Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação e tradução de línguas de sinais em libras

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Q2167579 Libras
A constituição profissional do tradutor/intérprete de língua de sinais / língua portuguesa (TILSP) apresenta-se de forma heterogênea nos documentos oficiais, mostrando a dificuldade por parte dos governos quanto às atribuições e funções desse profissional. Albres (2015), em sua pesquisa, identificou 16 diferentes maneiras de denominar esses profissionais. A forma mais recorrente encontrada em documentos oficiais (leis, documentos e livros) é contestada pela autora, pois ocasiona conflitos nas funções a serem desenvolvidas em contexto escolar. A denominação questionada pela autora é: 
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Q2167578 Libras
De acordo com Albres (2015), a atuação do intérprete educacional transcende o estritamente tradutório, demandando uma preparação específica para esse ambiente de trabalho. Para a autora, as práticas dos intérpretes educacionais incluem: 
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Q2167577 Libras
Nos estudos das competências no processo de tradução e interpretação, Aubert (1994) apresenta a necessidade do profissional desenvolver a capacidade de buscar conhecer e se familiarizar com os termos dos diversos universos em que uma atividade de tradução pode ocorrer. Assim, na falta de tal competência na área da mecânica, por exemplo, o tradutor/intérprete deverá aprender a buscar esse conhecimento para melhor clareza da informação. O autor se refere à competência: 
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Q2167575 Libras
As diretrizes instituídas pelo MEC definem o papel do intérprete educacional como: “[...] aquele que atua como profissional intérprete de língua de sinais na educação, intermediando as relações entre os professores e os alunos, bem como, entre os colegas surdos e os colegas ouvintes” (BRASIL, 2003). Na visão de Albres (2015), essa definição está imbuída de uma concepção que reduz o trabalho desse profissional à mera transmissão de conteúdo. A compreensão da tradução como uma reprodução fiel, literal e neutra do original, como atividade que não apresenta nenhuma interferência por parte do tradutor, é apregoada nos estudos da tradução como abordagem: 
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Q2167254 Libras
Quando foi regulamentada a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras)?
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Q2163317 Libras
Julgue o item subsequente.
O profissional intérprete é um ouvinte e o instrutor é um professor surdo. Tais profissionais terão a missão de transmitir a emoção e os nuances da literatura narrada pelo professor durante as aulas. 
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Q2121927 Libras
 A respeito da atuação do Intérprete Escolar podemos afirmar, exceto:
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Q2117336 Libras
Em relação ao processo de interpretação da LIBRAS, julgue o item seguinte. 
A interpretação da LIBRAS para a língua portuguesa, e vice-versa, é considerada intramodal. 
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Q2117335 Libras
Em relação ao processo de interpretação da LIBRAS, julgue o item seguinte. 
A interpretação da língua portuguesa para a LIBRAS, e vice-versa, acontece essencialmente de forma consecutiva, pelo fato de estas serem línguas de modalidades diferentes.
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Q2117297 Libras
Considerando os aspectos históricos da educação de surdos e o disposto na Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão do tradutor e intérprete da LIBRAS, julgue o item a seguir. 

Efetuar a comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da LIBRAS para a língua oral, e vice-versa, é atribuição do tradutor e intérprete da LIBRAS.

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Q2117295 Libras
Considerando os aspectos históricos da educação de surdos e o disposto na Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão do tradutor e intérprete da LIBRAS, julgue o item a seguir. 
É vedada a atuação do tradutor e intérprete da LIBRAS em depoimentos em juízo e em órgãos administrativos ou policiais.
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Q2117293 Libras
Considerando os aspectos históricos da educação de surdos e o disposto na Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão do tradutor e intérprete da LIBRAS, julgue o item a seguir. 
A proibição do uso das línguas de sinais, após o Congresso de Milão, provocou um fracasso na educação de surdos.
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Q2117292 Libras
Considerando os aspectos históricos da educação de surdos e o disposto na Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão do tradutor e intérprete da LIBRAS, julgue o item a seguir. 
No Congresso de Milão, na Itália, centralizou-se o debate acerca da educação de surdos na aquisição de língua oral pelos surdos, porém a ampla maioria dos seus participantes aconselhou o uso de sinais como metodologia de ensino para surdos. 
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Q2093112 Libras
Em relação ao trabalho do intérprete educacional de Libras no ensino fundamental II, com base no Decreto nº 5.626/2005, na Lei nº 12.319/2010 e no Código de Conduta e Ética (CCE) da Febrapils, é correto afirmar que uma de suas funções é
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Q2093111 Libras
O Código de Conduta e Ética (CCE) da Federação Brasileira das Associações de Tradutores, Intérpretes e Guias-intérpretes da Língua de Sinais (Febrapils) é norteado pelos seguintes princípios: I. Confidencialidade. II. Competência Tradutória. III. Respeito aos envolvidos na profissão. IV. Compromisso pelo desenvolvimento profissional.
Considerando uma situação de interpretação em contexto de atendimento médico, NÃO obedece ao primeiro princípio o que consta em:
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Q2093108 Libras
Segundo o artigo 6º da Lei nº 12.319/2010, é atribuição do tradutor e intérprete de Libras, no exercício de suas competências, efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes,
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Q2093104 Libras
O propósito principal tanto da tradução quanto da interpretação é fazer com que uma mensagem expressa em determinado idioma seja transposta para outro, a fim de ser compreendida por uma comunidade que não fale o idioma em que essa mensagem foi originalmente concebida.
(Adaptado de: PAGURA, Reynaldo José. A interpretação de conferências: interfaces com a tradução escrita e implicações para a formação de intérpretes e tradutores. DELTA, São Paulo, 19, especial, p. 209-236, 2003. Disponível em: https://doi.org/)
Apesar de terem o mesmo propósito, conforme afirma a citação acima, a tradução e a interpretação se diferenciam por operacionalizações. São apresentadas as materialidades corretas nos diferentes processos de operacionalização em:
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Q2093103 Libras
(...) o intérprete senta-se junto à pessoa, ouve uma longa parte do discurso e, depois, verte-o para uma outra língua, geralmente com a ajuda de notas. (Adaptado de: ROSA, Andréa da Silva. Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisibilidade da tarefa do intérprete. Campinas, Arara Azul, 2005, p. 115)
O trecho apresentado refere-se à modalidade de interpretação
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Q2093101 Libras
Considere a seguinte situação hipotética: um profissional está atuando como intérprete de Libras em uma aula de CFC. O instrutor está dando a aula em língua portuguesa oral e o intérprete está interpretando simultaneamente para Libras. A classe é composta por alunos surdos e ouvintes. Em determinado momento da aula o instrutor chama o intérprete em um canto e pede que não intérprete o que ele dirá a seguir.
Neste contexto, considerando as obrigações profissionais, o Código de Conduta e Ética (CCE) da Federação Brasileira das Associações de Tradutores, Intérpretes e Guias-Intérpretes da Língua de Sinais (FEBRAPILS), a atitude mais adequada é:
Alternativas
Q2048352 Libras
Quanto às características de atuação que diferenciam o tradutor e o intérprete, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
481: A
482: C
483: B
484: C
485: B
486: C
487: D
488: E
489: E
490: C
491: E
492: C
493: E
494: E
495: B
496: A
497: A
498: E
499: C
500: A