Questões de Concurso
Sobre microrganismos patogênicos e dta’s em nutrição
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G.V. Amson et al. Levantamento de dados epidemiológicos relativos a ocorrências/surtos de doenças transmitidas por alimentos no estado do Paraná – Brasil, 1978/2000. In: Ciênc. Agrotec., Lavras, v. 30, n.º 6, nov.dez./2006, p. 1.139-45 (com adaptações).
Com relação a DTA e seus agentes, julgue o próximo item.
As viroses veiculadas por alimentos, como a originária do vírus da hepatite A, diferem quanto à gravidade e causam intoxicação, provocada pela manipulação do alimento por pessoas infectadas.
G.V. Amson et al. Levantamento de dados epidemiológicos relativos a ocorrências/surtos de doenças transmitidas por alimentos no estado do Paraná – Brasil, 1978/2000. In: Ciênc. Agrotec., Lavras, v. 30, n.º 6, nov.dez./2006, p. 1.139-45 (com adaptações).
Com relação a DTA e seus agentes, julgue o próximo item.
As infecções mediadas por toxinas ocorrem quando substâncias produzidas por microrganismos estão presentes no alimento ingerido. É o caso do botulismo e da enterotoxina do Staphylococcus e micotoxinas.
G.V. Amson et al. Levantamento de dados epidemiológicos relativos a ocorrências/surtos de doenças transmitidas por alimentos no estado do Paraná – Brasil, 1978/2000. In: Ciênc. Agrotec., Lavras, v. 30, n.º 6, nov.dez./2006, p. 1.139-45 (com adaptações).
Com relação a DTA e seus agentes, julgue o próximo item.
É caracterizado o surto de origem alimentar quando vários indivíduos consomem alimentos contaminados de origem animal ou conservas subprocessadas termicamente. A quantidade de alimento contaminado pelo organismo patógeno ingerido é fator importante para o aparecimento do surto.
G.V. Amson et al. Levantamento de dados epidemiológicos relativos a ocorrências/surtos de doenças transmitidas por alimentos no estado do Paraná – Brasil, 1978/2000. In: Ciênc. Agrotec., Lavras, v. 30, n.º 6, nov.dez./2006, p. 1.139-45 (com adaptações).
Com relação a DTA e seus agentes, julgue o próximo item.
Entre as medidas de controle adotadas para reduzir a incidência de surtos de infecção alimentar pelo Bacillus cereus, incluem-se a relação tempo e temperatura necessária para eliminar os esporos e evitar a sua germinação em alimentos cozidos e o armazenamento em temperaturas inferiores a 5 ºC.

K. A. Arbos et al. Segurança alimentar de hortaliças orgânicas: aspectos sanitários e nutricionais. In: Ciência Tecnologia Aliment., Campinas, 30(Supl.1), maio/2010, p. 215-20 (com adaptações).
A respeito do assunto tratado no texto, julgue o item que se segue, com base na tabela apresentada acima.
Nas amostras de tomate, apesar de os valores obtidos referentes a coliformes fecais serem menores que 3 NMP/g, a frequência registrada de organismos como Entamoeba sp. indica que o produto não tem condições higiênicas adequadas, visto que a presença desse parasita indica contaminação por matéria fecal.

K. A. Arbos et al. Segurança alimentar de hortaliças orgânicas: aspectos sanitários e nutricionais. In: Ciência Tecnologia Aliment., Campinas, 30(Supl.1), maio/2010, p. 215-20 (com adaptações).
A respeito do assunto tratado no texto, julgue o item que se segue, com base na tabela apresentada acima.
Considerando-se que, em geral, a maior frequência de parasitas em certos tipos de folhosos deve-se à estrutura do vegetal, vegetais com grande área de contato tendem a propiciar a maior fixação desses microrganismos.
Há controvérsias acerca da qualidade sanitária de hortaliças produzidas pelo sistema de cultivo orgânico e pelo sistema convencional, dadas as condições de manejo próprias de cada um. Assim, tanto os alimentos produzidos pelo sistema orgânico quanto os produzidos pelo sistema convencional são suscetíveis aos mesmos riscos. A tabela abaixo mostra parte dos resultados de um estudo realizado para avaliar a qualidade sanitária de algumas hortaliças orgânicas de nove produtores. Ainda de acordo com esse estudo, no que se refere a formas parasitárias, foram identificados, nas amostras analisadas, ovos de ancilostomídeos (%), cistos de Entamoeba sp. (%), Entamoeba sp. (%), larvas de nematoide ( %), ovos de nematoide (%), ovos de Toxoacara sp. (%), insetos (pulgões) (%), ovos de ácaros e ácaros (%).

K. A. Arbos et al. Segurança alimentar de hortaliças orgânicas: aspectos sanitários e nutricionais. In: Ciência Tecnologia Aliment., Campinas, 30(Supl.1), maio/2010, p. 215-20 (com adaptações).
A respeito do assunto tratado no texto, julgue o item que se segue, com base na tabela apresentada acima..
A presença de Salmonella sp., nas amostras 2 e 9, indica a presença de patógenos ou de toxinas microbianas ou, ainda, a possibilidade de práticas impróprias na produção primária. Assim, não se recomenda o consumo desses produtos em virtude do risco de o homem contrair salmonelose.

K. A. Arbos et al. Segurança alimentar de hortaliças orgânicas: aspectos sanitários e nutricionais. In: Ciência Tecnologia Aliment., Campinas, 30(Supl.1), maio/2010, p. 215-20 (com adaptações).
A respeito do assunto tratado no texto, julgue o item que se segue, com base na tabela apresentada acima.
A legislação brasileira não estabelece limites para coliformes totais em hortaliças, visto que, dos quatro gêneros que compõem o grupo de coliformes totais, apenas a Escherichia coli tem como habitat primário o trato intestinal do homem e de animais. Assim, os valores de coliformes fecais obtidos nas amostras dos produtores 1, 3 e 9 não significam necessariamente risco de natureza biológica, mas sugerem condições de higienização impróprias na produção primária.
Em uma unidade de alimentação e nutrição de um estabelecimento assistencial de saúde, 100 funcionários e 20 pacientes, que estavam em dieta livre, apresentaram, em determinado dia da semana, quadros de vômitos, náuseas, dores abdominais, diarreias e dores musculares, aproximadamente três horas após a ingestão do almoço. No cardápio do dia, constavam fricassê de frango, arroz, feijão e legumes. Após o fato, acionaram-se auditores da vigilância sanitária e da vigilância epidemiológica que, na inspeção do estabelecimento, constataram diversas inconformidades, a exemplo da existência de manipuladores de alimentos sem atestado de saúde ocupacional; a ausência de pia exclusiva para a higienização das mãos; e o uso de utensílios de madeira para o preparo de alimentos. Ademais, verificou-se, ainda, que o fricassê tinha sido preparado no dia anterior ao fato e, na ocasião, tinha sido acondicionado, ainda morno, em grandes quantidades, na câmara fria. Por fim, constatou-se que, antes de ser servido, o aquecimento do fricassê não havia atingido 60 °C. Após as análises da taxa de ataque, dos sintomas e do período de incubação realizadas pela inspeção da vigilância epidemiológica, e após o resultado laboratorial da análise dos alimentos coletados no estabelecimento pela equipe da vigilância sanitária, concluiu-se que o agente etiológico causador do problema alimentar foi o Staphylococcus aureus.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
Em uma unidade de alimentação e nutrição de um estabelecimento assistencial de saúde, 100 funcionários e 20 pacientes, que estavam em dieta livre, apresentaram, em determinado dia da semana, quadros de vômitos, náuseas, dores abdominais, diarreias e dores musculares, aproximadamente três horas após a ingestão do almoço. No cardápio do dia, constavam fricassê de frango, arroz, feijão e legumes. Após o fato, acionaram-se auditores da vigilância sanitária e da vigilância epidemiológica que, na inspeção do estabelecimento, constataram diversas inconformidades, a exemplo da existência de manipuladores de alimentos sem atestado de saúde ocupacional; a ausência de pia exclusiva para a higienização das mãos; e o uso de utensílios de madeira para o preparo de alimentos. Ademais, verificou-se, ainda, que o fricassê tinha sido preparado no dia anterior ao fato e, na ocasião, tinha sido acondicionado, ainda morno, em grandes quantidades, na câmara fria. Por fim, constatou-se que, antes de ser servido, o aquecimento do fricassê não havia atingido 60 °C. Após as análises da taxa de ataque, dos sintomas e do período de incubação realizadas pela inspeção da vigilância epidemiológica, e após o resultado laboratorial da análise dos alimentos coletados no estabelecimento pela equipe da vigilância sanitária, concluiu-se que o agente etiológico causador do problema alimentar foi o Staphylococcus aureus.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
Em uma unidade de alimentação e nutrição de um estabelecimento assistencial de saúde, 100 funcionários e 20 pacientes, que estavam em dieta livre, apresentaram, em determinado dia da semana, quadros de vômitos, náuseas, dores abdominais, diarreias e dores musculares, aproximadamente três horas após a ingestão do almoço. No cardápio do dia, constavam fricassê de frango, arroz, feijão e legumes. Após o fato, acionaram-se auditores da vigilância sanitária e da vigilância epidemiológica que, na inspeção do estabelecimento, constataram diversas inconformidades, a exemplo da existência de manipuladores de alimentos sem atestado de saúde ocupacional; a ausência de pia exclusiva para a higienização das mãos; e o uso de utensílios de madeira para o preparo de alimentos. Ademais, verificou-se, ainda, que o fricassê tinha sido preparado no dia anterior ao fato e, na ocasião, tinha sido acondicionado, ainda morno, em grandes quantidades, na câmara fria. Por fim, constatou-se que, antes de ser servido, o aquecimento do fricassê não havia atingido 60 °C. Após as análises da taxa de ataque, dos sintomas e do período de incubação realizadas pela inspeção da vigilância epidemiológica, e após o resultado laboratorial da análise dos alimentos coletados no estabelecimento pela equipe da vigilância sanitária, concluiu-se que o agente etiológico causador do problema alimentar foi o Staphylococcus aureus.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
P. Rossi. Avaliação de perigos microbiológicos no preparo de fórmulas infantis em lactário hospitalar. Dissertação de mestrado. FEA, Unicamp, 2007 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item que se segue.
A contagem total de microrganismos aeróbios mesófilos é relevante quando nenhum resultado é encontrado para análises mais específicas de microrganismos patogênicos, pois uma contagem elevada desse grupo indica que o alimento pode estar inadequado para o consumo.
P. Rossi. Avaliação de perigos microbiológicos no preparo de fórmulas infantis em lactário hospitalar. Dissertação de mestrado. FEA, Unicamp, 2007 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item que se segue.
A presença de E. sakazakii em fórmulas para lactentes não constitui risco considerável, mesmo que as condições após a reconstituição das fórmulas permitam sua multiplicação.
P. Rossi. Avaliação de perigos microbiológicos no preparo de fórmulas infantis em lactário hospitalar. Dissertação de mestrado. FEA, Unicamp, 2007 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item que se segue.
A presença de esporos de B. cereus em fórmulas para lactentes é crítica, pois as condições de reaquecimento e o tempo de espera para distribuição das mamadeiras podem favorecer a germinação desses esporos. Mesmo em pequena quantidade, sua presença representa um risco de intoxicação alimentar.


O equilíbrio da microbiota intestinal pode ser favorecido com o provimento dietético de aditivos pró-bióticos, pré-bióticos e simbióticos. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
Bactérias pertencentes aos gêneros Lactobacillus e
Bifidobacterium são frequentemente utilizadas como
pró-bióticos para alimentos e seu uso na clínica nutricional tem
sido útil para aliviar os sintomas de algumas doenças que
cursam com diarreia.