pia.

Eu, que tinha um nome diferente, já quis ser Maria.

Ah, e como é bom voar…



                                                                   (Tiê. www.letras.com.br. Adaptado)

O termo destacado em – E decidi que a vida logo me daria tudo, / Se eu não deixasse que o medo me apagasse no escuro. – tem sentido equivalente ao da expressão:
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Q796963 Português
Quanto à concordância, respeitando-se a norma-padrão da língua portuguesa, está correta a frase:
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Q796962 Português

                                  O resgate do casaco

      Já entrávamos no restaurante quando minha amiga deu um grito. Tinha esquecido seu casaco no táxi. Vi no seu olho o tamanho da perda. Mulher sabe.

      Não era um casaco qualquer. Era daqueles que jamais poderão ser substituídos, roupas energéticas que serão lembradas para todo o sempre. Nem pestanejei. Corri para a rua. O táxi ainda estava parado no semáforo da esquina. Me concentrei na atleta que poderia existir oculta dentro de mim e fiz minha melhor performance nos cem metros rasos.

      Quando estava bem perto, o sinal abriu e o táxi acelerou. Tive vontade de chorar. Eu estava quase.

      Por muito pouco não o alcancei. Desisti por um momento, ofegante, mas um pequeno engarrafamento parou o carro novamente. Inflei mais uma vez minha esperança atlética e dei o melhor de mim.

      Não reconhecia minhas pernas se alternando em tamanha velocidade e agora eu já pensava muito mais na minha capacidade de atingir o que me parecia impossível do que no casaco da minha amiga.

      Inacreditavelmente, o carro se pôs de novo em movimento a apenas alguns passos de minhas potentes pernas. Não parei. Não sei o que me deu. Não sei como, mas continuei a correr. Não pude engolir dois fracassos. Fui além. Corri no limite do impossível.

      O resgate do casaco virou uma questão de honra, de exercício da esperança duas vezes desafiada. Agora eu corria gritando a plenos pulmões:

      — Pare este táxi! Pare este táxi!

      Deu certo. Pararam o táxi e eu, quase morrendo, recuperei o precioso casaco de minha amiga.

      Quando o coloquei em suas mãos, ela me abraçou e caiu numa crise de choro. Não parava de chorar. Entendi que o casaco não era o que mais importava também para ela, e juntas choramos abraçadas sob os olhares curiosos de nossos maridos.

      Tínhamos ambas nos transformado pelo que tinha acontecido. Tão banal e tão revelador.

      Minha amiga sempre me fala da história do casaco. Diz que sempre se lembra dela e que já chegou a vesti-lo quando estava prestes a desistir de uma empreitada sem ao menos ter tentado.

      Quanto a mim, sei o quanto foi especial aquele momento. Minha esperança em vaivém, tornando-se elástica quando tudo parecia perdido. Uma heroína desconhecida se fazendo valer à minha revelia, desafiada pela frustração de sucessivos quases.

                               (Denise Fraga. www.folha.uol.com.br. 08.05.2016. Adaptado)

A expressão destacada em – Inacreditavelmente, o carro se pôs de novo em movimento a apenas alguns passos de minhas potentes pernas. (6° parágrafo) – pode ser corretamente substituída por:
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Q796961 Português

                                  O resgate do casaco

      Já entrávamos no restaurante quando minha amiga deu um grito. Tinha esquecido seu casaco no táxi. Vi no seu olho o tamanho da perda. Mulher sabe.

      Não era um casaco qualquer. Era daqueles que jamais poderão ser substituídos, roupas energéticas que serão lembradas para todo o sempre. Nem pestanejei. Corri para a rua. O táxi ainda estava parado no semáforo da esquina. Me concentrei na atleta que poderia existir oculta dentro de mim e fiz minha melhor performance nos cem metros rasos.

      Quando estava bem perto, o sinal abriu e o táxi acelerou. Tive vontade de chorar. Eu estava quase.

      Por muito pouco não o alcancei. Desisti por um momento, ofegante, mas um pequeno engarrafamento parou o carro novamente. Inflei mais uma vez minha esperança atlética e dei o melhor de mim.

      Não reconhecia minhas pernas se alternando em tamanha velocidade e agora eu já pensava muito mais na minha capacidade de atingir o que me parecia impossível do que no casaco da minha amiga.

      Inacreditavelmente, o carro se pôs de novo em movimento a apenas alguns passos de minhas potentes pernas. Não parei. Não sei o que me deu. Não sei como, mas continuei a correr. Não pude engolir dois fracassos. Fui além. Corri no limite do impossível.

      O resgate do casaco virou uma questão de honra, de exercício da esperança duas vezes desafiada. Agora eu corria gritando a plenos pulmões:

      — Pare este táxi! Pare este táxi!

      Deu certo. Pararam o táxi e eu, quase morrendo, recuperei o precioso casaco de minha amiga.

      Quando o coloquei em suas mãos, ela me abraçou e caiu numa crise de choro. Não parava de chorar. Entendi que o casaco não era o que mais importava também para ela, e juntas choramos abraçadas sob os olhares curiosos de nossos maridos.

      Tínhamos ambas nos transformado pelo que tinha acontecido. Tão banal e tão revelador.

      Minha amiga sempre me fala da história do casaco. Diz que sempre se lembra dela e que já chegou a vesti-lo quando estava prestes a desistir de uma empreitada sem ao menos ter tentado.

      Quanto a mim, sei o quanto foi especial aquele momento. Minha esperança em vaivém, tornando-se elástica quando tudo parecia perdido. Uma heroína desconhecida se fazendo valer à minha revelia, desafiada pela frustração de sucessivos quases.

                               (Denise Fraga. www.folha.uol.com.br. 08.05.2016. Adaptado)

A alternativa que preenche corretamente a lacuna da frase – Já entrávamos no restaurante quando minha amiga deu um grito, _________ tinha esquecido seu casaco no táxi. –, preservando a relação de sentido estabelecida no primeiro parágrafo, é:
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Q796960 Português

                                  O resgate do casaco

      Já entrávamos no restaurante quando minha amiga deu um grito. Tinha esquecido seu casaco no táxi. Vi no seu olho o tamanho da perda. Mulher sabe.

      Não era um casaco qualquer. Era daqueles que jamais poderão ser substituídos, roupas energéticas que serão lembradas para todo o sempre. Nem pestanejei. Corri para a rua. O táxi ainda estava parado no semáforo da esquina. Me concentrei na atleta que poderia existir oculta dentro de mim e fiz minha melhor performance nos cem metros rasos.

      Quando estava bem perto, o sinal abriu e o táxi acelerou. Tive vontade de chorar. Eu estava quase.

      Por muito pouco não o alcancei. Desisti por um momento, ofegante, mas um pequeno engarrafamento parou o carro novamente. Inflei mais uma vez minha esperança atlética e dei o melhor de mim.

      Não reconhecia minhas pernas se alternando em tamanha velocidade e agora eu já pensava muito mais na minha capacidade de atingir o que me parecia impossível do que no casaco da minha amiga.

      Inacreditavelmente, o carro se pôs de novo em movimento a apenas alguns passos de minhas potentes pernas. Não parei. Não sei o que me deu. Não sei como, mas continuei a correr. Não pude engolir dois fracassos. Fui além. Corri no limite do impossível.

      O resgate do casaco virou uma questão de honra, de exercício da esperança duas vezes desafiada. Agora eu corria gritando a plenos pulmões:

      — Pare este táxi! Pare este táxi!

      Deu certo. Pararam o táxi e eu, quase morrendo, recuperei o precioso casaco de minha amiga.

      Quando o coloquei em suas mãos, ela me abraçou e caiu numa crise de choro. Não parava de chorar. Entendi que o casaco não era o que mais importava também para ela, e juntas choramos abraçadas sob os olhares curiosos de nossos maridos.

      Tínhamos ambas nos transformado pelo que tinha acontecido. Tão banal e tão revelador.

      Minha amiga sempre me fala da história do casaco. Diz que sempre se lembra dela e que já chegou a vesti-lo quando estava prestes a desistir de uma empreitada sem ao menos ter tentado.

      Quanto a mim, sei o quanto foi especial aquele momento. Minha esperança em vaivém, tornando-se elástica quando tudo parecia perdido. Uma heroína desconhecida se fazendo valer à minha revelia, desafiada pela frustração de sucessivos quases.

                               (Denise Fraga. www.folha.uol.com.br. 08.05.2016. Adaptado)

Após ter sido resgatado, o casaco passou a ser, para a amiga da autora, símbolo de
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Q796959 Português

                                  O resgate do casaco

      Já entrávamos no restaurante quando minha amiga deu um grito. Tinha esquecido seu casaco no táxi. Vi no seu olho o tamanho da perda. Mulher sabe.

      Não era um casaco qualquer. Era daqueles que jamais poderão ser substituídos, roupas energéticas que serão lembradas para todo o sempre. Nem pestanejei. Corri para a rua. O táxi ainda estava parado no semáforo da esquina. Me concentrei na atleta que poderia existir oculta dentro de mim e fiz minha melhor performance nos cem metros rasos.

      Quando estava bem perto, o sinal abriu e o táxi acelerou. Tive vontade de chorar. Eu estava quase.

      Por muito pouco não o alcancei. Desisti por um momento, ofegante, mas um pequeno engarrafamento parou o carro novamente. Inflei mais uma vez minha esperança atlética e dei o melhor de mim.

      Não reconhecia minhas pernas se alternando em tamanha velocidade e agora eu já pensava muito mais na minha capacidade de atingir o que me parecia impossível do que no casaco da minha amiga.

      Inacreditavelmente, o carro se pôs de novo em movimento a apenas alguns passos de minhas potentes pernas. Não parei. Não sei o que me deu. Não sei como, mas continuei a correr. Não pude engolir dois fracassos. Fui além. Corri no limite do impossível.

      O resgate do casaco virou uma questão de honra, de exercício da esperança duas vezes desafiada. Agora eu corria gritando a plenos pulmões:

      — Pare este táxi! Pare este táxi!

      Deu certo. Pararam o táxi e eu, quase morrendo, recuperei o precioso casaco de minha amiga.

      Quando o coloquei em suas mãos, ela me abraçou e caiu numa crise de choro. Não parava de chorar. Entendi que o casaco não era o que mais importava também para ela, e juntas choramos abraçadas sob os olhares curiosos de nossos maridos.

      Tínhamos ambas nos transformado pelo que tinha acontecido. Tão banal e tão revelador.

      Minha amiga sempre me fala da história do casaco. Diz que sempre se lembra dela e que já chegou a vesti-lo quando estava prestes a desistir de uma empreitada sem ao menos ter tentado.

      Quanto a mim, sei o quanto foi especial aquele momento. Minha esperança em vaivém, tornando-se elástica quando tudo parecia perdido. Uma heroína desconhecida se fazendo valer à minha revelia, desafiada pela frustração de sucessivos quases.

                               (Denise Fraga. www.folha.uol.com.br. 08.05.2016. Adaptado)

De acordo com a autora, o resgate do casaco
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Q796951 Português

                  Por que achamos que ser magro é bonito?


      Dieta da sopa, da lua, do pepino, da batata doce, para secar a barriga. Em um passeio rápido pela internet, não é nada difícil pinçar alguns exemplos de uma obsessão pela magreza. Mas por que queremos tanto emagrecer? Por que achamos que “magreza = beleza”?

      A preocupação com o ponteiro da balança está longe de ser apenas uma preocupação com a saúde. Essa neura com o peso não vem dos tempos mais remotos. Basta espiar as obras de arte dos séculos passados e ver que a figura feminina idealizada ali concentrava mais gordura do que as modelos de hoje. O quadril largo, as coxas generosas, o rosto mais cheinho eram traços valorizados nas musas. Ainda que o padrão em si tenha mudado, a lógica permanece. “Os padrões de beleza que aparecem ao longo da história são, como regra, acessíveis a poucos”, aponta a psicóloga Joana de Vilhena Novaes.

      Quando fazer as três refeições básicas diariamente era um luxo e morrer de fome era um destino comum para as pessoas, a gordura era um privilégio. Agora, já que temos mais comida à disposição, mais jeitos de conservá-la, comer é fácil. Portanto, não é de estranhar que as modelos extremamente magras sejam colocadas em um pedestal. É mais difícil ser muito magra com tantas calorias à disposição. O corpo magro e jovem também exige cada vez mais procedimentos estéticos e cirurgias para atingir a dita “perfeição” — exige dinheiro, mais um obstáculo.

      Só no Brasil, um terço das meninas que estão no 9° ano do Ensino Fundamental já se preocupam com o peso, de acordo com uma pesquisa de 2013 do IBGE. Em âmbito global, a probabilidade de que uma moça com idade entre 15 e 24 anos morra em decorrência de anorexia é 12 vezes maior que por qualquer outra causa. E não é à toa que as vítimas mais comuns sejam as mulheres. A nutricionista Paola Altheia explica a tendência: “Enquanto a moeda de valor masculina na sociedade é dinheiro, poder e influência, a das mulheres é a aparência”.

(Ana Luísa Fernandes, Priscila Bellini. http://super.abril.com.br. 08.07.2015. Adaptado)

No contexto do terceiro parágrafo, o uso das aspas em – “perfeição” – sinaliza que esse ideal
Alternativas
Respostas
1: A
2: B
3: D
4: B
5: D
6: C
7: B
8: C
9: A
10: E
11: A
12: B
13: A
14: B
15: B
16: D
17: A
18: A
19: E
20: D