Questões de Concurso
Para técnico desportivo
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Todos os documentos oficiais da Universidade de Brasília (UnB) devem ser publicados no link Transparência UnB, no portal da instituição.
O trecho JS/mg/ UnB Doc 0023/2011 identifica, respectivamente, as iniciais do nome da pessoa que elaborou o documento e as de quem o digitou, além do número do UnBDoc.
No que diz respeito à estrutura do ato administrativo, é correto afirmar que, no caso do texto apresentado, não há ementa.
Se o referido ato fosse constituído de apenas um parágrafo, este deveria ser denominado “parágrafo único”.
Os documentos ato e ofício compartilham da mesma estrutura textual, apesar de serem usados para diferentes finalidades.
No desenvolvimento argumentativo do texto, admite-se a substituição de “no aprendizado" (l. 2 e 3) por para o aprendizado.
Em um uso mais formal da língua, as regras de colocação pronominal do padrão culto permitem que o pronome átono em “que não os atraíam” (l. 10 e 11) seja também utilizado depois do verbo, sob a forma de nos, ligada ao verbo por um hífen.
Os dados apresentados acerca das respostas dos “alunos testados” (l.8) constituem argumentos a favor da tese do texto, expressa por “a curiosidade é importante no aprendizado” (l. 2 e 3)
A retirada do termo “o” em “o que sugere” (l.6) preserva a relação entre as ideias, bem como a correção gramatical do texto, com a vantagem de ressaltar o paralelismo com o período sintático anterior.
Para a retomada de ideias na organização das orações do texto, admite-se, após “fatores” (l.3), a substituição da vírgula por ponto e vírgula
Depreende-se das ideias do texto que, para uma nação ser considerada desenvolvida, sua economia deve basear-se na otimização de seu parque industrial, mão de obra gentil e bem formada, infraestrutura apropriada e justiça do mercado.
Mantêm-se a coesão textual e a correção gramatical caso se substitua o trecho “contam (...) acesso” (l. 4 a 6) por: contam com a eficácia das máquinas e dos equipamentos de seu parque industrial, bem como com o acesso.
No desenvolvimento textual, subentende-se que a forma verbal “são” (l.3) remete a “elas” (l.2), ou seja, “as nações desenvolvidas” (l.1).
As expressões “eixo norteador” (l.1) e “fazer frente” (l.5) demonstram que o texto se afasta do nível de formalidade da linguagem, aproximando-se do registro coloquial ou oral.
Na linha 4, a forma verbal “impõe" exige dois complementos: um, introduzido pela preposição “a" - por isso, o acento indicativo de crase em “à organização" -; e outro, sem preposição - de que decorre o não uso da crase em “a necessidade".
Depreende-se do texto que o Brasil vive um momento de grande incerteza econômica, principalmente por não haver avançado o suficiente no campo da tecnologia.
Preservam-se as relações sintáticas e a correção gramatical entre as orações ao substituir o sinal de dois-pontos (l.12) por ponto e vírgula ou vírgula.
Na linha 11, para a construção de sentidos do texto, a forma verbal “é” está flexionada no singular para concordar com o núcleo do sujeito, “produtividade”.
No texto, o uso das formas verbais no modo subjuntivo em “desenvolva” e “aumentem”, ambas na linha 9, reforça a ideia de hipótese conferida ao substantivo “tendência” (l.8).
Com o uso do pronome masculino “eles” (l.6), excluem-se da argumentação as mulheres, razão pela qual são citadas no período final do texto.